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Governo do Paraná oferece 1.300 bolsas de inclusão social

O Governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), oferece 1.300 bolsas destinadas a alunos que ingressaram em instituições públicas de ensino superior do Paraná pela política de cotas.

 

 

Ao todo serão investidos R$ 4,68 milhões, provenientes da Seti/Fundo Paraná, em bolsas com duração de até 12 meses e valores mensais de R$ 300. A ação faz parte do Programa de Apoio a Ações Afirmativas para Inclusão Social em Atividades de Pesquisa e Extensão Universitária 2009, oferecido por meio de sua vinculada, a Fundação Araucária.

 

Para a secretária da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Lygia Pupatto, essas bolsas são fundamentais para que os alunos cotistas possam se desenvolver e concluir seus cursos. “O governo vem desenvolvendo desde 2005 uma política tanto de incentivar o acesso de estudantes através das políticas alternativas, quanto incentivar a permanência desses estudantes nas universidades. Com as bolsas proporcionamos que os alunos se aprimorem e que permaneçam na universidade com uma alternativa de renda”, disse.

 

Esta nova chamada reforça ainda mais a política de inclusão social do Governo do Paraná. Em 2005, eram cerca de 120 bolsas de inclusão social; já em 2009 estão previstas 1300 bolsas – um aumento de quase 1000% em cinco anos.

 

O Programa de Apoio a Ações Afirmativas para Inclusão Social em Atividades de Pesquisa e Extensão Universitária busca incentivar ações de mobilização e sensibilização de Instituições Públicas de Ensino Superior sediadas no Paraná. O objetivo é a implementação de políticas de inclusão social e também articular a produção e difusão do conhecimento com o acesso e permanência de estudantes oriundos de escolas públicas e estudantes negros nas instituições que adotam sistema de reserva de vagas no vestibular.

 

Os alunos beneficiários deverão atuar em projetos de pesquisa e extensão universitária (voltada à transferência de conhecimentos e tecnologias como processo de retro-alimentação da pesquisa) relacionados com a área de conhecimento do seu curso, dedicando uma carga horária que não prejudique sua atividade discente regular. Será dada prioridade aos projetos que demonstrem maior capacidade de retorno social.

 

As bolsas destinam-se a instituições de ensino superior de natureza pública sediadas no Paraná que tenham adotado um sistema de reserva de vagas, ou política de cotas, para alunos oriundos de escolas públicas e/ou para estudantes negros. As instituições deverão constituir um Comitê Local de gestão das bolsas, responsável pelo estabelecimento de critérios para seleção, acompanhamento e avaliação das atividades a serem desenvolvidas pelos alunos bolsistas.

 

“Cada instituição precisa montar um comitê local que cuida do programa. Esse comitê local faz o conjunto de regras e, inclusive, coordena internamente a disseminação das informações para que os alunos possam pleitear essas bolsas. Todos os projetos deverão ter professores que orientem esses trabalhos”, ressaltou o presidente da Fundação Araucária, José Tarcísio Pires Trindade.

 

Os projetos podem ser submetidos via internet até o dia 29 de julho. A chamada completa e mais informações podem ser encontradas no sítio da Fundação Araucária: http://fundacaoaraucaria.org.br.

 

Desde 2005, o Governo do Paraná, por meio da Seti/Fundação Araucária, tem lançado anualmente bolsas de inclusão social. De 2005 a 2008 foram ofertadas 1938 bolsas de inclusão social, com aumento progressivo a cada ano e culminando, em 2009, com 1300 bolsas.

 

 

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