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Lutas e conquistas do Movimento Social Afrodescendente e o Movimento Ilê Aiyê

Resumo:O presente artigo tem como tema o movimento Social Afrodescendente e o Movimento Ilê Aiyê e seu processo sócio-histórico, bem como seu surgimento,conceitos, lutas e resistência. Fazendo uma reflexão em relação a inserção do negro no mercado de trabalho e no âmbito educacional.Tendo como foco principal o Bloco Carnavalesco baiano Ylê Aiyê como movimento artístico,musical e cultural negro, que tem por finalidade superar toda e qualquer forma de racismo e preconceito. A metodologia utilizada foram recursos bibliográficos como: livros, artigos e por via internet.

Cintia Valéria De Souza Silva*1
Misleyanne Alves Rosa*

Palavras-Chaves: Movimento Afro-descendente; Negro; Ilê Aiyê.

1-Introdução

O referente artigo pretende apresentar como o Movimento Social Afrodescendente surge na perspectiva de combate à diferença sócio-cultural entre negros e brancos, com o propósito de luta pela igualdade e afirmação da identidade negra.

O Movimento Negro teve várias fases passando por muitos períodos históricos, por muitas vezes sendo calados, mas resurgindo mais forte e unido na luta contra o racismo, preconceito e desigualdade racial.

O artigo está dividido em três partes: iniciando com a trajetória sócio-histórica do negro desde a escravatura até os dias atuais, apontando o marcos mais relevante como lutas, a fim, de garantia de direitos e o reconhecimento na sociedade.

Em seguida refere-se a inserção do negro no mercado de trabalho, que nos dias atuais, enfrenta grandes desafios, pois o ambiente de trabalho é um lugar onde se firmam atitudes de preconceitos e racismo.

Na educação, a partir de posturas preconceituosas presentes nos livros didáticos, se consolidou a Lei nº9.394/96, sendo alterada em 2003 pela Lei nº10.639/03, que instituiu as Diretrizes Curriculares para o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira Africana no Ensino Fundamental e no Ensino Médio.

E por fim, o Bloco baiano carnavalesco Ilê Aiyê, que vem resgatar a cultura africana ao som de batuques e tambores com os mais belos da história baiana trazendo muita alegria ao seu povo.

2-Movimentos Sociais


Os movimentos sociais são considerados como uma fonte da formação de política e teve um papel de destaque nas lutas contra o regime militar, onde as ações do estado eram questionadas.

Os movimentos contestavam diversas formas de segregação que a ditadura impunha a muitos setores da sociedade, mas foi nos anos 80 que os movimentos foram fortalecidos graças a intensa organização civil em torno dessas questões.

São ações coletivas que agem como resistência a exclusão e lutam pela inclusão social. Segundo Gohn “movimentos sociais são ações sociais coletivas de caráter sócio – político e cultural que viabilizam distintas formas da população de se organizar e expressar suas demandas” (2001; p.13). Essas organizações partem de uma simples denúncia e são expressas a partir de ações como mobilizações coletivas.

A partir das reflexões de Ilse Scherer-Warren, pode-se caracterizar movimento social como um “grupo mais ou menos organizado, sob uma liderança determinada ou não; possuindo programa, objetivos ou plano comum; baseando-se numa mesma doutrina, princípios valorativos ou ideologia; visando um fim específico ou uma mudança social” (1987;p.13).

3- Movimento Negro

Com o passar do tempo, os movimentos sociais ganharam novas identidades, dentre elas as questões étnico – raciais, como por exemplo, o movimento afro-brasileiro que deixou de ser predominantemente movimento de manifestações culturais para ser também de luta de construção de identidade e de luta contra a discriminação racial e todas as formas de preconceito. (GOHN;2001)

Warren (apud Petrônio Dominguês; 2007,p.101) define

(…)Movimento negro é a luta dos negros na perspectiva de resolver seus problemas na sociedade abrangente, em particular os provenientes dos preconceitos e das discriminações raciais, que os marginalizam no mercado de trabalho, no sistema educacional, político, social e cultural. Para o movimento negro, a questão racial, é por conseguinte uma questão de identidade racial, é utilizada não só como elemento de mobilização, mas também de mediação das reivindicações políticas.Em outras palavras para o movimento negro, a “raça” é o fator determinante de organização dos negros em torno de um projeto comum de ação.

Uma cultura que difere dos “padrões da normalidade2” que é imposto pela sociedade legitimada por preconceitos o negro é “inferiorizado” ( em vários aspectos, dentre eles destaca-se a cor da pele que muitas vezes é motivo de risos e piadas. Possuem um patrimônio cultural diversificado, saberes que dizem respeito à religião,culinária, música e dança etc. A enorme dificuldade em ingressar no mercado de trabalho e nas Universidades marcam essa luta.

A participação do povo negro na construção da sociedade brasileira, nos ajuda na superação de mitos, na discussão sobre a áfrica escravizada com uma visão de caráter selvagem, incivilizado ou inferiores pela cor da pele (JARDIM;2012). Precisa-se romper com esses preconceitos arraigados em nosso imaginário social que tendem a tratar a cultura negra e africana como sofrimento, miséria ou pessoas menos favorecidas(GOHN;2001).

Os movimentos negros visam resgatar e garantir a construção de oportunidades iguais que primam pelo conhecimento garantindo os direitos e a valorização da história, da cultura e da identidade dos mesmos, direcionando a população negra quanto às reivindicações, para que os negros fossem integrados de fato à sociedade, usufruindo os mesmos direitos enquanto cidadãos (DOMINGUÊS;2007). Lutam juntos por uma sociedade anti-racista e igualitária, alcançando a equidade entre raças e classes, como forma de eliminar as desigualdades sociais, presentes em nosso país desde a colonização, explorando os que são “desiguais” em classe e cor.

A luta dos negros vem tentando resolver seus problemas na sociedade que é composta por indivíduos preconceituosos e racistas, que os marginalizam,oprimem e os humilham em diversos segmentos como educação, política, mercado de trabalho entre outros. Lutam para garantir o fortalecimento e manutenção de suas culturas e valores e, sobretudo sua identidade enfrentando toda e qualquer forma de exclusão racial (ARAÚJO Jr;2005).

Nas décadas de 60 e 70 a juventude brasileira ligada aos movimentos sociais negros, reforça sua identidade através da música, por meio do Soul Music e da moda através do estilo Black Power, essas formas de representação social que até hoje está ligada ao negro, se iniciaram nos Estados Unidos juntamente como o movimento pelos direitos civis em que Martin Luther King lutava pela igualdade entre negros e brancos. (MERLO;2011)

Dentre as lutas e representações de resistência do povo negro lembramos os grandes marcos como Zumbi dos Palmares, reconhecido como um dos principais representantes da resistência negra a escravidão no período do Brasil colonial,Revolta dos Malês e Chibata, manifestações decorrentes de um processo histórico de insatisfações individuais e coletivas.

Sabemos que os negros foram trazidos da África para o Brasil, tiveram que lidar com o novo o desconhecido e arbitrário nesse contexto essa população teve que se reinventar, sendo obrigados a deixarem de praticar seus costumes adotando práticas europeias. Viam em embarcações chamadas de navio negreiro, em péssimas condições sem nenhum respeito eram maltratados e humilhados, ao chegarem no Brasil eram vendidos para os donos de terra (MEDEIROS;2008).

Alguns negros resistiam, fugiam e formavam os quilombos, que eram comunidades grandes de negros, escondidos na mata fechada. Diante dessa junção em pequenos grupos foram nascendo os primeiros movimentos organizados.
Moraes enfatiza que, após a abolição da escravidão, os primeiros anos foi marcada por uma longa luta para efetivação de uma verdadeira liberdade á população negra. Apesar do pequeno contingente de escravos libertos em 13 de maio de 1888, a grande parcela da população brasileira definida étnica e racialmente como negra foi tomada pelas autoridades como um problema para o desenvolvimento da nação. (MORAES,2010).

Andrews aponta que:

Com a proclamação da república a situação ficou ainda pior para a população negra,uma vez que a oligarquia agrária se instalou no poder. O governos oligárquicos que se instalaram na América Latina entre 1889 e 1930 foram extremamente refratários em relação a populações negras. (GEORGE ANDREWS,2007apud MORAES,2010, p.36).

Diante dessa realidade os escravos, agora libertos não mediram esforços para encontrar saídas ao caso de exclusão e opressão mantido no pós-abolição, surgiram nas principais capitais mobilizações definidas como protesto negro. (MORAES,2010)
A imprensa negra3 foi um dos primeiros movimentos negros, deu inicio a profundas mudanças no país a partir de ideias que buscavam levantar assuntos como forma de protesto antirracista nos jornais que circulavam no pais. (FERNANDA MERLO; 2011).

Procurava dentro das possibilidades da época lutar pela integração da população negra no ambiente social urbano daquele período, a questão educacional era uma das principais reivindicações, vista como possibilidade de obterem um lugar digno no seio da sociedade. (MORAES;2010).

A partir daí surgem movimentos que vão dando força ao movimento negro no país, entre eles está a Frente Negra Brasileira (1931-1937) que se inicia em São Paulo, objetivando a interação do negro na sociedade para que o mesmo usufruísse dos mesmos direitos dos brancos, visto que, os negros viviam as margens, impedidos de exercerem seus papeis devido à hierarquia de raças imposta à sociedade (MORAES;2010)

Em 1937, com o golpe do Estado Novo de Getúlio Vargas,a Frente Negra foi fechada e proibida de funcionar. Em 1944 no Rio de Janeiro surge o Teatro Experimental do Negro- TEN, é um dos movimentos mais reconhecidos, criado por Abdias do Nascimento para contestar a discriminação racial através da formação de atores e dramaturgos afro-brasileiros.(MORAES;2010)
Conforme Jeruse Romão:

A educação do Teatro Negro incorporou ao projeto: a perspectiva emancipatória do negro em seu percurso político e consciente de inserção no mercado de trabalho ( na medida em que pretendia formar profissionais no campo artístico no teatro) (ROMÃO,2005, apud MORAES,2010,p.43)

O TEN4 reuniu pessoas comuns operários, empregadas domésticas, pessoas sem profissão definidas, e implicou em sua atuação um comprometimento de caráter pedagógico indo além da formação de atores, tendo por base um veiculo poderoso de educação popular, tornando-os mais conscientes e autônomos (MORAES;2010).

4-Mercado de Trabalho

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Desde 1886, vários países do mundo celebram o dia 1º de maio como a data comemorativa das conquistas dos trabalhadores ao longo da história. No Brasil, mesmo com a Consolidação das leis do trabalho – CLT em 1943, as diferenças históricas desfavoráveis aos negros no mercado de trabalho ainda persistem.(JARDIM,2012).

A população negra é alvo de desigualdade no mercado de trabalho, sua inserção no campo profissional enfrenta grandes desafios, pois o ambiente de trabalho é um lugar onde centram atitudes que transmitem preconceito e racismo.

Os campos de atuação profissional são setores em que predominam postos de trabalho com menores exigências de qualificação e experiência profissional, menores remunerações, e consequentemente condições de trabalho mais precárias e menos valorizadas socialmente; como por exemplos: empregos domésticos e na construção civil entre outros. (JARDIM, 2012).

E comum pessoas negras ocupando cargos de inferioridade e submissão mesmo tendo capacidade, habilidade e escolaridade para exercerem cargos de liderança.

 

5-A lei 10639/03


A Lei nº 10.639/03 5é uma alteração da Lei nº9.394, de 20 de dezembro de 1996, que instituiu Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de História e Cultura Afro- Brasileira e Africana.

De acordo com Moraes(2010) conhecer nossas origens e nossas raízes é buscar sedimentar nossa identidade ainda inconclusa

Estudar e refletir sobre a África de ontem e de hoje, a história do Brasil contada na perspectiva do negro, com exemplos na política, na economia, na sociedade em geral é um dos objetivos que precisamos alcançar.[…]a constante presença da marca africana dos nossos ancestrais na literatura, na música,na criatividade,na forma de viver e de pensar,de dançar,de falar,de rezar e festejar.(Moraes,2010,p.7)

A escola é uma instituição que forma gerações e tem como competência de respeitar matrizes culturais e constrói identidades, visando a dignidade do indivíduo, respeitando as especificidades da herança cultural inclusa na infinita diversidade que constitui a riqueza humana.

A Lei nº9.394/96 passou a vigorar acrescida dos seguintes artigos:

Art.26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficinas e particulares, torna-se obrigatório e cultura Afro-Brasileira[…].

Art.79-B.O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como “Dia Nacional da Consciência Negra”6
Porém, a implementação dessa Lei é defeituosa por dois motivos.O primeiro,sendo por não há uma qualificação adequada na formação dos professores para ministrar os conteúdos obrigatórios sancionados na Lei.O segundo, seria pela falta de estabelecimento de metas para esta implementação e a não indicação do órgão responsável por tal fiscalização.(MORAES;2010)
Devemos ter certos cuidados em relação a abordagens do ponto de vista pedagógicos, no que se refere o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e africana. A problemática não está na escolha do tema a veiculação de ideias racistas, mas,sobretudo, “na abordagem, na escolha de materiais, no cuidado com a construção dos argumentos”(MORAES;2010,p.23), mas na não discussão de situações cotidianas em que o preconceito se expressa, tanto na sala de aula como nos outros espaços e momentos escolares.

6-Ilê Aiye

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Em 1º de novembro de 1974, em plena ditadura militar, o Ilê Aiye inicia sua trajetória e lutas, no Curuzu-Liberdade, bairro de maior população negra no país, onde vivem cerca de 600 mil habitantes. O bloco nasce no espaço sagrado do Terreiro de Candomblé de nação gêge-nagô Ilê Axé Jitolu, comandado pela saudosa Mãe Hilda Jitolu (ALVES;2011).

A sua fundação no meio da ditadura militar é prova de coragem, da inteligência e da força que emana a cultura baiana. O bloco vem mostrando a beleza da música negra sempre seguiu o objetivo artístico – estético de superar o racismo e os preconceitos .
A cultura nesse período também era uma expressão política. Embora seja um movimento artístico, musical e cultural negro, qualquer manifestação cultural nessa época era considerada agitação política. Assim entende a consciência política que o Ilê Aiye vem cultivando desde o inicio.

O Ilê Aiyê 7resume o espírito do negro, que mesmo fadado a tortura e a desumanização em terras antes desconhecidas, deu ao Carnaval um toque todo especial,um bloco que perpetua o anseio em ser respeitado,em passar as tradições, de todo um povo, de uma raça, para todos os seus descendentes,conquistando, como o Carnaval o fez,brancos,negros e amarelos, ou seja, simplesmente todos,absolutamente todos.

Os batuques dos tambores e o timbre forte das vozes do Ilê Aiyê se potencializam e mostram o Carnaval de Salvador na plena flor de sua tradição africana profunda arraigada por raízes negras no solo fértil do Recôncavo Baiano (ALVES;2011).

O objetivo da entidade é preservar, valorizar e expandir a cultura afro-brasileira, para isso, desde que foi fundado,vem homenageando os países,nações e culturas africanas e as revoltas negras brasileiras que contribuíra, fortemente para o processo de fortalecimento da identidade étnica e da auto-estima do afro-brasileiro.

O Ilê Aiyê herdou os fundamentos e princípios do Candomblé, como a compreensão da convivência social, o respeito aos mais velhos e o aproveitamento da simbologia para suas canções,toques,adereços e figurinos, sem ferir os fundamentos religiosos. Como uma agremiação da comunidade negra, firmou-se como um dos principais agentes no resgate da auto-estima e elevação da consciência da população negra da capital da Bahia, dando exemplo para o paaís todo, em preservar e conhecer, um pouco mais, uma matriz importante da Cultura Brasileira.

Falando do seu movimento rítmico,inventado na década de 1970, foi responsável por uma revolução no carnaval baiano. A partir desse movimento, a musicalidade do carnaval da Bahia ganha força com os ritmos oriundos da tradição africana favorecendo o reconhecimento de uma identidade peculiar baiana, marcadamente negra.

A musicalidade do bloco também mantém-se tradicional, calcada no batuque dos tambores e na potência das vozes, exaltando a grandeza e magnitude do que é ser negro, e ter orgulho em pertencer a um povo que vem superando todas adversidades impostas pela História.Entre os maiores sucessos do bloco estão “Que Bloco É Esse”, “Depois que o Ilê Passar”, “Charme da Liberdade”, “Viva o Rei”, “Décima Quinta Sinfonia”, “Exclusão”, “Deusa do Ébano”. Assim, um pouco da história africana, ou se preferir, da história afro-abrasileirada do negro no Brasil, se tornou parte do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia, cujas tradições culminam todo ano no mais espetacular de todas as festas do Carnaval de Salvador, que expressa desde a sua primeira apresentação no carnaval de 1975,o orgulho de pertencer ao Mundo Negro.

7-Considerações finais

Ao longo do artigo buscamos analisar a realidade dos Movimentos Sociais Afrodescendente inserido em uma sociedade economicamente e socialmente desigual. Como e o que podemos fazer para mudar essas concepções que estão internalizadas desde o tempo colonial, que até hoje reina na sociedade.

Dando extrema importância as manifestações e lutas para mudar essa realidade, as e sobretudo as pessoas que foram sacrificadas em busca de igualdade de direitos, respeito, dignidade e liberdade.

É necessário antes de tudo romper com os nossos próprios preconceitos, arrancar do nosso interior toda carga negativa de racismo e interiorização ao negro, para que assim possamos nós juntar aos movimentos por uma sociedade igualitária.

Essas questões devem ser discutidas cotidianamente, para que possamos conscientizar as pessoas e principalmente as autoridades.
Com este estudo podemos concluir que os movimentos sociais assumem grande relevância na garantia de oportunidades iguais. Lutam em prol de uma sociedade anti-racista, afim de alcançar a equidade entre raças e classes.

O Ilê Aiyê é um Bloco carnavalesco da Bahia, que através de ritmos oriundos dos batuques dos tambores expressa o orgulho em ser negro, apesar das adversidades enfrentadas no cotidiano devido o arcabouço de preconceito construídos desde o ensino da História. O bloco firmou-se como um dos principais agentes em trazer a auto-estima e elevar a consciência da população negra,dando exemplo ao país inteiro, em preservar e conhecer a matriz importante da Cultura Brasileira.


8-Referências Bibliográficas

GOHN,Maria da Glória.Movimentos sociais no inicio do século XXI: antigos e novos atores sociais, 3ed.- Petropolis, RJ: Vozes,2007.

GOHN, Maria da Glória. História dos movimentos e lutas sociais: a construção da cidadania dos brasileiros- 5°ed- São Paulo: Edicões Loyola,2001.

MEDEIROS, Cleia.História e Cultura afro-brasileira e africana na escola.Iradj Roberto Eghrari,coord.-Brasília:Ágere Cooperação em Advocacy,2008.

As conquistas do povo negro e a valorização de sua identidade- Disponível em
http://blogueirasfeministas.com/2012/11/as-conquistas-do-povo-negro-e-a-valorizacao-de-suaidentidade/.Acessado em 18/02/2013.

MERLO, Fernanda Rasseli de.História do movimento negro no Brasil. Disponível em http://identidadesgeneroeracadm.blogspot.com.br/2011/12/historia-do-movimento-negro-no Acessado em 15/02/2013.

DOMINGUÊS,Petrônio. Movimento Negro Brasileiro:alguns apontamentos históricos.2007,disponível em . Acessado em 31/01/2013.

JARDIM,Drielly.População negra ainda sofre com a desigualdade no mercado de trabalho.2012. Disponível em http://www.palmares.gov.br/2012/04/populacao-negra-ainda-sofre-com-a-desigualdade-no-mercado-de-trabalho/ . Acessado em 15/02/2013.

ALVES,Murilo.Bocos Afro:Ilê Aiyê. Disponível em https://www.afroxe.com.br/portal/index.php/blogafroxe/44-blocos-afro-ile-aye#sthash.Iih2Fwqo.dpuf . Acessado em 01/03/2013.

Resgate e preservação da cultura afro-brasileira. Disponível em http://www.avidaeumaviagem.com.br/blog/ile-aye/ .Acessado em 01/03/2013

O Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê,Salvador,Bahia . Disponível em http://www.ileaiye.com.br/ .Acessado em 01/03/2013

 

 

Fonte: Trabalhos Feitos

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