quarta-feira, maio 27, 2020

    Afro-brasileiros e suas lutas

    Imagem retirada do site IPolítica

    A farsa da abolição escravocrata no sul da Bahia e os desafios da juventude negra

    Você acha justo uma mulher estuprada por anos, até décadas, carregar o sobrenome, as cicatrizes psicológicas e frutos materiais de quem a estuprou? Pois é essa analogia cruel que muitos historiadores e sociólogas utilizam para falar da crueldade do escravismo brasileiro e sua continuidade com outros nomes hoje em dia. A lembrança datada em treze de maio, uma ação dos escravocratas brasileiros para impedir o avanço das organizações negras que se movimentavam organizando negras e negros, é uma lembrança repudiada por todas as pessoas que tem o mínimo de consciência negra, letramento racial e leitura antirracista. Esse conteúdo é para essas pessoas e também para as herdeiras dos frutos materiais de séculos de escravismo. Escravismo aceito pelo poder público, igrejas, grande mídia e tantas estruturas sociais e econômicas da época. E sim, estou falando dos sobrenomes que hoje dominam a política e economia brasileira herdeiras desses séculos de sangue, suor,...

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    Gabriela Mendes Chaves: após trabalhar no mercado financeiro, a economista fundou uma escola para ensinar finanças (Foto: Imagem retirada do site Exame)

    Economista ensina finanças com letra de rap dos Racionais MC’s

    As letras de música dos Racionais MC’s serviram de inspiração para que a economista Gabriela Mendes Chaves desenvolvesse um método que ensina finanças pessoais baseadas na discografia do grupo. Com as letras de rap, ela ensina desde conceitos básicos de economia e até como as pessoas se relacionam com o dinheiro. O consumo e o endividamento são abordados em letras como “Vida Loka parte 2”, em que o rapper Mano Brown canta “na loja de tênis o olhar do parceiro feliz. De poder comprar o azul, o vermelho. O balcão, o espelho. O estoque, a modelo, não importa.” O rapper complementa ainda dizendo que “preto e dinheiro são palavras rivais.” Segundo Gabriela, neste momento, o grupo faz uma provação em relação à condição social da população negra do país. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) comprovam que o rendimento médio dos negros (R$ 1.608) ainda é mais...

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    (Foto: Reprodução/ Fundo Baobá)

    Fundo Baobá divulga terceira lista de projetos selecionados pelo edital de apoio emergencial conta o Coronavírus

    O Fundo Baobá para Equidade Racial divulga hoje (15 de maio) a terceira e última lista de iniciativas selecionadas pelo edital de doações emergenciais para o combate ao coronavírus em comunidades vulneráveis. São projetos de 85 indivíduos e 45 organizações que receberão R$ 2,5 mil em até cinco dias úteis. Ao todo, o Fundo Baobá recebeu, entre os dias 5 e 17 de abril de 2020, um total de 1037 solicitações de apoio, sendo 387 de organizações e 650 de indivíduos. Lançado em 5 de abril, o edital (relembre aqui) visa apoiar um amplo espectro de populações em situação de risco. Desse total, foram selecionados 215 projetos de indivíduos e 135 de organizações. A primeira lista, divulgada em 17 de abril de 2020, contemplou projetos de 60 pessoas e 40 organizações; a segunda, que apoiou 70 indivíduos e 50 organizações, foi publicada em 30 de abril. Com esta terceira lista,...

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    Reprodução/Facebook

    ‘Nossas vidas importam’: movimento cobra de autoridades o acesso adequado à saúde para os mais vulneráveis

    Em transmissão ao vivo nesta quinta-feira (14), a Anistia Internacional Brasil vai lançar a campanha “Nossas Vidas Importam”, que faz frente à pandemia do novo coronavírus. O movimento é um alerta às autoridades brasileiras para que nenhuma pessoa seja deixada para trás no combate à crise. A live será realizada às 19h no canal da Anistia Brasil no YouTube. A iniciativa cobra que sejam tomadas medidas concretas e urgentes pelas autoridades federais, estaduais e municipais, a fim de minimizar os impactos da Covid-19. A organização destaca a atuação ativa e efetiva da sociedade civil, em contraste com as ações das autoridades. “As necessidades de populações mais vulneráveis devem ser reconhecidas, pois em suas realidades, marcadas pela desigualdade estrutural, elas já estão se mobilizando para diminuir os impactos da pandemia. São elas que, no cotidiano de privações e de ausências em políticas públicas, criam soluções", afirma Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil....

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    Imagem enviada para o Portal Geledés

    Covid-19: Quilombo da Parada realiza campanha de auxílio à famílias da região.

    A campanha “Aquilombando contra a COVID-19” é uma iniciativa do coletivo Esperança Garcia, sediado no Centro Cultural Quilombo da Parada, localizado na comunidade Estância Jaraguá. A ação tem como objetivo ajudar mais de 50 famílias a receberem um apoio durante três meses. O valor será revertido em cestas básicas + kit de higiene, e a distribuição será feita através do cadastro já existente, o que facilitará a comunicação e a organização da logística de entrega, atendendo as recomendações da OMS. Como as famílias atendidas estão numa área de morro onde não existe asfalto, o que dificulta a logística de toda e qualquer ação, o coletivo criou pontos estratégicos para as entregas, que são as casas de moradores que se tornaram ponto de apoio da nossa sede. São eles: Amanda, Sr. João e Dona Preta, alguns dos moradores que disponibilizaram suas residências e quintais para a realização da atividade.  Além deles,...

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    Coronavírus — Foto: Getty Images/BBC

    CPFs negros importam? Racismo estrutural e políticas públicas no contexto da COVID-19

    ALEXSANDRO SANTOS, pós-doutorando em Administração Pública e Governo (FGV EAESP), Diretor-Presidente da Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo e Coordenador do curso de Pedagogia da FEDUC. Pesquisador do Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB) ANA CAROLINA NUNES, doutoranda em Administração Pública e Governo (FGV EAESP). Pesquisadora do Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB) EDNEIA GONÇALVES, socióloga (FESP-SP), e coordenadora executiva da Ação Educativa MORGANA G. Martins Krieger. Doutora em Administração Pública e Governo (FGV EAESP) Os dados do boletim epidemiológico quinzenal sobre a Pandemia de COVID-19, da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, publicado em 30 de abril, apontam que as taxas de mortalidade associadas ao diagnóstico de COVID-19 na capital apresentam uma distribuição racial desigual na população. Na população branca, essa taxa é de 9,67%; na população parda, a taxa sobe para 11,88% e, na população preta, a taxa alcança escandalosos 15,64%. Traduzindo de modo...

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    Imagem: Reprodução/Getty Images

    Cresce percentual de pretos e de pardos entre internados e mortos por Covid-19, apontam dados do ministério

    O mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde indica que aumentou o percentual dos negros (pretos ou pardos) entre os pacientes internados e os mortos por Covid-19. Os dados ainda sinalizam que permanece a disparidade entre o percentual de internações e de mortes entre os negros, o que já foi apontado por especialistas como indício de possível disparidade no acesso ao atendimento. Segundo os dados de domingo (26), os mais recentes que consideravam a variável raça/cor, os pardos e pretos somavam 37,4% das hospitalizações e 45,2% das mortes. Duas semanas antes, no primeiro balanço do ministério que apresentou o recorte, os percentuais de hospitalizações e de mortes era de respectivamente 23,10% e 32,8%. Mesmo com eventuais ressalvas sobre a metodologia e o preenchimento das informações pelas secretarias estaduais, o comparativo entre os dois boletins mostra uma queda de 12 pontos percentuais nas mortes entre os brancos e um aumento de 12,4 pontos percentuais entre os negros....

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    Foto: Ruth Gobbo/Imprensa/FCU

    Semana de 13 de maio inicia com lançamento de vídeo pela FCU

    Para comemorar o 13 de maio em período de isolamento social, a Fundação Cultural de Uberaba lançou ontem uma série de vídeos nas suas redes sociais, para levar aos internautas a cultura afro de nossa cidade. Serão cinco vídeos contanto a história e o propósito das comemorações. O primeiro apresentará o 13 de maio de forma resumida de como surgiu. De acordo com a presidente da Fundação Cultural Jaine Basílio é uma forma de dar continuidade aos trabalhos culturais. “Nós não poderíamos deixar uma data tão importante sem as comemorações merecidas. Por ser uma mulher negra, acredito que comemorar a abolição da escravatura mesmo que online, por causa da pandemia, valoriza a cultura afro de Uberaba que inclusive é registrada como patrimônio imaterial”. A coordenadora de Cultura e Assuntos Afros, Elisabete Cardoso, lamenta a falta de comemoração mas acredita que levar a história de forma online pode trazer benefícios. “Geralmente...

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    (Foto: @ ARTSY SOLOMON/Nappy)

    Meu maior desafio é cuidar e amar uma criança negra num país racista

    Eu sou Sherol, historiadora, professora e mãe do Teodoro. Esse meu último título é o que mais amo ostentar. Teodoro acabou de completar 10 anos, é uma criança inteligente e amorosa. Posso dizer que foi meio “fácil” ser mãe dele até aqui. Ou não... Bem, quando penso mais nisso, sou obrigada a admitir que não tem tarefa fácil na maternidade. E se penso nos desafios que enfrentamos, entro em contradição: tem sido bem difícil ser mãe!!! Eu sou uma mulher negra criando um guri negro num dos países mais racistas do mundo. Eis o tamanho do meu desafio e da minha dor. Vou ilustrar contando uma história real: Era fevereiro de 2017, um domingo meio nublado, mas mesmo assim o combinado era levar meu pequeno Teodoro para curtir um bloco de carnaval de rua aqui em Porto Alegre. A fantasia foi escolhida e comprada com antecedência, até a maldita espuma...

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    (Foto: Virojt Changyencham/Getty Images)

    Pretos e pretas sofrem mais nesta pandemia, em que a classe média não abre mão de suas escravas domésticas

    As comunidades remanescentes de quilombos no Brasil sofrem mais uma vez com o descaso do Estado brasileiro. Governos federal, estadual e municipal se omitem no atendimento aos pobres, na sua maioria esmagadora negros. Estão aliados a empresários inescrupulosos que visam o lucro e desprezam a vida e à classe media que não quer limpar o chão e não pode prescindir de suas escravas domésticas. Os negros estão entregues à própria sorte. O ataque às comunidades de Alcântara (Maranhão) em plena pandemia, promovida pelo governo brasileiro, com ameaça de deslocamento, já denunciado em outro momento, se aprofunda agora no auge da crise, com um número elevado da população quilombola em todo brasil, infectada pelo coronavírus. Em recente artigo publicado pela doutora Yanne Teles, denunciando as filas de pobres na Caixa, em busca do auxílio, que deveria ser da vida, mas que tem cheiro de morte, as fotos feitas nas agências dão...

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    Hoje (7), às 20h, terá LIVE do @Pericles !

    Hoje (7), às 20h, terá LIVE do nosso irmão @Pericles ! O samba, caminhando sempre ao lado do nosso povo, é amparo e esperança em momentos difíceis. Ele gravou esse vídeo de apoio à campanha da Uneafro, Conaq e parceiros, para ajudar famílias de periferias, favelas e quilombos, afetadas pelo COVID19 🙏🏿🌻 Já foram distribuídas mais de 45 TONELADAS de alimentos para quase 4 mil famílias, mais de 15 mil pessoas. A CAMPANHA CONTINUA! AJUDE! 👇🏿 ACESSE: vaka.me/949425 Doações também por transferência bancária: Banco do Brasil Agência: 1202-5 Conta corrente: 74414-X Titular: Associação Franciscana de Defesa de Direitos e Formação Popular – AFDDFP CNPJ: 11.140.583/0001-72 Dúvidas: [email protected] No texto da Vakinha, detalhes da distribuição dos recursos nos territórios periféricos e quilombos de 5 estados. #uneafroresiste #conaquilombos Aqui vc ver nossa prestação de contas 

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    Enterro de vítima do coronavírus no cemitério da Vila Formosa, em São Paulo Foto: Victor Moriyama/The New York Times

    Em SP, risco de morte de negros por covid-19 é 62% maior em relação aos brancos

    Dados do boletim epidemiológico da Prefeitura de São Paulo do dia 30 de abril apontam que o risco de morte de negros por covid-19 é 62% maior em relação aos brancos. No caso dos pardos, esse risco é 23% maior. Especialistas apontam que questões socioeconômicas, como saneamento básico precário, insegurança alimentar e dificuldade de acesso à assistência médica, aumentam o risco de adoecer e morrer. Nos Estados Unidos, por exemplo, os negros também estão mais expostos ao novo coronavírus. As estatísticas fazem parte do 3° Boletim Covid-19 da Secretaria Municipal de Saúde. O documento traz dados e análises referentes à situação epidemiológica e ações para o enfrentamento da doença até o dia 24 de abril. Essa parte da pesquisa considera o número de óbitos (suspeitos e confirmados) por covid-19 entre brancos, pretos, amarelos, pardos e indígenas, de acordo com a classificação de raça/cor do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística...

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    Dona de um brechó ambulante, Maricléia Camargo se reinventou na crise com ajuda do coletivo Foto: Instagram/@brecho_bemtequer

    Afroempreendedoras produzem máscaras e geram renda para trabalhadoras informais

    Antes da pandemia, Maricléia Camargo Cassiano, de 38 anos, pagava todas as suas contas com a venda de roupas de seu brechó, montado diariamente na Avenida Paulista. Mas, no fim de março, depois que São Paulo precisou adotar medidas de isolamento social para evitar mais contágios por coronavírus, a estudante de Moda viu as vendas caírem 90%.  Foi do coletivo Afro Máscras que recebeu a sugestão: por que não passar a confeccionar máscaras? Além do encorajamento, a empreendedora recebeu do grupo orientações para a produção de acordo com as normas da Organização Mundial da Saúde (OMS), além de materiais como elástico e linha para dar os primeiros passos. Também pegou peças do seu acervo, desmanchou  e as transformou em itens que agora protegem centenas de pessoas contra a Covid-19. - O Afro Máscaras foi um pontapé, um estouro interno. Eu estava com medo de encarar o desafio, mas, quando fiquei...

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    Imagem retirada do site Mega Pop

    Estudo sobre comunidade quilombola abolição

    O trabalho “Quilombo Abolição: História e Identidade (2005-2018)”, de Cléia Batista da Silva Melo, buscou compreender o processo de construção e fortalecimento da identidade étnica dos remanescentes da Comunidade Quilombola Abolição, localizada no município de Santo Antônio do Leverger, em Mato Grosso, a 60 km de Cuiabá, na BR 364, próximo a Serra de São Vicente durante os anos de 2005 e 2018. Os quilombos contemporâneos são espaços de resistência, de autonomia, de luta por liberdade e simbolizam a afirmação da identidade negra. Os remanescentes dos quilombos lutam por reparações, reconhecimento e valorização de suas histórias e contribuições dadas para a formação da sociedade brasileira. A Comunidade Quilombola Abolição é o objeto dessa pesquisa com suas particularidades e singularidades. Foram analisados documentos tais como: Requerimentos e Cartas de Sesmarias, Certidões de Batistério e Escrituras de Terras. O método de pesquisa foi a prosopografia (biografia coletiva) que possibilitou conhecer a população...

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    Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

    A juventude negra evangélica tem algo a afirmar: Não somos modinha

    Nos últimos anos, percebemos o crescimento da população evangélica no Brasil. Segundo o Censo de 2010, são 42 milhões de evangélicos no país, dos quais cerca de 23 milhões são pessoas negras. Ou seja, a maioria dos evangélicos são negros, e, junto com o aumento da presença de jovens negros nas universidades, vivemos no Brasil um momento em que a juventude negra evangélica começa a tomar mais consciência racial. Entretanto, esbarramos em um obstáculo: na igreja e nos seminários, as histórias e referências de negras e negros evangélicos que atuaram na luta antirracista do Brasil foram apagadas. Não existem muitos documentos ou produções de fácil acesso e didáticas para o jovem negro conseguir afirmar que não existe conflito entre sua cor, sua luta e sua fé. Isso também não chega aos movimentos sociais. Então, quando a juventude negra evangélica começa a atuar dentro do movimento negro, ela começa a ter...

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    (Foto: Reprodução/ Fundo Baobá)

    Fundo Baobá divulga segunda lista de projetos selecionados pelo edital de apoio emergencial contra o Coronavírus

    O Fundo Baobá para Equidade Racial divulga hoje (30 de abril) a segunda lista de iniciativas de combate à infecção pelo coronavírus em comunidades vulneráveis que foram selecionados pelo edital de doações emergenciais. São projetos de 70 indivíduos e 50 organizações que receberão repasses de R$ 2,5 mil em até cinco dias úteis. Em apenas doze dias, o edital do Fundo Baobá recebeu 1037 solicitações de apoio a projetos de combate ao coronavírus em comunidades vulneráveis. Desse total, 387 são de organizações e 650 de indivíduos. Ao todo, foram selecionados 220 projetos – sendo 130 pessoas e 90 organizações. Lançado em 5 de abril, o edital (relembre aqui) visa apoiar um amplo espectro de populações em situação de risco. O total de projetos recebidos até agora superou nossas expectativas. Para dar conta de avaliar e acompanhar os projetos selecionados, suspenderemos temporariamente este edital. Sua reabertura será comunicada por meio de...

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    Adobe

    Existe alguma possibilidade da população negra e pobre paulistana não ser a principal vítima fatal do Covid-19?

    Nas últimas semanas temos visto uma série de debates e reflexões acerca dos dados de contaminação e óbitos, em decorrência do Covid-19, da população negra dos Estados Unidos. No Brasil, país extremamente racializado, e no qual a população negra além de ser a maioria (56%, de acordo com dados do IBGE) é também, a que mais sofre com a negação dos direitos, não se verifica notícias e discussões que incorporam a dimensão racial, como um elemento estrutural, para a compreensão dos casos de Covid-19. Portal Geledés Portal Geledés  Não há abordagens, pelos mais conhecidos meio de comunicação (jornais e programas de televisão), sobre a alta probalidade, de mulheres negras e homens negros, se tornarem as principais vítimas fatais do vírus também em nosso país.  Nesse momento, começam a surgir algumas reportagens e apontamentos acerca do aumento de óbitos na periferia, entretanto, não há referências sobre um fato importante: a periferia de...

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    Divulgação

    Desigualdade social, pandemia e acesso à Justiça

    É hora de alternar o perfil dos grupos políticos que sempre ocuparam o espaço da Ouvidoria da Defensoria Púbica de SP. No próximo dia 23, quinta feira, entidades e organizações com direito à voto indicarão o nome da Sociedade Civil para Lista Tríplice das eleições para Ouvidoria da Defensoria Pública de SP. O Movimento Negro de São Paulo defende uma chapa composta por três mulheres negras e um companheiro quilombola: Beatriz Lourenço, da Uneafro; Maria Sylvia de Geledés; Gabrielle Nascimento, de Amparar e Oriel Rodrigues, da Conaq. AQUI o Perfil das candidatas da chapa, Programa Político e Plano de Trabalho : https://bit.ly/3b8jU5k APOIE a sociedade civil organizada no movimento negro, movimento de mulheres negras, anticárcere, quilombolas e periferias a ocuparem a Ouvidoria da DPSP.

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    Salvar vidas e garantir direitos da população negra

    São diversos os posicionamentos e manifestos propondo saídas e alternativas para o enfrentamento do grave momento que estamos vivendo no Brasil e no mundo. Da CONEN Um dos mais importantes é a “Plataforma emergencial para o enfrentamento da pandemia do Coronavírus e da crise brasileira”, construído pelas Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, partidos políticos do campo democrático e popular, centrais sindicais, movimentos populares e estudantis, organizações democráticas da sociedade brasileira, pela sua densidade propositiva, política e construção unitária. Além de seu caráter emergencial e específico – o combate ao Coronavírus – essa Plataforma amplia o debate sobre a necessidade de um projeto em condições de promover, de fato, reformas estruturais e as transformações necessárias na sociedade e na vida dos brasileiros e brasileiras. A CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras, contribuiu com a elaboração e assina essa Plataforma. Entretanto, com esse documento, chama a atenção dos signatários...

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    Amauri Mendes. Foto Paula Giolito

    O protagonismo negro perante a pandemia do Covid-19 – Outro olhar sobre a Conjuntura Nacional

    As infinitas chibatadas e suas marcas não lhe amedrontaram. Os estupros sofridos e a normalização deles, não lhe afrouxaram. A sinhá carrasca, aquela que lhe cuspiu na cara, lhe pisou e invejou, não lhe tirou o brilho nem o calor. Enterrar seus filhos aos gritos, laçados meninos, homens pequenos geniais, sábios, traquinos,  Interrompidos por tiros, nada disso lhe desesperançou. O tempo passou, você conheceu o livro, o livro lhe armou e, hoje, para acessá-la com êxito,  é preciso usar, antes de tudo, com sua licença e por favor, sujeito a sim ou não...  dô mó valor! Preta Flor, de Milsoul santos Por Amauri Mendes Pereira, enviado para o Portal Geledés Amauri Mendes. Foto Paula Giolito O ministro da saúde, Nelson Mandetta foi demitido. Saiu bem. Seu trabalho no enfrentamento do COVID-19 foi prestigiado por mídia e opinião pública. Novos dados e cenários insuflam os debates: “Bolsonaro é...

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