“Mesmo na pandemia, continuamos sendo assassinados”, diz porta-voz da Aliança Nacional LGBTI

Enviado por / FonteDo Brasil de Fato

Rafaelly Wiest relembra as lutas do movimento LGBT durante o ano e aponta as perspectivas para 2022

De acordo com relatório do Observatório de Mortes Violentas de LGBTI+ no Brasil, as mortes violentas dessa população já superam 200 no ano de 2021. Este e outros dados são discutidos na edição de hoje (13) do Programa Central do Brasil. Rafaelly Wiest, da Aliança Nacional LGBTI, participa do quadro Entrevista Central e aponta que a pandemia influenciou diretamente no aumento da violência contra a população LGBTQIA+ no Brasil.

A nossa bandeira é consciência e não uma moeda de troca durante o período eleitoral

“Além do aumento da violência contra nós, a pandemia influenciou também na quantidade de pessoas LGBTQIA+ desempregadas e que tiveram que retornar para a informalidade. Segundo dados da ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), 90% das pessoas transsexuais no Brasil ainda vivem na prostituição. São dados preocupantes”, expõe.

Wiest acredita que “a postura de Bolsonaro influencia no quadro negativo para essa população” e avalia o cenário para o último ano da gestão do atual governo.

“Sabemos que no próximo ano ele vai usar novamente em campanhas eleitorais as pautas LGBT para nos atacar. A nossa bandeira é consciência e não uma moeda de troca”, aponta.

E tem mais!

O quadro Trilhos do Brasil relembra as séries de mobilizações “Fora Bolsonaro” que aconteceram durante o ano de 2021 e aponta o calendário de lutas pelo impeachment do presidente no próximo ano. Fechando o programa, a Parada Cultural indica o documentário. “Awurê na Bahia”. A obra apresenta  as origens do samba de roda brasileiro e mostra a rota dos tambores.

Sintonize

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Dados da menor estação receptora

Antena: Embrasat modelo RTM 2200Std
Focal-Point
Diametro 2,2m
Ganho de recepção no centro do Feixe (Dbi) 37,5
G/T da estação (dB/K) 18,4

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