terça-feira, agosto 11, 2020

    Tag: analfabetismo funcional

    Redes sociais no Brasil são populares tanto entre não-alfabetizados quanto entre os chamados 'proficientes'

    Como o analfabetismo funcional influencia a relação com as redes sociais no Brasil

    Três entre cada dez brasileiros têm limitação para ler, interpretar textos, identificar ironia e fazer operações matemáticas em situações da vida cotidiana - e, por isso, são considerados analfabetos funcionais. Por Vanessa Fajardo, da BBC Eles hoje representam praticamente 30% da população entre 15 e 64 anos, mas o grupo já foi bem maior: em 2001, chegou a 39%, de acordo o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf). O Inaf acompanha os níveis de analfabetismo no Brasil em uma série histórica desde 2001, mas, pela primeira vez neste ano, trouxe informações relacionadas ao contexto digital. Os dados relacionados ao uso de redes sociais foram divulgados nesta segunda-feira com exclusividade para a BBC News Brasil.   Redes sociais no Brasil são populares tanto entre não-alfabetizados quanto entre os chamados 'proficientes' (GETTY IMAGES) O instituto classifica os níveis de alfabetismo em cinco faixas: analfabeto (8%) e rudimentar (22%) (que ...

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    Foto: Dione Afonso/ Agência O Globo

    Analfabetismo funcional: o que essas palavras têm a ver com seu emprego?

    Todo mundo (ou a esmagadora maioria das pessoas) concorda que estudar é importante para melhorar de vida e que um país desenvolvido não pode prescindir de boa educação. No entanto, você já parou para pensar por quê? Por Karina Yamamoto, do UOL Foto: Dione Afonso/ Agência O Globo E não adianta mais "só" estudar bastante. Além de saber os conteúdos, é necessário desenvolver características que nos permitam entender essas mudanças para solucionar os problemas. Acontece que tudo começa com aprender a ler e a escrever. "Grande maioria das informações para compreensão de mundo vem do contexto escrito", explica Ana Lúcia Lima, diretora executiva do IPM (Instituto Paulo Montenegro), uma instituição ligada ao Ibope que trabalha com a definição e a mensuração do analfabetismo funcional desde 2001. Antigamente, o analfabeto era aquele indivíduo que não era capaz de ler e escrever um bilhete simples, um recado e essa definição ainda é utilizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Há dez anos, existe um outro conceito, que ...

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    iStockphoto

    As causas do analfabetismo funcional

    A internet expõe o melhor e o pior do ser humano. Conhecemos pessoas e iniciativas fantásticas, mas ao mesmo tempo ficamos cara a cara com a latrina da humanidade (os constantes casos de racismo na web estão aí para comprovar). Nas redes sociais, por exemplo, vivemos em um tempo em que os debates foram substituídos por embates e combates – sem vencedores. Por Luiz Guilherme Melo Do Observatorio da Imprensa iStockphoto O que temos presenciado nas últimas semanas é a prova disso, como no debate sobre a maioridade penal, que é do tipo de tema que desperta tantas paixões, principalmente porque só vem à tona sob os gritos das figuras sensacionalistas da mídia que aproveitam episódios trágicos para propagar as suas ideias. E funciona, haja vista os jargões (“bandido bom é bandido morto”, “tá com pena do menor infrator? Leva pra casa” e similares) repetidos de forma automática ...

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    O brasileiro e sua crença na "imprensa ética, factual e apolítica"

    O brasileiro e sua crença na “imprensa ética, factual e apolítica”

    Sergio Troncoso "A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular." - prof. Andrew Oitke, catedrático de Antropologia em Harvard O grande problema que vejo nessa questão sobre como a mídia age, é constatar que o brasileiro médio acredita que ela é isenta, "fiscaliza" o governo, quer o bem de toda sociedade, e é imperiosa para a democracia. O paradigma é o jornalismo americano! Nunca me esqueci de Catharine Graham em seu premiado (Pulitzer) livro auto biográfico "Uma história pessoal", em várias partes do livro se auto enganando (ou não?). Passa boa parte do livro tentando convencer o leitor de fazer um jornalismo "independente e isento" no seu Washington Post, e ao mesmo tempo contando sobre a linha de ajuda escancarada nas campanhas de Kennedy e Lyndon Johnson. O jornal funcionava quase como um comitê partidário democrata. Ela sempre terminava com um singelo: - acho que interferimos mais ...

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