sexta-feira, outubro 16, 2020

    Tag: desenhos

    Super Domínica: a heroína de uma negra ilha caribenha

    Domínica é um Estado Insular soberano situado no mar do Caribe, para ser preciso, na região das Pequenas Antilhas. Vizinho das ilhas de Guadalupe e Martinica, o local foi dominado pelos ingleses em 1783 e somente em 1978 conseguiu finalmente sua independência total. Como aconteceu com outros países nas Américas, especialmente a Central e do Sul, Domínica recebeu um grande fluxo de africanos escravizados, o que fez com que os negros se tornassem maioria da população de cerca de 70 mil habitantes. Por Kauê Vieira,  do Afreaka Desta pequena ilha surge uma super heroína negra que vem fazendo bastante sucesso dentro e fora dos quadrinhos. Criada pelo jovem ilustrador e design gráfico Albert Pierre há pouco mais de 10 anos, a Super Domínica representa o amor pela pátria e pelos recursos naturais. A roupa é inspirada nas cores da bandeira de Domínica e as histórias da série A patriota Domínica destacam a ...

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    10 desenhos infantis inteligentes e que promovem a igualdade

    Helena tem um ano e oito meses, um bebê, então ainda não vivo naquela linha do pavor que muitos pais se encontram lá pelos 3 anos de idade: o amor pelos desenhos e filmes. Ela gosta muito, dança, espera, é fofo de se ver, mas ainda não chegamos ao ponto dela pedir produtos da franquia ou querer ver X coisa em Y momento. Por PAOLA RODRIGUES, do Naopuledajanela Não acredito que TV, tablet e celular são os vilões, acho que com parcimônia são benéficos, na verdade. Meu problema está no conteúdo. Porque produzem material tão ruim para crianças?? Como pessoas que trabalham com o público infantil podem caracteriza-los com tão baixa expectativa? Crianças merecem conteúdo de qualidade. Desenhos e filmes igualitários, longe de sexismo, que desenvolvam a criatividade e relações positivas. Precisamos mudar a forma como crianças consomem desenhos, porque se os adultos de hoje estão criando o mundo azul e rosa ...

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    Como surgiu o 1º personagem negro da turma de Charlie Brown

    São Paulo – No dia 4 de abril de 1968, o ativista político Martin Luther King Jr. foi assassinado. Chocada e frustrada com a notícia, 11 dias depois, a professora americana Harriet Glickman escreveu uma carta ao cartunista Charles Schulz pedindo que ele inserisse um menino negro nos Peanuts, grupo de personagens protagonizado por Charlie Brown e Snoopy. Por Luciana Carvalho no Exame O pedido, aparentemente simples, trazia algo revolucionário. Na época, o quadrinho de Schulz já figurava entre os mais lidos dos Estados Unidos, cuja cultura racista ainda era amplamente difundida. Para surpresa de Harriet, o desenhista respondeu, mas, em um primeiro momento, se mostrou resistente à ideia. A correspondência, revelada pelo site Mashable, dizia que, assim como outros profissionais, Schulz estava preocupado de parecer condescendente com “pessoas de cor”, se incluísse uma criança negra em seu “elenco”. “Nós todos gostaríamos muito de ser capazes de fazer isso, mas nós estamos com ...

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