quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: meninos

    Jadson Oliveira de Jesus, 21, estuda engenharia do Insper; bolsista, ele afirma que a ênfase de sua mãe em sua educação desde a primeira infância o ajudou a superar barreiras impostas a meninos pretos, mas que além disso precisou de sorte - Bruno Santos/Folhapress

    Desigualdade racial transparece em notas de meninos negros, mostra pesquisa

    Aumento da renda tem impacto menor no desempenho do grupo, diz estudo Por Érica Fraga, da Folha da S.Paulo A enorme desvantagem educacional de meninos pretos que vivem em São Paulo em relação a garotos brancos da mesma faixa etária é ainda maior se ambos pertencerem a famílias de nível socioeconômico mais elevado. Isso significa que, embora a renda dos pais tenha grande impacto sobre o desempenho escolar das crianças no Brasil, parte desse poder de alavanca é perdida dependendo da combinação entre gênero e cor da pele do aluno. A conclusão —reforçada por outros dados— é de um estudo inédito da Fundação Tide Setubal, com foco nas notas de alunos do 5º ano do ensino fundamental em língua portuguesa, na rede pública da capital paulistana, que será divulgado nesta semana. A análise da intersecção entre renda, cor e sexo dos alunos mostra que há um padrão de desempenho escolar ...

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    Foto: @ANDREMELCHER/Nappy

    Os estereótipos de gênero afetam o que as meninas e os meninos escolhem como profissão no futuro

    Impor clichês de gênero na sociedade limita o desenvolvimento das habilidades e capacidades. Das garotas que chegam à universidade, só um terço opta por ciências Por ALEJANDRA AGUDO, do El Pais  Menina Negra (Foto: @ANDREMELCHER/Nappy) Elas querem ser atrizes, estilistas ou professoras quando crescerem. Embora haja exceções, perguntadas sobre o que gostariam de ser quando forem adultas, a maioria das meninas escolhe profissões estereotipadas. Mas, e se elas fossem meninos? Foi isso que a ONG Liga da Educação perguntou a um grupo de crianças em Fuenlabrada, Madri. Muitas mudaram sua resposta inicial, como você pode ver no vídeo experimental de sua campanha contra a violência de gênero. Astronauta, policial, médica ... seriam suas opções de vida se tivessem nascido homem. "Os meninos gostam mais da lua", explica uma das entrevistadas. Os meninos não estão isentos de estereótipos de gênero. Eles imaginam um futuro como jogadores de futebol, bombeiros ou ...

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    Meninas começam a duvidar de sua própria capacidade aos 6 anos. Mas não pensam assim sobre os meninos (PESQUISA)

    Meninas de apenas 7 anos já se sentem pressionadas a ter aparência perfeita. Professores dão notas melhores para garotas quando não sabem que elas são garotas. Estes dados foram comprovados por estudos científicos realizados recentemente. por  Andréa Martinelli no HuffPost Photo by rawpixel.com from Pexels   Mas uma nova pesquisa publicada na revista Science traz mais um dado que impressiona: já aos 6 anos de idade, as meninas têm dificuldade de acreditar que são "brilhantes". Mas acham isso dos meninos. O estudo foi feito por pesquisadores das universidades de Nova York, Illinois e Princeton, e comandado pela médica Lin Bian, da Universidade de Illinois. A pesquisa, que colocou seu foco em estereótipos de gênero, investigou o comportamento em relação a habilidades intelectuais e sugeriu que os estereótipos surgem muito cedo e têm capacidade de influenciar. Cerca de 400 crianças de 5, 6, e 7 anos (sendo todas americanas de classe média, em sua maioria brancas) participaram do experimento ...

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    ‘Há meninas com pênis e meninos com vaginas’: a polêmica campanha sobre transexuais na Espanha

    Campanha faz parte de iniciativas de conscientização da população sobre a transexualidade Durante seis dias, de 10 a 16 de janeiro, 150 cartazes com o desenho de quatro crianças nuas e sorrindo foram colocados em ônibus e estações de metrô nas comunidades autônomas (Estados) de País Basco e Navarra, no norte da Espanha. Neles, lia-se: "Há meninas com pênis e meninos com vagina. É simples assim. A maioria deles sofre diariamente, porque a sociedade não conhece essa realidade". O objetivo da organização por trás deles, a Chrysallis, uma associação de famílias de menores transexuais, é dar visibilidade à situação em que vivem crianças transexuais e combater o preconceito contra elas. Mas a campanha causou polêmica. De acordo com Beatriz Sever, porta-voz da Chrysallis, um dos cartazes foi rasgado, uma cruz foi colocada sobre outro, e, em um terceiro, foi desenhado um pênis e uma vagina. "Mas isso só aconteceu com ...

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    Baixo desempenho do Brasil em teste da OCDE revela também desigualdade de gênero na educação

    Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) detectou disparidades no desempenho escolar de meninos e meninas no Brasil. Do BBC O estudo da OCDE revelou que 34% das estudantes brasileiras "ficam nervosas" com a matemática. (Imagem: THINKSTOCK) Com base nos resultados de seu Programa Internacional de Avaliação de Desempenho Escolar (Pisa), que mede o desempenho de adolescentes de 15 anos em leitura, matemática e ciências, a entidade mostra que o percentual de meninos com baixa pontuação nos testes é de mais de 45% no Brasil, enquanto meninas ficam abaixo de 40%. Os dados são relacionados ao ano de 2012. Em ambos os casos, o país ficou bem distante da média dos países-membros da OCDE, que é de cerca de 15% para meninos e 9% para meninas. Sub-representação Mas na avaliação da resolução de problemas de matemática e de ciências, a relação de gênero ...

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    Meninas e meninos no recreio escolar – Por Adriano Senkevics

    O recreio é um espaço privilegiado para se estudar as crianças na escola, por estar mais distante das regras escolares e, portanto, dando mais liberdade para que as interações infantis aflorem. Assim, o recreio acaba sendo também uma oportunidade de se observar como as relações de gênero se constroem no espaço escolar. Por Adriano Senkevics Nessa rede de relações entre meninas e meninos que se expressa no intervalo das aulas, na qual, de modo geral, se faz menos presente os olhares e normas dos adultos, configurações das mais variadas são possíveis. O recreio torna-se palco para construções de masculinidades e feminilidades que fazem jus ao conceito de gênero: relacionais, múltiplas e associadas ao poder. Seguindo essa linha, o estudo de Tânia Cruz e Marília Carvalho (2006) procurou tecer uma etnografia do recreio escolar, descrevendo padrões de interações entre as crianças e o que eles nos diziam sobre as relações de ...

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