Tag: Música africana

(Foto: Daryan Dornelles / Divulgação)

Elza Soares lança single inédito, ‘Nós’, para homenagear as mulheres

♪ “Entrego a vocês essa música com muito carinho e como uma homenagem a todas as mulheres!”. Assim Elza Soares apresenta em rede social o inédito single, Nós, que lança na sexta-feira, 5 de março. Primeiro lançamento fonográfico da cantora carioca em 2021, o single Nós tem produção musical assinada por Rafael Ramos. A gravação foi feita com as colaborações dos músicos Felipe Pacheco Ventura, Kiko Dinucci – nome presente nas fichas técnicas dos álbuns A mulher do fim do mundo (2015) e Deus é mulher (2018) – e Rodrigo Tavares. Capa do single 'Nós', de Elza Soares — Foto: Imagem retirado do site G1   Fonte: Por Mauro Ferreira, do G1

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(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press.)

Conheça Tiganá Santana, primeiro brasileiro a compor em línguas africanas

Cantor e filósofo, Tiganá é o primeiro compositor brasileiro a apresentar canções autorais em línguas africanas Por Hellen Leite, do Correio Brasiliense "Justamente por viver na pele um Estado racista é preciso retomar as línguas africanas, trazer esses pensares e reafirmar que somos pessoas e temos alma", Tiganá Santana(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press.) Cantor, compositor, filósofo, pesquisador. Aos 36 anos, o baiano Tiganá Santana divide seu tempo entre Salvador, Brasília, São Paulo e as viagens internacionais para promoção das suas músicas e pesquisas acadêmicas. O músico compõe e canta em kikongo, kimbundu (línguas da Angola e do baixo Congo), português, inglês, espanhol e francês, e foi o primeiro compositor brasileiro a gravar canções em línguas africanas. A história de Tiganá com a filosofia, a música e a ancestralidade começa muito cedo. Aos 9 anos, sonhava em ser escritor e até venceu um concurso literário na escola com ...

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Fela Kuti no início dos anos 80/GETTY IMAGES

O indomável Fela Kuti. A história do Presidente Negro que fez da música uma arma

Criador do afrobeat, referência maior da música africana, progenitor de Seun e Femi Kuti, Fela Anikulapo Kuti completaria esta segunda-feira 80 anos se estivesse vivo. Recordamos o gerador de uma obra imensa que continua a inspirar gerações de músicos, mas também um homem controverso que soube desafiar o poder indomitamente. Na sua música ferve o majestoso espírito de África e um universal apelo à elevação da condição do homem Por RUI MIGUEL ABREU, do BLITZ  Fela Kuti no início dos anos 80/GETTY IMAGES Se umas vidas renderam filmes, outras houve que, talvez de forma ainda mais extraordinária, mereceram musicais da Broadway. É o caso da incrível história de Olufela Olusegun Oludotun Ransome-Kuti, músico nascido em 15 de outubro de 1938 em Abeokuta, cidade de uma Nigéria que à época era ainda uma colónia britânica. O mundo haveria de o conhecer como Fela Ransome Kuti, primeiro, Fela Anikulapo Kuti, ...

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A musicalidade negra como resistência

Há mais de 500 anos, todo o saber negro foi, violentamente, sequestrado da África. Transformados/as em mercadoria, homens e mulheres africanos/as foram escravizados/as, violentados/as, invisibilizados/as nas Américas para o enriquecimento da Europa. por Maíra Neiva Gomes no História Incomum Esses/as homens e mulheres tinham todo o conhecimento sobre o trabalho em agricultura e mineração, que desenvolveram ao longo de milhares de anos. Mas, além de ser a eles/as negada a condição de seres humanos, dignos/as de respeito, todo seu saber acumulado foi apropriado pelos colonizadores-escravistas. Para sustentar a desumana estrutura escravocrata foi construída uma imagem social de que o/a negro/a eram seres pré-humanos, irracionais, violentos/as e que deveriam ser controlados/as. Essa imagem ainda é forte socialmente e é sob esse olhar preconceituoso que a cultura negra é analisada e segregada. A musicalidade é um dos instrumentos mais fortes da cultura afro. Desde antes da escravização, ainda na África, músicas marcavam ...

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MBIRACLES: A difusão da comovisão bantu no Brasil através da música de MBIRA

A MBIRA foi o primeiro lamelofone (instrumento com teclas de metal e um suporte de madeira) a surgir na África – mais especificamente, ao norte do Zimbábue, às margens do rio Zambeze. Por Luiza Nascimento para o Portal Geledés    Desde então, ela tem sido utilizada pela comunidade shona (grupo etnolinguístico prevalecente no Zimbábue) como veículo de comunicação com os ancestrais em rituais chamados de Bira. Daí o nome Mbira dzaVadzimu – que significa “Mbira dos Ancestrais”. É através da execução de temas tradicionais (que remontam a uma linguagem melódica imemorial) que os shonas atraem os espíritos de seus antepassados para a dimensão dos vivos, onde o tempo sagrado é, então, instaurado.   Instrumento nacional   O grande símbolo do Zimbábue, portanto, não é o ancião que governa o país há 37 anos, como nos faz crer o noticiário internacional acerca da África, ou a riquíssima fauna sob a mira de caçadores ...

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