quinta-feira, setembro 17, 2020

    Tag: Nzinga

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    Quando a Rainha Nzinga Trouxe Mar a Minas

    Cena do filme A Rainha Nzinga chegou/ Divulgação  Nos idos tempos em que a América do Sul e a África era um continente só, antes do abalo sísmico causado pela Europa, Minas tinha mar; tanto é que tem um bairro na cidade de Betim que se chama Angola.  Foi nesse pedacinho de África mineira que Dona Maria Casimiro fundou a Guarda 13 de Maio em 1944. No que deu quatro décadas, sua filha Dona Isabel Casimiro das Dores Gasparino foi coroada Rainha Conga de Minas devido ao passamento de Dona Maria, cumprindo a tradição matriarcal. Princesa da Guarda desde os cinco anos de idade, Dona Isabel foi coroada Rainha aos 45 anos e  por 31 anos presidiu a Guarda de Moçambique e Congo Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário. Como se não bastasse, por mais de duas décadas foi Rainha Conga do Estado de Minas Gerais. Antes tarde do ...

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    Nzinga, a rainha negra que combateu os traficantes portugueses

    No século XVII, o lucrativo comércio de escravos praticado pelos portugueses sofreu um duro revés. A oposição mais forte que enfrentaram veio da rainha Nzinga, uma obstinada líder política e militar que, por quarenta anos, impediu que os portugueses penetrassem no continente africano. Conheça a história dessa mulher africana extraordinária. Por Joelza, do Ensinar História Seu nome é grafado de diferentes maneiras: Nzinga, Ginga, Jinga, Singa, Zhinga e outros nomes da família linguística Banto (ou Bantu). É também conhecida pelos nomes portugueses de Ana de Souza, rainha Dona Ana e pelas formas híbridas como rainha Ana Nzinga. Nzinga Mbandi Ngola Kiluanji, nasceu em 1582, no Ndongo, filha do ngola com uma escrava ambundo. Ainda criança, começou a ser treinada para o combate e o uso de armas. Com oito anos de idade, acompanhou o séquito do pai, em uma batalha, como parte dos exercícios de guerra. Com a morte do ...

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    Galeria Theodoro Braga traz exposição “Reminiscências de Nzinga” do Instituto Nangetu

    A Fundação Cultural do Pará, por meio da Galeria Theodoro Braga, inaugura, hoje, às 19h, a exposição “Reminiscências de Nzinga”, que comemora os 10 anos do Instituto Nangetu e traz obras coletivas que homenageiam a memória da Rainha Nzinga Mdambi – A indomável e inteligente soberana de Matamba e Ngola, que juntando vários povos, comandou a resistência à ocupação colonial e ao tráfico de povos Bantu por cerca de 40 anos. Por Andreza Gomes, do Agência Pará A rainha quilombola tornou-se mítica e foi uma das mulheres africanas cuja memória desafiou o tempo, dando origem a uma ancestral cultural que invadiu o imaginário brasileiro com o nome de Ginga, que permanece no nosso povo como um DNA cultural, e que aflora em estampas de tecidos, ações políticas, ambientalistas e, por que não, também poéticas. “Quem tem ginga tem a realeza de Nzinga, é mais ou menos por aí que nós estamos trabalhando, de ...

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    Novo livro de José Eduardo Agualusa responde a inquietação dos africanos diz Autor

    Novo livro de José Eduardo Agualusa responde a inquietação dos africanos diz Autor

    O escritor José Eduardo Agualusa disse à Lusa que o seu novo romance, "A Rainha Ginga", responde a "uma inquietação" dos angolanos que querem conhecer o seu passado, numa nova perspetiva. O escritor de 53 anos, em declarações à Lusa, descartou a qualificação da rainha Ginga como uma nacionalista. "Como nacionalista angolana é um disparate evidentemente, a rainha Ginga não tinha sequer uma noção do que é Angola e não combateu por isso. Combateu pelo seu próprio projeto de poder pessoal, dentro do seu grupo étnico", os dongos, disse o escritor. Falando sobre o romance, que é apresentado na sexta-feira, em Lisboa, Agualusa afirmou que, desde sempre, se interessou pela a rainha e que este é um "livro que queria escrever há muito tempo", mas que lhe "parecia muito difícil e até impossível". "Este livro responde a uma inquietação mais geral, que sinto da parte de todos os angolanos, e ...

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    A aluna Roseane queria ter os cabelos trançados como os da colega Juliana: ampliação dos padrões de beleza Foto: Ricardo B. Labastier/ Sorvo

    Plano de Aula – A cultura negra em sala de aula

    Educação não tem cor Por Roberta Bencini no Revista Escola Plano de Aula com discussões e projetos bem elaborados, é possível combater o preconceito racial que existe, sim, na escola. Está nas suas mãos, professor, o sucesso dessas crianças, negras e brancas, como alunas e cidadãs Roseane Souza de Queirós, 8 anos, tem os cabelos lisos e claros, mas queria que eles fossem trançados e escuros como os da colega de sala de aula Juliana Francisca de Souza Claudino, uma garota negra também de 8 anos. Um dia, apareceu com o mesmo penteado afro. A atitude de Roseane surpreende. É muito, muito mais comum a criança negra desejar se parecer com a maioria dos heróis dos contos de fadas europeus, com as modelos estampadas em revistas e jornais e com os colegas que recebem maior atenção em sala, todos brancos e loiros. As duas meninas participam sistematicamente de discussões e ...

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