Tag: Pintor

    Wilson Tibério: a negritude de um gênio das artes plásticas

    "Atravessei uma crise de adolescente. Um amante da arte gostou do meu trabalho e me aconselhou a ir ao Instituto Belas Artes, no Rio de Janeiro. Foi o que fiz.” Wilson Tibério (1923-2005) por  Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite*  via Guest Post para o Portal Geledés     De acordo com o professor, poeta e ativista Oliveira Silveira (1941-2009), Wilson Mendonça Tibério nasceu, em Porto Alegre, no dia 24 de novembro de 1923. De origem humilde, este afrodescendente superou preconceitos e desafios, conquistando a Europa, Ásia e a África com sua arte. Filho da costureira Eraldina e do ferreiro Armando, o menino demonstrava talento desde cedo. Sua mãe faleceu, quando o artista tinha sete anos, sem ver aflorar o talento do filho. Ao completar oito anos, ele começou a pintar retratos e personagens. A oralidade perpetua que o artista nasceu no final da Rua da Praia, em Porto Alegre, a beira do Guaíba. ...

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    Romero Britto

    Romero Britto (Recife, 6 de outubro de 1963) é um pintor, escultor e serígrafo brasileiro radicado nos Estados Unidos.1 Considerado um dos artistas mais prestigiados pelas celebridades americanas, já pintou quadros para personalidades como Madonna, Arnold Schwarzenegger e Michael Jackson. Também produziu telas para nomes como Dilma Rousseff, Bill Clinton e o casal real príncipe William e Kate Middleton, e o convite do príncipe Charles jantou no Palácio de Buckingham. Vida e Obra Romero Britto nasceu em 06 de outubro de 1963. Ele começou sua carreira aos 18 anos em Pernambuco. Mas desde os 8 anos já começou a se interessar pelas artes plásticas, mostrando talento. Atualmente é um dos mais premiados pintores brasileiros. Ele alega ter criado seus quadros para invocar o espírito de esperança e transmitir uma sensação de aconchego. Suas obras são chamadas, por colecionadores e admiradores, de “arte da cura”. Embora bem-intencionado, os resultados estéticos são bastante discutíveis (isto na opinião de alguns), pois, analisando suas obras com olhar crítico e imparcial, o que encontramos é uma diluição repetitiva ...

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    Manuel Querino (Foto: Imagem retirada do site Gazeta do Povo)

    Manuel Querino

    Manuel Raimundo Querino nasceu no 28 de julho de 1851, em Santo Amaro, BA. A sua infância foi atribulada, como aliás toda a sua vida. A epidemia de 1855, em Santo Amaro, levara-lhe os pais. Foi confiado aos cuidados de um tutor, o professor Manoel Correia Garcia, que o iniciou nas primeiras letras. Tendo apenas o curso primário, Manuel Querino, aos 17 anos (1868), alistou-se como recruta, viajando pelos sertões de Pernambuco e Piauí, e aí unindo-se a um contingente que se destinava ao Paraguai. Não fui mandado para o Paraguai por motivos de saúde. Foi para o Rio de Janeiro no mesmo ano, ficou empregado no escritório do quartel. Em 1870, foi promovido a cabo de esquadra, e logo depois teve baixa no serviço militar. Voltando a Bahia, começou a trabalhar nas fainas modestas de pintor e decorador. Sobrava-lhe tempo, porém, para estudar francês e português, no Colégio 25 ...

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    solano

    Solano Trindade

    O Vento forte da África Nascido em 24 de julho de 1908 em Recife-PE foi poeta, cineasta, pintor, homem de teatro e um dos maiores animadores culturais brasileiros do seu tempo, o pernambucano Francisco Solano Trindade foi, para vários críticos, o criador da poesia "assumidamente negra" no Brasil. Curta aqui sua filha, a artista plástica Raquel Trindade declamando o clássico Tem gente com fome TEM GENTE COM FOME Trem sujo da Leopoldina correndo correndo parece dizer tem gente com fome tem gente com fome tem gente com fome Piiiiii Estação de Caxias de novo a dizer de novo a correr tem gente com fome tem gente com fome tem gente com fome Vigário Geral Lucas Cordovil Brás de Pina Penha Circular Estação da Penha Olaria Ramos Bom Sucesso Carlos Chagas Triagem, Mauá trem sujo da Leopoldina correndo correndo parece dizer tem gente com fome tem gente com fome tem gente ...

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    Tomás Santa Rosa

    Tomás Santa Rosa Junior,  Tomás Santa Rosa (João Pessoa PB 1909 - Nova Délhi Índia 1956). Ilustrador, artista gráfico, cenógrafo, pintor, decorador, figurinista, gravador, professor e crítico. Depois de concluir seus estudos no Liceu Paraibano, muda-se para Salvador em 1931 e trabalha como contabilista do Banco do Brasil. Em 1932, transfere-se para o Rio de Janeiro e auxilia Candido Portinari (1903 - 1962) na execução de diversos murais. Em 1933, inicia suas atividades como ilustrador colaborando nos periódicos Sua Revista e Rio Magazine. No ano seguinte, inicia colaboração como ilustrador das publicações da Editora José Olympio. Exercendo esta atividade até o ano de 1954, realiza capas e ilustrações para diversos livros. Voltando-se para as artes cênicas, realiza alguns trabalhos cenográficos para os espetáculos encenados pela Cia. de Comédias Jaime Costa e, em 1938, funda grupo Os Comediantes. Em 1945, funda com Jorge Lacerda o jornal A Manhã. Neste periódico ilustra e escreve ...

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    Antônio Bandeira

    Antônio Bandeira (Fortaleza CE 1922 - Paris, França 1967). Pintor, desenhista, gravador. Inicia-se na pintura como autodidata. Em 1941, em Fortaleza, participa, ao lado de Mário Baratta (1915-1983), entre outros, da criação do Centro Cultural de Belas Artes - CCBA, que dá origem, em 1943, à Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Em 1945, transfere-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, realiza sua primeira exposição individual, no Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB/RJ. Contemplado pelo governo francês com bolsa de estudos, permanece em Paris de 1946 a 1950. Antônio Bandeira freqüenta a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts e a Académie de la Grande Chaumière, mas, em busca de uma arte não acadêmica, deixa essas instituições. Entre 1947 e 1948 participa de dois importantes eventos: o Salon d'Automne e o Salon d'Art Libre. Em Saint-Germain-des-Près toma parte em reuniões de ...

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    Heitor dos Prazeres

    Nascido da família simples do marceneiro e clarinetista da banda da Guarda Nacional, Eduardo Alexandre dos Prazeres, e da costureira Celestina Gonçalves Martins, moradores da Rua Presidente Barroso, no bairro da Cidade Nova (Praça Onze), Heitor dos Prazeres nasceu no dia 23 de setembro de 1898, uma década após a abolição da escravatura. Sua chegada trouxe muita alegria a seu pai, esperançoso de que o filho desse continuidade ao nome Prazeres, pois na ocasião o casal tinha duas filhas: Acirema e Iraci, que ajudavam a mãe nos serviços caseiros e nas encomendas de costuras. E Lino, como era chamado carinhosamente por suas irmãs, foi crescendo e aprendendo os primeiros passos e as primeiras palavras no convívio daquela família, onde todos procuravam manter a união no trabalho para que pudessem conservar aquele nível social e não acontecesse como em outras famílias negras que, marginalizadas por perseguições raciais e sociais, não arranjavam ...

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