quinta-feira, julho 9, 2020

    Tag: USP

    Cultura brasileira é tema de mestrado na USP – Foto: Divulgação via Secretaria da Cultura / SP / Gov.

    USP lança edital para mestrado em Culturas e Identidades Brasileiras

    Inscrições vão de 30 de março a 3 de abril; primeira fase do processo seletivo será em 15 de abril Por Crisley Santana, do Jornal da USP Cultura brasileira é tema de mestrado na USP – Foto: Divulgação via Secretaria da Cultura / SP / Gov. Está procurando um programa de pós que aborde a cultura do Brasil? O Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP publicou edital para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Culturas e Identidades Brasileiras em nível mestrado. As inscrições estarão abertas entre 30 de março e 3 de abril e devem ser feitas somente por meio digital. O candidato deverá preencher o formulário on-line e anexar os documentos exigidos pelo edital em formato PDF (Portable Document Format). Além disso, deverá indicar até dois docentes para sua orientação, recorrendo à lista de docentes disponibilizada no próprio edital. A seleção será composta de duas fases. A primeira ...

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    Foto: Natalia Dourado

    Com cotas, USP quadruplica número de estudantes negros e indígenas em 10 anos

    Após adoção de cotas no Sisu e na Fuvest, porcentagem de calouros da USP que estudaram na rede pública saltou de 35% para 40%; meta para esse ano é chegar a 45%. Por Renato Biazzi, Gustavo Galvão, Daniel Seidl e Ana Carolina Moreno, do G1 Foto: Natalia Dourado/Reprodução USP A Universidade de São Paulo (USP) conseguiu quadruplicar o número de estudantes de graduação que se declaram pretos, pardos ou indígenas entre 2010 e 2019. Dados consolidados sobre o perfil de calouros da USP obtidos pela TV Globo mostram que, no ano passado, o número de calouros negros ou indígenas chegou a 25,2% do total, contra uma participação que variou entre 5% e 6% em 2010, segundo informações aproximadas divulgadas pela Pró-Reitoria. Em 2019, a instituição também conseguiu cumprir sua meta autoimposta de ter 40% de seus calouros oriundos de escolas públicas. Foi o recorde de participação ...

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    Dilma Souza Campos participa de livro da USP

    CEO da Outra Praia é coautora do livro Publicidade Antirracista, idealizado pela Escola de Comunicações e Artes da USP (ECA-USP) Enviado para o Portal Geledés Dilma Souza Campos (Arquivo Pessoal) A CEO e fundadora da Outra Praia, agência especializada em Live Marketing, Dilma Souza Campos, acaba de anunciar uma nova empreitada em sua carreira. Ela faz parte do time de autores que fizeram uma contribuição para o livro Publicidade Antirracista:Reflexões, Caminhos e Desafios. Idealizado pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), foi organizado pelos professores e pesquisadores Dr. Francisco Leite e Dr. Leandro Leonardo Batista. O livro tem o objetivo de trazer clareza quanto à igualdade racial na comunicação publicitária brasileira. Dilma teve uma infância humilde. A empresária superou os preconceitos, que infelizmente ainda recaem sobre as pessoas, e por meio de muita batalha e trabalho duro conciliou a dança com ...

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    Direito de imagemLETÍCIA MORI/BBC Image caption Letícia Chagas é a primeira presidente negra do Centro Acadêmico de Direito da USP

    Da escola pública ao Direito na USP: a primeira presidente negra do Centro Acadêmico, um dos mais antigos do Brasil

    Quando a estudante Letícia Chagas entrou na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), no ano passado, reparou que o Centro Acadêmico da faculdade era presidido por um homem branco. Por Leticia Mori, do BBC Letícia Chagas é a primeira presidente negra do Centro Acadêmico de Direito da USP (Foto: LETÍCIA MORI/BBC) "Foi impactante para mim ver que, mesmo sendo uma chapa de esquerda, o presidente era como todos os homens que estavam ali, igualzinho. Para ele aquele espaço já estava dado", diz ela, hoje com 19 anos. O Centro Acadêmico XI de Agosto (o 'Onze', como é conhecido pelos alunos), é um dos mais antigos e mais importantes centros acadêmicos do Brasil, fundado em 11 de agosto de 1903. Em seus 116 anos de história, teve entre membros diversas personalidades que depois se tornaram nomes conhecidos, como os ex-presidentes Michel Temer e Jânio ...

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    (Cecília Bastos /Jornal da USP/ USP Imagens/)

    USP, Unesp e Unicamp têm 65 bolsas de pós da Capes cortadas

    Medida anunciada nesta terça também atinge universidades estaduais paulistas; no total, houve o bloqueio de 2.724 bolsas no País Do Terra  (Foto: Cecília Bastos /Jornal da USP/ USP Imagens/) SÃO PAULO - As universidades estaduais paulistas - USP, Unesp e Unicamp - também foram afetadas pelo corte de bolsas anunciado nesta terça-feira, 4, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Foram congeladas nessas instituições 65 bolsas de cursos de mestrado, doutorado e pós-doutorado. No total, houve o bloqueio de 2.724 bolsas de pós-graduação no País. Os cortes, segundo a Capes, atingiram cursos que, nas duas últimas avaliações, tiveram notas 3 ou que registraram redução da nota de 4 para 3 na última avaliação realizada pelo órgão. Na USP, Unesp e Unicamp, 65 dos 101 auxílios em cursos enquadrados nesse critério foram cortados. O bloqueio, segundo o governo, não afeta quem já recebe o ...

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    Kabengele Munanga durante a cerimônia de entrega do 15º Prêmio USP de Direitos Humanos, que foi realizada no dia 29 de junho de 2018 - Foto: Marcos Santos / USP Imagens

    Professor Kabengele Munanga será homenageado na Faculdade de Direito da USP, no dia 13 de maio

    A iniciativa do tributo é da Área de Direitos Humanos da Unidade da USP, e se deve pela luta do docente contra todas as formas de discriminação racial Por Eliete Viana, do FFLCH Kabengele Munanga durante a cerimônia de entrega do 15º Prêmio USP de Direitos Humanos, que foi realizada no dia 29 de junho de 2018 ( Foto: Marcos Santos / USP Imagens)   Na próxima segunda-feira, dia 13 de maio, às 9h30, o professor titular sênior Kabengele Munanga, do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, será homenageado no auditório Ruy Barbosa da Faculdade de Direito (FD) da mesma Universidade, em uma iniciativa da Área de Direitos Humanos da FD. O tributo ao docente é pela luta contra todas as formas de discriminação racial, que ele vem lutando no decorrer de sua trajetória de vida e profissional, ...

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    Grupo protesto na Faculdade de Medicina da USP em novembro de 2016 (Foto: Paula Paiva Paulo/G1)

    Acusado de estupro na USP é absolvido em segunda instância

    O caso de violência sexual ocorrido em 2012 poderia ter sido o primeiro da universidade a ser punido na Justiça por Giovanna Costanti no Carta Capital Grupo protesto na Faculdade de Medicina da USP em novembro de 2016 (Foto: Paula Paiva Paulo/G1) Na manhã desta quinta-feira 16, mais uma vez, professoras, alunas e juristas retornaram ao Tribunal de Justiça de São Paulo, na Praça da Sé, para aguardar pelo julgamento da apelação contra a absolvição de Daniel Tarciso de Silva Cardoso. O médico formado em 2015, foi acusado de ter dopado e violentado sexualmente pelo menos seis alunas da Universidade de São Paulo em 2012, quando também era aluno. Na terceira vez que as partes retornaram ao Tribunal, por três votos a zero, os desembargadores consideraram Daniel inocente e ele foi absolvido em segunda instância. O advogado da vítima, Luiz Eduardo Qreenhalgh, informou que está aguardando o acórdão ...

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    Wikiversidade

    USP tem 4 suicídios em 2 meses e cria escritório de saúde mental para alunos

    Universidade implantará ferramenta unificada de assistência psicológica por Bianka Vieira no Folha Wikiversidade Ao menos quatro casos de suicídio entre estudantes da USP foram registrados em maio e junho deste ano. A presença do tema no dia a dia mobilizou discussões internas e levou à criação de um Escritório de Saúde Mental na universidade. De acordo com Andrés Eduardo Aguirre Antúnez, vice-diretor do Instituto de Psicologia e coordenador do programa, os estudantes de todos os campi da USP terão acesso ao escritório por meio de plataforma na qual o aluno realizará um primeiro contato para orientação. Eventualmente, serão agendadas também reuniões presenciais. Antúnez afirma que as discussões para a concepção da iniciativa, iniciadas em setembro de 2017, têm relação com os casos de suicídio ocorridos naquele ano. Por ora, o escritório terá um espaço provisório na Superintendência de Assistência Social da USP. É a primeira vez que a Universidade de São ...

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    arquivo pessoal

    “O racismo estrutural opera dentro da USP”

    A Universidade de São Paulo (USP), a maior universidade pública da América Latina, é racista e elitista, segundo a Pesquisa Interações na USP, realizada pelo Escritório USP Mulheres e coordenada pelo professor Gustavo Venturi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. O professor Gustavo Venturi, o entrevistado dessa semana da coluna GeledésnoDebate, vai além ao afirmar que os sentimentos declarados pelos alunos da USP demonstram que o racismo estrutural atua também no ambiente universitário. Marcos Santos A pesquisa, divulgada no dia 25 de junho, ocorreu com a participação da Rede Não Cala da USP, além dos coletivos feministas, negros, indígenas e LGBT e dentro do programa Impacto 10x10x10 do movimento #HeForShe da ONU Mulheres. Geledés - Como surgiu a ideia de fazer esse estudo e qual dinâmica adotada? Em 2013, fui procurado por alguns alunos que militavam em coletivos feministas e LGBT, ...

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    Aluno de 18 anos passa em 1º lugar em direito na USP entre cotistas de escola pública: ‘Surpreso’

    Gustavo Henrique Luz, de 18 anos, fez o ensino médio no Instituto Federal de Cubatão (SP) e garantiu o feito pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Por  João Amaro Do G1 Morador de Praia Grande, Gustavo ficou em 1º no Sisu para direito na USP (Foto: Gustavo Luz/Arquivo Pessoal) Um adolescente de 18 anos conseguiu o 1º lugar em Direito na Universidade de São Paulo (USP) graças ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Gustavo Henrique Luz, de 18 anos, é morador de Praia Grande, no litoral de São Paulo, e garantiu a primeira colocação em um dos cursos mais concorridos do pais entre 46 vagas disponibilizadas na plataforma para cotistas de escolas públicas. O feito só foi obtido graças a sua média no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Gustavo garantiu 752,64 pontos, quando a média de corte do Sisu foi 707,20. O jovem, que fez todo ...

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    reg. -16 ECA - Escola de Comunicações e Artes. Professor Ricardo Alexino Ferreira. 17062016 Foto: Marcos Santos/USP Imagens

    O sistema de cotas étnico-raciais adotado pela USP

    Ricardo Alexino Ferreira é Prof. Associado (livre docente) da Escola de Comunicação e Artes e membro da Comissão de Direitos Humanos da USP Do Jornal USP     Ricardo Alexino Ferreira – Foto: Marcos Santos/USP Imagens Após resistir por décadas em adoção do sistema de cotas raciais, a USP finalmente cedeu, no ano passado, através das congregações das unidades e do Conselho Universitário, e introduziu políticas afirmativas na Fuvest 2018 e Sisu. Provavelmente, a composição étnica da USP nos seus diferentes campi tenderá a ser mais diversificada, a partir deste ano. Relembrando, a votação no Conselho Universitário em julho do ano passado foi histórica, em que 75 membros do Conselho Universitário da USP disseram sim ao sistema de cotas; oito disseram não e nove se abstiveram. Totalizando 92 votos. Assim, 37 por cento das vagas do vestibular da Fuvest 2018 foram destinadas aos alunos de escolas públicas. A cada ano ...

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    Cidade Universitária terá praça em homenagem a Milton Santos

    Homenagem a professor emérito foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Universitário Por Adriana Cruz, da USP  A reunião do Conselho Universitário foi realizada no dia 26 de setembro – Foto: Adriana Cruz/Assessoria de Imprensa da USP O Conselho Universitário aprovou por unanimidade, na sessão realizada no dia 26 de setembro, a criação da Praça “Milton Santos”, na Cidade Universitária “Armando de Salles Oliveira”, em São Paulo. A Praça ficará localizada junto às futuras instalações do novo centro de pesquisa Inova-USP, nas proximidades da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), do Centro de Difusão Internacional (CDI) e do Instituto de Relações Internacionais (IRI). O geógrafo Milton Santos (1926-2001) foi professor titular do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), onde lecionou Geografia Humana de 1983 a 1997, e da qual recebeu o título de professor emérito. Considerado como um dos principais estudiosos de sua área, destacam-se, em sua ...

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    Diretor da Medicina da USP pede investigação sobre racismo em competição

    O diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), José Otavio Costa Auler Junior, repudiou o episódio de racismo relatado por um estudante da instituição na última semana, durante a competição esportiva Intermed, em Barretos, entre alunos da medicina. no Folha Go A instituição pediu uma investigação sobre o caso. "A direção da Faculdade de Medicina da USP vem a público manifestar indignação pelo ato de racismo sofrido por um estudante do 4º ano desta instituição que participava como atleta da Intermed 2017, competição que reuniu alunos de 11 escolas de medicina do estado de São Paulo, entre os dias 02 e 09 de setembro, na cidade de Barretos, SP. Diante dos lamentáveis fatos ocorridos, a FMUSP apoia e se solidariza com o estudante e solicita às autoridades pronta investigação. Ao mesmo tempo, a instituição reforça a necessidade da promoção de respeito aos direitos humanos no ambiente ...

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    Como enfrentar a violência contra as mulheres na Universidade?

    No dia 10 de agosto, Escritório USP Mulheres promove seminário para debater formas de coibir a violência de gênero Da USP  A partir da apresentação de casos concretos de desqualificação intelectual, violência sexual e intimidação das alunas, professoras, pesquisadoras e funcionárias, o Escritório USP Mulheres irá debater sobre como enfrentar a violência de gênero no meio universitário visando ao fortalecimento das mulheres, com a perspectiva de romperem com o ciclo de violência. O seminário Enfrentamento à violência de gênero: o desafio da USP será no dia 10 de agosto, das 9 às 12 horas, na sala 14 – auditório do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Ele está localizado no 2º andar do bloco B, na Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, s/n – Travessa 4, Cidade Universitária, São Paulo. De acordo com as informações do evento, a proposta é conscientizar os participantes de que ...

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    Eduardo de Oliveira e Oliveira sobre a USP: “nós temos direito a essa instituição”

    Em tempos de mar revolto, dois acontecimentos recentes em julho convidaram os brasileiros a olhar mais longe e com mais vagar para seu horizonte histórico. No dia 9, o Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, maior porto escravista da história da humanidade, foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Um pouco antes, no dia 4, outra notícia de há muito esperada: a Universidade de São Paulo, mais importante universidade do Brasil, aprovou cotas raciais e de escola pública em seu concorrido vestibular. Por Rafael Petry Trapp para o Portal Geledés  Eduardo de Oliveira e Oliveira (1972). Fonte: Acervo pessoal de Bárbara Marruecos Essas conquistas são resultado da confluência de muitos fatores, mas provém essencialmente de décadas de reflexões, lutas e reivindicações por parte dos movimentos negros brasileiros. No caso da USP, o ano de 2017 não poderia ser mais auspicioso. Exatamente 40 anos atrás, de 22 de maio a 8 ...

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    USP adere cotas, mas racismo ainda é determinante na academia

    CONSELHO DA USP (Universidade de São Paulo) aceitou a instituição de cotas sociais e raciais para o seu concorridíssimo vestibular a partir de 2018 na última terça-feira(4). A repercussão da notícia, tanto nas redes sociais, quanto nos sites, dá a dimensão da importância de uma instituição como a USP se incluir entre as universidades públicas que reconhecem a necessidade de instrumentos que possibilitem o acesso e a reparação, via sistema de cotas raciais, das desigualdades que distanciam, sobretudo, jovens negros e negras, das mais importantes universidades do país. Por Ronilso Pacheco Do GGN Mas o dilema vai muito além disso. Em junho, o Coletivo Nuvem Negra, fundado em 2015 por alunos negros e negras da PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio, divulgaram uma pesquisa, fruto da campanha “Quantos professores negras/os tem na PUC-Rio?”. Dados de 2016 gerados pelo Sistema de Gerência Universitária (SGU) da universidade apontaram que apenas 4,3% do corpo ...

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    A meritocracia é o paradigma da ingenuidade

    Insuspeito de comunismo, o autor francês mostrou que as engrenagens sociais têm um peso maior que o talento por Guilherme Boulos no Carta Capital O Conselho Universitário da USP aprovou, na terça-feira 4, a criação de cotas sociais e raciais. A partir de 2018, 37% das vagas serão destinadas a alunos da escola pública, número que deve subir para 40% em 2019 e atingir 50% em 2021. Dentro dessa cota, 37% das vagas serão reservadas para pretos, pardos e indígenas. Apesar de a proposta inicial prever apenas cotas para estudantes da escola pública, a forte mobilização do Movimento Negro, dos estudantes e de 300 professores que apresentaram manifesto favorável às cotas etnorraciais foi decisiva para o desfecho positivo. Há pouco mais de um mês, a Unicamp também aprovou cotas em seu Conselho Universitário. Lá, além de 50% das vagas reservadas para alunos de escolas públicas, até 37,5% do total será ...

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    Como a USP, Harvard também têm política de cotas – há 30 anos!

    Desde os anos 1970, universidades pioneiras americanas passaram a considerar aspectos de gênero e raça nas candidaturas por Priscila Bellini no Guia do Estudante A USP foi a última universidade pública brasileira a adotar, agora, o sistema de cotas sociais e raciais em seus processos seletivos – uma política de inclusão que vem desde o início dos anos 2000. O assunto, que gerou burburinho no Brasil, não é novidade em universidades estrangeiras. Entre as melhores universidades do mundo, há vários tipos de ações afirmativas, como as cotas em processos de seleção voltados a candidatos negros – e essa não é uma demanda de agora. Um exemplo vem da luta da população negra para ter acesso às mesmas instituições de ensino que pessoas brancas nos Estados Unidos, ou mesmo do processo que permitiu às mulheres ter acesso à educação superior. Desde a década de 70, “diversidade” foi ganhando espaço como uma ...

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    USP aprova cotas sociais e raciais para o vestibular

    Metade das vagas será reservada para alunos de escola pública POR DIMITRIUS DANTAS, do  O Globo Prédio da Administração Central da USP - Divulgação SÃO PAULO -Em uma sessão de mais de seis horas, o Conselho Universitário da Universidade de São Paulo (USP) determinou, nesta terça-feira, a reserva de metade de suas vagas para alunos de escola pública. A proposta foi aprovada com 89 votos favoráveis, um contrário e quatro abstenções. Dentre essas vagas, 37,2% irão para alunos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas. Aumentando ano a ano, até 2021, segundo a determinação, 50% das vagas da universidade devem estar reservadas para estudantes que cursaram o ensino médio em escolas públicas. Já no próximo vestibular, 37% das oportunidades serão destinadas a esses alunos. A decisão também foi recebida como vitória pelos que propunham adoção de cotas raciais, como o movimento estudantil. Durante a discussão, o sociólogo André Singer propôs que, das vagas reservadas ...

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    Contra o racismo da USP, negros convocam Ato por cotas raciais na Av. Paulista

    Após apresentação de proposta biônica pela reitoria da USP, que nega cotas raciais para o vestibular de 2018, coletivos negros, estudantis e movimentos sociais convocam um grande Ato por Cotas Raciais para esta segunda-feira, 03 de julho, às 18h00 no MASP – Av. Paulista. Por Núcleo de Consciência Negra na USP Do Negro Belchior O primeiro semestre dos últimos anos letivos na USP tem sido sistematicamente marcado pela luta por cotas raciais. Isso porque a USP segue, para orgulho ariano, como uma das poucas universidades públicas do país que não adotaram política de reserva de vagas para negras e negros. Neste ano o movimento negro, estudantil e indígena da USP, inspirados na grande greve e consequente vitória que levou a adoção de cotas raciais pela Unicamp, encamparam mais uma vez, a luta por cotas raciais na universidade. Duas foram as ações promovidas: O festival de música e artes na semana da reunião ...

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