Tag: Violência contra Mulher

    Raiva e esperança na terra dos feminicídios

    De Veracruz, o estado mexicano que registra mais casos de violência contra a mulher, se propagou a convocação da paralisação feminista Por David Marcial Pérez, Do El País O coletivo feminista As Bruxas do Mar, em Veracruz (Foto: CORTESÍA BRUJAS DEL MAR) No porto de Veracruz, o motor industrial do terceiro estado mais populoso do México, os navios descarregavam suas mercadorias normalmente nesta segunda-feira. Do calçadão, Mercedes Reyes atende como todos os dias em sua barraca de sorvetes e raspadinhas de frutas. “Gostaria, mas não consigo parar. Nós trabalhamos por dia”, ela diz, olhando de soslaio para a filha de nove anos, sentada a seu lado. Reyes, de 36 anos, e mãe solteira, não pôde participar da greve, mas diz que duas de suas irmãs não foram trabalhar ––uma professora e outra, funcionária do setor administrativo de uma multinacional. Veracruz é o estado mexicano com mais ...

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    A Lei do Feminicídio foi sancionada no dia 9 de março de 2015. Desde então, mais de 4700 casos foram registrados no país. Foto: Arte de Lari Arantes sobre foto de Ricardo Cassiano

    Lei do Feminicídio completa cinco anos. Entenda por que ela é necessária

    Especialistas explicam funcionamento da lei, sancionada em 9 de março de 2015, e apontam avanços e desafios no enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil Por Raphaela Ramos, do O Globo A Lei do Feminicídio foi sancionada no dia 9 de março de 2015. Desde então, mais de 4700 casos foram registrados no país. (Foto: Arte de Lari Arantes sobre foto de Ricardo Cassiano) No dia 9 de março de 2015, a Lei do Feminicídio foi aprovada no Brasil. A partir de então, assassinatos de mulheres envolvendo violência doméstica e questões de gênero passaram a ser qualificados como crimes hediondos, com penas de até 30 anos. A proposta foi elaborada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher e sancionada pela então presidente Dilma Rousseff. Mais de 4700 feminicídios foram registrados no país durante os cinco anos desde que a lei ...

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    Marcos Santos/USP

    Não aceitar fim de relação é causa de 33% das agressões a mulheres

    Pesquisa marca Dia Internacional da Mulher, a ser comemorado domingo Por Ana Cristina Campos, da Agência Brasil Foto: Marcos Santos/USP A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro analisou 107 processos em tramitação nos tribunais do júri fluminense, que julgam casos de atentado contra a vida. Mulheres entre 21 e 40 anos, atacadas em casa, à noite ou de madrugada, a faca ou a tiros, pelo companheiro ou ex-companheiro, é o perfil mais comum das vítimas de tentativa de feminicídio. A pesquisa traçou um panorama dos assassinatos de mulheres no estado. O levantamento foi divulgado hoje (6) para marcar o Dia Internacional da Mulher, que será comemorado no domingo (8). Segundo a pesquisa, uma em cada três agressões é atribuída, pelo autor do crime, à dificuldade em aceitar o fim do relacionamento. Outros motivos foram discussão por razões diversas, vingança, ciúme, estupro e recusa da ...

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    Número de feminicídios cresce mais uma vez no Brasil

    Mesmo com queda recorde de mortes de mulheres, Brasil tem alta no número de feminicídios em 2019

    São 3.739 homicídios dolosos de mulheres no ano passado, uma queda de 14,1% em relação a 2018. Apesar disso, houve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídios – crimes de ódio motivados pela condição de gênero. Por Clara Velasco, Gabriela Caesar e Thiago Reis, do G1 Número de feminicídios cresce mais uma vez no Brasil (Imagem retirada do site G1) O Brasil teve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídio em 2019 em comparação com 2018, aponta levantamento feito pelo G1 com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. São 1.314 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres – uma a cada 7 horas, em média. A alta acontece na contramão do número de assassinatos no Brasil em 2019, o menor da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O país teve 19% menos mortes em 2019 que em ...

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    Foto: Red Records

    Campanha acende alerta para luta contra feminicídio e violência contra a mulher em MG

    A ideia do vídeo, produzido em Poços de Caldas, é dar voz às mulheres que não tem, como forma de conscientização e alerta para relacionamentos abusivos. Por Beatriz Mendes, do G1 Foto: Red Records Um estúdio de Poços de Caldas (MG) lançou a campanha "Nenhuma a Menos" contra o feminicídio. O projeto produziu um vídeo, no qual o tema é retratado com música autoral e ainda uma encenação. O Brasil é o quinto país em taxas de feminicídio no ranking mundial, segundo levantamento usado no material. A ideia do projeto surgiu a partir da insatisfação com o aumento de casos de feminicídio no país e na cidade de Poços de Caldas (MG). Em uma conversa, um grupo de artistas teve a ideia de expor a temática de forma didática e que pudesse ser facilmente repercutida. “Nós pensamos no formato de vídeo por conta da forma como ...

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    De autoria do vereador José Pedro Gomes de Oliveira (DEM), o PL nº 30/2019 começou a correr na Câmara de Peruíbe em novembro de 2019

    Peruíbe aprova PL que proíbe contratar agressores de mulheres

    A Câmara de Peruíbe aprovou por unanimidade durante a sessão ordinária de quarta-feira (12) o projeto de lei que prevê veto total à contratação pela casa de homens que sejam condenados pela Justiça por crimes de agressão contra mulheres. Com isso, pessoas do gênero masculino ficarão impedidas de assumir cargos comissionados de maneira direta ou indireta caso tenham cometido crimes deste tipo no passado. O PL aguarda sanção do prefeito. Por LG Rodrigues, do Diário do Litoral De autoria do vereador José Pedro Gomes de Oliveira (DEM), o PL nº 30/2019 começou a correr na Câmara de Peruíbe em novembro de 2019 (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil) De autoria do vereador José Pedro Gomes de Oliveira (DEM), o projeto de lei nº 30/2019 começou a correr na Câmara de Peruíbe em novembro de 2019. O texto original previa que ficaria 'vedada a nomeação de homens em ...

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    Tenda de acolhimento de mulheres e LGBTs instalada na Avenida Hélio Pellegrino, na Zona Sul de SP. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1

    Tendas de acolhimento a mulheres e LGBTs registram 400 atendimentos a vítimas de agressão durante carnaval em SP

    Entre 15 de fevereiro e 1° de março, serviço também atendeu 270 casos de assédio, 115 de racismo, 332 de crianças desaparecidas e 115 casos de LGBTQfobia, segundo a Prefeitura de SP. No G1 Tenda de acolhimento de mulheres e LGBTs instalada na Avenida Hélio Pellegrino, na Zona Sul de SP. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1 As tendas de acolhimento a mulheres e LGBTs registraram 400 atendimentos a vítimas de agressão durante o pré-carnaval e carnaval em São Paulo. Segundo a Prefeitura, entre os dias 15 de fevereiro e 1° de março, o serviço também atendeu 270 casos de assédio, 115 de racismo, 332 de crianças desaparecidas e 115 casos de LGBTQfobia. A informação foi divulgada pela gestão municipal na manhã desta segunda-feira (02). De acordo com o levantamento, 25% dos casos foram feitos registros de ocorrência policial com a vítima sendo assistida pela equipe de acolhimento ...

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    MULHERES SEGURAM CARTAZ EM PROTESTO CONTRA A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. (FOTO: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL)

    As várias faces da violência contra as mulheres

    Em um país de violência contra mulher tão múltipla e naturalizada, seu combate merece atenção prioritária e debate honesto sobre o tema Por Enfermeira Nazaré Lima, do Carta Capital MULHERES SEGURAM CARTAZ EM PROTESTO CONTRA A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. (FOTO: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL) A violência contra as mulheres representa violação de direitos humanos que ocorre independente de raça, credo religioso, etnia, orientação sexual e faixa etária. Dentre essas violações estão o estupro, o abuso sexual, o feminicídio, o lesbocídio, a violência física, familiar, obstétrica, patrimonial, institucional e ainda a violência moral caracterizada por qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria. Sua presença tão marcante na sociedade brasileira é reflexo da ausência de políticas públicas eficazes no enfrentamento e prevenção da violência. Os governos em suas diversas esferas: Federais, Estaduais e Municipais, precisam comprometer-se com essa pauta, tão essencial para a qualidade de vida, principalmente ...

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    “Se fôssemos ensinados que Jesus também poderia ser uma mulher, o Brasil estaria no topo do feminicídio?”

    O recado foi mandado pela rainha da Mangueira, Evelyn Bastos (vídeo) Do Brasil247   Evelyn Bastos representou uma versão feminina de Cristo e desfilou vestida (Foto: Marcos Serra Lima/G1) "Jesus pode ser de todos os gêneros. E se fôssemos ensinados, desde criança que Jesus também poderia ser uma mulher, será que o Brasil estaria no topo do feminicídio? Que todos os olhos possam acolher todas as imagens de Jesus, porque ele está no meio de nós", disse a rainha da Mangueira, Evelyn Bastos, na Globo. Confira: "Jesus pode ser de todos os gêneros. E se fossemos ensinados, desde criança que Jesus também poderia ser uma mulher, será que o Brasil estaria no topo do feminicídio? Que todos os olhos possam acolher todas as imagens de Jesus, pq ele está no meio de nós." Rainha Evelyn Bastos pic.twitter.com/x35MBsZtEG — TromPETISTA 🎺 (@Trom_Petista) February 24, 2020

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    Jovem é decapitada pelo ex-namorado em Rio Branco no Acre

    Criminoso ainda abandou a cabeça da vítima na porta da casa da mãe dela Do Catraca Livre Foto: ONU Mulheres/Dzilam Mendez Uma jovem de 17 anos foi morta e decapitada na sexta-feira, 21, em Rio Branco no Acre. O principal suspeito é o namorado da vítima, um ex-agente penitenciário. As informações são do portal UOL. A brutalidade, neste caso, foi além do assassinato. O criminoso ainda caminhou com a cabeça da vítima e a abandonou na porta da casa da mãe dela. Segundo investigação da Polícia Civil, o crime aconteceu após uma discussão do casal, que namoravam a cerca de dois anos. Não há informações se a jovem já tinha registrado algum denuncia contra ele. O criminoso foi identificado e preso na noite de ontem, 22, enquanto bebia e usava entorpecentes com amigos em campo de futebol da cidade. Infelizmente, a violência contra mulher é um ...

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    Lei impede que homens agressores de mulheres assumam cargos públicos em Natal

    Agressores que foram julgados e condenados não poderão trabalhar no Executivo local. Lei nº 7.015/2020 foi publicada em Diário Oficial do Município. Do G1 Legislação é baseada nos princípios da Lei Maria da Penha (Foto: Reprodução/TV Globo) Os homens agressores de mulheres que foram julgados e condenados não poderão assumir cargos públicos no município de Natal. É o que determina a Lei nº 7.015/2020 sancionada nesta segunda-feira (17) e publicada no Diário Oficial do Município. A legislação é baseada nos princípios previstos na Lei Maria da Penha, de 2006. "Fica vedado o acesso a cargos públicos no Município de Natal, no âmbito da administração direta e indireta, para agressores de mulheres e meninas", diz trecho da medida. Segundo a lei, os concursos públicos com vagas para cargos de livre nomeação e exoneração deverão exigir atestado de antecedentes criminais na lista de documentos obrigatórios. Ainda segundo o ...

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    Explosão de casos de feminicídio leva a onda de protestos no México

    Casos de feminicídio aumentaram 136% nos últimos cinco anos e levaram a população a protestar, depois do assassinato de menina de 7 anos e do esquartejamento de jovem. Presidente Andrés Manuel López Obrador culpa individualismo e revolta se intensifica Por Rodrigo Craveiro, Do Correio Braziliense Protesto no México contra feminicídio (Guadalupe Pardo/Reuters) Ingrid Escamilla, 25 anos, escreveu em seu perfil no Twitter, em 29 de março de 2018: “O feminismo termina quando o seu melhor argumento é 'pelo fato de sermos mulheres'. Nós somos pessoas”. Passados 320 dias desde a publicação, Ingrid foi brutalmente assassinada a facadas e teve o corpo desmembrado pelo companheiro, em 8 de fevereiro passado. Setenta e duas horas depois, Fatima Cecilia Aldrighett, 7 anos, foi raptada, torturada e teve o cadáver encontrado dentro de uma sacola plástica. Os dois casos aumentaram a revolta da população mexicana contra a “epidemia” de feminicídio ...

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    Imagem: Getty Images

    Em SP, vítimas de violência doméstica poderão receber auxílio-aluguel

    Câmara Municipal de São Paulo aprovou projeto que visa dar auxílio aluguel a vítimas em situação de vulnerabilidade e aguarda sanção do prefeito Bruno Covas. Do HuffPost Brasil Imagem: Getty Images Está nas mãos do prefeito Bruno Covas (PSDB) a decisão final sobre um projeto de lei que permitirá o recebimento do auxílio-aluguel por vítimas de violência doméstica em situação de vulnerabilidade, em São Paulo. Proposta foi aprovada semana passada na Câmara dos Vereadores da capital paulista. De autoria dos vereadores Isac Felix (PL), Eduardo Tuma (PSDB), Noemi Nonato (PL), Patrícia Bezerra (PSDB) e Adriana Ramalho (PSDB), o PL visa conceder auxílio às mulheres que estiverem com medida protetiva ou ainda às que foram obrigadas a abandonar a própria casa por correrem risco de morte. No entanto, as vítimas terão que comprovar para a Justiça a violência e a situação de vulnerabilidade. “A comprovação da violência ...

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    Ingrid Escamilla, de 25 anos, foi supostamente assassinada por seu parceiro

    Publicação de fotos de corpo de mulher vítima de feminicídio causa indignação no México

    Um caso de feminicídio de uma jovem provocou indignação e gerou críticas sobre o papel da imprensa no México. No BBC Ingrid Escamilla, de 25 anos, foi supostamente assassinada por seu parceiro . (Imagem retirada do site BBC) Ingrid Escamilla, de 25 anos, foi supostamente assassinada por seu parceiro na Cidade do México, que confessou o crime. A polícia identificou o homem, que está preso, como Francisco Robledo, de 46 anos. Ele foi encontrado pela polícia com manchas de sangue e diante do corpo de Escamilla, que apresentava várias lacerações de arma branca. O assassinato aconteceu no domingo (09/02) e as fotos do corpo da vítima foram publicadas nas capas dos tabloides da capital mexicana. A Procuradoria-Geral de Justiça da Cidade do México (FGJCDMX, na sigla em espanhol) informou que pelo menos seis pessoas, policiais e promotores, estão sendo investigadas por vazamento de imagens. Nas redes ...

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    Imagem: Getty Images

    Lei obriga reabilitação para agressores: como isso pode ajudar as mulheres?

    Embora a Lei Maria da Penha determine, desde 2006, a criação de centros de educação e reabilitação para agressores de mulheres, somente neste ano deve entrar em vigor uma legislação que exija o encaminhamento do homem denunciado por violência doméstica para acompanhamento psicossocial. Por Camila Brandalise. de Universa Imagem: Getty Images A nova lei tem origem no projeto 9/2016, aprovado no Senado na quarta-feira (5), e aguarda sanção presidencial. A previsão é de que entre em vigor até o final deste mês. Também conhecidos como grupos reflexivos, esses acompanhamentos visam educar agressores para que entendam e discutam a gravidade do crime que cometeram e não voltem a agredir mulheres, sob orientação de um mediador capacitado para tratar de casos de violência doméstica. Atualmente existem 31 programas desse tipo, em 19 estados brasileiros, de acordo com a advogada Grasielle Borges Vieira de Carvalho, autora do livro "Grupos ...

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    Lili é uma vingadora e sua história foi inspirada na de sua criadora (Ilustração )

    Ilustradora abusada na infância faz HQ sobre o tema e é ameaçada de morte

    Este poderia ser um texto sobre Lili, a heroína adolescente de uma história em quadrinhos que resolve, como tantos outros heróis das HQs, aplicar aos criminosos sua própria noção de justiça. Abusada na infância, ela combate toda sorte de feminicidas e pedófilos. Por Janaina Garcia, da Universa Acontece que este virou um texto sobre a criadora de Lili, a ilustradora carioca Juliana Lossio Guerra, 24 anos. Isso porque, por causa de sua personagem, ela passou a sofrer ameaças contra sua vida. Elas começaram, segundo Juliana, depois de que páginas do Facebook ligadas a movimentos de direita passaram a compartilhar não somente a HQ com interpretações enviesadas como também fotos pessoais de Juliana e a associação dela à figura da "feminista maluca que odeia homens". Ela expôs o caso em seu perfil no Twitter. Na última sexta-feira (24), por meio de advogadas do Instituto Anjos da Liberdade, a ilustradora encaminhou as ameaças ao Ministério ...

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    (Foto: Gabriela Biló/Arquivo Estadão Conteúdo)

    Governo ‘zera’ repasses a programa de combate à violência contra a mulher

    Casa da Mulher Brasileira tinha como objetivo construção de diversas unidades; no entanto, apenas cinco estão funcionando. Entre 2015 e 2019, o orçamento da Secretaria da Mulher foi reduzido de R$ 119 milhões para R$ 5,3 milhões Por Julia Lindner - O Estado de S.Paulo BRASÍLIA - O principal programa do governo federal de combate à violência contra a mulher ficou sem um único centavo no ano passado. A 'Casa da Mulher Brasileira' tinha como objetivo inicial construir ao menos uma unidade de atendimento integrado, por Estado, para aquelas que sofrem com agressões físicas e psicológicas. Lançado ainda na gestão de Dilma Rousseff, em 2015, o programa apoia mulheres que sejam alvo de violência causada por desconhecidos, companheiros ou familiares. Até agora, no entanto, apenas cinco unidades estão funcionando. Em São Paulo, a estrutura local teve de contar com investimento privado para que a obra fosse concluída. [caption id="attachment_149407" align="aligncenter" ...

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    Foto: Rupak De Chowdhuri/Reuters

    Um estupro é registrado a cada 15 minutos entre mulheres na Índia

    Mulheres relataram 34 mil casos em 2018. Deste número, 85% geraram acusações e somente em 27% houve condenações Do R7 Grupos de defesa dos direitos das mulheres dizem que crimes contra elas são levados menos a sério (Foto: Rupak De Chowdhuri/Reuters) Um estupro é reportado a cada 15 minutos entre mulheres na Índia, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (9) pelo governo do país. A informação enfatiza a reputação de que a índia é um dos piores lugares do mundo para viver se for mulher. O estupro coletivo e assassinato de uma mulher em um ônibus em Nova Délhi, em 2012, que recebeu ampla atenção mundial, levou dezenas de milhares de pessoas às ruas em toda a Índia e gerou reivindicações por ações de estrelas do cinema a políticos, levando a punições mais duras e a tribunais mais ágeis. Mas a violência seguiu inabalável. Mulheres ...

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    Estado de SP teve em 2019 recorde de casos de feminicídio Foto: Ilustração André Mello / O GLOBO

    Delegacia da mulher referência em SP registra aumento de 77% no número de ocorrências

    Unidade é uma das dez que funcionam 24 horas no estado, que em 2019 teve recorde de casos de feminicídio Por Elisa Martins, do O Globo Estado de SP teve em 2019 recorde de casos de feminicídio Foto: (Ilustração André Mello / O GLOBO) "Espero que a polícia consiga pegá-lo, porque quando eu morrer não vai adiantar mais", diz Ana (nome fictício), de 28 anos, ao sair da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, no bairro de Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo. Seu rosto está inchado, cheio de hematomas, e o olho esquerdo quase não abre, de tão roxo. Os pulsos também estão machucados, assim como os tornozelos. O corpo todo dói. O ex-marido, conta ela, aproveitou que se encontrariam para um trâmite jurídico e a levou à força para a casa dele. Lá ele a amarrou, espancou e estuprou. Ana é um ...

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    Feminicídio: o que eu tenho a ver com isso?

    Todos os dias mulheres são mortas por homens que, no princípio, elas acreditavam que seriam seus parceiros e companheiros. Pessoas que durante algum tempo elas tiveram vínculos afetivos, em muitos casos tiveram filhos com eles. Esses casos, quando ocorrem, são identificados como feminicídio: mulheres que morrem por serem mulheres, por viverem em uma cultura violenta e machista. Por Flávio Urra, do ECOA  Flávio Urra é coordenador do programa "E Agora, José? Pelo fim da violência contra a mulher"Imagem: Arquivo Pessoal Os índices de feminicídio são alarmantes! O número de casos de assassinato de mulheres em São Paulo subiu, bem como, o número de estupros. O feminicídio tem crescido principalmente entre as mulheres negras. O Brasil é o 5º país no mundo com maior número de feminicídio. No Programa "E Agora, José? Pelo fim da violência contra a Mulher", conversamos com os homens sobre isso, perguntamos a ...

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