Tag: Violência de gênero

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    Ajude a conectar mulheres que sofreram violência de gênero a psicólogas e advogadas voluntárias!

    Vocês já conhecem o Mapa do Acolhimento? O Mapa conecta mulheres em situação de violência a psicólogas e advogadas voluntárias dispostas a ajudá-las. Desde 2016, eu e minhas duas parceiras já encaminhamos 4.800 pedidos de ajuda para 2.500 voluntárias em todos os estados do país! Do Mapa do Acolhimento Mas os pedidos não param de aumentar e, como todos os atendimentos são encaminhados de forma manual por uma equipe de três pessoas, algumas mulheres têm esperado meses na fila para serem acolhidas. Por isso, a gente lançou um financiamento coletivo para conseguir criar uma tecnologia que vai conectar automaticamente quem precisa de ajuda a quem está disposta a ajudar. Você pode ajudar doando e divulgando a campanha?  O seu apoio é essencial para garantir que nenhuma mulher que precise de ajuda fique desamparada! Se quiser doar um valor maior, envie um email para: [email protected]

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    Ativistas feministas defendem direitos das mulheres durante a passeata Marcha das Vadias na praia de Copacabana (Fernando Frazão/Agência Brasil)

    Mapa interativo centraliza dados sobre violência de gênero no Brasil

    Plataforma permite cruzamento de informações relacionadas a gênero, raça e regiões, estado por estado Por Lu Sudré, Do Brasil de Fato Em 2017, 26.834 mil estupros foram registrados pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) no país, o equivalente a 73 por dia. As mulheres foram vítimas de 89% das violações sexuais. Elas também representam 67% dos registros de violência física no mesmo ano, sendo que o Distrito Federal registrou o maior índice: 75%. Esses são apenas alguns entre os muitos dados apresentados pelo Mapa da Violência de Gênero, lançado neste mês pela organização Gênero e Número, com apoio da Alianza Latinoamericana para la Tecnología Cívica (Altec). A plataforma interativa reúne informações de homicídios, agressões, violências sexuais e físicas contra mulheres, homens e LGBTs em todo território brasileiro. Quem acessa o site mapadaviolenciadegenero.com.br tem a possibilidade de cruzar e explorar várias informações, que podem ser selecionadas de acordo com gênero, raça, ano e ...

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    An abused woman trying to defend herself

    Mapa expõe dados sobre violência contra mulheres e população LGBT+

    Mapa da Violência de Gênero lança luz sobre violência contra mulheres e população LGBT+ no Brasil do Catraca Livre  Getty A endêmica violência que acomete o Brasil faz vítimas. Sobretudo, mulheres e LGBT+. Ao menos é o que mostra o Mapa da Violência de Gênero, realizado pela Gênero e Número e apoiado pela Alianza Lationamericana para la Tecnología Cívica (ALTEC), que destaca: em média, na última década foram assassinadas por dia no Brasil 12 mulheres – entre elas, as mulheres negras são as maiores vítimas. Entre os diferentes tipos de violência registradas na pesquisa, as mulheres foram vítimas de 90% dos 73 estupros cometidos diariamente em 2017. Em tempos onde pesquisas e estudos perdem espaço para a difusão de informações com base em achismos sem qualquer embasamento, o Mapa da Violência de Gênero, em formato interativo inédito, disponibiliza as duas maiores bases oficiais de dados sobre violência ...

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    Grupo se reúne aos sábados, em oficinas que durarão até o próximo mês. Foto: UNFPA Brasil/Fabiane Guimarães

    Em Roraima, projeto capacita brasileiras e venezuelanas para enfrentar violência de gênero

    Realizado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e instituições parceiras, o projeto Promotoras Legais Populares completou três semanas de oficinas voltadas para a capacitação de mulheres em Boa Vista (RR). Da ONU Grupo se reúne aos sábados, em oficinas que durarão até o próximo mês. Foto: UNFPA Brasil/Fabiane Guimarães A iniciativa pretende empoderar e formar 30 lideranças comunitárias, entre brasileiras e venezuelanas. Formação aborda direitos, conceitos e políticas públicas sobre combate à violência de gênero. Realizado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e instituições parceiras, o projeto Promotoras Legais Populares completou três semanas de oficinas voltadas para a capacitação de mulheres em Boa Vista (RR). A iniciativa pretende empoderar e formar 30 lideranças comunitárias, entre brasileiras e venezuelanas. Formação aborda direitos, conceitos e políticas públicas sobre combate à violência de gênero. No último sábado (22), as participantes do programa puderam aprender sobre os diversos ...

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    Bruno Fonseca/Agência Pública

    Quem decide sobre o corpo das meninas?

    Em Porto Alegre, disputa jurídica tem como alvo o uso de contraceptivo da Bayer em adolescentes abrigadas por Anna Beatriz Anjos no A Pública Bruno Fonseca/Agência Pública Um dispositivo de plástico medindo pouco mais de 3 centímetros centraliza, desde 2018, uma batalha judicial envolvendo instituições públicas em Porto Alegre. Conhecido comercialmente como Mirena, o sistema intrauterino liberador de levonorgestrel (SIU-LNG) é um contraceptivo produzido pela farmacêutica alemã Bayer e tem o formato de um T. Sua haste armazena o hormônio sintético que lhe dá nome e vai sendo liberado em pequenas doses no útero, o que provoca reações capazes de impedir a gravidez. Apesar de não estar incorporado à rede do Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério Público do Rio Grande do Sul e a Bayer firmaram um termo de cooperação para a doação de 100 kits do implante a meninas acolhidas em abrigos da ...

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    Arte: KKSantos

    Curso: Violência, Gênero e Raça: Resistência e caminho de superação – Inscreva-se

    Nas sociedades brasileira, latino-americana e caribenha as assimetrias de raça e de gênero integram o cotidiano das relações sociais, que resultam em violências perceptíveis nas estatísticas e nos depoimentos de mulheres, em especial as negras e indígenas, em espaços onde podem ser ouvidas. Arte: KKSantos Os dados estatísticos revelam a presença das mulheres nos diferentes indicadores de vulnerabilidade social. Elas vivenciam exclusões socioeconômicas, políticas e culturais e sofrem as consequências do racismo, do sexismo e da intolerância em experiências de violência verbal, física e psicológica. A violência social, de gênero e de raça tem suas causas na estrutura social excludente, que naturaliza a sua invisibilidade e justifica a discriminação e preconceitos contra estes grupos. O Curso Latino Americano de Pastoral e Relações de Gênero trará este tema para o debate de forma a contribuir com a compreensão das origens e consequências da violência contra as mulheres. ...

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    ONU Mulheres critica violência de gênero na Copa 2018

    ONU Mulheres emitiu nesta sexta-feira (22) uma nota pública sobre a violência de gênero durante a Copa do Mundo 2018, considerando “inaceitável a intenção deliberada de alguns torcedores brasileiros de assediar sexualmente mulheres” durante o evento esportivo. Do  PortalR3 “É inaceitável a intenção deliberada de alguns torcedores brasileiros de assediar sexualmente mulheres durante a Copa do Mundo”, diz o início da nota divulgada pela ONU Mulheres. (Foto: EBC) “Ao fazê-lo, violentaram as mulheres do mundo inteiro. Com palavras de baixo calão, eles reduziram as mulheres a objetos sexuais na demonstração de como a misoginia que, inclusive fundamenta a cultura do estupro, assume diferentes formas e não tem fronteiras, ocorrendo num evento que se propõe a promover a integração dos povos e os sentimentos de união pelo esporte”, afirmou a nota assinada pela representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman. Leia a nota completa: É inaceitável a intenção deliberada de alguns torcedores ...

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    Como enfrentar a violência contra as mulheres na Universidade?

    No dia 10 de agosto, Escritório USP Mulheres promove seminário para debater formas de coibir a violência de gênero Da USP  A partir da apresentação de casos concretos de desqualificação intelectual, violência sexual e intimidação das alunas, professoras, pesquisadoras e funcionárias, o Escritório USP Mulheres irá debater sobre como enfrentar a violência de gênero no meio universitário visando ao fortalecimento das mulheres, com a perspectiva de romperem com o ciclo de violência. O seminário Enfrentamento à violência de gênero: o desafio da USP será no dia 10 de agosto, das 9 às 12 horas, na sala 14 – auditório do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Ele está localizado no 2º andar do bloco B, na Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, s/n – Travessa 4, Cidade Universitária, São Paulo. De acordo com as informações do evento, a proposta é conscientizar os participantes de que ...

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    Leonardo Soares/Agência Estado

    O escancarar da violência de gênero tem relação com o quadro de desmanche social

    Ontem, assisti a um filme que aqui no Brasil recebeu o nome de Mundos Opostos. Narra a história recente da Grécia, com destaque especial para a xenofobia e o desespero diante do desemprego supostamente gerado por uma circunstancial crise econômica. O clima de guerra civil, e de divisão entre os bons e maus cidadãos, é o cenário em que três histórias de amor são narradas. Enquanto muitos querem a expulsão dos estrangeiros e o sucesso econômico das empresas, a qualquer custo, outros lutam para sobreviver em um ambiente que lhes é hostil, teimando em apostar nos laços de afeto. Todos demasiadamente humanos. Todos perdidos na infinita solidão da vida contemporânea. Todos irremediavelmente dependentes do afeto do Outro, mas por vezes incapazes de reconhecer a alteridade. Por Valdete Souto Severo, do Justificando  Foto: Leonardo Soares/Agência Estado A narrativa inicia com uma tentativa de estupro, impedida pelo imigrante pobre ...

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    Violência de Raça e Gênero

    Nesses 500 anos de descobrimento do Brasil, 350 foram sob o regime escravocrata. Regime no qual se permitia tudo com os negros, inclusive o estupro. Aliás, esta era uma prática muito comum e talvez a maior das violências que se cometia neste país contra os escravizados. Por Mauricio Pestana Enviado para o Portal Geledés Com o término da escravização, mulheres negras passaram a ser empregadas domésticas nas casas das classes médias brasileiras, inclusive nas dos ex-senhores e, até hoje, infelizmente ainda há registros de casos de estupros de muitos patrões com suas empregadas. O crime do estupro está intrinsecamente ligado à base cultural brasileira. Aqui há uma forte cultura de exploração do corpo das mulheres que advêm também dessa exploração histórica das mulheres negras. Tanto o é, que no século passado, um dos produtos de exportação “mais vendidos” no exterior como uma de nossas marcas, além do carnaval e do futebol, era a “mulata”. Episódios assustadores como as denúncias de ...

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    O Brasil que sempre foi dividido

    “O Brasil está dividido. E quem dividiu foi o PT”. No mar de argumentações a favor do impeachment e condenando o (ainda) atual governo, essa foi e ainda tem sido uma das frases que mais passaram pelas tribunas do plenário da Câmara dos Deputados. Essa argumentação preocupa porque explicita que o que está em jogo nesse contexto é, de fato, muito mais que uma crise econômica, política, a corrupção e troca de governos. Por Nádia Junqueira, do A Redação    Não se trata da divisão verde-amarelo versus vermelho, contra impeachment, a favor de impeachment, fora Dilma e fora Cunha. A referida divisão, como disse, com todas as letras um deputado do Solidariedade, se trata: de homens versus mulheres, negros versus brancos, homossexuais versus heterossexuais, patrões versus funcionários, oprimidos versus opressores (sic). Há dois pontos a serem observados: a divisão em si e o ódio que impera sobre os divididos. Esta divisão ...

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    Image processed by CodeCarvings Piczard ### FREE Community Edition ### on 2015-06-18 19:16:30Z | http://piczard.com | http://codecarvings.com

    Ainda que persista a discriminação, o que importa é que estamos falando sobre a violência de gênero

    Trabalhar com questões de gênero é trabalhar o tempo todo: quando se escolhe como objeto de investigação a estrutura das relações entre mulheres e homens, todo o nosso entorno se transforma em um grande observatório no qual é possível perceber o quanto os significados atribuídos ao feminino e ao masculino permeiam todas as relações sociais e produzem os mais diferentes resultados. Por Maíra Zapater, do Justificando Por isso vejo de forma positiva esse aumento do interesse no tema para além do ambiente acadêmico de uns poucos anos pra cá: os campos da militância se ampliaram e a discussão definitivamente saiu das bancas de doutorado e salas de aula para as timelines das redes sociais e programas de televisão. Enfim, o tema está em pauta! Ainda assim, mesmo levando em conta todo esse especial direcionamento do olhar, nas últimas duas semanas tive a sensação de que a temática das relações de gênero contou ...

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    Relatório da ONU diz que Brasil tem racismo institucional

    Premiadas pela ONU trocam experiências sobre violência de gênero

    Vencedoras do Prêmio Nansen 2014, considerado o Nobel humanitário, duas representantes da Rede Borboletas com Novas Asas vieram da Colômbia para o Brasil para ouvir e compartilhar experiências com mulheres da periferia de Brasília. Luz Santiesteban e Sara Candelo fazem parte do grupo de cerca de 100 mulheres que estão transformando a realidade da cidade de Buenaventura, porto marítimo mais importante da Colômbia, marcada por altos índices de violência no conflito armado que divide o país. No Correio do Estado  As duas ativistas percorreram  hoje (30) as ruas da Cidade Estrutural, a cerca de 20 quilômetros do centro de Brasília e um dos bairros mais violentos da capital federal, para conhecer histórias de mulheres também vítimas de violência e compartilhar experiências de combate a essas agressões. “Viemos conhecer a outra cara do Brasil. Me sinto orgulhosa de estar nessa comunidade. Mesmo não sendo daqui, me sinto dessa comunidade, porque eu ...

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    Vencedora do Eurovision, Conchita Wurst discursa contra violência de gênero ao lado de Ban Ki-moon

    O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, defendeu, nesta segunda-feira (3), a igualdade o fim da discriminação durante um encontro com Conchita Wurst, vencedora do festival de música Eurovision, em Viena. A artista, usando um vestido recatado e saltos altos pretos, além de sua tradicional barba, trocou um aperto de mãos, brincou com Ban e cantou para centenas de autoridades e diplomatas no complexo da ONU em Viena, na Áustria. A cantora ficou conhecida mundialmente após vencer o importante festival e, segundo Ban, transformou sua vitória em um “momento eletrizante para a educação de direitos humanos”. "Infelizmente, ainda há muitos países e pessoas que pensam que os direitos humanos são apenas para alguns, não para todos”, afirmou Conchita. Ban afirmou que a cantora está promovendo o respeito pela a diversidade, valor essencial da ONU, e afirmou que a organização, em 2014, estendeu os benefícios para familiares casados com pessoas do mesmo ...

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    Vê se aprende: ilustrações simples e claras contra as opressões “inocentes” que mulheres sofrem todos os dias

    Com uma série de imagens claras e até infantis, a designer brasileira Carol Rossetti combate as opressões “inocentes” que mulheres sofrem todos os dias Letícia cortou o cabelo bem curtinho e foi chamada de “sapatão”.  Cecília pratica “pole dance” e ficou “mal vista”. Aline é bissexual e cansou de ouvir que está “indecisa” ou “confusa”. Sarah é travesti e foi ofendida em um banheiro feminino. A designer gráfica brasileira Carol Rossetti retrata estes e outros preconceitos cotidianos e aparentemente inocentes em uma série de ilustrações que publica em sua página do Facebook. O objetivo da autora é combater de forma bem clara, por vezes com tom infantil, a tendência da sociedade de controlar o corpo, o comportamento e a identidade das mulheres. As imagens, que abordam temas como racismo, sexismo, padrões estéticos e outras formas de opressão, se espalharam pelo mundo todo e ganharam versões em diversas línguas. Confira algumas delas na galeria ...

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    Mulheres terão vagão exclusivo em trens e no metrô de São Paulo

    A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou ontem (3) o projeto de lei que obriga a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e o Metrô a reservar espaço exclusivo para mulheres, o chamado vagão rosa. por Fernanda Cruz No começo deste ano, a Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom) prendeu pelo menos 33 homens que se aproveitavam da superlotação nesses meios de transporte para abusar de passageiras. O Projeto de Lei 175/2013, de autoria do deputado Jorge Caruso (PMDB), precisa ainda ser sancionado pelo governador do estado, Geraldo Alckmin, para entrar em vigor. Pela proposta aprovada, o trem e o metrô devem destinar um vagão em cada composição para as mulheres. O vagão rosa funcionaria diariamente, exceto fins de semana e feriados. Caso a lei seja sancionada, trem e metrô terão prazo de 90 dias para cumprir as normas, sob pena de pagamento de multa.   Fonte: ...

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    Como se sente uma mulher

    Aconteceu ontem. Saio do aeroporto. Em uma caminhada de dez metros, só vejo homens. Taxistas do lado de fora dos carros conversando. Funcionários com camisetas "posso ajudar?". Um homem engravatado com sua malinha e celular na mão. Homens diversos, espalhados por dez metros de caminho. Ao andar esses metros, me sinto como uma gazela passeando por entre leões. Sou olhada por todos. Medida. Analisada. Meu corpo, minha bunda, meus peitos, meu cabelo, meu sapato, minha barriga. Estão todos olhando. *Por Claudia Regina*, no site Papo de Homem Aconteceu quando eu tinha treze anos. Praticava um esporte quase todos os dias. Saía do centro de treinamento e andava cerca de duas quadras para o ponto de ônibus, às seis da tarde. Andava pela calçada quase vazia ao lado de uma grande rodovia. Dessas caminhadas, me recordo dos primeiros momentos memoráveis desta violência urbana. Carros que passavam mais devagar do meu lado ...

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    Gosto não se discute, violência sim

    Por:Beatriz Beraldo Gosto, como dizem, não se discute. Eu, por exemplo, não gosto de mocassim embora saiba fica muito bem em algumas pessoas. Por outro lado, amo um vestido velho e desbotado que toda a minha família faz torcida para que vire pano de chão. A verdade é que desde que nos auto intitulamos “Sociedade do Consumo”, o gosto pessoal e a moda são parceiros inseparáveis. Ora, por mais que a “indústria da moda” dite as tendências, você tem que fazer escolhas na hora de comprar. Até porque existem muito mais roupas oferecidas no mercado do que você poderia usar em uma vida inteira. Essas escolhas, de certo modo, moldam você, o seu gosto, ou como alguns gostam de dizer, o seu estilo. Muitas vezes, no entanto, o seu estilo pode não ser considerado “de bom gosto” por outras pessoas. Acontece. Acontece bastante. Afinal, gosto não se discute, mas isso ...

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    Mulher encontra pedido de socorro ao comprar vestido

    Mulher compra vestido e encontra pedido de socorro na peça (Reprodução / Clarín) Pedido de socorro foi costurado e escrito à mão e denunciava condições de trabalho escravo. Após o susto, consumidora jurou que nunca mais usaria o vestido Após comprar um vestido em uma loja da Primark em Swansea, no País de Gales, Rebecca Gallagher, de 25 anos, levou o maior susto. Ela encontrou um pedido de socorro escrito na etiqueta da roupa. “Somos forçados a trabalhar por horas exaustivas”, dizia a frase na etiqueta da peça, que custara apenas R$ 37. A imagem foi postada pelo site do jornal Clarín. A galesa perdeu completamente a vontade de usar o vestido, disse que não usaria a peça por medo de ela ter vindo de uma fábrica ilegal. “Fiquei muito surpresa quando vi a mensagem. Fui verificar as instruções de lavagem quando li o pedido de socorro”, disse ela. “Eu nunca havia ...

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    As ligações perigosas entre mídia e violência de gênero

    É antiga a discussão sobre a influência dos produtos midiáticos sobre o comportamento das pessoas e quase tão difícil de responder quanto a dúvida sobre quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, é determinar se é a mídia a responsável por influenciar a atitude dos seus receptores ou se a mesma é apenas um espelho da sociedade onde está inserida. Entretanto, é fato que essa correlação existe, conforme mais um estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade do Estado de Washington, demonstrou. por Ester Minga Na pesquisa, baseada em um questionário aplicado a 300 estudantes universitários dos Estados Unidos, seus responsáveis verificaram que os leitores de revistas masculinas como a Playboy e a Men´s Health, também comercializadas no Brasil em versões nacionais, são menos inclinados a buscar o consentimento de suas parceiras e a respeitar os limites sexuais determinados por essas. A hipótese para a causa desse fenômeno levantada pelos autores do estudo é que ...

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