X Seminário Racismo e Educação e IX Seminário Gênero, Raça e Etnia na Universidade Federal de Uberlândia Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros

04 a 06 de dezembro de 2014 Universidade Federal de Uberlândia Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros

Os seminários anuais do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de Uberlândia, em parceria com o Programa de Formação Continuada com Docentes da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (PROEX), “Racismo e Educação e Gênero, Raça e Etnia”, entram, respectivamente, nas suas nona e oitava edições. A proposta é articular, promover e fomentar as discussões sobre a temática étnico- racial no âmbito das ações de ensino, pesquisa e extensão relacionadas à implementação da Lei Federal 10.639/2003 e 11.645/2008.

COMUNICAÇÕES ORAIS
Local: Campus Santa Mônica – Salas de aula do Bloco 5R-A 08h00min as 12h00min
Sessão Lélia Gonzáles

Desde o sancionamento da lei muito pouco tem sido realizado nos níveis governamentais federal, estadual e municipal para o efetivo cumprimento da mesma. Nesse sentido, o seminário apresenta um espaço onde as discussões e proposições contribuem para avançar dentro da temática de forma a se criar possibilidades de diálogos entre os poderes públicos estabelecidos e a reinvenção da educação brasileira para o combate de práticas racistas que ainda são disseminadas no ambiente escolar.

Programação:

04/12/2014 – Quinta-feira
Local: Campus Santa Mônica – Anfiteatro do Bloco 5R-A

17h00min – Credenciamento 19h00min – Abertura
20h00min – Conferência de abertura

05/12/2014 – Sexta-feira
Local: Campus Santa Mônica – Anfiteatro do Bloco 5R-A

15h00min – Roda de Conversa: “Ser negro e negra no Brasil do século XXI”

Convidados/as: Profa. Larissa Santiago Profa. Marina Alves

Marcelo Vitale Teodoro da Silva

Profa. Vilma Neres

19h00min – Conferência: “O Movimento das Mulheres Negras”

Conferencista: Profa. Suelaine Carneiro

21h00min – Lançamento de livros

06/12/2014 – Sábado

COMUNICAÇÕES ORAIS
Local: Campus Santa Mônica – Salas de aula do Bloco 5R-A 08h00min as 12h00min

Sessão Lélia Gonzáles

Nasceu em Belo Horizonte em 1935. Mudou-se para o Rio de Janeiro na década de 1940. Graduou-se em História e Filosofia, fez mestrado em Comunicação, doutorado em Antropologia e foi uma militante constante da causa da mulher e do negro no Brasil. Professora de várias universidades e escolas importantes, seu último cargo acadêmico foi o de Diretora do Departamento de Sociologia e Política, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Dedicou sua carreira acadêmica ao estudo das relações raciais no país, sendo a responsável pela introdução do debate sobre o racismo nas universidades brasileiras. Foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU), participou da criação do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN-RJ), do Nzinga Coletivo de Mulheres Negras-RJ e do Olodum-BA.

1. A REPRESENTAÇÃO DO NEGRO NO CONTO “O JARDINEIRO TIMÓTEO”
Lúcia Maria de Almeida

2. CONTRIBUIÇÕES DA VISUALIDADE PARA A PESQUISA E O ENSINO DE HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA – UM ESTUDO DE CASO
Alexandre Rocha da Silva

3. POSSIBILIDADE DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA NA APLICAÇÃO DE UM JOGO DE RPG: “GUERRA DE SECESSÃO E A VIDA DOS ESCRAVOS SULISTAS NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA”
Alinne Grazielle Neves Costa

4.PRÁTICAS DE ENSINO DE HISTÓRIA E INSTRUMENTOS PEDAGÓGICOS PARA OUTROS OLHARES POSSÍVEIS: FOCALIZANDO A AGÊNCIA HISTÓRICA DE MULHERES NEGRAS NO FINAL DO SÉCULO XLX E INÍCIO DO XX EM SÃO PAULO.
Marcelo Vitale Teodoro da Silva

5. O IMPACTO DA LEI 10.639/03 NOS SISTEMAS DE ENSINO E NO COTIDIANO DAS PRÁTICAS ESCOLARES
Sandra Regina Silva de Moraes/ Dra. Isis Sousa Longo

6. REFLEXÕES SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 11.645/2008 EM DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DE GOIÂNIA
Rodrigo Mateus Alves Souza/ Thais Souza Moraes/ Mariana Gouvea/ Maíra Soares Ferreira

7. REFLEXÕES SOBRE O ENFRENTAMENTO DO RACISMO NO BRASIL
Jaine Irene Basílio Teodoro Machado da Silva

8. DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL E CULTURAL: ESTUDOS SOBRE OS ESTEREÓTIPOS DO NEGRO E A DESCONSTRUÇÃO DO RACISMO POR MEIO DA EDUCAÇÃO
Thaís Vieira Silva de Souza/ Leandra Domingues Silvério

Sessão Teodoro Sampaio

Teodoro Sampaio nasceu na cidade de Santo Amaro, Bahia. Filho de uma escravizada e, supostamente, do sacerdote Manoel Fernandes Sampaio, que o alforriou no batismo. Aos dois anos de idade foi entregue a uma senhora da sociedade, D. Inês Leopoldina, que o criou até os nove anos. Aos 10, foi levado para o Rio de Janeiro por um padre e internado no colégio São Salvador, onde mais tarde se tornou professor de Matemática, Filosofia, História, Geografia e Latim. Após já formado na Escola Politécnica, em 1877, voltou à Bahia e negociou a alforria de sua mãe e seus dois irmãos, que ainda eram escravizados. Em 1901, lançou o livro “O Tupy na Geografia Nacional”, obra reconhecida como referência fundamental devido sua influência na formação cultural do país.

Local: Bloco 5R-A – Sala 303

1. A CRIANÇA NEGRA NA ESCOLA E O PROCESSO DE RACISMO VELADO EM SALA DE AULA.
Aparecida das Graças Geraldo/ José Luís Vieira de Almeida/ Edilene Machado Pereira

2.A EDUCAÇÃO COMO ALICERCE PARA PROMOÇÃO DA IGUALDADE ÉTNICO- RACIAL
Pollyanna Fabrini

3.A QUESTÃO DAS IDENTIDADES NA COPA DO MUNDO DA FIFA: UMA EXPERIÊNCIA EM ARTE-EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO ESPAÇO ESCOLAR
Ana Paula Vasconcellos Moreira

4. EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: POSSIBILIDADES DE INSERÇÃO DA FILOSOFIA AFRICANA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
Luana Zanotto/ Luiz Gonçalves Junior

5. RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PRÁTICAS EDUCATIVAS ANTI-RACISMO
Janeide de Sousa Silva/ Ana Clara R. F. Yashitake/ Mayte Amarante

6. UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA: JUNÇÃO ENTRE MATEMÁTICA E CAPOEIRA COM UM OLHAR ETNOMATEMÁTICO
Ana Paula Silva

7.COMO TRABALHAR COM A CAPOEIRA A PARTIR DO LIVRO “HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL”
Neila Regina Lopes Lelis/ Andelúcia Maria Nascimento Teixeira/ Isabel Cristina de Faria

8. VÍDEO EDUCATIVO COMO POSSIBILIDADE DE IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.639/03 NO ENSINO DE QUÍMICA.
Marysson J. R. Camargo/ Regina N. Vargas/ Marilene B. Moreira/ Anna Ma. C. Benite/ Cláudio R. M. Benite

Sessão Carolina Maria de Jesus

Na década de 30, mudou-se para São Paulo e foi morar na favela do Canindé. Ganhava seu sustento e de seus três filhos catando papel. No meio do lixo, Carolina encontrou uma caderneta, onde passou a registrar seu cotidiano de favelada, em forma de diário. Descoberta pelo jornalista Audálio Dantas, repórter da Folha da Noite, Carolina teve suas anotações publicadas em 1960 no livro Quarto de Despejo, que vendeu mais de cem mil exemplares. Sua obra também virou filme, produzido pela Televisão Alemã, que utilizou a própria Carolina de Jesus como protagonista do longa-metragem Despertar de um sonho (inédito no Brasil). Carolina foi uma das duas únicas brasileiras incluídas na Antologia de Escritoras Negras, publicada em 1980 pela Random House, em Nova York.

Local: Bloco 5R-A – Sala 305

1.A HISTÓRIA DO SURGIMENTO DOS CURSOS DA UFRRJ, UFMT E FFP/UERJ: POSSIBILIDADES PARA O TRABALHO COM A QUESTÃO RACIAL?
Kelly Meneses Fernandes

2. CAMINHOS PARA A LEI 10.639: O OLHAR DOCENTE E A PRÁTICAS EDUCATIVAS SOB A ÉGIDE DO ANTI RACISMO
Gisele Nascimento Barroso

3.DISCUSSÃO SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI 10639/03 COM FUTUROS PROFESSORES DE QUÍMICA DIANTE DE UMA REALIDADE SIMULADA DE PRECONCEITO RACIAL EM SALA DE AULA
Juvan P. da Silva/ Antônio C. Alvino/ Geisa Louise/ Claudio R. M. Benite/ Anna M. Canavarro Benite.

4.FORMAÇÃO DE PROFESSORES/AS DA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
Moacir Silva de Castro

5.O NEGRO NO CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO: LEGISLAÇÃO VERSUS ESCOLA
Laís Rodrigues Campos

6.POR UMA NOVA HISTÓRIA: RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Larissa Resende Moreira/ Janeide de Sousa Silva

7.OS DESDOBRAMENTOS DA LEI 11.645/08 NAS PRÁTICAS DISCURSIVAS DE PROFESSORAS DAS REDES PRIVADA E PÚBLICA DE EDUCAÇÃO EM GOIÂNIA
Lohana Kárita Teixeira/ Maíra Soares Ferreira/ Michelly K. Correia de Oliveira

Sessão Beatriz Nascimento

Beatriz Nascimento nasceu em Aracaju no ano de 1942. Intelectual, pesquisadora e ativista. Mudou-se para o Rio de Janeiro na década de 1950. Graduou-se em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atuou como professora de História da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro, articulando ensino e pesquisa. Nessa mesma época, passaria a exercer sua militância intelectual através de temáticas e objetos ligados à história e à cultura negras. Beatriz Nascimento tornou-se estudiosa das temáticas relacionadas ao racismo e aos quilombos, abordando a correlação entre corporeidade negra e espaço.

Local: Bloco 5R-A – Sala 306

1. DA TEORIA À PRATICA DE ENSINO: A DESCONSTRUÇÃO RACIAL NA ESCOLA
Aparecida de Fátima Calmim Reis / Gislene Fraga dos Reis Soares

2. EDUCAÇÃO INDÍGENA NO BRASIL: O CASO DA TERRA GUARANI DE BERTIOGA
Rafael da Silva Lopes

3. ENFOQUE DO ÍNDIO NO CURRÍCULO ESCOLAR: ALGUMAS POSSIBILIDADES E RESSIGNIFICAÇÕES
Karina Fuzaro/ Dalila de Souza Ferreira/ Lucia de Fátima Estevinho Guido/ Antônio Bosco de Lima

4. POLÍTICAS DE REPARAÇÃO, AÇÕES AFIRMATIVAS E A MENTALIDADE ESCRAVOCRATA BRASILEIRA: REFLEXÕES ACERCA DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 11.645/08
Beatriz Silva Souza/ Maíra Soares Ferreira

5. AFRICANIDADES EM NOSSO COTIDIANO
Aline de Souza Denzin/ Maurício Mendes Belmonte/ Luana Zanotto

6. ANCESTRALIDADE, OS TERREIROS DE CANDOMBLÉ: LIBERDADE RELIGIOSA
Marisa da Silva Neiva Ferreira

7. CULTURA POPULAR: REFLEXÕES SOBRE O COCO DE ZAMBÊ NO RN.
Janaina de Lima Gomes/ Maria Ana Alice Maciel/ Tácylla Danyelle Lopes da Silveira

8. O ENSINO DO LUGAR GEOGRÁFICO ATRAVÉS DA CONGADA: UM OLHAR A PARTIR DO MOÇAMBIQUE PRINCESA ISABEL
Carlos Roberto Bernardes de Souza Júnior/ Rosselvelt José Santos

Sessão Mãe Aninha

Filha de africanos, Eugênia Ana dos Santos, a Ialorixá Obá Biyi, nasceu em Salvador em 1869. Mais conhecida como Mãe Aninha, ela foi feita no candomblé do Engenho Velho – a casa de Mãe Nassô – fundado por volta de 1830 e o primeiro a funcionar regularmente na Bahia. Saiu de lá para formar uma nova casa, o Ilê Axé Opô Afonjá, hoje considerado Patrimônio Histórico Nacional. Mãe Aninha sempre lutou para fortalecer o culto do candomblé no Brasil e garantir condições para o seu livre exercício. Segundo consta, por intermédio do ministro Osvaldo Aranha, que era seu filho de santo, Mãe Aninha provocou a promulgação do Decreto Presidencial no. 1202, no primeiro governo de Getúlio Vargas, pondo fim à proibição aos cultos afro-brasileiros em 1934.

Local: Bloco 5R-A – Sala 307

1. O PRECONCEITO COMO DISPOSITIVO IDEOLÓGICO DA ESCOLA NEOLIBERAL: UM CURRÍCULO PARA A ALTERIDADE ÀS AVESSAS.
Júlio César Augusto do Valle

2. O PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO RACIAL CONTRA O CIDADÃO NEGRO NO CONTEXTO ESTATÍSTICO (2002 a 2013).
Elias Ferreira Bento/ Ildair Floriano da Silva

3. O RACISMO CONTRA O NEGRO E AS POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO SOBRE A TEMÁTICA NO AMBIENTE ESCOLAR
Éder Alves Ferreira

4. PRETOS SIM, ORGANIZAÇÃO E RESISTÊNCIA
Wellington Gustavo Pereira

5. REMANESCENTES QUILOMBOLAS NO PARÁ: A NECESSIDADE DA MEMÓRIA.
Alessandra de Albuquerque Ramalho

6. TERRITÓRIO QUILOMBOLA, MIGRAÇÃO SAZONAL E EDUCAÇÃO.
Tatiane Campos dos Santos/ Gilmara Silva Souza/ Audrey Michele Nogueira/ Rafael Gregório Malaquias

7. ENCONTRANDO TEORIAS E PRÁTICAS: APONTAMENTOS SOBRE O MOVIMENTO FEMINISTA NEGRO NO BRASIL E ALGUMAS INTERPRETAÇÕES TEÓRICAS.
Ana Luísa Machado de Castro

8. MULHER E NEGRA: REFLEXÕES SOBRE A REALIDADE DAS MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO.
Maria Ana Alice Maciel/ Renata Celli da Silva Nogueira

MINICURSOS

Local: Campus Santa Mônica – Salas de aula do Bloco 5R-A

14h00min as 18h00min

01. JUVENTUDE NEGRA.
Coordenadora: Profa. Vilma Neres / Profa. Marina Silva Alves

Local: Bloco 5R-A – Sala 302

02. MULHERES NEGRAS
Coordenador: Profa. Larissa Santiago

03. FILOSOFIAS AFRICANAS
Coordenador: Prof. José Benedito de Almeida

Local: Bloco 5R-A – Sala 307

04. HISTÓRIA E IMAGENS: O TRABALHO COM IMAGENS E OS CONTEÚDOS SOBRE ÁFRICA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA DO LIVRO DIDÁTICO
Coordenadora: Profa. Ivete de Almeida

Local: Bloco 5R-A – Sala 309

Os certificados estarão disponíveis no site www.siex.proex.ufu.br a partir do dia 15 de fevereiro de 2015.

Terá direito ao certificado, o participante que tiver 75% de frequência seminário.

Local: Bloco 5R-A – Sala 305

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