terça-feira, agosto 11, 2020

    Tag: Suelaine Carneiro

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    Semana de Ação Mundial 2020

    A Semana de Ação Mundial (SAM), que neste ano acontece entre os dias 15 e 22 de junho de 2020, tem seus dias de webinários (seminários online) confirmados, assim como seus convidados. Assista a cada uma das lives no Facebook e simultaneamente no YouTube da Campanha! Confira: Campanha Nacional Pela Educação #ParaTodosVerem 15/06 Segunda (17h-19h) - “Educação contra a Barbárie: por escolas democráticas e pela liberdade de ensinar” Mediação: Andressa Pellanda Confirmados: Fernando Cássio (UFABC); Daniel Cara (FE/USP), Carlos Alberto Caetano (UFMT) e Ana Julia Ribeiro. 16/06 Terça (17h-19h) - “Censura e perseguição como ameaças à educação de qualidade” Mediação: Daniel Cara Confirmados: Priscylla Silva, Fernando Penna (UFF), Analise da Silva (UFMG) e Rodrigo Ratier (Cásper Líbero) 17/06 Quarta (17h-19h) - “Raça e Educação: construindo escolas antirracistas” Mediação: Catarina de Almeida Santos Confirmadas: Iracema Nascimento (FE/USP), Deputada Estadual Erica Malunguinho (PSOL-SP), Suelaine Carneiro (GELEDÉS Instituto da Mulher Negra), Macaé Evaristo (ex-secretária de Educação de Minas Gerais), Fernanda Lapa (IDDH) 18/06 Quinta (17h-19h) - “A ideologia de gênero existe, ...

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    Divulgação

    Impacto da desigualdade social durante a pandemia é tema de live realizada pelo Prioridade Absoluta, nesta sexta-feira

    A atual pandemia tem evidenciado, ainda mais, as desigualdades da sociedade brasileira: segundo o IBGE, um quarto da população está abaixo da linha da pobreza e enfrenta maiores restrições de acesso à internet, saneamento básico, educação, condição de moradia e proteção social. Quase metade das crianças de 0 a 14 anos no país também está nesse grupo e têm seus direitos fundamentais - à escola, à saúde, à vida, etc - violados cotidianamente. Para conversar sobre essas questões e trazer reflexões sobre a importância de considerar as desigualdades sociais e a absoluta prioridade de crianças e adolescentes, como determina o artigo 227 da Constituição Federal, durante o enfrentamento à pandemia, o programa Prioridade Absoluta, do Instituto Alana, realiza a live “Expresso 227: coronavírus: infâncias e desigualdades”, dia 29/5 (sexta-feira), às 19h, com transmissão ao vivo no canal do YouTube do Instituto Alana.  A conversa terá a participação de Suelaine Carneiro, ...

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    Crédito: iStockPhoto/TommL

    Pandemia de coronavírus deve piorar desigualdade racial no ensino médio

    A pandemia do novo coronavírus deve agravar um quadro já preocupante no ensino médio no Brasil: a desigualdade racial. Dados do Ministério da Saúde mostram que cresce o percentual de pretos e pardos entre internados e mortos por COVID-19. Além disso, um estudo na cidade de São Paulo concluiu que pretos têm 62% mais chance de morrer pela doença do que brancos. Ao mesmo tempo, a população negra tem, historicamente, mais dificuldades para permanecer na escola e concluir a educação básica, como mostram dados analisados pelo Observatório da Educação do Instituto Unibanco. A plataforma com 14 mil documentos, entre análises e curadoria de artigos, teses, dados estatísticos e eventos, além de produção audiovisual sobre ensino médio e gestão em educação pública, será fonte principal, a partir de hoje, de uma série de reportagens sobre o ensino médio no Brasil, realizada pelo Porvir em parceria com o Instituto Unibanco. Uma análise ...

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    Geledés se posiciona à consulta pública do Conselho Nacional de Educação (CNE)

    Posicionamento de Geledés Instituto da Mulher Negra à consulta pública do Conselho Nacional de Educação (CNE) relativa à proposta de Parecer que trata da Reorganização dos Calendários Escolares e a realização de atividades pedagógicas não presenciais durante o período de Pandemia da COVID-19.   Por Suelaine Carneiro Quem Somos: Geledés Instituto da Mulher Negra é uma organização da sociedade civil fundada em 30 de abril de 1988, que se posiciona em defesa de mulheres e negros por entender que são segmentos sociais que padecem de desvantagens e discriminações no acesso às oportunidades sociais em função do racismo e do sexismo vigentes na sociedade brasileira. Posiciona-se também contra todas as demais formas de discriminação que limitam a realização da plena cidadania, tais como: a lesbofobia, a homofobia, os preconceitos regionais, de credo, opinião e de classe social. Compreendemos a educação como um direito humano, cabendo ao Estado brasileiro garantir e efetivar ...

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    Precisamos Falar do PNE e dos Direitos Educativos da População Negra

    Semana de Ação Mundial   Por: Suelaine Carneiro -  Socióloga, feminista, mestre em Educação, integrante de Geledés Instituto da Mulher Negra  Tânia Portella -  Jornalista, pesquisadora, mestre e doutoranda em educação.   SAM/Divulgação Introdução O período de realização da Semana de Ação Mundial (SAM) é um bom cenário para refletirmos acerca das desigualdades e como os bloqueios de acessos a direitos são desfavoravelmente potencializados para a população negra no campo da educação. Mesmo que historicamente a atuação de negras e negros tenha sido no sentido de influenciar o campo das políticas educacionais em vários sentidos: no acesso à escolarização; pela qualificação de conteúdos disponibilizados ou pelo seu reconhecimento na construção de conhecimentos.   Semana de Ação Mundial A Semana de Ação Mundial (SAM) é uma iniciativa realizada simultaneamente em mais de 100 países, desde 2003, com o objetivo de informar os desafios na educação e  engajar ...

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    A pedagogia negra e feminista de bell hooks

    Roda de Conversa que acontece em 21 de março no marco do lançamento de Olhares Negros pela Editora Elefante, pretende refletir sobre a importância da obra de bell hooks para a compreensão de questões raciais e de gênero Da Fundação Rosa Luxemburgo Divulgação/ Fundação Rosa Luxemburgo Para ela, nada tem mais importância do que as ideias e o conhecimento: “o mais importante em meus livros é a substância e não quem sou eu”. Por isso, bell hooks escreve seu nome desta forma: somente com letras minúsculas. Com uma vasta produção ( possui mais de 30 livros, o que inclui obras infantis), a feminista, escritora, crítica cultural e ativista estadunidense é pouco conhecida (e traduzida) no Brasil para além dos círculos de organizações acadêmicas e de movimentos de mulheres negras. Porém, há um crescente interesse pela obra de hooks que fornece elementos fundamentais para a compreensão de questões conectadas ao debate ...

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    Imagem Retirada do site Ceseep

    Ceseep e Geledés realizam o curso Violência, Gênero e Raça: resistências e caminho de superação

    A edição 2019 do Curso Latino Americano de Pastoral e Relações de Gênero aborda a exclusão e as desigualdades que marcam a vida de muitas mulheres latino-americanas, agravadas pelo racismo, sexismo, preconceitos e intolerâncias.   Participantes do curso (Imagem Retirada do site Ceseep) A formação visa estimular a reflexão sobre as condições históricas que estruturam as desigualdades e hierarquias de gênero e raça, de forma a cada participante contribuir para a superação dos obstáculos para a conquista da igualdade, equidade e liberdade. Coordenado por Nilda Assis Candido do CESEEP e Maria Sylvia Oliveira e Suelaine Carneiro de Geledés, o curso teve início no dia 21 de janeiro e será finalizado em 3 de fevereiro. A acolhida às/aos participantes de várias regiões do Brasil e do Chile, foi realizada pela equipe de coordenação e a integração e comunicação nas línguas portuguesa e espanhola, pela Imã Dirce Pontes. ...

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    Suelaine Carneiro: Direitos Humanos possibilitam mudanças

    Confira o material completo produzido pelo Sesc São Paulo: https://www.youtube.com/watch?v=0EVKD... O Sesc São Paulo ao produzir o vídeo Declaração Universal dos Direitos Humanos quis dar visibilidade ao marco histórico representado pelo documento formulado em 1948 - que neste ano completa, portanto, 70 anos - e que pretendeu estabelecer uma proteção universal a todos seres humanos. Criado como recomendação, o documento visibiliza direitos que deveriam prescindir de uma formulação legal e, para tanto, a educação, a construção e formação de uma cultura de respeito à dignidade humana deve ser fomentada. Ações que traduzam o conceito de educação em direitos humanos apresentam-se como proposta institucional. Assim, o vídeo Declaração Universal dos Direitos Humanos traz falas de convidadxs que atuam em vários campos e estão envolvidxs em ações que confrontam as estruturas sociais ancoradas nas desigualdades. Finalmente, para evidenciar ainda mais tais questionamentos, procurou-se revelar, dentre os convidadxs, uma representatividade étnica, de gênero ...

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    da esquerda para a direita: Maria Sylvia Aparecida de Oliveira, Suelaine Carneiro, Sueli Carneiro (Geledés – Instituto da Mulher Negra) e Marilia Schüller (KOINONIA)

    Mulheres Afrodescendentes e Protestantismo: uma abordagem brasileira

    Este ensaio Mulheres Afrodescendentes e Protestantismo: uma abordagem brasileira tem como objetivo destacar alguns elementos críticos da história e do contexto brasileiros quanto ao protestantismo de missão, escravidão e pós escravidão, imigração europeia e branqueamento do Brasil, racismo, mito da democracia racial, como base para a compreensão da participação e ação de mulheres Afrodescendentes no protestantismo brasileiro. O ensaio foi apresentado na oficina de mesmo título realizada como parte do programa de imersão 2018 para estudantes do Programa de Doutorado em Ministérios do Centro Teológico Interdenominacional de Atlanta, Geórgia, EUA. A oficina teve lugar na tarde do dia 13 de agosto de 2018, na Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo. This essay was prepared for the workshop entitled Women of African Descent and Protestantism, a Brazilian Approach for the 2018 Immersion Travel to São Paulo, Brazil, for Students of the Interdenominational Theological Centre, Doctor of Ministries ...

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    A escola brasileira como projeto de país

    Pelos 8,5 milhões de quilômetros quadrados do Brasil cabem mais de 207 milhões de pessoas, que falam mais de 274 línguas, com variados sotaques. Que dançam jongo, carimbó e tango, comem feijoada, sushi e babaçu. Acreditam em Deus, em Iemanjá, em Tupã e, às vezes, em todos ao mesmo tempo ou em nenhum. Que se banham no Rio Negro, ou vivem no semiárido, em ocas, comunidades ou apartamentos. Se cabem tantos, por que caberia um só modelo de escola? por  Ingrid Matuoka no Educação Integral Este panorama tão diverso revela a necessidade de construirmos uma escola verdadeiramente brasileira, isto é, erguida e contextualizada a partir da cultura, história e demandas das comunidades locais ante a escola padronizada, pensada tantas vezes a partir de referências estrangeiras ou através da frieza de números. Com a proximidade das eleições que decidirão as novas gestões que se iniciam em 2019, o momento atual é de ...

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    “Mercado de trabalho desperdiça oportunidade por não dar as mesmas possibilidades para trabalhadores negros”, diz especialista

    O racismo chegou no Brasil pelo mar. Atracou por aqui conduzindo navios que carregaram, por quase quatro séculos, cerca de 5 milhões de pessoas (famílias inteiras negras). Arrancadas de seus países de origem, tiveram suas histórias e raízes negadas para servir à corte portuguesa, mas especialmente aos grandes proprietários brasileiros, da maneira mais violenta que existe: escravizados. Com forte acento na efetivação do mercado transatlântico de escravos, o Brasil foi o país que mais importou africanos no período da escravidão, um título que, além de vergonhoso, reverbera pelos séculos da história do país até hoje em todos os campos. Há uma série de esforços internos de vários países e destes em coletivo com vistas a equiparar os direitos negados às populações negras por meio de pressão internacional com tratados construídos desde 1945 compondo um amplo arcabouço de direitos humanos. Mais especificamente falando de equidade racial, estão a Convenção Internacional sobre a ...

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    Foto: MNU

    #Geledes30anos: Ações do Movimento Negro Unificado e Geledés contra o racismo

    O Debate CEDEM deste dia 27 de junho, intitulado Ações do Movimento Negro Unificado e Geledés contra o racismo, celebra os 40 anos de fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) e os 30 anos do Geledés Instituto da Mulher Negra. São décadas de ação das duas entidades pelo reconhecimento do negro em sua plenitude. O MNU nasceu com o nome Movimento Unificado Contra a Discriminação Racial para desmascarar o racismo velado da sociedade nacional, foi também um marco na resistência contra a ditadura militar. Em 1978, em pleno regime de exceção, um ato público ocorreu na escadaria do Teatro Municipal, em São Paulo, para denunciar manifestações de racismo. As gotas d’água foram o assassinato, por policiais, do trabalhador negro Robson Silveira da Luz, em Guaianazes, zona Sul da cidade, além da segregação de atletas negros, jogadores de vôlei do Clube de regatas Tietê, impedidos de entrar na piscina. Segundo seus fundadores, ...

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    #Geledés30anos: Educação –  atuações por ações afirmativas e pela educação como um direito humano – Video

    A partir de reflexão sobre o projeto Geração XXI, uma iniciativa de ação afirmativa na educação, abordará os desafios para a implementação de ações anti-racista e anti-sexistas, de valorização da presença negra, de sua história e cultura, além dos desafios atuais para a permanência de políticas públicas de redução das desigualdades e de enfrentamento das discriminações e preconceitos. Palestrantes: Cidinha da Silva Escritora. Doutoranda no Programa Multi-institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento /UFBA. Juarez Tadeu de Paula Xavier Doutor em Comunicação e Cultura; assessor da Pró Reitoria de Extensão – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP. Márcia Lima Professora do Departamento de Sociologia – FFLCH/USP; Pesquisadora Senior do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento associada ao Centro de Estudos da Metrópole (CEPID-FAPESP). Debatedoras:  Débora Silva Professora de matemática; educadora social de juventudes; integrante do Coletivo Sociocultural Macambira. Edilza Sotero  Doutora em Sociologia; professora da Faculdade de ...

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    Foto: Mara Karina Silva/ONU Mulheres

    ONU – Suelaine Carneiro analisa as recomendações dos países ao Brasil nas temáticas de educação, igualdade de género e combate ao racismo

    “É IMPORTANTE QUE A REFLEXÃO SOBRE AS CONDIÇÕES NEGRA E INDÍGENA SE DÊ TAMBÉM NA EUROPA E NA AMÉRICA DO NORTE”, AFIRMOU SUELAINE CARNEIRO SOBRE O RESULTADO DAS RECOMENDAÇÕES DOS PAÍSES AO BRASIL por Andressa Pellanda na Campanha Nacional pelo Direito à Educação Foto: Mara Karina Silva/ONU Mulheres Em entrevista à Campanha, a especialista coloca a importância do pronunciamento dos países latino-americanos e africanos quanto às questões raciais, analisa as políticas afirmativas no país, e traz um panorama das violações contra as populações negra e indígena a serem monitoradas pelos defensores de direitos humanos no Brasil e no mundo   Em entrevista à Campanha, a especialista coloca a importância do pronunciamento dos países latino-americanos e africanos quanto às questões raciais, analisa as políticas afirmativas no país, e traz um panorama das violações contra as populações negra e indígena a serem monitoradas pelos defensores de direitos humanos no ...

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    Pesquisa Mulheres Negras e Violência Doméstica: decodificando os números – e-Book

    Geledés apresenta a pesquisa Mulheres Negras e Violência Doméstica: decodificando os números, realizada com apoio do edital Fundo Fale Sem Medo 2016, uma iniciativa do Instituto Avon e ELAS Fundo de Investimento Social. É uma produção que se une às reivindicações das mulheres negras por políticas públicas que revertam sua primazia nos dados estatísticos sobre homicídio de mulheres. Os relatos de mulheres negras e não negras que utilizam Centros de Defesa e de Convivência da Mulher – CDCMs revelaram as dinâmicas já demonstradas em outros estudos sobre a violência doméstica: machismo, violências física e sexual; conflitos intrafamiliares, questões socioeconômicas, disputas patrimoniais etc. Porém contribuiu para desnudar as dinâmicas diferenciadas da violência psicológica, onde a cor da pele é um importante instrumento simbólico utilizado para a submissão, humilhação, desumanização e preservação do controle e do poder sobre os corpos e mentes de mulheres negras. Suas contribuições também salientaram as diversas restrições ...

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    Gênero e Educação: fortalecendo uma agenda para as políticas educacionais

    A publicação Gênero e Educação: fortalecendo uma agenda para as políticas públicas educacionais reúne um conjunto de artigos resultantes de projeto desenvolvido entre 2014 e 2016 pela Ação Educativa em parceria com as organizações CLADEM – Comitê da América Latina e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher, ECOS – Comunicação em Sexualidade e Geledés – Instituto da Mulher Negra. Além das quatro organizações da sociedade civil, a coedição desta publicação conta com a participação do Departamento de Pesquisas Educacionais da Fundação Carlos Chagas. O projeto Gênero e Educação: fortalecendo uma agenda para as políticas educacionaisteve como objetivo contribuir para fortalecer o lugar da agenda de gênero nas políticas educacionais brasileiras, em suas intersecções com raça e sexualidade. Em um contexto político bastante desafiante, buscou incidir tanto na gestão pública como junto aos movimentos sociais de educação, feminista, LGBT, sindicais, entre outros. Gênero e Educação: fortalecendo uma agenda para as políticas públicas ...

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    Mulheres negras e violência: Decodificando os números

    Geledés Instituto da Mulher Negra, com o apoio financeiro do Fundo Elas/Instituto Avon-Fundo Fale Sem Medo, desenvolve o projeto Mulheres Negras e Violência: decodificando os números, um projeto que visa ampliar a compreensão das particularidades que envolvem a questão da violência doméstica contra as mulheres negras. Por Suelaine Carneiro O projeto se justifica em razão da expressiva participação das mulheres negras nos dados de homicídios, que segundo informações do Mapa da Violência 2015: homicídio de mulheres no Brasil,  no período 2003-2013, saltou de 1.864, em 2003, para 2.875, em 2013. Em contraposição, houve recuo de 9,8% nos crimes envolvendo mulheres brancas, que caiu de 1.747 para 1.576 entre os anos. As vítimas de crimes violentos são mulheres jovens, a maioria entre 18 e 30 anos, negras e pobres. O estudo mostra ainda que 50,3% das vítimas são assassinadas por familiares e 33,2% dos crimes são cometidos por parceiros ou ex-parceiros. A partir destes ...

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    X Seminário Racismo e Educação e IX Seminário Gênero, Raça e Etnia na Universidade Federal de Uberlândia Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros

    04 a 06 de dezembro de 2014 Universidade Federal de Uberlândia Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros Os seminários anuais do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de Uberlândia, em parceria com o Programa de Formação Continuada com Docentes da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (PROEX), “Racismo e Educação e Gênero, Raça e Etnia”, entram, respectivamente, nas suas nona e oitava edições. A proposta é articular, promover e fomentar as discussões sobre a temática étnico- racial no âmbito das ações de ensino, pesquisa e extensão relacionadas à implementação da Lei Federal 10.639/2003 e 11.645/2008. COMUNICAÇÕES ORAIS Local: Campus Santa Mônica – Salas de aula do Bloco 5R-A 08h00min as 12h00min Sessão Lélia Gonzáles Desde o sancionamento da lei muito pouco tem sido realizado nos níveis governamentais federal, estadual e municipal para o efetivo cumprimento da mesma. Nesse sentido, o seminário apresenta um espaço onde as discussões e proposições contribuem ...

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