Comunicação

    Divulgação/Abraji

    Abraji lança lives semanais para valorizar o trabalho dos jornalistas

    A partir da próxima terça-feira, 21.mar.2020, a Abraji começa um novo projeto para valorizar o trabalho dos jornalistas e mostrar à sociedade o papel desses profissionais, principalmente durante momentos cruciais para o país e o mundo, como é o caso da pandemia da covid-19, a maior crise de saúde em pelo menos 100 anos. Do Abraji Na primeira etapa, a transmissão será feita pela conta da Abraji no Instagram, entre 21 e 22h. A primeira convidada é Ana Lucia Azevedo, repórter especial de Saúde, Ciência e Meio Ambiente de O Globo. Há décadas cobrindo temas de saúde pública e tragédias ambientais, ela falará de seus principais desafios na atual conjuntura. “Será uma honra poder dividir a importância do que estamos fazendo com os colegas e outras pessoas que não conhecem o nosso trabalho”. Ana Lucia Azevedo (Foto: Arquivo Pessoal) As entrevistas ficarão a cargo da diretora da Abraji Adriana Barsotti, que tem passagens...

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    Machado de Assis (Imagem: Campanha #MachadodeAssisReal/Faculdade Zumbis dos Palmares)

    Da estratégia de caramujo de Machado de Assis ao racismo estrutural: black money e a imprensa de resistência

    A técnica jornalística, a atitude e a escrita de Machado de Assis são reconhecidas por todos da área, mas poucos sabem de sua “estratégia de caramujo” enquanto homem negro em uma sociedade sem democracia racial. O trabalho de tipógrafo, revisor, crítico teatral e cronista nos jornais do século XIX deram a Joaquim Maria Machado de Assis segurança e tempo para exercer o que mais gostava: escrever com criticidade. No entanto, tudo isso não apaga sua origem negra (pai e avós paternos), sua negritude e sua luta antirracismo. Sendo o modo como escreve, o lugar de onde fotografa com palavras a realidade (realismo machadiano) e a escolha estratégica de vida as fontes de toda sua genialidade. Tal genialidade não é a que devemos cobrar dos nossos jornalistas atuais, porém não podemos tolerar deles, ainda mais de homens brancos, atitudes racistas como a do âncora do Bom Dia São Paulo, Rodrigo Bocardi,...

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    Reprodução/Facebook

    Chamamento para profissionais voluntários de comunicação e design

    O Festival BixaNagô, uma proposta de debater cultura periférica, gênero, sexualidade e infecções sexualmente transmissíveis, abre chamamento para profissionais voluntários de comunicação, preferencialmente negras e negros e LGBTIs, para colaborarem no processo de construção e execução da edição 2020 (19/20/21 de março). Do Festival BixaNagô Reprodução/Facebook Queremos incorporar duas pessoas na equipe de comunicação para colaborarem na formatação e execução do plano de comunicação, assessoria de imprensa, cobertura de mídias e redes sociais, além de atuar junto com a equipe de produção e designer, na produção das peças de comunicação. O chamamento público estará aberto de 28 de janeiro à 07 de fevereiro, para demonstrar seu interesse, basta preencher o formulário no link anexo. Para maiores informações, entre em contato através do e-mail: [email protected]   Preencha o Formulário aqui

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    Carla Siccos, do CDD Acontece Foto: Luciola Villela

    Com mulheres negras à frente, coletivos de comunicação buscam novas narrativas sobre comunidades do Rio

    Elas vêm arregaçando as mangas e mostrando seu próprio ponto de vista sobre esses territórios Por Kamille Viola, do O Globo Carla Siccos, do CDD Acontece Foto: Luciola Villela Em 2014, a ONG Observatório de Favelas divulgou a pesquisa Direito à Comunicação e Justiça Racial, que mapeou 118 veículos de comunicação alternativa, comunitária ou popular. É provável que hoje esse número seja ainda maior. Cansados do pouco espaço na grande mídia para suas comunidades, sempre associadas a estereótipos como violência e sujeira, moradores de favelas vêm arregaçando as mangas e mostrando seu próprio ponto de vista sobre esses lugares. Em muitos deles, são mulheres negras que estão à frente. Os assuntos abordados vão de atividades que acontecem lá dentro a serviços úteis, passando por histórias de moradores, como conta Beatriz Calado, do Fala Roça. Beatriz Calado, do Fala Roça Foto: Divulgação —...

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    Na categoria especial da premiação, serão avaliadas reportagens com o tema “O futuro em risco: a mortandade das abelhas” (Renato Stockler)

    OAB e ONG gaúchas abrem inscrições para prêmio Direitos Humanos de Jornalismo

    Jornalistas e estudantes de todo o Brasil têm até 22 de novembro para se inscrever no Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, organizado pela ONG Movimento de Justiça e Direitos Humanos e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RS). Da Folha de S.Paulo  Na categoria especial da premiação, serão avaliadas reportagens com o tema “O futuro em risco: a mortandade das abelhas” (Renato Stockler) Em sua 36ª edição, a premiação busca prestigiar produções que denunciem violações aos direitos humanos e assegurem a garantia dos direitos da cidadania. As categorias são reportagem, fotografia, rádio, televisão, jornalismo online, crônica, documentário, livro-reportagem e trabalhos acadêmicos, categoria exclusiva para estudantes. O prêmio conta com o apoio da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul (Arfoc-RS). Na categoria especial, serão avaliadas reportagens com o tema “O futuro em risco: a mortandade das abelhas”. Todas as produções precisam ter...

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    Reprodu~]ap

    Maju Coutinho é a nova apresentadora do ‘Jornal Hoje’

    A TV Globo promove mudanças importantes em dois programas da emissora. Maju Coutinho assumirá sozinha a bancada do “Jornal Hoje”, até então apresentado por Sandra Annenberg. A apresentadora do "Como será?" terá mais um programa de reportagens. Annenberg, ao lado de Glória Maria, comandará o “Globo repórter”, com a saída de Sérgio Chapelin. O veterano jornalista segue contratado pela emissora, da mesma maneira que Cid Moreira. Por Thayná Rodrigues, do Extra  Reprodução/TV Globo  Maju Coutinho oficializou a novidade e celebrou em suas redes sociais, respondendo a um comentário de Ernesto Paglia, marido de Sandra Annenberg: "Faço aniversário amanhã, mas o presente veio hoje. Que honra e grande responsabilidade apresentar um telejornal brilhantemente comandado pela competente e querida do público e colegas Sandra Annenberg!". Sergio Chapelin já havia sinalizado na emissora que precisava de mais tempo para se dedicar à família. O jornalista é contratado há mais de 50 anos e foi levado para o canal...

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    Reprodução/Instagram

    Luciana Barreto é a nova contratada da CNN Brasil

    A jornalista premiada estava no Canal Futura Do O Dia Reprodução/Instagram A jornalista Luciana Barreto é a nova contratada da CNN Brasil. Ela comandará um telejornal diário e terá participações nas demais plataformas. Antes de assinar com a emisora, ela estava no Canal Futura, do Grupo Globo. Vencedora do Prêmio Nacional de Jornalismo Abdias Nascimento, em 2012, Luciana Barreto conta com passagens pelos canais GNT, BandNews e Band. Até janeiro deste ano, era a principal apresentadora da TV Brasil. “Sentimento de gratidão me acompanha. É um desafio muito grande chegar na maior emissora do mundo. Fico olhando para trás e vejo que fomos longe e ainda temos muito o que crescer juntos. Digo fomos porque eu sempre tenho esse sentimento de coletividade. Eu tenho o desejo de agregar muito com olhar mais atento às pautas sociais, sempre dentro de um jornalismo que respeita a diversidade do brasileiro”,...

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    Imagem fornecida pelo Chicago Defender, de janeiro de 1966. O jornal deixará de ter a versão impressa do jornal deixará após 10 de julho de 2019 - Reprodução do Chicago Defender/NYT

    Lendário jornal negro de Chicago imprime sua última edição

    Fundado em 1905, The Chicago Defender passa a ser publicado apenas na versão digital por questões econômicas Do  THE NEW YORK TIMES, na Folha de S.Paulo  Década após década, o jornal contou a história da vida negra nos Estados Unidos. Publicou notícias de nascimentos e mortes, de formaturas e casamentos, e de tudo o que acontecia entre os dois. Por meio de eras de ansiedade, seus repórteres examinaram histórias dolorosas e perigosas, transmitindo detalhes sombrios de linchamentos, confrontos pela integração escolar e tiros de policiais brancos contra homens negros. Entre uma longa lista de assinaturas importantes, estavam as de Langston Hughes e Gwendolyn Brooks. Depois de mais de um século, The Chicago Defender cessará suas edições impressas nesta quarta-feira (10), segundo anunciou o dono do jornal. O Defender continuará sua operação digital, segundo Hiram E. Jackson, executivo-chefe da Real Times Media, proprietária do periódico e de...

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    6º Curso de Extensão Mídia, Violência e Direitos Humanos lança edital

    O Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos Suely Souza de Almeida (Nepp-DH) da UFRJ publica edital para seleção de alunos para o VI Curso de Extensão Mídia, Violência e Direitos Humanos. Do CFCH Imagem retirada do site CFCH O curso tem o objetivo de servir como um espaço de diálogo horizontal entre a Universidade e moradores de favelas e periferias, comunicadores populares, lideranças comunitárias, integrantes de movimentos sociais e profissionais com atuação em favelas e periferias. A proposta é refletir acerca das representações da violência, em seus recortes de classe, étnico-racial e de gênero, e propor alternativas a elas. O formato das aulas será de mesas temáticas, em que estarão presentes professores, pesquisadores, ativistas e demais especialistas nos temas a serem abordados. As 13 aulas acontecem de 5 de agosto a 11 de novembro, das 17h às 20h, no Auditório do Nepp-DH, localizado no...

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    O jornalista Glenn Greenwald - Fátima Meira-Folhapress

    Quarenta advogados se reúnem com Glenn Greenwald no Rio

    Principais entidades de defesa do país estavam presentes para defender o jornalista e criar um comitê em defesa da liberdade de imprensa Um grupo de 40 advogados se reuniu na segunda (8) com o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, para se colocar à disposição dele e de outros jornalistas que estão participando da divulgação das mensagens de Sergio Moro com procuradores que atuaram na Operação Lava Jato. por Mônica Bergamo no Folha de São Paulo O jornalista Glenn Greenwald - Fátima Meira-Folhapress A ideia é criar um Comitê pela Liberdade de Imprensa que atue na defesa de repórteres ameaçados, neste e em outros casos que possam gerar represálias do Estado. A mobilização começou depois que foi divulgada a notícia de que a Polícia Federal, subordinada ao ministro Sergio Moro, da Justiça, teria pedido ao Coaf, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, uma...

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    Jornalista Paulo Henrique Amorim — Foto: Divulgação / TV Record

    Morre o jornalista Paulo Henrique Amorim

    Jornalista morreu de enfarte no Rio de Janeiro no G1 Morreu na manhã desta quarta-feira (10) o jornalista Paulo Henrique Amorim, aos 76 anos. Ele trabalhou em diversas redações, inclusive na Globo. Seu último emprego foi na TV Record, mas estava fora do ar desde o mês passado, quando foi afastado do programa Domingo Espetacular. O jornalista morreu de enfarte na capital fluminense.

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    Maria Carolina Trevisan de pé e dando entrevista para o Geledés

    Brasil cai 3 posições em ranking de liberdade de imprensa. Ódio é a causa

    Manipulação das redes sociais e discursos de ódio são responsáveis por colocar o Brasil no 105º lugar do Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa em 2019, três posições abaixo de 2018. por Maria Carolina Trevisan no Blog Natalia de Sena / Geledés O relatório da ONG internacional Repórteres Sem Fronteiras (RSF) mostra que o país está no limite entre "situação delicada" e "situação difícil", na qual se enquadram países como Venezuela (148º), México (144º), Colômbia (129º) e Bolívia (113º). O México continua sendo o país do continente americano em que mais jornalistas foram assassinados, chegando a oito homicídios em 2018. O Brasil teve quatro jornalistas assassinados no mesmo ano. O uso das redes sociais por autoridades para intimidar jornalistas é uma tendência em diversos países do mundo. Expõe profissionais da imprensa ao linchamento e à violência. Segundo o documento, "a hostilidade contra os jornalistas, e até mesmo o ódio...

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    Imagem retirada do site Justificando

    Manchetes de jornal: quem atira ou quem morre?

    A violência é uma constante nas manchetes dos jornais. São inúmeros os relatos todos os dias. Nesta coluna, já falamos sobre a maneira como essas violências nos são apresentadas pelos jornais. Este texto, portanto, pode não trazer uma ideia nova a você que já me acompanha por aqui. Mas este tema precisa ser explorado, para que o jornalismo ganhe – e nós, leitores, também. Por Jana Viscardi, do Justificando  Imagem retirada do site Justificando Deixe-me dar a você um exemplo ocorrido recentemente: o Exército fazia uma operação na região da Vila Militar, na zona oeste do Rio de Janeiro e atiraram contra o carro de uma família. Foram mais de oitenta disparos, feitos diretamente contra este veículo, supostamente suspeito. Quem dirigia o veículo era Evaldo dos Santos Rosa que, atingido pelos tiros, morreu. A família se dirigia para um chá de bebê e teve seu passeio brutalmente interrompido....

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    imagem- A Pública

    Como a internet está matando a democracia

    Em entrevista à Pública, o pesquisador e autor inglês Jamie Bartlett diz que hoje em dia cuidar do nosso comportamento online é mais importante que votar por Ethel Rudnitzki no A Pública imagem- A Pública “Fomos muito ingênuos”, adverte o pesquisador e jornalista inglês Jamie Bartlett. Para ele, nos primórdios da internet “havia uma ampla visão de que o simples fato de tornar a informação mais disponível e permitir que todos pudessem criar e compartilhar informação transformaria o nosso ambiente em mais informado, politizado e racional.” Não foi o que aconteceu, e segundo ele a radicalização atual nem era tão difícil de prever. Para Bartlett, os grupos radicais chegaram antes à internet por estarem fora dos jornais e do mainstream. “Mas o mais importante é que todos nós nos tornamos mais radicais”, explica. “Pulamos de um assunto para outro e somos apresentados a mais e mais conteúdos...

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    Maria Julia coutinho sentada na bancada do Jornal Nacional

    Maju Coutinho estreia na bancada do Jornal Nacional e ganha elogios ao vivo

    Maria Júlia Coutinho estreou neste sábado (16) como âncora do Jornal Nacional. O debute da primeira mulher negra na bancada do principal jornalístico da televisão brasileira rendeu elogios ao vivo. no UOL REPRODUÇÃO:TV GLOBO Seu companheiro de apresentação, Rodrigo Bocardi, e o responsável pelo mapa-tempo, Tiago Scheuer, felicitaram a colega. No momento de apresentar a previsão do tempo, o protocolo do telejornal foi completamente ignorado. "Hora da previsão do tempo... E agora?", começou Rodrigo Bocardi. "Agora eu vou passar por uma situação superinusitada", respondeu Maju. "Peraí, nós vamos até São Paulo", falou o jornalista. O âncora, então, se levantou da bancada e começou a caminhar em direção ao telão, mas parou no meio do caminho. "Mas pensando melhor, eu acho que não é justo, né? Você me dá a honra e o prazer de você seguir esse caminho e buscar as informações da previsão do tempo....

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    Cleiby Trevisan / O Globo

    Maria Júlia Coutinho será a primeira mulher negra a apresentar o Jornal Nacional

    Jornalista entra para o rodízio de apresentadores do noticiários aos sábados  POR BEATRIZ BOURROUL, da Revista Quem  Maju (Foto: Cleiby Trevisan / O Globo) Maria Júlia Coutinho, 40 anos, vai apresentar o Jornal Nacional, da TV Globo, no próximo sábado (16). Ela será a primeira mulher negra a comandar o telejornal. Entre os homens, o posto já foi ocupado por Heraldo Pereira. A informação foi confirmada pela TV Globo nesta quarta-feira (13). Ainda de acordo com o departamento de comunicação da emissora, a jornalista fará parte do rodízio de apresentadores do noticiário. Durante a semana, ela segue apresentando o quadro de meteorologia na atração, que mantém William Bonner e Renata Vasconcellos como titulares. O Jornal Nacional completa 50 anos na grade de programação da TV Globo em 2019. O time de apresentadores no rodízio aos sábados conta com César Tralli, Rodrigo Bocardi, Sandra Annenberg, Chico Pinheiro, Giuliana Morrone, entre outros. Desde junho de 2017, Maju, como é carinhosamente chamada...

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    O protagonismo é da favela

    Protagonismo da favela: Rene Silva e o Voz das Comunidades apontam o futuro do jornalismo

    Dá pra perceber que no Voz das Comunidades o lema não é ignorar a violência crescente, sim mostrar que a favela também é espaço de cultura e criatividade. no Hypeness imagem-Hypeness - O protagonismo é da favela A descentralização da comunicação certamente passa pelo avanço da tecnologia. No entanto, abundância tecnológica não é suficiente para que histórias deixadas de lado pela grande mídia sejam contadas. Por isso, o trabalho realizado pelo jornalista Rene Silva no Voz das Comunidades é tão importante. Atualmente ele está com 24 anos, mas seu nome ficou famoso bem antes disso. Em 2010, aos 17 anos, ele deixou a mídia hegemônica no chinelo ao narrar pelo Twitter a ocupação do Complexo do Alemão pelas Forças Armadas. Desde então, a plataforma expandiu, atuando em nove comunidades do Rio de Janeiro. A linha editorial é a de promover uma visão humanizada, diferente do estigma...

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    Apesar de evolução, publicidade ainda reforça estereótipos sobre a população negra, aponta estudo

    Pesquisa mostra que mercado da publicidade no Brasil passou a investir em maior representação, mas ainda precisa melhorar Por Larissa Infante Do Epoca  Gravação feita pelo coletivo Tela Preta Foto: Divulgação/ Epoca A população negra representa 54% dos brasileiros. Ainda assim, o grupo é um dos menos representados na publicidade e na mídia. De acordo com o estudoTODXS – Uma análise de representatividade na publicidade brasileira, feito pela agência publicitária Heads em parceria com a ONU Mulheres, a publicidade brasileira ainda reforça estereótipos e continua a não representar a real diversidade da sociedade. Esse é o caso de Núria Kiffen, de 22 anos. Nascida em Angola e criada no Brasil, a atriz conta que quase desistiu da carreira por não se enxergar nas telas. “Pensei em desistir, pois olhava para os lados, ligava a televisão, assistia a novelas e publicidades e não me via representada”, contou. Kiffen só...

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    IV Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na America Latina

    O IV Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina - “Pensamento crítico latino-americano em debate: construção do conhecimento, investigações participativas e epistemologias decoloniais” Por Dennis de Oliveira para o Portal Geledés  Divulgação Pretende reunir pesquisadores, intelectuais, lideranças de movimentos sociais, estudantes e público interessando do modo geral, dos países latino-americanos, para um encontro com o objetivo de debater as experiências de estudos e pesquisas que tem como fulcro a constituição de epistemologias que se inserem do que se convencionou chamar de pensamento decolonial e como objeto de estudo as experiências de movimentos sociais contemporâneos e a interface com a cultura e a comunicação. A construção deste simpósio é produto da experiência do Celacc na promoção dos três primeiros simpósios, em 2000, 2001 e 2010, conforme consta no item “Histórico do evento” e também do projeto de pesquisa financiado pela FAPESP “Movimentos sociais, cultura, comunicação e território na América...

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