Afro-americanos

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    Sem apresentar música, Beyoncé chama atenção para diferença racial entre vítimas do coronavírus

    A cantora enfatizou que mais da metade das vítimas mortais é negra Do Rolling Stone (Foto: Evan AgostiniInvision/ AP/ File) Beyoncé foi uma das convidadas doOne World: Together at Home neste sábado, 18. O evento, organizado por Lady Gaga com parceria com a Organização Mundial da Saúde, procura levantar fundos para profissionais que trabalham diretamente com a contenção e tratamento do coronavírus. A cantora, porém, não fez uma apresentação musical. Sua apresentação foi para passar uma mensagem sobre a diferença racial entre as vítimas do covid-19. Segundo Beyoncé, 57% dos mortos pela doença, dentro de cidades, são afro-americanos. Isso pode ser consequencia da faixa de vulnerabilidade associada à posição socio-econônica. Pessoas negras, percentualmente, são mais marginalizadas, socialmente, e trabalham em empregos com maior contato humano - serviços básicos como mercado; não têm, tampouco, oportunidade de trabalhar de casa. Beyoncé reforçou, porém, que é necessário que todos...

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    Foto: Russell Lee/Domínio Público

    Considerações sobre a segregação racial nos Estados Unidos (EUA)

    O presente artigo discorre sobre a segregação racial nos Estados Unidos (EUA). Por Gisele Leite, do Jornal Jurid Foto: Russell Lee/Domínio Público Contemporaneamente a segregação racial ainda pode ser definida como uma espécie de política do Estado que visa separar os indivíduos ou grupos de indivíduos de uma mesma sociedade com base em critérios étnicos ou raciais. Tal medida foi executada particularmente ao final do século XIX e encontrou ênfase no século XX, em países como a Alemanha nazista, que empreendera uma política antissemitista, na África do Sul, com a instituição do apartheid e igualmente nos EUA. Nesse último país, a questão racial reporta ao processo de formação dos EUA, principalmente em razão de diferenças básicas entre o Sul e o Norte. Os EUA inicialmente foram colonizados pelos ingleses, que originaram as famosas Treze Colônias no leste do país. No entanto, as colônias do Sul obtiveram...

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    Stephen F. Somerstein/Getty Images

    Morte brutal de Martin Luther King até hoje não foi esclarecida

    Este 04 de Abril marca a história com um dos mais trágicos acontecimentos. Foi nesse dia, em 1968, há 52 anos, que o extraordinário líder das lutas pelos direitos civis nos EUA e pelo combate implacável contra a discriminação racial, Martin Luther King, foi em Menphis, quando participava de uma de suas históricas manifestações em favor da paz e da igualdade. No Meionorte Martin Luther King (Foto: Stephen F. Somerstein/Getty Images) O mundo perdia, assim, de forma brutal e convarde o pastor americano que fez da palavra sua arma contra o racismo e emocionou o mundo com seus discursos e com sua luta. Antes de ser morto, Martin Luther King sofre dois outros atentados. Num deles, passou por uma ciriurgia de 3 horas para remover uma faca de seu peito. Luther King foi morto pelo atirador de elite James Earl Ray. Luther King foi um dos...

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    Katherine Johnson, matemática negra que ajudou a Nasa a ir para a Lua, morre aos 101 anos

    Sua vida foi retratada no filme 'Estrelas além do tempo'. Do G1 Katherine Johson recebe a Medalha da Liberdade de Barack Obama em 2015 (Foto: Carlos Barria/Reuters) Katherine Johnson, uma das matemáticas da Nasa retratadas no filme "Estrelas além do tempo", morreu nesta segunda-feira (24), informou a agência espacial americana. Ela tinha 101 anos. Katherine "foi uma heroína americana e seu legado pioneiro nunca será esquecido", escreveu o administrador da NASA Jim Bridenstine no Twitter. A extraordinária capacidade de Katherine para a matemática ajudou a colocar em órbita a Apolo 11, a nave que levou o homem à Lua pela primeira vez. As grandes missões científicas são fruto do esforço combinado de grandes equipes em que todas as contribuições contam, como a de Katherine e de outras mulheres afro-americanas, cujo trabalho ficou desconhecido para o grande público durante anos, até a chegada do filme, indicado ao...

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    Malcom X: 55 anos do brutal assassinato de um dos maiores símbolos da luta negra nos EUA

    Negro, muçulmano e revolucionário, ele pregou a luta armada contra os brancos. Acabou morto num crime que segue sem resposta, mesmo cinco décadas depois Por Alexandre Carvalho, Do Aventuras na História  Retrato colorido de Malcolm X (Foto: Getty Images) Malcolm X sabia que seu destino era morrer jovem. E que sua morte seria violenta. Em sua autobiografia, ele explicou: “Em qualquer cidade, aonde quer que eu vá, homens negros estão observando cada movimento que eu faço, esperando pela chance de me matar. Quem escolhe não acreditar no que estou dizendo não conhece os muçulmanos da Nação do Islã. Sei também que posso morrer de uma hora para outra nas mãos de brancos racistas. Ou pode ser um negro que tenha passado por lavagem cerebral, e que acha que, ao me eliminar, estaria ajudando o homem branco”. Essas impressões não eram coitadismo do líder ativista. Numa madrugada...

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    À esquerda, Walter McMillian e Bryan Stevenson à direita - Wikimedia Commons

    A triste saga de Walter McMillian para escapar da pena de morte

    “A justiça é destruída para sempre quando matamos um homem inocente”. A trajetória de McMillian para escapar da pena de morte será contada no filme Luta por Justiça Por ALANA SOUSA, do Aventuras na História  À esquerda, Walter McMillian e Bryan Stevenson à direita - Wikimedia Commons 1 de novembro de 1986. O corpo de Ronda Morrison, uma jovem branca de 18 anos, é encontrado espancado, estrangulado e com três tiros nas costas, em Monroeville, Alabama, nos Estados Unidos. Rapidamente uma campanha para que o assassino fosse capturado teve início. O xerife da cidade, Tom Tate, estava sofrendo uma enorme pressão popular, mas sem nenhuma pista, era impossível que algum suspeito fosse responsabilizado pelo homicídio. Dias depois, em uma região próxima, outra mulher foi morta. Dessa vez, o culpado tinha sido pego. Seu nome era Ralph Meyers. A todo custo, Tate tentava relacionar o crime com...

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    O fotógrafo que desafiou o racismo nos EUA e registrou a luta pelos direitos civis no país

    Quando Cecil J. Williams começou a trabalhar como fotojornalista, nos anos 1950, um fotógrafo negro era uma absoluta raridade, especialmente em um estado notoriamente racista como o da Carolina do Sul, onde Cecil nasceu e foi criado. O estado era segregado, negros eram separados de brancos em locais públicos, a violência racista era uma ameaça constante, mas a resistência e a luta pelos direitos civis eram crescentes – e foi esse movimento que Cecil decidiu registrar. Por Vitor paiva, do Hypeness Cecil atualmente, com uma foto sua de juventude (Imagem retirada do site Hypeness) E não somente: sua foto orgulhosamente bebendo água em um bebedouro designado somente para a população branca (com uma placa em primeiro plano na qual vergonhosamente se lê “somente brancos”) tornou-se símbolo do horror racial que tomava conta dos EUA de então, mas também da luta e da força para derrubar a...

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    Foto: Duilio Pallottelli

    Fotos históricas de Malcom X com a família um dia antes de ser assassinado

    Foram poucos os fotógrafos que tiveram a sorte de registrar líderes ou celebridades poucas horas antes de sua morte. Foi assim com Annie Leibovitz, a responsável pela lendária foto de John Lennon posando nu com Yoko Ono e com Duilio Pallottelli, que fotografou Malcom X um dia antes de seu assassinato. Os registros – todos em preto e branco, mostram o militante com sua esposa Betty Shabazz e filhos durante uma reunião na sede de sua Organização de Unidade Afro-Americana, no Hotel Theresa no Harlem, em 21 de fevereiro de 1965. Por Gabriela Glette, do Hypeness  (Todas as fotos por Duilio Pallottelli) Foto: Duilio Pallottelli Nem Malcom, muito menos o fotógrafo, sabiam que no dia seguinte ele viria a ser assassinado no Audubon Ballroom. O ativista norte-americano foi um dos mais populares líderes do movimento pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Fundou a “Afro-American...

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    Ator e comediante John Witherspoon — Foto: AP Photo/Charles Sykes, File

    John Witherspoon, ator de ‘Um maluco no pedaço’, morre aos 77 anos

    Witherspoon participou da franquia 'Sexta-feira em apuros' e de produções dos irmãos Wayans. Morte foi 'repentina', segundo agente. Do G1 Ator e comediante John Witherspoon — Foto: AP Photo/Charles Sykes, File O ator e comediante John Witherspoon morreu nesta terça-feira (29) aos 77 anos em Los Angeles, nos Estados Unidos, segundo seu agente Alex Goodman. Segundo comunicado divulgado pelo agente, a família do ator está "em choque com sua morte repentina". Ele deixa esposa e dois filhos. O ator interpretou o pai de Ice Cube na franquia "Sexta-feira em apuros". Witherspoon atuou em 84 trabalhos, incluindo filmes, séries e dublagens em animações. Desde 2014, integrava o elenco da série "Black Jesus". Em 2019, participou de dois filmes e de um episódio da série "Bojack Horseman". Também atuou em diversas produções dos irmãos Wayans, como "Dupla do barulho" e "O pequenino". Na série "Um maluco no pedaço",...

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    BILL PUGLIANOGETTY IMAGES

    Aos 8 anos, Mari Copeny, ativista ambiental e da negritude americana, foi recebida por Obama.

    Em 2016, Amariyanna "Mari" Copeny tinha oito anos. Dois anos depois da crise da água de Flint, Copeny escreveu uma carta ao presidente Obama pedindo-lhe que viesse a Flint para discutir o futuro da água limpa. Agora, Copeny administra um GoFundMe bem - sucedido para distribuir água limpa em sua cidade. Por Arísia Barros, do Cada Minuto Mari Copeny (Imagem retirada do elle.com) Tenho seis anos a mais do que a garota agora conhecida como Pequena Senhorita Flint, mas ainda a admiro. Se você está tendo problemas para encontrar esperança para o futuro, a Copeny é a solução. Uma criança média de 8 anos de idade não sabe de onde sua cidade obtém água, nem se importaria se lhes dissessem. Agora com 11 anos, Copeny não apenas sabe onde e como sua cidade obtém sua água, mas também está distribuindo ativamente água limpa para sua comunidade....

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    Jessye Norman em cerimonia da The New York Foundation em abril de 2013 (Neilson Barnard/Getty Images)

    Morre estrela da ópera Jessye Norman, aos 74 anos

    Cantora lírica vencedora de quatro estatuetas no Grammy também era reconhecida por forte ativismo social Da Veja  Jessye Norman em cerimonia da The New York Foundation em abril de 2013 (Neilson Barnard/Getty Images) A soprano americana Jessye Norman, vencedora de quatro prêmios no Grammy Awards, morreu na manhã desta segunda-feira, aos 74 anos, na cidade de Nova York. A informação é de Gwendolyn Quinn, porta voz da família. De acordo com a declaração dada a agência Associated Press, a cantora lírica, que estava internada no Mount Sinai St Luke’s Hospital, foi vítima de um choque séptico e falência múltipla de órgãos decorrente de complicações de uma lesão na medula espinhal ocorrida em 2015. “Nós estamos orgulhosos das conquistas musicais de Jessye e da inspiração que ela foi para plateias por todo o mundo. Estamos igualmente orgulhosos de sua humanidade e seu ativismo em causas como a...

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    James Baldwin em Istambul, na Turquia. (Foto- Sedat Pakay, 1965, Coleção do Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana dos EUA)

    James Baldwin: o leão de 95 anos

    Nascido há exatamente 95 anos nos EUA, no dia 2 de agosto de 1924, o escritor e ativista James Arthur Baldwin iniciou a vida pública aos 14 anos de idade como um pregador mirim sensação na igreja de seu padrasto, em Nova Iorque. Por Bruno F. Duarte* no Médium James Baldwin em Istambul, na Turquia. (Foto- Sedat Pakay, 1965, Coleção do Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana dos EUA) A dedicação aos cultos não durou muitos anos, mas ajudou a forjar a oratória cortante do intelectual que, além de romances, peças e poesia, se tornou notável pelos discursos e entrevistas contundentes sobre a vida das pessoas negras nas Américas. James Baldwin no Harlem, bairro onde nasceu. (Foto- Steve Schapiro, 1963: Getty Images) O lançamento do filme Eu não sou seu negro (Raoul Peck — 2016), baseado em um livro não finalizado...

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    Reprodução

    Dupla opressão: mulheres negras

    Em 1851, uma negra abolicionista foi responsável por um discurso capaz de reconhecer e nomear privilégios no Aventuras na História Reprodução Em 1851, na Convenção dos Direitos das Mulheres, em Akron, nos Estados Unidos, Sojourner Truth, uma negra abolicionista, escritora e ativista dos direitos das mulheres, foi responsável por um discurso capaz de reconhecer e nomear privilégios. Ela narrou uma série de atividades que exercia e que são consideradas masculinas, para então lançar uma pergunta retórica ao final de cada estrofe: se, afinal, ela não seria mesmo uma mulher. Sob a perspectiva da época, não parecia. “Olhem para meu braço! Eu capinei, eu plantei, juntei palha nos celeiros e homem nenhum conseguiu me superar! Eu não sou uma mulher? Eu consegui trabalhar e comer tanto quanto um homem — quando tinha o que comer — e também aguentei as chicotadas! E não sou uma mulher?” Embora...

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    Lonnie Bunch recebe título honorário em Harvard, em maio de 2019 — Foto: Brian Snyder/Reuters

    Instituto de museus dos EUA terá o primeiro diretor geral negro

    Smithsonian, de 173 anos, será comandado por Lonnie Bunch, que criou o Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana. Do G1 Pela primeira vez, o Smithsonian, um complexo de museus dos Estados Unidos que tem 173 anos, será comandado por um diretor negro. Lonnie Bunch vai ser o chefe de 19 museus e galerias, o Zoológico nacional e centros de pesquisas. Antes de assumir o comando de toda a instituição, ele abriu o Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana, uma das unidades do Smithsonian que, segundo o jornal “The New York Times”, atrai multidões. Bunch é considerado um bom arrecadador de fundos, de acordo com a revista “Forbes”. Ele levantou US$ 587 milhões para viabilizar a abertura do do museu de cultura afro-americana – ele conseguiu verbas federais e também dinheiro de doadores como a apresentadora Oprah Winfrey, o ex-atleta de basquete Michael Jordan e o empresário Robert F....

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    Novo desenho da nota de US$ 20, com Harriet Tubman na frente, foi anunciado em 2016 por governo Obama

    Ativista anti-escravidão no lugar de dono de escravos: nova nota de US$20 cria polêmica nos EUA

    Um novo desenho da nota de US$ 20, que trará um retrato da ativista americana anti-escravidão Harriet Tubman, estava previsto para entrar em vigor no ano que vem, mas será adiado até 2028, afirmou o secretário de Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, nesta quarta-feira (22/5). Novo desenho da nota de US$ 20, com Harriet Tubman na frente, foi anunciado em 2016 por governo Obama (REUTERS) Tubman, que escapou da escravidão e ajudou outros negros escravizados a fazerem o mesmo, havia sido escolhida em uma enquete conduzida durante o governo Barack Obama, em 2016, para substituir na frente da nota de US$ 20 a figura de Andrew Jackson, ex-presidente dos EUA e na época dono de escravos. Ao explicar o adiamento na mudança, o secretário Mnuchin deu poucos detalhes - apenas afirmou que a prioridade no redesenho são "as questões de falsificação", e por isso "a nova nota...

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    Michelle e Barack Obama na Casa Branca, em Washington, em fevereiro de 2014. Foto: Jonathan Ernst/Reuters

    Michelle e Barack Obama anunciam lista de projetos junto à Netflix

    Produções incluem documentários, filmes e séries, voltados para adultos e crianças, sobre política, direitos civis e alimentação no O Globo Michelle e Barack Obama na Casa Branca, em Washington, em fevereiro de 2014. Foto: Jonathan Ernst/Reuters Michelle e Barack Obama anunciaram a primeira lista de projetos que serão desenvolvidos junto com a Netflix, informou o jornal The Guardian nesta terça-feira, 30. O casal fechou um acordo de vários anos com a plataforma de vídeos por streaming no ano passado a fim de produzir filmes e séries por meio da produtora Higher Ground. "Tocando em questões de raça e classe, democracia e direitos civis, e muito mais, acreditamos que cada uma dessas produções não vai apenas entreter, mas vai educar, conectar e inspirar todos nós", disse Barack Obama sobre os trabalhos que estão por vir. Ao todo, eles anunciaram sete projetos que vão desde aquisições de novos materiais,...

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    O crítico literário Ralph Ellison, em 1960 (Foto: Agência de Informações dos Estados Unidos)

    Ralph Ellison: a causa e o efeito

    Em 2019 completam-se 25 anos da morte do escritor afroamericano Ralph Ellison. Nascido em 1919, em Oklahoma, Ellison tornou-se notório por escrever aquela que é, sem dúvida, a obra obrigatória de toda a tradição literária negra nos Estados Unidos: Homem invisível. Publicado em 1952, o livro é basicamente uma carta-explicação sobre os motivos pelos quais um homem decide optar por viver dentro do subsolo da cidade de Nova York. O protagonista salta de decepção em decepção, fracassando em toda socialização que empreende. A experiência de ser negro nos Estados Unidos é como uma trajetória trágica, cheia de mal entendidos, frustrações, injustiças e imoralidades. Por Luiz Maurício Azevedo, da Revista Cult O crítico literário Ralph Ellison, em 1960 (Foto: Agência de Informações dos Estados Unidos) No Brasil, há duas traduções do livro disponíveis: uma datada de 1990, produção da editora Marco Zero, editada na esteira do centenário da...

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    Photo courtesy of blackvoicenews.com

    William Jenkins, o médico que lutou para pôr fim ao experimento de sífilis em homens negros em Tuskegee, morre aos 73 anos

    William Carter “Bill” Jenkins, que tentou impedir o estudo racista e antiético da sífilis de Tuskegee nos anos 60, morreu em Charleston, Carolina do Sul, aos 73 anos, devido a complicações da sarcoidose, de acordo com o New York Times. Do Oi Negro  Photo courtesy of blackvoicenews.com Um epidemiologista do governo, Jenkins estava trabalhando como estatístico no Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos em Washington nos anos 60, quando soube do notório estudo, sua descoberta o levou a passar o resto de sua vida lutando contra o racismo e a injustiça no sistema de saúde. . Alguns de nós já estão cientes do antiético estudo Tuskegee que aconteceu de 1932 a 1972 e as dores e os horrores que causou depois que o governo federal dos Estados Unidos mentiu para centenas de homens negros em Macon County, Alabama, dizendo que eles estavam sendo tratados por...

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    Foto: culturetrip.com

    A vida e morte de Malcom X

    No dia 20 de fevereiro de 1965, em um crime nunca esclarecido, era assassinado o líder que pregara a luta armada contra os brancos e mudara de ideia. Por Adriana Maximiliano, do Aventuras na Histórua  Registrado como Malcolm Little, caiu no mundo com o apelido de Red, ficou conhecido como Malcolm X e morreu como El-Hajj Malik El-Shabazz no dia 21 de fevereiro de 1965, às 15h10. A história do líder americano que lutava pelos direitos dos negros chegava ao fim com 14 tiros. Malcolm foi assassinado diante de uma plateia que incluía sua mulher e três de suas quatro filhas, em um teatro no Harlem, em Nova York. Três homens ligados a uma organização religiosa da qual Malcolm foi líder durante anos, a Nação do Islã, foram presos. Mas nunca ficou esclarecido quem planejou o crime. Segundo o historiador Manning Marable, que foi professor da Universidade de Columbia e...

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    MONTGOMERY, AL - MARCH 25: Dr. Martin Luther King, Jr. speaking before crowd of 25,000 Selma To Montgomery, Alabama civil rights marchers, in front of Montgomery, Alabama state capital building. On March 25, 1965 in Montgomery, Alabama. (Photo by Stephen F. Somerstein/Getty Images)

    Hoje não se negoceia em Wall Street: é dia de Martin Luther King Jr.

    Desde 1986 que se realiza, nos Estados Unidos, na terceira segunda-feira de janeiro, o dia de Martin Luther King Jr., um feriado federal. A bolsa de Nova Iorque estará encerrada, assim como a maior parte das escolas, grandes empresas e departamentos considerados como não essenciais. por António Vasconcelos Moreira no Jornal Economico MONTGOMERY, AL - MARCH 25: Dr. Martin Luther King, Jr. speaking before crowd of 25,000 Selma To Montgomery, Alabama civil rights marchers, in front of Montgomery, Alabama state capital building. On March 25, 1965 in Montgomery, Alabama. (Photo by Stephen F. Somerstein/Getty Images) Por se tratar de um feriado relativamente recente, ainda não existe uma tradição festiva para assinalar o dia que presta homenagem à vida e aos feitos do mais famoso proponente do fim da segregação racial em sólo norte-americano. Mas a história deste feriado tem quase tantos anos quantos aqueles que passaram desde o assassinato de Martin...

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