terça-feira, janeiro 26, 2021

África e sua diáspora

Rainha Abla Pokou (Foto: Imagem retirada do site DW)

Rainha Abla Pokou: Mãe do povo Baoulé da Costa do Marfim

Nascimento: Abla Pokou nasceu no início do século XVIII. Era sobrinha do Rei Osei Tutu, co-fundador do Império Ashanti no atual Gana. Quando o rei morreu, eclodiu uma guerra de sucessão e Dakon, o segundo irmão de Abla Pokou, que era um dos herdeiros do trono, foi morto. Temendo pela sua vida e pela sua, Abla Pokou fugiu. Quem a acompanhou na sua fuga? Abla Pokou fugiu com todas as pessoas que eram leais a Dakon e que se recusaram a ver Opokou Ware no trono. Ela reuniu uma enorme caravana e conduziu o povo em direção ao território que é hoje a Costa do Marfim. Como é que Abla Pokou viajou até à Costa do Marfim? Reza a lenda que, durante a sua fuga, a Rainha Abla Pokou e os seus seguidores tiveram problemas para atravessar o rio Comoé, uma fronteira natural entre o atual Gana e a Costa...

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Jessica Ellen em foto de divulgação do single Pomba Gira (Foto: Gabriella Maria)

Jéssica Ellen canta a Umbanda e celebra ancestralidade em ‘Macumbeira’: ‘Conexão espiritual’

Jéssica Ellen esperou o Dia de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro , para brindar não só cariocas, mas brasileiros e brasileiras com um trabalho sensível e que serve de acalento em dias tão duros. A cantora e atriz acaba de lançar ‘Macumbeira’ , segundo álbum de sua carreira. O disco é um ode à Umbanda , tão brasileira quanto a própria festa de São Sebastião, que para também pode ser sincretizado com o Orixá Oxóssi – guardião das matas e florestas. Nomeada pela revista Forbes como uma das brasileiras mais criativas com menos de 30 anos , Jéssica Ellen mostra que transita por diversas áreas. E com talento. Para ficarmos no tema de seu novo lançamento, é como se a jovem, que também é atriz e está fazendo sucesso na novela ‘Amor de Mãe’ , se inspira em características de Logunedé – Orixá conhecido por misturar...

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Tatiana Tibúrcio levou o prêmio APCA de Melhor Atriz por sua interpretação da doméstica Mirtes Souza, no especial 'Falas Negras' — Foto: TV Globo/Victor Pollak

Tatiana Tibúrcio ganha o prêmio APCA de Melhor Atriz por atuação em ‘Falas Negras’

A interpretação sofrida de Mirtes Souza no especial Falas Negras, exibido pela Globo em homenagem ao Dia da Consciência Negra, rendeu à atriz Tatiana Tibúrcio o prêmio de Melhor Atriz pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Tatiana comoveu a crítica e o público ao viver a doméstica, cujo filho, Miguel, de 5 anos, morreu ao cair de um prédio de luxo, em junho de 2020, em Recife. A atriz dividiu o prêmio com Camila Morgado pela atuação em Bom Dia, Verônica, da Netflix. Eduardo Moscovis levou o troféu de Melhor Ator também por Bom Dia, Verônica. A série da Netflix foi vencedora na categoria Dramaturgia. Na categoria Programa de TV, o vencedor foi Conversa com Bial, e na categoria Humor o ganhador foi Marcelo Adnet, por Sinta-se em Casa, do Globoplay.   Fonte: GShow

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Edneia Limeira dos Santos - Foto: Nego Júnior

Samba Rock na Cidade de São Paulo: Uma Análise da Evolução do Gênero Desde os Anos 1970 nos Bailes Blacks, até o Registro Como Patrimônio Cultural Imaterial

A proposta do artigo é analisar o gênero samba rock, com foco na sua evolução desde os anos 1970 até o ano de 2016, quando o gênero foi registrado como patrimônio cultural imaterial na cidade de São Paulo. Propõe-se mostrar, nesta evolução, a integração entre o samba rock e os bailes blacks, que em décadas passadas foram fundamentais para o crescimento de uma geração, visto que, além de entretenimento, os bailes eram fonte de conhecimento, resistência e troca de saberes culturais. Foto: Osvaldo Pereira, considerado o primeiro Dj do Brasil Introdução O artigo inicia-se a partir do conceito de cultura no sentido geral, antropológico. Entre os tantos termos que são utilizados para definição de cultura. Neste artigo, cultura será analisada por meio dos próprios atores que a promovem, nas esferas sociais e políticas. Além disso, por ser o samba rock uma manifestação cultural contemporânea e em...

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Francisco Ribeiro Eller (ou Chico Chico), 27 anos (Foto: Marina Zabenzi)

Chicão, filho de Cássia Eller: ‘Batalha das minhas mães é parte do que sou’

Francisco Ribeiro Eller — ou Chicão, para os íntimos, ou Chico Chico, seu nome artístico — acabou seguindo a mesma carreira da mãe, Cássia Eller, mas não acredita que a música esteja no seu DNA. Esse, na verdade, era seu plano B, depois de considerar opções como ser jogador de futebol e professor de Geografia. Há um mês, lançou seu terceiro álbum, "Onde?", ao lado de Francisco Gil (sim, o neto do Gilberto), amizade que nasceu há um ano, mas que parece que vem de berço, tamanha sintonia da dupla. Apesar de ter acompanhado a mãe em turnês ainda bebê e, mais tarde, protagonizado uma batalha histórica por sua guarda , o Chico de 27 anos vive quase como um anônimo: mora no bairro em que cresceu, Santa...

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Elenco de 'Uma Noite em Miami' (Foto: Patti Perret/Amazon)

‘Uma Noite em Miami’: Regina King celebra o homem negro em encontro estelar

Cassius Clay, ou Muhammad Ali, o maior pugilista da história. Malcolm X, um dos grandes líderes da luta antirracista. Sam Cooke, o rei do soul. Jim Brown, um dos grandes do futebol americano. Eles eram jovens, famosos, poderosos. Uma espécie de Vingadores da cultura e da política afro-americanas. Os quatro amigos festejaram juntos o primeiro título mundial dos pesos-pesados de Cassius Clay, que pouco depois se juntaria à Nação do Islã e adotaria o nome Muhammad Ali. Era a noite de 25 de fevereiro de 1964, e eles estavam num modesto quarto de hotel numa Flórida ainda segregada. Ninguém sabe de fato como foi essa comemoração —há uma imagem de Malcolm X fotografando Ali num bar. Mas o dramaturgo e roteirista Kemp Powers (que acaba de lançar "Soul") resolveu imaginar. O resultado pode ser visto no filme "Uma Noite em Miami", no Amazon Prime Video, cotadíssimo para o Oscar. É...

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O protagonista de "Os Intocáveis", Omar Sy, (Foto: Jordan Strauss/Invision/AP - Jordan Strauss)

Além de Lupin: conheça a carreira de Omar Sy em 5 filmes

Um dos motivos para que Lupin tenha estreado em primeiro lugar na Netflix certamente foi o francês Omar Sy. Transbordando carisma em todas as cenas, o ator conquistou o público interpretando Assane Diop, um aficionado pelos livros de Arsène Lupin que usa o icônico ladrão de casaca como inspiração para elaborar seu plano de vingança contra os milionários que incriminaram seu pai. Sua performance é tão irresistível que é difícil não terminar a temporada querendo assistir outras produções estreladas por ele. Agora, há grandes chances que você já o tenha visto nas telonas mesmo sem acompanhar de perto os lançamentos do cinema e da TV francesa. Onde? Bem, o ator já estrelou alguns blockbusters nos Estados Unidos, a começar por Jurassic World. No longa de 2015, ele foi introduzido como o treinador de velociraptors Barry Sembène, amigo do protagonista vivido por Chris Pratt. O personagem voltou a aparecer no videogame...

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O escritor nigeriano Wole Soyinka, durante visita ao Brasil em 2015 - Bruno Poletti/Folhapress

‘Aké’ é oportunidade de ler Wole Soyinka, um dos maiores nomes da África

Muitos autores, como Liev Tolstói, Graciliano Ramos e J. M. Coetzee, se debruçaram sobre suas memórias de infância para construir grandes obras ficcionais e memorialísticas. Esse também é o caso de "Aké: Os Anos de Infância", de Wole Soyinka, vencedor do prêmio Nobel de literatura em 1986. Autor de ensaios, poemas, romances, peças teatrais e memórias, Soyinka tem uma carreira premiada por sua vasta obra que tem como centro e paisagem a sua Nigéria natal. Em "Aké", Soyinka nos conduz à Nigéria dos anos 1930 e 1940, o tempo de sua infância. Aos poucos somos convidados a adentrar a atmosfera prosaica de Abeokutá, no oeste do país, a partir da vida de um Soyinka inquieto, curioso e contestador. De imediato, conhecemos o seu universo familiar –o pai, um intelectual a quem “poucas pessoas chamavam pelo nome” é "batizado" pelo menino de Ensaio. Sua formalidade representava à criança “um daqueles meticulosos exercícios estilísticos de prosa que...

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Divulgação

Série Oxalaive promove 14 encontros poéticos virtuais

Na tradição afro-baiana, sexta-feira é dia de usar branco e reverenciar Oxalá. É dentro desta simbologia que se insere o projeto Oxalaive, série de 14 programas sobre poética e cultura negra, que começa sexta-feira (15/01), e segue em edições semanais até 09/04. Os encontros virtuais, sempre das 16h às 18h, vão reunir poetas do Brasil (Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro), Moçambique, Angola e Guiné-Bissau, com transmissão simultânea nos canais do YouTube e Facebook do Coletivo Blackitude - Vozes Negras da Bahia - com retransmissão simultânea no canal da Balada Literária. A Oxalaive vai alternar entrevistas individuais com os autores/perfomers e saraus coletivos, com participação aberta ao público, mediante inscrição.  Com curadoria do escritor Nelson Maca, o projeto é um desdobramento da Live Exu – Poesias Bem Black, que promoveu 33 edições semanais entre maio e dezembro, sempre às segundas-feiras, 4h da madrugada. Em comum entre ambas,...

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Regé-Jean Page (Foto: Reprodução/Instagram)

Quem é Regé-Jean Page, a estrela da série “Bridgerton”?

Se você for como nós, sua obsessão de férias tem sido Bridgerton, a série escapista incrível da Netflix, da rainha da TV Shonda Rhimes (ela tem um contrato para desenvolver oito séries com a plataforma). A trama, baseada nos romances de época de Julia Quinn, segue Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família Bridgerton de oito filhos, que começa a ter um falso noivado com Simon Basset, o duque de Hastings, interpretado por nossa mais nova paixão, Regé-Jean Page. E isso nos leva ao ponto desta matéria: estamos coletivamente obcecadas por Regé-Jean Page. O ator de 30 anos é a inegável estrela da série de sucesso e um lindo homem - tanto dentro quanto fora da tela. Se todas as partes do seu corpo formigam e vibram como borboletas toda vez que você o vê na tela (ou fotos dele no Google ou no Instagram), então você...

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Arte por Raquel Batista

O Movimento Negro Organizado Hoje: Vozes da Coalizão Negra Por Direitos #DesenraizandoRacismo

Esta é a segunda matéria de uma série de três sobre a Coalizão Negra por Direitos e dá início a uma série de matérias do projeto antirracista do RioOnWatch. Conheça o nosso projeto que trará conteúdos midiáticos semanais ao longo de 2021—Enraizando o Antirracismo nas Favelas: Desconstruindo Narrativas Sociais sobre Racismo no Rio de Janeiro. Para contribuir com essa pauta, clique aqui. 31 de dezembro de 2020, no último dia do ano, com quase 200.000 vidas perdidas para a Covid-19 no país, em uma pandemia que no Brasil mata mais negros, 81 lideranças de movimentos negros de todo o país gravaram um manifesto, em vídeo, para enviar sua mensagem ao povo brasileiro. Trata-se de mais uma ação de enfrentamento ao racismo da Coalizão Negra Por Direitos, uma articulação com incidência política no Congresso Nacional e fóruns internacionais. A Coalização reúne mais de 150 coletivos, instituições e entidades do movimento negro brasileiro de hoje. No vídeo Manifesto da Coalizão Negra Por Direitos | Por um 2021 Verdadeiramente...

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Ana Hikari (Reprodução/Insytagram/@ _anahikari)

Ana Hikari, 1ª protagonista asiática da TV: ‘Passei a vida reduzida a japa’

Em décadas de TV Globo, apenas uma atriz de ascendência asiática ocupou o posto de protagonista de uma novela: Ana Hikari, em "Malhação: Viva a Diferença". A temporada que foi ao ar em 2017 é celebrada até hoje por girar em torno de cinco protagonistas mulheres, dentre elas duas não brancas e uma LGBTQ+. O sucesso foi tanto que a trama, criada por Cao Hamburger (o mesmo de "Castelo Rá-Tim-Bum") venceu o Emmy Internacional e ganhou um spin-off: "As Five", série de 10 capítulos que mostra as mesmas protagonistas, mas no início da vida adulta, na faixa dos 24 anos — dois a menos que Ana atualmente. À Universa, a atriz reflete sobre a importância de a televisão assumir compromisso com questões de gênero, raça e classe — assuntos que ela busca estudar mais a cada dia. Foi assim que se descobriu amarela: lendo sobre feminismo negro. Agora, Ana quer uma segunda protagonista,...

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Netflix

Lupin: Série francesa da Netflix quebra recorde na plataforma

Dona da primeira posição do TOP 10 da Netflix Brasil durante o último fim de semana, Lupin, série francesa que é o novo fenômeno original do serviço de streaming, quebrou recorde na plataforma. Lupin estreou na última sexta-feira (8) na Netflix, desbancou Bridgerton e rapidamente se tornou a primeira série francesa a entrar para o TOP 10 da plataforma nos Estados Unidos em sua estreia (via Deadline). Abaixo, confira o trailer de Lupin: Qual é a trama de Lupin? Em Lupin, Omar Sy (Intocáveis) interpreta Assane Diop, que se inspira no famoso ladrão e mestre do disfarce, Arsène Lupin, "o Ladrão de Casaca", para elaborar um grandioso assalto no Museu do Louvre, em Paris, França. Diop carrega consigo um grande trauma: quando criança, o garoto viu o pai ser morto após ser preso injustamente por um crime que não cometeu. 25 anos depois, Diop está disposto a vingar o pai...

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Aleksandr Púchkin e Machado de Assis (wikimedia commons)

Púchkin e Machado, o ser negro, formas de ouvir o outro

Este estudo pretende, em leituras de Púchkin e aproximações de Machado, analisar, em perspectiva comparada, o lugar de visibilidade da herança afrodescendente em Aleksander Púchkin (1799-1837) na literatura russa e Machado de Assis (1839-1908) na literatura brasileira. Perceber, entre margem e centro, a voz plural e inovadora do autor russo, seus caminhos até o outro. Em Puchkin, a viagem. Fronteiras possíveis. O olhar para si que se deixa atravessar pela diferença. Em Machado, seu olhar para as máscaras sociais e para a escravidão. Nesses autores, marcas em sua literatura que formam a sua casa e o seu tempo, em diálogo com a modernidade. Na abertura para o outro, leituras onde o que estava no lugar do cânone também se modifica, escurecendo o imaginário nos novos contextos. Primeiras linhas Escurecer a folha. Uma escolha, um gesto. Penso na página feita de pedaços, vestígios. Machado em seu contexto afrodescendente. Nesse colar e...

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A cantora Alaíde Costa Kazuo Kajihara/ Sesc-SP

‘Não tenho muito o que me queixar da vida’, diz a cantora Alaíde Costa

Passadas mais de seis décadas de carreira, a cantora Alaíde Costa, 85, diz que ainda sente frio na barriga antes de subir ao palco. “Até hoje sou uma pessoa bem tímida”, conta. “Mas naquela época era muito mais. Chega na hora, a gente acaba vencendo a timidez e segue em frente”, continua. A música sempre esteve presente na vida de Alaíde. Ela diz que o acontecimento que realmente a incentivou a seguir carreira no ramo foi quando se apresentou no programa de calouros comandado por Ary Barroso, quando tinha 16 anos. “Ele me deu nota máxima”, diz. “E ele era muito exigente, sabe? Muito exigente mesmo. Já naquela época eu procurei cantar uma coisa diferenciada do que se ouvia.” Cantora associada à bossa nova, Alaíde diz que o cenário musical brasileiro, nos dias de hoje, está muito “confuso” e “esquisito”. “Muita coisa mudou. Aliás, muda a toda hora. A cada...

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A atriz Golda Rosheuvel interpreta a rainha Charlotte da Inglaterra na série ‘Bridgerton’. Em vídeo, trailer da atração. (Foto: Reprodução/ Netflix)

A ‘avó’ negra da rainha Elizabeth

A Netflix conseguiu outra vez. Uma série de sua lavra fez novamente disparar o fascínio por uma rainha britânica e reabriu o debate sobre a raça na Casa Windsor. Não se trata de Elizabeth II e a polêmica gerada pela dramatização de sua vida em The Crown, nem tampouco Meghan Markle, uma atriz birracial recebida, tempos atrás, como um sopro de ar fresco numa das monarquias mais antigas da Europa. Quando Bridgerton estreou no dia de Natal, como uma de suas apostas mais potentes da plataforma, muitos espectadores se perguntaram se a escolha de uma intérprete negra para encarnar a rainha Charlotte era uma licença narrativa dos produtores. Desta vez, entretanto, o gigante da ficção teria optado por ser fiel à História, ou ao menos à interpretação de uma ampla corrente de acadêmicos, que afirmam que a esposa de George III seria descendente de africanos. Embora a soberana não seja...

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Dr. Dre (Foto: Jason Kempin/Getty Images)

Dr. Dre envia mensagem direto da UTI após sofrer aneurisma cerebral: “Estou indo muito bem”

Os fãs de Dr. Dre podem respirar aliviados, já que o ícone da música e gênio do rap em pessoa enviou uma mensagem dizendo que está bem após o grande susto ter sido internado por ter sofrido um aneurisma cerebral. Em post publicado no instagram, o megaprodutor compartilhou uma imagem dele defronte a uma imensa mesa de som em um estúdio e reiterou que está "ótimo" e que logo estará fora do hospital. O fato tornado público pelo site TMZ na noite de terça-feira assustou muitos fãs e gente da indústria musical, já que não é comum ter alguém sendo levado às pressas para o hospital e colocado na Unidade de Terapia Intensiva. Apesar da gravidade do problema, aparentemente os médicos conseguiram parar o sangramento cerebral, já que Dre, cujo nome real é Andre Young, teve condições de publicar o prognóstico positivo.   Ver essa foto no Instagram   Uma...

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Homenagem feita pelo Google a Juliano Moreira no dia em que ele completaria 149 anos (Google)

Juliano Moreira: o psiquiatra negro que revolucionou o tratamento de transtornos mentais no Brasil

No início do século 20, ele "revolucionou o tratamento de pessoas com transtornos mentais no Brasil e lutou incansavelmente para combater o racismo científico e a falsa ligação de doença mental à cor da pele". É assim que o Google apresenta o trabalho do psiquiatra brasileiro Juliano Moreira, ao homenagear o trabalho do cientista e professor baiano neste dia 6 de janeiro, quando o nascimento dele completa 149 anos. Moreira nasceu em Salvador, em 1872, filho de uma mulher negra que trabalhava em uma casa de aristocratas na Bahia — algumas biografias apontam que ela mesma era escrava e outros relatos mencionam que ela era descendente de escravos. Só em 1888 o Brasil aprovaria a Lei Áurea, que determinava o fim da escravidão. Os relatos sobre a vida de Moreira destacam a condição de pobreza na origem dele e o fato de que teve que vencer fortes obstáculos para entrar na Faculdade...

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(Foto: Divulgação/Disney)

Soul retrata de maneira sensível as experiências da vida – e ensina que há beleza nas pequenas coisas

Você já tentou se descrever sem falar sobre trabalho? Ao preencher o perfil em um site de relacionamentos ou apresentar-se à uma pessoa que acabou de conhecer, você fala primeiro sobre quem é ou sobre o que faz? Em uma sociedade obcecada com o sucesso profissional, as duas coisas misturam-se com assustadora naturalidade, e sem nos darmos conta, somos nosso ofício antes de sermos qualquer outra coisa. Soul, mais novo fruto da parceria Disney e Pixar, chega para desconstruir ideias enraizadas de maneira tão natural, que ao terminarmos de assistir o filme, somos confrontados pela nossa própria existência. Para onde vamos? De onde viemos? O que é viver? E mais importante, o que faz de nós humanos? Tais questionamentos são levantados por um filme de animação infantil, e é aí que encontra-se a genialidade do projeto. Não é necessário um diploma em filosofia para entender o sentido da vida: ser...

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Como cientista da Nasa de Uganda, Catherine Nakalembe, usa satélites para impulsionar a agricultura

Como uma entusiasta jogadora de badminton, a ugandense Catherine Nakalembe queria estudar ciências do esporte na universidade, mas o fracasso em obter as notas exigidas para um subsídio do governo a colocou no caminho que a levou à Nasa. E ainda ganhou um relevante prêmio de pesquisa em alimentos, escreve Patience Atuhaire da BBC. Quando Nakalembe tentou explicar a um fazendeiro de Karamojong, no nordeste de Uganda, como o trabalho dela usando imagens tiradas de satélites centenas de quilômetros acima da Terra se relaciona com seu pequeno terreno, ele riu. Embora ela use as imagens em alta resolução em seu trabalho pioneiro para ajudar os agricultores e os governos a tomarem melhores decisões, ela ainda precisa trabalhar para aprimorar os dados. Em outras palavras, do espaço você não pode dizer a diferença entre grama, milho e sorgo. "Por meio de um tradutor, disse ao fazendeiro que quando olho os dados,...

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