África e sua diáspora

    Escritora publicou 51 livros, entre romances, contos, crônicas, traduções e ensaios folclórico (FLINKSAMPA/DIVULGAÇÃO)

    Ruth Guimarães: o centenário da escritora pioneira que colocou a identidade negra no centro de sua obra

    Literatura caipira e negra. Para a escritora Ruth Guimarães (1920-2014), a definição era orgulhosamente assumida. Em 2007, em depoimento concedido ao Museu Afro Brasil, ela afirmou que, "assim como somos um povo mestiço, todo cheio de misturas de todo jeito, a nossa literatura também é toda feita de pedaços de textos, de arrumações aqui e ali". "Não há nada que nos torne inteiriços, inteiros", definiu. "Minha literatura é isso também. Eu conto a história da roça, de gente da roça, do caipira. Eu também sou caipira, modéstia à parte. Eu não me importei muito se havia uma tendência, ou se havia uma inclinação para contar a história do preto; como eu também sou misturada, o meu livro é misturado. Como eu sou brasileira, nesse sentido de brasileiro todo um pouco para lá, um pouco para cá, o meu livro também é assim, um pouco para lá, um pouco para cá."...

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    Foto: NAPPY STUDIO

    A vida de nossos idosos negros também importa

    Novembro é o mês em que parte da população entende a necessidade de pensar na consciência, no corpo, nas condições de vida e na identidade das pessoas negras no nosso país. E é justamente nesse mês que o presidente da República transfere para cidadãos e cidadãs o fracasso do Estado no enfrentamento de uma sindemia, além de uma pandemia. Sindemia pelo fato de ser um acúmulo de diversas crises: sanitária, política (em que impera o negacionismo), econômica (crescente número de desalentados e desempregados), conflitos raciais (isolamento e distanciamento não foram capazes de amenizar as práticas violentas contra grupos sociais desprivilegiados) e a Covid-19. São essas crises que simbolizam as marcas do racismo, pois são as pessoas negras as mais afetadas. Estamos lutando pelo direito de respirar, parafraseando o filósofo camaronês Achille Mbembe, e os idosos negros talvez sejam o grupo a quem esse direito é mais proibido de vivenciar. No...

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    A pesquisadora Ana Flávia Magalhães Pinto no Instituto Central de Ciências (ICC), da Universidade de Brasília (Foto: Arquivo Pessoal)

    20 de Novembro e a defesa de nossos melhores sonhos de liberdade

    Em algum momento entre 1962 e 1976, o poeta afro-gaúcho Oliveira Silveira encarou suas angústias acerca da gravidade dos vazios históricos produzidos pelo racismo brasileiro e deu ao mundo o poema “Pobre Menino Preto”. Os versos publicados no livro "Praça da Palavra" reconstroem as tentativas frustradas de uma criança negra para associar sua imagem às dos heróis disponíveis à época: “brincando com a turma: / se imagina mocinho / não cola / os mocinhos são brancos / como os outros”. Ao querer se inventar Tarzan, é logo derrubado do galho por quem o vê apenas como “chita / macaco / chimpanzé / orangotango”. Não fosse tudo isso cruel o bastante, faltava a ele repertório para defender seu íntimo desejo de ser: “não pode brincar de Zumbi / ou Toussaint-Louverture / porque são heróis de verdade / que ninguém conhece / nem ele mesmo nunca ouviu falar”. O menino com o qual Oliveira...

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    Conheça os vencedores da mostra audiovisual “(Entre)VivênciasNegras”

    Em setembro, lançamos um edital convidando produtores audiovisuais negros para a edição de histórias de vida de pessoas negras do acervo do Museu da Pessoa. O momento de sabermos os 10 premiados chegou! O comitê curatorial, composto por Day Rodrigues, Luciara Ribeiro e Sueli Carneiro, analisou os vídeos submetidos e estamos felizes em anunciar os selecionados: CLIQUE AQUI E ACESSE A MOSTRA   Estes vídeos compõem a I Mostra Audiovisual do Museu da Pessoa (Entre)Vivências Negras! Visite a mostra e confira as edições premiadas

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    (Foto: Isabella Pinheiro/Gshow)

    Falas Negras recebe milhares de elogios e Lázaro Ramos agradece

    A Globo exibiu na noite de ontem (20), no Dia da Consciência Negra, o especial Falas Negras, dirigido por Lázaro Ramos. A atração reuniu 22 depoimentos de atores interpretando nomes conhecidos pelo grande público na luta contra o racismo, como Nelson Mandela (Bukassa Kabengele) e Martin Luther King (Guilherme Silva). No programa, Taís Araújo interpretou Marielle Franco, vereadora assassinada no Rio de Janeiro, Tatiana Tibúrcio viveu a mãe do menino Miguel Otávio, que caiu de um dos andares de um prédio de luxo no Recife, enquanto estava sob os cuidados da patroa da mãe, e Silvio Guindane interpreto o pai de João Pedro, menino morto a tiros durante uma operação da polícia. O especial Fala Negras também contou com Muhammad Ali (Babu Santana), Milton Santos (Aílton Graça), Luiz Gama (Flavio Bauraqui), Lélia Gonzalez (Mariana Nunes), Angela Davis (Naruna Costa), Luiza Bairros (Valdineia Soriano), Malcolm X (Samuel Melo), entre outros. Para...

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    Foto: Enviado para o Portal Geledés pelo autor

    Mel Duarte lança ‘Colmeia,’ livro que celebra 10 anos de carreira

    Para celebrar os 10 anos de carreira na literatura, Mel Duarte lança, neste dia 19 de novembro - quando comemora também o próprio aniversário - a pré-venda do livro Colmeia, que reúne toda a obra até aqui, com alguns poemas inéditos e também textos celebrativos de Ryane Leão, Preta Ferreira e Emicida. A obra sai pela Philos Editora. O livro está dividido em capítulos como Pólen, com poemas dos livros Fragmentos Dispersos e Negra Nua Crua, Favo, com poemas publicados em diferentes antologias, revistas, entre outros e Néctar, com poemas inéditos e chega assinada com prefácio da escritora Elizandra Souza. A capa e as ilustrações são da artista Luna Bastos e seguem a estética afrofuturista. A obra chega então para marcar uma década na carreira de Mel Duarte e encerrar os trabalhos da artista em 2020. “Entendi que estava na hora de fazer um livro comemorativo e que reunisse minha...

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    ADOBE

    20 de novembro: Três motivos para o dia da consciência negra

    Vinte de novembro é o dia da consciência negra no Brasil, instituída pela lei nº. 12.519 de 10 de novembro de 2011, mas a pergunta que fica é: como e por que surgiu o dia da consciência negra? É realmente necessário um dia como esse?  Outras indagações e polêmicas que surgem é: “se existe o dia da consciência negra, então por que não existe o dia da consciência branca?” Ou, outros argumentos como, “ isso é racismo dos próprios negros!” A fim de responder todas essas indagações, este artigo se propõe a demonstrar três razões suficientes quanto à necessidade de ter um dia especifico para a consciência negra no Brasil.  A primeira razão será o argumento filosófico e conceitual, o segundo, o argumento histórico e o terceiro, o argumento contemporâneo. A primeira palavra que chama a atenção é o termo CONSCIÊNCIA, pois, para o dicionário de filosofia Nicola Abbagnano, em...

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    Crédito: Getty Images/iStockphoto

    “Seja Um Preto Como Eu”: pretos na música eletrônica

    O projeto “Seja Um Preto Como Eu" é um manifesto que reúne produções de artistas negros da cena musical eletrônica brasiliera para reivindicar seu espaço em alto e bom som. Liderado pela gravadora "O Problema É Grave", junto com os produtores Christian Gomes aka Thousand Kids e Iago Cavallieri aka Cavallieri, o lançamento ocorre Dia 20 e será disponibilizada no YouTube, Spotify e SoundCloud. Com o objetivo de valorizar a produção nacional, os destaques serão Curol, Ishimarumusic, Mistikke.music, Douth, Cavallieri, Klledawid, Guzz que, inspirados em nomes como DJ Marky, Black Coffee e Carl Cox, fortalecem o material que contam com nove colaboradores. Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, o manifesto tem o objetivo de subverter a lógica da cena eletrônica e, além de reduzir as desigualdades nela presentes, retomar e reapropriar essa construção cultural e artística, ressignificando seu conceito. O projeto marca uma tomada de posição que envolve representatividade...

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    Foto: Divulgação

    Sarau Poética da Macumba ocorre sábado (21) no YouTube

    No próximo sábado (21), às 17h, Latitudes Africanas organiza o Sarau Poética da Macumba, que será transmitido em seu canal do YouTube. O Sarau Poética da Macumba é uma atividade artístico-cultural pan-africana e internacional que visa proporcionar reflexões em torno do Mês da Consciência Negra. O objetivo é receber artistas e poetas negros/as do Brasil, Colômbia, Guiné-Bissau, México e República Democrática do Congo. Será mediado por Cicí Andrade, cantautora, estudante de Antropologia em Unila, cria de Saraus da Zona Sul de SP, e que desenvolve sua arte de maneira independente, e por Bas´Ilele Malomalo, natural da RDCongo, filósofo, poeta e coordenador de Latitudes Africanas/Unilab. Entre os convidados, conta-se com a presença de Chay C., músico compositor, produtor afromexicano do estado de Oaxaca, membro e fundador do grupo “Aguaje Ensamble”, projeto que busca dar visibilidade ao povo afromexicano. Jônatas Petróleo, sambista paulista, ativista sociocultural e professor de música. Alicia Reyes, comunicadora...

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    Divulgação

    No mês da consciência negra o Justificando lança coluna ‘Vozes Negras’

    No mês da consciência negra, oito juízas e juízes e oito defensoras e defensores públicos negros aterrissam no Justificando com uma coluna que pretende iluminar temas e discussões nem sempre presentes nas publicações dos sites jurídicos: o direito e as relações étnico-raciais. A coluna, veiculada às terças, é coordenada por Eduardo Pereira da Silva, Isadora Brandão e Kenarik Boujikian. É inegável que a inauguração de um espaço que possibilite a reverberação de vozes negras do campo jurídico constitui, por si só, uma iniciativa arrojada. Isso se levarmos em consideração a subrepresentação de negros(as) nos quadros das instituições que compõem o sistema de justiça e o longo caminho que ainda precisamos precorrer para que estas reflitam o mosaico plurirracial e pluriétnico que define a sociedade brasileira e é, sem sombra de dúvidas, o seu maior patrimônio. Contudo, a coluna pretende ir além. Assumimos também o desafio de provocar, todas às terças-feiras,...

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    Steve McQueen (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni)

    Steve McQueen se inspira em Bob Marley para criar série sobre tensões raciais

    "Não quero protestar. Ninguém quer protestar. Só queremos tratamento igualitário, para que não precisemos mais protestar", afirma o cineasta britânico Steve McQueen. "É difícil para nós, negros, vivermos nesse mundo de extremos. Mas não podemos deixar de lutar." Há um tanto de luta e um tanto de fervo em "Small Axe", minissérie sobre atritos raciais no Reino Unido que o diretor criou para a BBC, ainda sem previsão de estreia no Brasil. O título, "pequeno machado", foi pinçado de um verso de Bob Marley —"se vocês são a grande árvore, nós somos o pequeno machado". A influência do reggae na Inglaterra dos anos 1970 e 1980 é um dos motores da série. McQueen cavoucou de sua infância imagens e sons das "blues parties", farras caseiras que os imigrantes caribenhos faziam em Londres —espécie de resistência festiva de uma comunidade relegada às margens da sociedade britânica. Outros embates sociais são retratados...

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    Desenho de Esperança Garcia, negra escravizada que foi reconhecida como primeira advogada do Piauí (Ilustração: Valentina Fraiz)

    Quem foi Esperança Garcia, negra escravizada reconhecida como 1ª advogada do Piauí

    Esperança Garcia, mulher negra e escravizada, escreveu ao governador do estado do Piauí em 1770, denunciando os maus-tratos que tanto ela quanto suas companheiras e seus filhos sofriam. Também reclamava do fato de ter sido separada de seu marido e do impedimento de batizar as crianças. Devido a essa carta, Esperança recebeu o título simbólico pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Piauí de primeira advogada do estado. A carta de Esperança foi encontrada em 1979, no Arquivo Público do Piauí, pelo historiador Luiz Mott. A descoberta de sua reivindicação fez dela símbolo da luta por direitos e da resistência negra. Em sua homenagem, o dia 6 de setembro, data da carta, foi instituído como Dia Estadual da Consciência Negra no Piauí. O reconhecimento por parte da OAB foi fundamentado em dois anos de pesquisa da Comissão Estadual da Verdade da Escravidão Negra da seção local da Ordem e...

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    Jaques Felix Trindade. “Capa”. Jornegro, São Pa... (1978)

    “Nossas Histórias: vidas, lutas e saberes da gente negra”, uma exposição necessária

    Sob a curadoria da Rede de Historiadoras Negras e Historiadores Negros, Geledés – Instituto da Mulher Negra, em parceria com Acervo Cultne e Google Arts & Culture, dá início ao projeto de exposições virtuais “Nossas Histórias: vidas, lutas e saberes da gente negra”. Essa ação é entendida como uma maneira de reposicionar as pesquisas acadêmicas de excelência produzidas por historiadoras negras e historiadores negros acerca dos mais diversos temas que envolvem pessoas de ascendência africana no Brasil e no mundo. O projeto, assim como outras iniciativas que temos desenvolvido, busca atender aos propósitos da reeducação das relações étnico-raciais e do letramento histórico antirracista. A primeira exposição da série visa a compreensão do 20 de novembro como o Dia Nacional da Consciência Negra e estará completa nesta plataforma até dezembro. As seis “salas virtuais” apresentarão informações que vão das práticas de memórias da gente negra no século XIX até as reflexões...

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    Foto: Divulgação/ Festival Ori

    Festival Ori comemora Dia da Consciência Negra com edição digital

    Como celebração à cultura negra e em decorrência do Dia da Consciência Negra ocorrerá, em 20 de novembro, o Festival Ori. Esta edição, intitulada De cabeça na consciência, será em modelo de revista eletrônica e será transmitida ao público a partir das 15h, por meio do canal do YouTube do Cultne, maior acervo de material negro do país. A apresentação do Festival Ori ficará por conta de Lica Oliveira, Rafael Mike, Aza Njeri e Carlos Alberto Medeiros. A programação em 20 de novembro contemplará entrevistas, shows, narrativas negras, humor, poesia e matérias. “A proposta é aproximar e integrar a audiência de todas as idades e classes sociais ao mundo digital, de inovação e cultura”, explica a organização do evento on-line em nota. A proposta do evento é unir iniciativas de cultura, artes, música, moda, estética, educação, empreendedorismo, finanças e projetos sociais, dando mais significado à data. Convidados A competição de...

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    Foto: Divulgação/ Museu Afro Brasil

    Semana da Consciência Negra: Museu Afro Brasil tem programação especial

    No mês em que se comemora o Dia da Consciência Negra, o Museu Afro Brasil preparou um conjunto de atividades que atravessarão a Semana de ponta a ponta. Entre o aniversário de Emanoel Araújo, dia 15, e o sábado, 21 de novembro, a instituição promoverá lives, oficinas, visitas online mediadas e a abertura da exposição Melvin Edwards – o escultor da resistência, que traz ao Brasil obras de um dos principais nomes da arte contemporânea. O Museu Afro Brasil, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, gerida pela Associação Museu Afro Brasil, promoverá, entre os dias 15 e 21 de novembro de 2020, a Semana da Consciência Negra do Museu Afro Brasil, conjunto de eventos online que buscam refletir, difundir e valorizar temas relacionados à cultura afro-brasileira. Com uma programação elaborada para o ambiente virtual, a Semana será aberta no domingo, 15, com a...

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    Foto: REVISTA O MALHO/BIBLIOTECA NACIONAL DIGITAL / EL PAÍS

    Há 110 anos, marujos denunciaram chibata na Marinha e racismo no Brasil pós-abolição

    O Rio de Janeiro entrou em pânico. Quando correu a notícia de que, da Baía de Guanabara, quatro navios de guerra apontavam seus canhões para a cidade, os cariocas fizeram as malas às pressas para fugir da morte. Na Estação Central do Brasil, os trens para longe da capital da República partiram lotados. Nos bondes com destino aos subúrbios, os passageiros viajaram espremidos, muitos pendurados no lado de fora. O perigo era real. Numa amostra do estrago que eram capazes de provocar, os encouraçados fizeram disparos que mataram duas crianças no Morro do Castelo, no Centro, a poucos metros da Câmara dos Deputados. O senador Ruy Barbosa (BA) contou aos colegas, num discurso no Senado, o horror de ter sido testemunha ocular do ataque naval: — Foi com a minha filha chumbada ao leito, por uma enfermidade que não nos permite sequer movê-la na sua própria cama, que tive esta...

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    Kehinde Andrews, professor da Birmingham City University - Birmingham City University

    Se Hamilton não fosse negro, seria muito mais popular, diz professor britânico

    Perto de confirmar seu heptacampeonato mundial na F-1, o que pode acontecer no domingo (15), o inglês Lewis Hamilton, 35, teve um 2020 muito marcado também pelo que fez fora das pistas. Neste ano, ele se consolidou como uma das principais vozes ativistas entre os atletas por suas declarações, protestos que liderou antes dos GPs e ao ir às ruas em manifestações do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) que eclodiram mundialmente às vésperas do início da temporada da F-1. Na opinião de Kehinde Andrews, professor de Estudos Negros da Birmingham City University, o ativismo que o faz ser tão admirado globalmente também limita seu reconhecimento entre os próprios britânicos. "Há uma grande parte da população que não gosta quando você é “negro demais” e se posiciona. Hamilton poderia ter se posicionado menos para ser mais popular, mas, dando crédito a ele, decidiu ser firme", afirma Andrews em entrevista...

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    Will Smith mostra fotos de reunião especial com elenco de 'Um Maluco no Pedaço' — Foto: Reprodução/Instagram

    Will Smith mostra trailer de reunião de elenco de ‘Um Maluco no Pedaço’

    Will Smith divulgou nesta sexta-feira (13) um trailer do encontro entre o elenco de "Um Maluco no Pedaço". A reunião especial com os atores aconteceu em setembro, em comemoração aos 30 anos desde a estreia da série. O encontro completo será exibido no dia 19 de novembro pela HBO. "Estas são as pessoas que me fizeram ser oo homem que sou hoje. E eu não poderia deixar esse dia passar sem registrar a ocasião", escreveu Will Smith em suas redes sociais ao divulgar o trailer.   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) No vídeo, imagens do animado e emocionante encontro mesclam com cenas de episódios da série. No vídeo, Will também recorda sua emoção em das cenas gravadas ao lado de James Avery, o tio Phill, que morreu em 2014 aos 65 anos. Além do encontro especial, a série "Um maluco no pedaço"...

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    (Foto: Divulgação/ Festival Orixás)

    Cidade de São Paulo terá, a partir deste ano, a Marcha dos Orixás

    A partir deste ano, a cidade de São Paulo ganhará um novo e importante evento que fará parte do seu Calendário Oficial. Trata-se da Marcha dos Orixás, uma celebração com o objetivo de homenagear anualmente as divindades das religiões de matriz-africanas, aprovada pela Câmara Municipal, por iniciativa do vereador Quito Formiga. A data oficial escolhida foi 15 de novembro, o Dia Nacional da Umbanda e do Umbandista. Porém por conta da pandemia de Covid-19 (coronavírus), que adiou o primeiro turno das eleições municipais para este dia, a celebração será no formato de Festival Marcha dos Orixás. Artistas Convidados - O evento foi gravado no dia 08 de novembro ao longo de cerca de cinco horas, direto da casa de espetáculos Nitro Night, reunindo artistas adeptos da religião e respeitando os protocolos de segurança sanitária. Participam do Festival Marcha dos Orixás o grupo Aláfia (ao lado do lendário DJ KL Jay,...

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    Imagens: divulgação. Na foto: Ebomi Cici.

    Oficinas Culturais propõem atividades dedicadas ao mês da Consciência Negra

    As Oficinas Culturais, uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e gerenciadas pela Poiesis, possuem diversas atividades on-line e gratuitas em homenagem ao dia da Consciência Negra, que faz referência à morte de Zumbi dos Palmares no dia 20 de novembro de 1695. A programação convida o público a refletir sobre a data com bate-papos, oficinas e workshop. A live Arte em Diáspora: Experiências Guinée Connakry, Tunisia e Brasil tem como objetivo discutir sobre as estratégias que os artistas convidados encontram para dialogar com as imagens e visões de África, seja para questionar significados já consolidados, ou mesmo, para analisar velhos estereótipos advindos do racismo epistemológico que hierarquiza saberes, pessoas e países. O encontro será com a cantora, bailarina e compositora da Guinée Conacri, Fanta Kanotê e com o poeta, pintor, ator-dançarino e diretor Benjamin Abras, brasileiro que reside em Tunes (TUN). A live...

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