sexta-feira, julho 23, 2021

Mulher Negra

Ingrid Silva/Reprodução Instagram

Ingrid Silva lança filtro “Turban & Beauty” no Instagram

Em busca de mais representatividade e afirmação individual de cada um com suas características, a bailarina e ativista Ingrid Silva lança o filtro “Turban & Beauty” no Instagram. Fã de turbantes, como acessório e também símbolo de potência, Ingrid apresenta cores e texturas diferentes e para todos os gostos. Outro importante diferencial, o filtro também apresenta alguns retoques de maquiagem, com delineador, blush e cílios discretos, que realçam a beleza e não modificam traços originais e cor de pele.  “O mais legal desse mundo digital é o fato de podermos sempre criar coisas diferentes. Sempre tive vontade de fazer um filtro. Percebi que não me identificava com os efeitos, com as cores de pele variadas que aparecem geralmente, com as mudanças estéticas. Então pensei nesse formato para também entrar nessa brincadeira e trazer reflexão e verdade junto com ela. Trazer identidade para todos que quiserem usar”, comenta Ingrid. Criado pelos...

Leia mais
Divulgação

Vozes diversas e pretas para marcar o Julho das Pretas, escritoras negras do DF realizam encontro aberto ao público

Romancista. Contista. Poeta. Ensaísta. Cronista. Acadêmica. A produção literária de mulheres negras do Distrito Federal é vasta e diversa. Para reunir, saudar e apresentar essas escritas, elas realizam o I Julho das Pretas que Escrevem no DF. O encontro já tem presenças confirmadas de Cínthia Santos, Pietra Souza, Cristiane Sobral, Tatiana Nascimento, Conceição Freitas, Cida Chagas, Marina Andrade, Poeta Kaju, Ramíla Moura, Daniela Luciana, Ismália Afonso, Maíra Brito, Cleudes Pessoa, Debrete, Manuelita Hermes, Zane do Nascimento, Hellen Rodrigues e Waleska Barbosa. O evento ocorre no sábado, 24, na Banca da Conceição, (308 Sul), entre 15h e 18h e marca o 25 de julho, Dia da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha. As jornalistas Jacira Silva e Rosane Garcia, precursoras da presença da mulher negra em redações de jornais brasilienses e a educadora e ativista cultural Lydia Garcia serão homenageadas. A programação vai contar com a presença das autoras e/ou suas obras...

Leia mais
A Jornalista Joyce Ribeiro, da TV Cultura (Foto: Carol Coelho )

Joyce Ribeiro expõe falta de negros no jornalismo: ”Poucas parecidas comigo”

Para a jornalista e escritora Joyce Ribeiro, é um deleite ser inspiração para diversas gerações que pretendem ingressar na profissão. Aos 42 anos, ela está à frente do ‘Jornal da Tarde’, na TV Cultura, é mãe de duas filhas, e caracteriza tudo como fruto de “realização, alegria e responsabilidade”. Segundo ela, os anos de estudo e carreira foram árduos, já que a imagem da mulher negra no jornalismo parecia algo distante. “Eram poucas as mulheres parecidas comigo na TV. Sempre me inspirei na Glória Maria e na Dulcinéia Novaes, que mesmo começando antes, em um cenário muito mais resistente a presença do negro na TV, conseguiram lutar, insistir e desenvolver carreiras brilhantes que são exemplos para profissionais que vieram depois”, destaca ela à AnaMaria Digital. A falta de profissionais negros nas redações e a dificuldade para a presença de apresentadores negros, segundo Joyce, expressam o alcance do racismo na sociedade, sobretudo nos ambientes de trabalho....

Leia mais
Reprodução/Vakinha

Estudante lança campanha para intercâmbio na Université de Lyon

Sallut, Sou a Mariana e sou aluna de Direito na USP. Cresci no Rochdalle, um bairro da periferia de Osasco/SP. Como qualquer outra pessoa do lugar de onde vim, estudei a vida inteira em Escola Públicas,e tive que me esforçar o triplo para chegar onde estou hoje.  Minha trajetória até o ensino superior começou aos 17 anos, em 2016. Estudava pelas manhãs no terceiro ano do ensino médio, e no período da tarde e noite, estudava no cursinho pré-vestibular gratuito na Faculdade de Direito da USP, no Arcadas Vestibulares. Infelizmente, não consegui terminar meus estudos nesse cursinho, pois tive que me mudar para o interior de São Paulo. Foi assim, que no ano seguinte, comecei a estudar sozinha.  Em 2018, com 19 anos, passei na Faculdade de Direito da USP, após um ano estudando em casa para o vestibular, com apenas um celular e acesso à internet. Sem cursinhos preparatórios...

Leia mais
Reprodução/Facebook

Frente Negra Gaúcha (FNG) organiza webinar para celebrar o ‘Julho das Pretas’ nesta quinta (22)

Pelo segundo ano consecutivo, a Frente Negra Gaúcha (FNG), por meio de sua Diretoria de Comunicação, realiza o “Julho das Pretas”. Trata-se de uma programação especial em homenagem às mulheres, a fim de marcar as comemorações do Dia Internacional da Mulher Negra, Latina e Caribenha, cuja data é celebrada no dia 25 de julho. Para marcar a data, será realizado nesta quinta-feira (22), às 20h, o webinar “Atuação de Mulheres Negras nas Pedagogias Culturais”, com a presença de quatro personalidades, de diferentes gerações, representativas da luta das mulheres no estado e no país. A transmissão é pelo Facebook da FNG. Webinar “Atuação de Mulheres Negras nas Pedagogias Culturais” conta com a presença de quatro personalidades representativas da luta das mulheres / Divulgação Participam a professora Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, docente da UFRGS e professora titular de Ensino-aprendizagem: Relações Étnico-Raciais da Universidade Federal de São Carlos Faculdade São Carlos; Luana Santos, presidente recém-eleita da Imperadores do Samba e 1ª mulher,...

Leia mais
Se for nomeada para o STF, Mendes se tornará a primeira mulher negra a ocupar a Corte - Reprodução/Facebook

Jurista Soraia Mendes se lança candidata ao STF em contraposição a André Mendonça

Como um contraponto a candidatura do ex-advogado-geral da União, André Mendonça, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) irá lançar o nome da advogada e jurista Soraia Mendes para ocupar a cadeira deixada por Marco Aurélio de Melo. Na próxima semana, a candidatura deve ser lançada oficialmente pela organização, de acordo com a assessoria de imprensa. Ao Brasil de Fato, Mendes afirmou que, se nomeada, pretende ser "um dos guardiões da Constituição e, por consequência, de nossa democracia". Para ela, sua candidatura é uma resposta a "um projeto de 'ocupação' do Supremo Tribunal Federal, flagrantemente contrário às exigências constitucionais". Nesse sentido, a jurista afirma que "cabe às forças democráticas o papel de fazer emergir da esfera pública alternativas legítimas". "Nossa candidatura é isso. Uma alternativa viável pelo notório saber, mas, acima de tudo, por expressar o que se exige de alguém que tenha legitimidade...

Leia mais
Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

Contra retrocesso em leis eleitorais e pelos direitos das mulheres negras

Na última semana, o Congresso Nacional entrou em recesso em meio a muitas polêmicas e uma enorme incerteza às vésperas do período onde se pode aprovar legislações que passem a valer para as próximas eleições, em 2022. Em poucos dias, nós fomos do absurdo debate a respeito do voto impresso, a aprovação pelo Senado de uma lei de violência política de gênero que apesar de ter sido apresentada como um avanço, excluiu categoricamente mulheres transsexuais e travesti de sua classificação de violência, até a aprovação de um Fundo Partidário de valor bilionário, distritão e muito mais. Trata-se de uma "reforma" e para começar esse texto quero fazer uma referência à palavra reforma no contexto que a maioria de nós conhecemos. Reforma de casa. Nas últimas semanas me mudei e tive que fazer pequenas reformas na casa que estava deixando. Arrumei uma goteira na pia do banheiro, consertei um problema na...

Leia mais
Composite: Courtesy of Macmillan

Quase 50 anos depois, clássico da literatura negra chegará ao Brasil

Chegará às prateleiras brasileiras no ano que vem, quase 50 anos depois de lançado nos Estados Unidos, o romance Oreo, escrito em 1974 por Fran Ross e até agora inédito no Brasil. “Criminosamente ignorado”, na definição da revista literária Kirkus Reviews, Oreo foi redescoberto pela crítica americana e alçado à categoria de clássico contemporâneo, com direito a elogios rasgados de Paul Auster. Descrito como “hilário” pelo New Yorker, o romance, que será lançado pela Todavia, conta a jornada de uma garota negra da Philadelphia, à procura de seu pai judeu, em Nova York. Em meio aos conflitos raciais e identitários vividos pela personagem, o livro, de toques feministas, mergulha na cultura pop dos anos 1970, e mistura a linguagem da comunidade negra americana, prosa acadêmica e iídiche.

Leia mais
Ângela Côrrea (Foto: Arquivo pessoal)

“Fui modelo na Europa, fiz sucesso no Brasil e hoje vivo em Buenos Aires”

"Nasci no ano em que a grande cantora Angela Maria, uma das maiores vozes do Brasil foi coroada a rainha da rádio, e mamãe encantada com ela, me deu o nome de Ângela Maria. Minha mãe cantava muito bem, ela teria talvez um futuro brilhante como cantora de rádio, mas casou-se cedo e teve seis filhos. O Corrêa veio do meu pai, quando fiz a minissérie Abolição, o diretor Walter Avancini disse que este nome não dava, e aí passou a ser Ângela Corrêa. Hoje tenho 66 anos e, há 29, vivo em Buenos Aires. Desde criança, as pessoas diziam que eu tinha porte para ser manequim, embora eu nunca tivesse prestado atenção em desfiles ou revistas de moda. Aos 16 anos, eu já fazia alguns pequenos desfiles em São Paulo, lembro que fiz um desfile muito famoso no Paineiras do Morumby, era a semana internacional da moda, um clube...

Leia mais

I Seminário Nacional de Mulheres Pretas e Seus Saberes Periféricos, Acadêmicos e Artísticos

Com a participação de Mônica Francisco - Deputada, Yalorixá Márcia Marçal, Helena Theodoro - escritora, Lavini Castro - educadora antiracista, Andressa Oliveira - movimento negro, Margareth Machado - Congado de N. Sra. Do Rosário, Sandra Portella - sambista e intérprete, entre outras QUEM TEM MEDO DE MULHER PRETA? Em fortalecimento e complementaridade à ações de conscientização sobre a igualdade racial, o Centro de Articulações de Populações Marginalizadas e a Rede de Professores Antirracistas promovem o seminário. A iniciativa tem em vista o conhecimento e reconhecimento da construção do dia 25 de julho - Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e Dia Nacional de Teresa de Benguela. O Seminário é fruto de um movimento secular do ativismo de mulheres negras, traçado na luta contra as opressões ao refletir e discutir demandas que façam parte da agenda nacional. O evento acontecerá nos dias 19, 20, 21, 22, 23, 24 e 25 de julho, às 19h, transmitido nas plataformas do Youtube da Rede de Professores Antirracistas e na Página do Facebook do CEAP. A participação garantirá certificado. Para inscrições: https://www.subscribepage.com/quem-tem-medo-de-mulher-preta Programação Dia...

Leia mais
Nilma Lino Gomes. (Foto: Sara Maia/O POVO)

Feminismo negro está no centro da luta anticapitalista, diz Nilma Gomes

No programa 20MINUTOS ENTREVISTA desta quarta-feira (14/07), o jornalista Breno Altman entrevistou Nilma Lino Gomes, ex-ministra das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos durante o governo Dilma Rousseff, sobre o avanço do movimento negro no Brasil.  Gomes explicou que o Brasil vive no imaginário da democracia racial, “que é aquela ideia de que o Brasil, por ser tão miscigenado, vivemos harmoniosamente”, negando a existência do racismo. “Parece que o racismo existe e não existe ao mesmo tempo. Ele é negado tão insistentemente que essa forma de negar é a própria prova de sua existência”, disse. Nesse cenário, ao qual se soma a ascensão da extrema-direita, o feminismo negro "ocupa um lugar central na luta”, pois evidencia as várias dimensões da opressão: social, racial e de gênero, principalmente.  “As feministas negras nos ajudam a entender os lugares dos sujeitos no contexto das tantas opressões que vivemos no Brasil”, afirmou ressaltando a importância de...

Leia mais
doomu | iStock

Mulheres negras no cinema nacional: elas contam suas histórias

Fazer cinema no Brasil não é tarefa fácil e quando são as mulheres na linha de frente o cenário é ainda mais desafiador. Em 2019, dos 167 filmes brasileiros lançados, comercialmente em salas de exibição no país, apenas 36 foram dirigidos por mulheres. Os dados estão disponíveis no Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual, vinculado à Agência Nacional do Cinema (Ancine). Em 2018, a Ancine lançou o Informe Diversidade de Gênero e Raça nos Lançamentos Brasileiros de 2016, dos 142 filmes nacionais lançados comercialmente em 2016, 97,2% foram dirigidos por pessoas brancas. Quando se coloca o recorte de gênero, apenas 19,7% dos filmes foram dirigidos por mulheres e nenhuma delas era negra. Embora a invisibilidade seja real, a presença de mulheres negras no cinema, como diretoras, produtoras, roteiristas etc, vem de longe. Em 1984, Adélia Sampaio se tornou a primeira mulher negra a dirigir um longa-metragem. O filme “Amor Maldito” além da estreia...

Leia mais
Rita Batista em cena do Mulher com a Palavra 2021, que pela primeira vez será um programa de televisão (Foto: Caio Lirio/Divulgação)

‘Não sou mulher só em março, nem preta só em novembro’, diz Rita Batista

A jornalista baiana Rita Batista, 42 anos, é “o ponto médio entre a arrogância e a humildade”, como ela própria define em seu perfil do Instagram. Ou, ainda, “a melhor coisa que pode acontecer na vida de qualquer pessoa e/ou corporação”. Determinada, sem perder a leveza, diz sem meias palavras: “Não sou mulher só em março, nem preta só em novembro”.  A afirmação não surge do nada. Antes de ser repórter de programas como Encontro com Fátima Bernardes, É de Casa e Mais Você, no Super Manhã Globo, Rita é apresentadora do Mulher com a Palavra desde o início, em 2016. O projeto é, em sua opinião, uma oportunidade de dar voz às mulheres em todas as épocas do ano e uma fonte importante de reflexão.  Principalmente no atual contexto, refletido no noticiário. “A gente vive em uma sociedade machista, heteronormativa, racista, onde qualquer coisa que a mulher fala é desrespeitada em...

Leia mais
A historiadora e ativista antirracista Beatriz Nascimento, no documentário 'Ori' - Reprodução/Folha de S. Paulo

Livro humaniza Beatriz Nascimento, historiadora vítima de um feminicídio

É tempo de outros olhares. É tempo de novas percepções sobre olhares que já existiam, mas estiveram apagados. É tempo para vozes como a de Beatriz Nascimento. Nascimento foi intelectual, historiadora, professora, poeta e ativista antirracista. Produziu uma relevante contribuição em temáticas sobre questões raciais e culturas negras, com uma trajetória marcada pela pesquisa, ensino, produção de textos e participação no documentário "Ori", de Raquel Gerber. Sua bela trajetória foi tragicamente interrompida com apenas 52 anos, em 1995, por causa de um feminicídio, assassinada ao tentar defender uma amiga de um namorado agressor. A publicação do livro "Uma História Feita por Mãos Negras" com textos de Nascimento, organizado pelo pesquisador Alex Ratts, vem em bom tempo. Primeiramente pelo trabalho do organizador. Ratts imprimiu uma sensibilidade intelectual à trajetória de Nascimento, dando um sentido especial para nos relacionarmos com sua contribuição. Diferente do costume de fazer um percurso vida-obra quando se resgata trajetórias intelectuais, Ratts...

Leia mais
Coletivo Negras Autoras - Foto: Paulo Oliveira

Festival Latinidades 2021 anuncia programação com o tema ascensão negra

 A 14ª edição do Festival Latinidades, maior festival de mulheres negras da América Latina, acontece entre os dias 22 e 25 de julho. O tema dessa edição é a “Ascensão Negra” com a função de ser mais que um festival, mas sim, um grande encontro de saberes e potências negras. Pelo segundo ano consecutivo, o festival acontece de forma 100% online, transmitido pela plataforma Youtube, no canal do Afrolatinas.  O projeto parte do lugar das artes e da cultura para dialogar, disputar narrativas e fortalecer diferentes saberes de mulheres negras: na academia, na rua, na escola, no chão de fábrica, na comunicação, nos movimentos sociais, na gestão de políticas pública, na diversidade infinita das nossas potências e possibilidades de produção de conhecimento.  A missão do festival é ser plataforma de formação, cultura, inovação, geração de renda, impacto social, encontro, encanto, acolhimento, celebração e resistência. Neste ano, o festival homenageia a...

Leia mais

Conheça as três jovens negras selecionadas pelo Instituto Global Attitude para representar o Brasil no Youth 20 Itália

O Instituto Global Attitude selecionou três jovens negras brasileiras para o encontro do Youth 20 (Y20) Itália, a ser transmitido online a partir de Milão entre os dias 19 e 23 de julho. Amanda Costa, Juliana Degani e Lara Martins terão a missão de representar o Brasil nos debates de temáticas internacionais. O encontro precede a reunião do G20, que vai acontecer nos dias 30 a 31 de outubro deste ano.  O Y20 (Youth 20) é um evento que reúne delegados da União Europeia e dos 19 países com as maiores economias do mundo, fazendo com que os jovens discutam questões globais e proponham soluções a líderes mundiais. Os resultados da reunião serão expostos aos líderes do G20, que levarão em conta a perspectiva da juventude nas discussões.  Este ano, os temas debatidos no evento serão: Inovação, Futuro do Trabalho e Digitalização, Inclusão e Sustentabilidade, Mudança Climática e Meio Ambiente....

Leia mais
Aline Midlej (Foto: Marcelo Brandt/G1)

As dicas de livros, filmes e viagens de Aline Midlej

Aline Midlej nasceu no Maranhão, no seio de uma família baiana de origem libanesa mas viveu a vida toda em São Paulo. Nos últimos anos, trocou a capital paulista pelo Rio, de onde agora apresenta o Jornal das Dez, da Globonews.  Entre os seus gostos musicais, estão o samba e o reggae. O sonho de viagem pós-pandemia é uma incursão nos países do Leste Europeu. A viagem inesquecível? São várias, na verdade, feitas ao longo de dois anos em que arrumava as malas e partia para o continente africano para relatar o cotidiano de países quase nunca retratados pela imprensa nacional para um programa da TV Brasil.  Com ampla experiência na cobertura de Direiros Humanos (um prêmio Esso e um Vladmir Herzog no currículo), Aline se destaca na cobertura diária brasileira pela paixão e pelos comentários incisivos sobre racismo, machismo e outras opressões presentes no noticiário brasileiro.  Essa é uma parte...

Leia mais
Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

Julho das Prestas: Instituto Marielle Franco lança historia em quadrinhos

No mês em que se celebra o aniversário de Marielle Franco e o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, o Instituto Marielle Franco, dirigido por Anielle Franco, estreia minisérie “Para Onde Vamos” – que será exibida no Canal Brasil e Globo Play, lança Histórias em quadrinhos que conta a vida da irmã, e organiza o livro "A Radical Imaginação Política das Mulheres Negras Brasileiras" Tendo como ponto de partida inspirar, conectar e potencializar mulheres negras, LGBTQIA+ e periféricas a seguirem movendo as estruturas da sociedade em busca de mais justiça e igualdade, o Instituto Marielle Franco em celebração ao mês de aniversário de Marielle, no dia 27 de julho,e do Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, 25, vai promover diversas ações. No dia 07 de julho estreia a minissérie “Para Onde Vamos", que será exibida no Canal Brasil e na Globo Play, feita pelo...

Leia mais
Naomi Osaka (Quinn Rooney/Getty Images)

Documentário sobre Naomi Osaka estreia a uma semana das Olimpíadas

Um documentário estrelado por Naomi Osaka será lançado na Netflx no dia 16 de julho, uma semana antes do início dos Jogos Olímpicos de Tóquio. O longa mostrará o dia a dia da tenista japonesa dentro e fora das quadras. Para a produção do documentário, a Netflix acompanhou a carreira de Osaka desde 2018, quando ela venceu seu primeiro título no Aberto dos Estados Unidos ao derrotar ninguém menos do que Serena Williams. "Ninguém sabe realmente todos os sacrifícios que você faz", diz Osaka no trailer do documentário. Em maio, Naomi decidiu abrir mão da disputa de Roland Garros, porque "enfrentava um longo período de depressão". A tenista segue se recuperando e motivada para representar seu país justamente nas Olimpíadas de Tóquio. Assista o trailer https://www.youtube.com/watch?v=OuBd0MyHXX8&t=2s

Leia mais
Reprodução/Facebook

Quarenta ativistas cis, trans e travestis assinam carta-manifesto em defesa de uma política mais justa e representativa

Como parte das atividades do julho das pretas, mês em que se comemora o Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha (25/07), quarenta ativistas cis, trans e travestis que se candidataram nas eleições municipais de 2020 assinam o manifesto Carta Preta – A Política Que Queremos à sociedade brasileira afirmando que sua participação na política brasileira é “emergencial, essencial e necessária” e que a democracia brasileira, para representar bem o povo brasileiro, precisa ter o rosto de mulheres negras.  “Estamos enegrecendo a política. Não existe democracia com racismo e não existe uma política brasileira com a cara do povo que não tenha o rosto das mulheres negras. Estamos rompendo com as estruturas, e viemos para ficar.” As 40 mulheres negras que assinam a carta participaram entre abril e maio deste ano do projeto Jornada das Pretas, iniciativa da Oxfam Brasil em parceria com o Instituto Alziras e Instituto Marielle Franco,...

Leia mais

Últimas Postagens

Artigos mais vistos (7dias)

No Content Available

Twitter

Welcome Back!

Login to your account below

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist