quinta-feira, novembro 26, 2020

    Casos de Racismo

    Ana Lúcia Martins é a primeira vereadora negra eleita em Joinville (Foto: Redes sociais/Reprodução)

    Primeira vereadora negra eleita em Joinville é vítima de injúria racial e ameaças

    A vereadora Ana Lúcia Martins (PT) é a primeira mulher negra eleita para a Câmara de Vereadores de Joinville, no Norte catarinense. Desde domingo (15), com o resultado das eleições, ela vem recebendo ataques em redes sociais e até ameaças de morte. A Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami) instaurou inquérito na tarde desta quarta-feira (18) por injúria racial e ameaça, após um boletim de ocorrência pelos mesmos crimes ser registrado. "A priori é isso. O racismo a gente vai analisar posteriormente. Iniciamos agora a apuração dos fatos. Em relação à autoria, a gente ainda não tem", detalhou a delegada Cláudia Cristiane Gonçalves de Lima. Com 54 anos, Ana Lúcia está entre os 19 eleitos no domingo para o Legislativo no maior colégio eleitoral de Santa Catarina e recebeu 3.126 votos (1,18%). Segundo a vereadora, antes mesmo de sair os resultados das urnas, começaram os ataques,...

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    Imagem: Geledes

    Um ano após injúria racial contra segurança do Mineirão, agressores seguem impunes e pedem indenização ao Atlético

    Há um ano, os irmãos Adrierre Siqueira da Silva e Natan Siqueira da Silva protagonizaram uma cena lamentável no Mineirão, após um empate em 0 a 0 entre Atlético e Cruzeiro. Depois de cuspir no rosto de Fábio Coutinho, segurança do estádio, Adrierre se dirigiu ao trabalhador – que é negro – com intuito de desprezá-lo, e proferiu a frase: “Olha sua cor!” Natan é acusado de ter a dito palavra “macaco” durante a confusão, mas afirma que disse “palhaço”. Entretanto, até o momento, a apuração da conduta de Adrierre e Natan pelas autoridades competentes pouco caminhou. Por que a demora? O Superesportes apurou que caso de injúria racial foi registrado perante a Polícia Civil em 10 de novembro de 2019, data do jogo. O inquérito policial instaurado para apurar os fatos foi concluído e remetido à Justiça em 4 de dezembro de 2019. Cabe destacar que este processo, assim...

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    Ketinho já registrou dois boletins de ocorrência por racismo, em ambos perdeu a causa — Foto: Arquivo Pessoal

    Negros relatam como o racismo os afetou ao longo da vida: ‘Doía na alma’

    Passar grande parte da vida sendo pressionados pela 'ditadura do cabelo', roupas e costumes, fez com que eles tentassem se enquadrar dentro de um padrão estético branco. É assim que negros ouvidos pelo G1 relatam como o racismo afetou suas vidas e fez com que se sentissem inseguros e minoria no Brasil. Um levantamento sobre o racismo no país apontou que 94% dos brasileiros reconhecem que as pessoas negras têm mais chances de serem abordadas de forma violenta e mortas pela polícia. Os dados são da pesquisa "As Faces do Racismo", feita pelo Instituto Locomotiva a pedido da Central Única de Favelas (CUFA). O assistente social Ketinho Oliveira, de 28 anos, já presenciou e viveu a violência só por ser negro. Ele relata que entrou na Justiça duas vezes por casos de racismo que sofreu, e em ambos perdeu a causa. Um deles foi por intolerância religiosa, já que segue...

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    Sambista postou foto com o neto Gabriel, morto após ser baleado em baile funk e que fez Neguinho considerar deixar o país Imagem: Reprodução/Instagram/@neguinhodabeijafloroficial

    Neguinho da Beija-Flor relata racismo em avião e quer filha fora do Brasil

    O sambista Neguinho da Beija-Flor voltou a comentar a morte do seu neto, Gabriel Ribeiro Marcondes, de 20 anos, que morreu ao ser baleado junto com mais três pessoas em um baile funk em Nova Iguaçu, na Baixa Fluminense, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Neguinho associou a perda ao racismo no Brasil e relatou que pretende ver sua filha estudando fora do país. O intérprete e compositor de sambas memoráveis da Beija-Flor ainda relatou casos de racismo que aconteceram com ele em viagens de avião. "No avião já teve pessoas que trocaram de lugar. Foi lá e cochichou com a comissária se não tinha outro lugar. Você vê que o cara vai ali na viagem o tempo todo do meu lado mal-humorado", contou Neguinho em entrevista ao "Altas Horas", da TV Globo. O sambista também aproveitou para esclarecer declarações que fez logo após a morte do neto, há cerca...

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    Orlando Silva disputa a prefeitura de São Paulo pelo PCdoB Foto: Edilson Dantas/Agência O Globo

    Candidato a prefeito de SP, Orlando Silva presta queixa por racismo

    O candidato do PCdoB à prefeitura de São Paulo, Orlando Silva, prestou queixa na manhã desta terça-feira numa delegacia da capital paulista por ter sido vítima de racismo nas redes sociais. De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 26º Distrito Policial, Silva, que também é deputado federal, afirma que sua assessoria tomou conhecimento de seis ofensas raciais praticadas no Twitter, Facebook e Instagram. — Não podemos tolerar. Racismo é crime. Vou exigir uma investigação policial para que as pessoas saibam que a internet não é uma terra sem lei — afirmou Orlando. Ainda no BO, o candidato lista os seis perfis que o atacaram e também relata a ofensa disparada por cada um deles. O candidato afirma ter sido chamado de "coisa feia dos infernos", "rico em melanina", "cara de bandido" e "negro de alma branca". Um dos usuários do Instagram escreveu que gostaria de ver o deputado,...

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    Imagem: Geledes

    Supermercado obriga casal negro a esvaziar bolsa para revista e encontra Bíblia em SP

    Uma loja da rede de supermercados Extra obrigou um casal negro a esvaziar a bolsa para ser revistada e encontrou uma Bíblia. O caso aconteceu no Campo Belo, Zona Sul da cidade de São Paulo. A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) informou nesta quinta-feira (29) que investiga o caso. "A moça me deu o valor, peguei meu cartão pra pagar e ela disse: 'preciso ver tua bolsa'. Eu falei: 'sério?'", relatou à reportagem Edgar Oliveira de Carvalho, que estava com a esposa ao lado (assista ao relato no vídeo acima). "Eu perguntei pra ela: 'você tem alguma dúvida se coloquei algo dentro?'. Fiquei sem ação. Me faltou o chão", contou Letícia Reis Oliveira de Carvalho. Ela afirmou à caixa do supermercado que só abriria a bolsa na presença da polícia. Quando a polícia chegou, Edgar virou a bolsa no carrinho de compras e, dentro, havia uma...

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    Bianca Santana - Foto: João Benz

    Racismo na universidade: “Preto é feio. Quem gosta é polícia e ponto final”

    — Nossa, que gatinho! — Eu prefiro meu pretinho. — Amiga, quem gosta de preto é a polícia. Gabriela Nunes estava com 24 anos de idade, no intervalo entre aulas da universidade, comprando um milho cozido, quando uma colega começou o diálogo. Algumas frases depois, tinha voltado aos 7 anos de idade, quando o padrinho jogava sinuca em um bar na esquina de casa, em Embu das Artes, e foi assassinado por policiais. O mesmo tipo de terror que sentira aos 4 anos de idade, quando um amigo da mãe foi alvejado na porta de sua casa. — Amiga, não fala assim, por favor. Meu padrinho era um homem preto e foi assassinado pela polícia quando tinha 25 anos de idade. Enquanto argumentava, esperando uma retratação da colega, Gabriela via o corpo do padrinho durante o velório, repleto de algodões. A atualização de um trauma, característica do racismo cotidiano, que...

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    Reprodução Roda Viva/TV Cultura Fonte: undefined - iG @ https://economia.ig.com.br/2020-10-19/nubank-roda-viva.html

    Fundadora do Nubank diz que é difícil contratar negros e que empresa não pode “nivelar por baixo”

    Em entrevista ao programa Roda Viva, na segunda-feira (19), a cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira, afirmou que tem dificuldade de encontrar candidatos negros adequados para as exigências das vagas na empresa. Ela disse ainda que investe em programas de formação gratuitos, mas que não pode “nivelar por baixo”. Na entrevista, Junqueira admite que o Nubank possui um problema de representatividade racial, mas afirma que sua equipe trabalha para contornar a situação. “Já faz algum tempo que a gente procura para várias posições, inclusive uma vice-presidente de marketing para trabalhar comigo. Estou há bastante tempo procurando e é difícil. Recrutar Nubank sempre foi difícil”, afirma. A jornalista Angelica Mari, da Forbes Brasil, então questiona se esse “alto grau de exigência” não pode ser uma barreira para minorias. A executiva então responde: “Não dá para também nivelarmos por baixo. Por isso que queremos fazer investimento em formação. Criamos um programa gratuito, que...

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    Segundo o advogado, a criança apresenta mudança de comportamento após o fato (Foto: Arquivo Pessoal)

    Funcionário obriga menina negra de 11 anos a levantar blusa pra provar que não furtou

    O funcionário de uma loja de doces obrigou uma menina negra de 11 anos a levantar a blusa e provar que não havia furtado nenhum produto no estabelecimento. Segundo o relato do próprio empregado, quando pediu desculpas à família, a criança despertou suspeitas por causa da cor e do cabelo crespo. De acordo com informações do Uol, o caso aconteceu no mês passado no bairro da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, mas repercutiu recentemente nas redes sociais após a irmã mais velha da vítima relatar o caso na internet. “Ele falou na maior naturalidade que eles precisam desconfiar mesmo, pois no local descem muitos meninos e meninas de comunidade para furtar a loja e que ele desconfiou dela por conta da cor e do cabelo black que havia caído no rosto quando ela abaixou”, contou a irmã da vítima. Segundo o veículo, a criança havia ido até...

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    Salehe Bembury / Foto: Akiharu Ichikawa/Hypebeas

    Vice-presidente da Versace divulga vídeo de abordagem policial nos EUA por estar com sacola da marca de luxo

    O vice-presidente de tênis e calçados masculinos da Versace, Salehe Bembury, foi abordado por policiais brancos enquanto fazia compras em uma loja da marca na Califórnia, nos Estados Unidos. Ele divulgou dois vídeos mostrando a abordagem em suas redes sociais, na última sexta-feira (2) e neste domingo (4). “Em Beverly Hills enquanto negro. Estou bem. Meu espírito, não”, escreveu em publicação no Instagram. No vídeo, ele aparece narrando o ocorrido enquanto filma o rosto dos policiais. “Estou em Beverly Hills sendo revistado por comprar em uma loja da marca para qual trabalho porque sou negro”, declara Bembury. “Você está criando uma narrativa completamente diferente”, respondeu o policial na sequência. “Vocês verificaram meus documentos. Tudo certo? Então posso ir embora”, continuou o vice-presidente. Ao tomar conhecimento do caso, Donatella Versace, atual vice-presidente do Grupo Versace, compartilhou o vídeo em seu Instagram e declarou: “Estou chocada que isso tenha acontecido com Salehe...

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    Corregedoria do TJ-PR arquivou processo contra juíza que citou raça ao condenar réu negro — Foto: JN

    Corregedoria do TJ-PR arquiva processo contra juíza que citou raça ao condenar réu negro

    A Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) arquivou o processo disciplinar contra a juíza Inês Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba, que citou a raça de um réu em uma sentença de condenação por organização criminosa. A decisão foi tomada pelo Órgão Especial do TJ-PR, nesta segunda-feira (28), por unanimidade. Na argumentação dos votos, os desembargadores concluíram que não houve intenção discriminatória ou racista por parte da magistrada. A sentença analisada foi proferida em 19 de junho. Em um trecho, a magistrada diz que "seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça, agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente (sic)". A raça do réu foi mencionada três vezes no trecho do documento. Após a repercussão do caso, Inês Marchalek Zarpelon pediu "sinceras desculpas"...

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    Mirtes Souza, mãe de Miguel Otávio, que morreu ao cair do 9º andar de um prédio em Recife Imagem: Pedro De Paula/Código 19/Folhapress

    ONU cita caso de Miguel como exemplo de “racismo sistêmico” na pandemia

    O acidente que resultou a morte do garoto Miguel Otávio Santana da Silva, de cinco anos no Recife, é um exemplo de como o "racismo sistêmico" cobra seu preço durante a pandemia. O alerta faz parte de um documento produzido pelo Grupo de Trabalho da ONU sobre Pessoas de Descendência Africana. O caso brasileiro é mencionado como uma demonstração de que certas populações são vulneráveis durante a pandemia e que a situação das empregadas domésticas no país é exemplo disso. O governo poderá dar uma resposta nesta quarta-feira, durante o debate no Conselho de Direitos Humanos da ONU que irá tratar do tema. De acordo com o texto, em todo o mundo, "falhas em avaliar e mitigar riscos associados à pandemia e ao racismo sistêmico levaram a fatalidades". "No Brasil, a trágica morte de Miguel Otávio Santana da Silva, uma criança afro-brasileira de 5 anos de idade, foi um desses...

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    Minutos depois, conforme o advogado, a entrada foi autorizada. No entanto, ele afirma que alguém acionou a polícia e que só foi autorizado a entrar quando isso aconteceu . "Ao entrar, eu questiono a gerente porque eles não autorizaram minha entrada. A gerente fala para mim que é por conta da Covid, porque a agência estava cheia. Só que a agência não estava cheia e várias pessoas entraram antes de mim, e eu não entrei", destaca. Ocorrência Dois dias depois, Jonas foi até a delegacia e registrou uma ocorrência com base na Lei 7.716/1989, que define crimes resultantes de preconceito, no artigo que versa sobre impedir alguém de adentrar um estabelecimento por causa da cor da pele. Ele narrou toda a história e voltou a reafirmar que acredita ter sido barrado "simplesmente por sua cor da pele, pois é negro, que acha que foi vítima de racismo". Jonas disse que já passou por episódios de racismo em outras circunstâncias e que sabe "as características" de quando essa situação acontece. "É muito dolorido. É um sentimento de impotência, de incapacidade, de injustiça", afirma. Nota do Banco do Brasil: O Banco do Brasil informa que suas agências em todo país estão com atendimento contingenciado e horário reduzido desde o mês de março, quando foi decretada a pandemia do coronavírus. Enquanto durar o período de contingência, o atendimento presencial e acesso às agências é limitado, de forma a garantir o distanciamento mínimo recomendado pelo Ministério da Saúde e, no caso de Anicuns, por decretos locais que tratam da situação de emergência em saúde pública (Decretos municipal 2.627/2020 e estadual 9638/2020). Sobre a ocorrência, o BB esclarece que o usuário não foi impedido de entrar, mas apenas informado de que o mesmo seria autorizado a acessar o espaço interno da unidade assim que tivesse início o atendimento à sua cliente, o que de fato ocorreu quando a cliente foi chamada ao atendimento, e ele foi autorizado a acessar o espaço do interior da agência. Esse foi um protocolo adotado pela agência com a finalidade de diminuir o fluxo de pessoas no interior da unidade e atender aos decretos que tratam da situação de emergência em saúde pública. A mulher que ele faz referência, informando que teve a entrada autorizada, é da Empresa de Assistência Técnica conveniada ao BB, que fornece laudos ao Banco, e que, portanto, desempenha um trabalho que exige livre acesso à agência. Nota da OAB-GO: A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) repudia, com veemência, qualquer contexto de discriminação envolvendo seus inscritos ou a qualquer outro cidadão. A Ordem está de prontidão para preservar a prerrogativa profissional do advogado de acompanhar seu cliente e para defender o direito do cidadão ante qualquer ato de criminosa intolerância. A OAB-GO informa que já entrou em contato com o advogado oferecendo apoio e o caso se encontra sob acompanhamento das comissões de Direito Bancário e de Direitos e Prerrogativas da Seccional.

    Advogado negro alega racismo ao ser impedido de entrar em agência bancária de Anicuns: ‘Houve preconceito’

    Um advogado negro alega que foi vítima de racismo ao buscar atendimento em uma agência do Banco do Brasil situada em Anicuns, região central de Goiás. Segundo Jonas Batista Araújo Silva, de 32 anos, ao acompanhar uma cliente, sua passagem pela porta giratória foi vetada pelo guarda da unidade "sem motivo", enquanto outras pessoas eram autorizadas a acessar o local - entre elas, uma mulher loira. Posteriormente, conta, o informaram que a agência estava cheia, o que ele nega. O homem registrou um boletim de ocorrência. O Banco do Brasil negou que ele foi impedido de entrar, disse que as agências estão com acesso limitado por causa da pandemia e que ele entrou posteriormente seguindo o novo regramento. Alega ainda que a pessoa que entrou logo após ele é uma prestadora de serviço do banco, que tem livre acesso à agência (veja a íntegra ao final do texto). A Ordem...

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    Fotos de Dalligton de Souza foram publicadas no perfil do RioMar e, nos comentários, foram alvo de ataques racistas — Foto: Reprodução/Instagram

    Modelo negro é alvo de racismo após publicação de fotos em campanha de shopping na internet

    Um modelo negro foi alvo de racismo nas redes sociais, depois de ter fotos publicadas no perfil do Shopping RioMar, na Zona Sul do Recife. Aluno de licenciatura em teatro na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Dalligton Person, de 28 anos, sofreu os ataques nos comentários das imagens postadas pelo centro de compras. O shopping afirmou, em rede social, que "não compactua com qualquer ato de racismo".   Ver essa foto no Instagram   No armário do Verão não pode faltar um look confortável e despojado para os dias de sol ☀🌷! E sabe o que promete bombar na estação? As camisas estampadas para eles! Se você curtiu a produção, vem conferir mais algumas opções das lojas aqui do RioMar! ⠀ #PassarelaRioMar #RioMarRecife Uma publicação compartilhada por RioMar Recife (@riomar_recife) em 14 de Set, 2020 às 2:11 PDT Nas imagens publicadas na rede social, na terça (22), Dalligton usava roupas...

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    Peter, que nasceu na Uganda, falou à BBC sobre o desafio de criar dois filhos brancos nos EUA/ PETER MUTABAZI

    ‘Sou negro, adotei um menino branco e fui acusado de sequestro’

    Histórias de acolhimento e adoção inter-racial são quase sempre contadas por pais brancos que se dedicam a cuidar de crianças não-brancas. Mas o que acontece quando pais não-brancos resolvem adotar crianças brancas? Um cotidiano de suspeita e interrogatório, dizem eles. Peter, que nasceu na Uganda, já viveu isso na pele. Ele é pai adotivo de crianças brancas nos EUA. 'Há um homem negro sequestrando uma criança branca' Johnny*, de sete anos, estava agitado. Ele havia acordado de mau humor e isso só aumentava com o passar do dia. Agora, em um restaurante em Charlotte, no Estado americano da Carolina do Norte, Peter podia ver Johnny discutindo com outra criança na área de recreação. Ele teve que agir rápido para tirar seu filho adotivo do restaurante. Pegando o menino nos braços, Peter pagou rapidamente a conta. Enquanto carregava Johnny para o carro, a criança se contorcia em seus braços e não...

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    Foto: Deldebbio

    Funcionária denuncia empresa por demissão depois de raspar a cabeça em ritual religioso em Cuiabá e diz que foi chamada de ‘macumbeira’

    Uma funcionária de 41 anos denunciou à polícia que foi vítima de preconceito após ter raspado a cabeça durante um ritual religioso do candomblé e ter sido demitida do trabalho, em Cuiabá, no dia 17 deste mês. A mulher afirma que foi discriminada pela supervisora. Vítima relatou à polícia que foi discriminada por supervisora em empresa — Foto: Reprodução A empresa terceirizada de serviços gerais, responsável pela demissão, informou ao G1 que aguarda notificação da Justiça e que, até que isso aconteça, não vai se posicionar sobre o assunto. A Polícia Civil disse, em nota, que a ocorrência foi registrada como crime de preconceito de raça e de cor, etnia, religião e de constrangimento ilegal. O caso é investigado pela 3ª Delegacia de Polícia. A vítima trabalhava na empresa desde junho de 2019 no cargo inicial de auxiliar de serviços gerais e foi promovida ao cargo...

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    Frederico Trajano: 'Sabíamos que essa nossa ação afirmativa iria desencadear discussões' Foto: Paulo Whitaker/Reuters

    ‘Magazine Luiza ter só 16% de líderes negros é inaceitável’, diz presidente da varejista

    A decisão do Magazine Luiza em colocar apenas negros em seu próximo programa de trainees, conforme noticiado pelo Estadão/Broadcast, teve, segundo o presidente da empresa, Frederico Trajano, um componente matemático. De um lado, há o desequilíbrio entre o número de funcionários e o de lideranças negras dentro da empresa. Por outro, ter à frente pessoas que refletem a realidade da população brasileira levará a tomadas de decisão que aumentarão as vendas – e gerarão maior valor ao acionista. “Somos responsáveis por quem selecionamos e promovemos”, diz. “Claramente, se temos 53% da equipe negra e parda e só 16% de negros e pardos em cargos de liderança, há um problema para resolver com uma ação concreta.” A decisão de criar um programa de trainees voltado para pessoas negras partiu da empresa ou teve a ver com demandas de investidores? Definitivamente, não de investidores. Não espere isso tão cedo. Embora exista a...

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    Imagem: Geledes

    Projeto de lei tipifica injúria racial como crime de racismo

    Foi apresentado no Senado Federal o Projeto de Lei 4.373/2020, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848, de 1940) e a Lei de Crimes Raciais (Lei 7.716, de 1989) para tipificar casos de injúria racial como crimes de racismo. De acordo com o texto da proposta, o racismo praticado mediante injúria pode, atualmente, ser desclassificado e beneficiado com fiança, prescrição e até mesmo a suspensão condicional da pena. Com a proposta, a pena passaria a ser imprescritível e inafiançável. Os conceitos jurídicos de injúria racial e de racismo são diferentes. Enquanto a injúria consiste em ofender a honra de alguém se referindo a elementos de raça, cor, etnia, religião ou origem, com pena de um a três anos e multa, o crime de racismo (previsto na Lei 7.716/1989) atinge um grupo de indivíduos, discriminando a integralidade de uma raça, é inafiançável e imprescritível. O senador Paulo Paim (PT-RS), autor do projeto,...

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    Michelle Obama e o irmão, Craig Robinson Foto: Lorenzo Bevilaqua / Walt Disney Television via Getty

    Michelle Obama e irmão relembram dia em que ele foi acusado de roubar a própria bicicleta

    O racismo e brutalidade policial sofrido pela família de Michelle Obama certa vez foi um tópicos abordados no mais recente episódio de seu podcast. A ex-primeira-dama relembrou o dia em que a polícia de Chicago, cidade onde nasceu e cresceu, acusou seu irmão, Craig Robinson, de roubar a própria bicicleta. Ele foi abordado por dois policiais na rua quando tinha apenas 10 anos. "Foi assustador porque sempre me ensinaram que a polícia é sua amiga e que eles acreditam na verdade”, disse Craig no episódio da última quarta-feira. “Esse cara agarrou minha bicicleta e não a largou. Eu falava (coisas do) tipo: 'Oh, você entendeu tudo errado, esta é a minha bicicleta, não se preocupe, não é roubada'" Craig, que participou do episódio do "Michelle Obama Podcast" juntamente com sua mãe, Marian, falou que ficou bastante chateado com o acontecido. "Finalmente, falei para eles: 'Levem-me para casa e eu vou...

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    Leandro Xavier (Arquivo Pessoal)

    Alvo de racismo em SP: ‘Não queria chorar na frente do meu filho’

    O auxiliar de serviços gerais Leandro Antonio Eusdácio Xavier, de 39 anos, foi vítima de injúria racial no sábado passado no Jabaquara, bairro de classe média em São Paulo. Uma mulher que o agrediu na rua com xingamentos de "macaco, chimpanzé e orangotango". Xavier estava caminhando com o filho, de 11 anos, para um ponto de ônibus quando foi alvo das agressões. Ele filmou tudo com o celular, e as imagens viralizaram. O rapaz disse que a agressão foi gratuita e que nunca tinha visto a agressora na vida. Quatro dias após o episódio, Xavier contou ao GLOBO como tudo aconteceu e que sua maior preocupação era com o filho. Ele diz que nunca havia se sentido discriminado por sua raça. Foi assim Leandro Antonio Eusdácio Xavier, de 39 anos "Era sábado e tinha cinco meses que eu não via meu filho, que mora com a mãe. A gente ia...

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