quinta-feira, julho 16, 2020

    Casos de Racismo

    Bianca Williams (Foto: British Athletics via Getty Images)

    Polícia britânica pede desculpas a atleta que fez acusação de racismo

    A Polícia Metropolitana de Londres se desculpou com a atleta Bianca Williams pela abordagem truculenta ocorrida no último sábado (04). A medalhista inglesa acusou os policiais de discriminação pela maneira que ela e o marido foram tratados. Bianca registrou a abordagem em um vídeo publicado no Instagram. Nas imagens, o marido, o atleta português Ricardo dos Santos, é algemado e retirado do carro deles enquanto os policiais tentam impedir que ela deixe o veículo. O filho do casal, de três meses, também estava no carro.   Ver essa foto no Instagram   Time for change and for actions to have consequences. Still incredibly hurt and shaken by my ordeal yesterday. Please read my piece in @TheTimes in my bio Uma publicação compartilhada por Bianca Williams (@biancaawills) em 5 de Jul, 2020 às 10:33 PDT Nos momentos tensos, ela chora, se desestabiliza, e claramente fica irritada. O casal acabou algemado. A...

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    Imagem: Geledes

    Racismo: mulher é condenada após chamar segurança de ‘macaco’ e ‘urubu’

    Uma mulher terá de pagar R$ 10 mil por danos morais após cometer o crime de injúria racial contra o segurança de um restaurante na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A condenada chamou o funcionário de “urubu”, “negro”, “safado” e “macaco”. A decisão é da 16º Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A vítima relatou que fazia a vigilância de um restaurante no Bairro Funcionários, próximo a uma tradicional feira que acontencia aos sábados, em frente ao Colégio Arnaldo. Segundo o funcionário, era comum que frequentadores da exposicão utilizassem o banheiro do restaurante. Com isso, a administração do estabelecimento decidiu cobrar uma taxa de R$ 0,50 por pessoa. Ainda de acordo com o relato, a mulher foi ao banheiro sem consumir nada do restaurante e, quando foi informada da taxa, ficou revoltada. A condenada jogou o dinheiro no balcão, “proferindo impropérios que, segundo a ação de danos...

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    Foto: Sérgio Lima/Poder360

    76% veem racismo no Brasil, mas só 28% admitem preconceito contra negros

    Pesquisa DataPoder360 mostra que 76% dos brasileiros dizem haver preconceito contra negros no Brasil por causa da cor da pele. Para 12% da população, o racismo não existe no país. Outros 12% não souberam responder. A pesquisa do DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, foi realizada de 22 a 24 de junho com 2.500 pessoas em 549 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. A morte de George Floyd, homem negro, depois de ação de policiais brancos nos Estados Unidos provocou uma onda de manifestações antirracismo pelo mundo. Ele havia sido detido pela polícia de Mineápolis (Minnesota) acusado de ter tentado pagar uma compra com nota falsa de US$ 20 em 1 supermercado. Floyd teve o pescoço prensado com o joelho por 1 policial branco por 8 minutos e 46 segundos e morreu....

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    A cantora Ludmilla no desfile do Salgueiro de 2016 — Foto: Rodrigo Gorosito/G1

    Socialite indenizará Ludmilla por dizer que cabelo dela parece “Bombril”

    Comparar o cabelo de uma mulher negra à palha de aço Bombril é racista. Com esse entendimento, a 3ª Vara Cível da Ilha do Governador, na zona norte do Rio de Janeiro, condenou, nesta segunda-feira (29/6), a socialite Val Marchiori a pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais à cantora Ludmilla. Em 2016, Ludmilla desfilou no Carnaval do Rio como rainha de bateria do Salgueiro. Em transmissão na Rede TV, Val Marchiori fez o seguinte comentário sobre a cantora: "A fantasia está bonita, a maquiagem ... agora, o cabelo... Hello! Esse cabelo dela está parecendo um Bombril, gente". Argumentando que a fala foi racista e depreciativa, Ludmilla pediu indenização por danos morais. Em contestação, a socialite alegou que o comentário não foi racista, pois a artista estava usando uma peruca. Ela também afirmou que Ludmilla é uma pessoa pública e está sujeita a críticas. O juiz Françoise Picot...

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    Bubba Wallace (Getty Images)

    Nascar confirma caso de racismo contra Bubba Wallace em Talladega e inicia busca pelos responsáveis

    Foi encontrado dentro da garagem do carro de Bubba Wallace em Talladega Superspeedway uma corda de enforcamento, uma clara ameaça ao piloto após manifestações anti-racistas feitas por ele nas últimas semanas, as quais ocasionaram o banimento das bandeiras confederadas dos EUA na categoria. “Estamos com raiva e indignados, e não podemos afirmar com força suficiente o quão seriamente lidaremos com esse ato hediondo. Lançamos uma investigação imediata e faremos todo o possível para identificar a(s) pessoa(s) responsável(is) e eliminá-la do esporte. Como declaramos inequivocamente, não há lugar para o racismo na NASCAR, e esse ato apenas fortalece nossa determinação de tornar o esporte aberto e acolhedor para todos.”, afirma a categoria em nota oficial. A resposta da categoria veio em seguida de um depoimento do piloto em seu perfil oficial no Twitter, onde Bulla Wallace desabafou contra o racismo. “Hoje, um ato de racismo me deixou bastante triste e serviu...

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    Imagem do ex-presidente Teddy Roosevelt a cavalo foi esculpida com uma indígena e um negro caminhando ao lado dele (foto: Flickr)

    Museu de NY vai retirar estátua de Teddy Roosevelt por simbologia racista

    O Museu de História Natural de Nova York anunciou que vai retirar a estátua do ex-presidente americano Theodore Roosevelt da entrada principal da instituição, em um momento de intensa campanha nacional contra os monumentos históricos considerados racistas. O museu informou que fez o pedido ao prefeito de Nova York, Bill de Blasio, e que este aceitou em meio às manifestações nacionais contra o racismo e a brutalidade policial após a morte de George Floyd, um homem negro, por um policial branco em 25 de maio em Minneapolis. "Enquanto nos esforçamos para avançar na busca apaixonada de nossa instituição, nossa cidade e nosso país por justiça racial, acreditamos que a remoção da estátua será um símbolo de progresso e de nosso compromisso para construir e sustentar uma comunidade do museu inclusiva e equitativa e uma sociedade mais aberta", afirmou Ellen Futter, presidente do museu, em um comunicado. Teddy Roosevelt, que foi...

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    Clean & Clear, Neutrogena/Amazon

    Debate sobre o racismo leva Johnson & Johnson a retirar cremes branqueadores

    A Johnson & Johnson decidiu deixar de vender cremes para branquear a pele, muito populares na Ásia e no Médio Oriente, devido à pressão social, das últimas semanas, sobre a desigualdade racial. Denominada Clean & Clear Fairness, a linha de produtos é vendida, essencialmente, na Índia. Já no início deste mês, a multinacional norte-americana tinha informado que iria eliminar a gama Neutrogena Fine Fairness. “As conversações, nas últimas semanas, destacaram que alguns nomes de produtos ou afirmações sobre os nossos produtos redutores de manchas escuras descrevem o branco como uma cor melhor que o próprio tom de pele. Esta nunca foi a nossa intenção. Uma pele sã é uma pele bonita”, disse um porta-voz da empresa à Reuters. A Johnson & Johnson não irá mais produzir nem distribuir os produtos, que ainda poderão ser encontrados nas lojas até se esgotar o stock.   Mercado Os cremes que prometem aclarar a...

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    Jeanie Buss (Foto: Etienne Laurent / European Pressphoto Agency)

    Dona dos Lakers divulga carta racista que recebeu: ‘Vá para o inferno e se junte a Kobe Bryant’

    Em meio à onda de protestos antirracistas que ocorrem nos Estados Unidos e se espalham pelo mundo, algumas manifestações preconceituosas começam a ganhar notoriedade. Presidente e proprietária do Los Angeles Lakers, a executiva Jeanie Buss foi às redes sociais para divulgar uma carta que recebeu, cujo conteúdo é discriminatório e ofensivo. O autor ainda assinou como Joe, cujo sobrenome foi rasurado na foto pela própria executiva. O homem se diz torcedor da franquia de Los Angeles há 60 anos e, em tom desrespeitoso e criminal, sugere que a dona da equipe se junte a Kobe Bryant no inferno. O astro, campeão da NBA com os Lakers por cinco vezes, morreu em acidente de helicóptero em janeiro, que tirou a vida também de sua filha Gianna, de apenas 13 anos, e de outras sete pessoas. "Cara, p... Depois de 60 anos como um grande fã dos Lakers, eu agora digo para...

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    Luciana Barreto, âncora da CNN (Imagem: Reprodução/YouTube/Retirada do site UOL)

    Âncora da CNN critica produto da Bombril: ‘Pesquisem racismo estrutural’

    Depois de a Bombril ser acusada de racismo nas redes sociais por lançar uma esponja de aço inox com o nome Krespinha, uma associação ao cabelo de pessoas negras, a jornalista Luciana Barreto, âncora da CNN, usou seu espaço na bancada para comentar o caso e criticar o racismo estrutural existente no país. Luciana alertou para quantas garotas já ouviram comparações entre seus cabelos crespos e Bombril - como ficou conhecida a esponja de aço da empresa. E como isso sempre foi feito com conotações negativas, impactando na autoestima de pessoas negras. "Posso dizer que qualquer pessoa, branca ou negra, sabe que chamar o cabelo de meninas negras na escola de Bombril era muito comum como ofensa. Então, meninas negras ressignificaram a palavra; passou a ser cabelo crespo", relembrou Luciana. "Agora as pessoas voltam a ser ofendidas por ter seus próprios cabelos, que são da sua natureza, com uma forma...

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    Lonnie Chavis (Foto: Jordan Strauss/Invision/AP/Shutterstock)

    Ator de 12 anos de ‘This Is Us’ relata episódios de racismo e diz que foi acusado de roubo por cor da pele

    Lonnie Chavis, que vive a versão jovem de Randall na série This is Us, fez um desabafo emnocionante à revista People, relatando ocasiões em que foi vítima de racismo. O ator de 12 anos contou que já foi acusado de roubo em um restaurante por ser negro e que um policial tirou seu pai de casa, agredindo-o, por uma multa de trânsito. “Eu fui racialmente perfilado em um restaurante em San Diego enquanto visitava um dos meus jovens colegas negros. Seus primos negros e eu fomos acusados ​​por uma jovem branca trabalhando na caixa registradora de tentar roubar as poucas gorjetas em seu copo", disse Lonnie. " Foi uma provação enorme que quase levou a polícia a nos chamar enquanto estávamos com nossos pais - até que algum fã maravilhoso que era branco disse a eles que eu era um ator profissional em duas séries de TV atualmente no ar...

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    Dexter (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

    Rapper Dexter vai atrás de racista que o chamou de ‘macaco’ na internet e faz homem gravar pedido de desculpas

    O rapper Dexter 8° Anjo revelou nesta segunda-feira (15) que estaria processando um usuário na internet que o chamou de ‘macaco’ em um comentário no Instagram por não concordar com uma publicação do artista nas redes sociais, aonde ele comentava um vídeo aonde policiais de São Paulo aparecem agredindo um jovem. “Impossível assistir esse vídeo e não se revoltar mais um tanto com o que ai está. Meu Deus, até quando? Na verdade falar já não adianta, se é que algum dia adiantou… eles são isso ai mesmo. Odeiam pretos, os favelados, os pobres” diz o rapper em um trecho. Um usuário chamado @_eaerafael comentou na publicação do rapper de forma racista. “Racismo sempre existiu, macaco do caralh*” publicou o usuário, causando grande revolta em Dexter e seus fãs. O rapper então salvou os comentários e indicou que estará entrando na justiça contra ele em uma nova publicação feita nas...

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    © iStock

    África quer investigação ao “racismo sistémico” e violência policial

    O texto do projeto, consultado hoje pela agência AFP, está a ser distribuído entre diplomatas para consulta, antes de um debate urgente sobre o assunto no Conselho dos Direitos Humanos, que se realiza na quarta-feira em Genebra. O debate teve como pano de fundo os protestos que abalaram os Estados Unidos desde a morte em Minneapolis de George Floyd, um homem negro de quarenta anos que foi asfixiado por um polícia branco em 25 de maio. No projeto de resolução, o grupo de países africanos condena veementemente "as práticas raciais discriminatórias e violentas das agências de aplicação da lei contra africanos e pessoas de origem africana e o racismo estrutural endémico no sistema de justiça penal nos Estados Unidos e noutras partes do mundo". Exige a criação de uma comissão de inquérito internacional independente, uma estrutura de alto nível normalmente reservada para crises graves, como o conflito sírio. O objetivo...

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    Eunice Aparecida de Jesus Prudente (Foto: Cecília Bastos / USP Imagens)

    Advogada critica judiciário por falta de rigor na aplicação de penas contra o racismo

    A estrutura racista no Brasil perpassa as relações sociais e forma os alicerces tanto de instituições governamentais como de estabelecimentos privados. Com o Judiciário não é diferente. Em entrevista ao Correio Braziliense, a advogada Eunice Aparecida de Jesus Prudente critica a dificuldade do Judiciário em aplicar com rigor as penas contra o racismo e considera inadmissível Sérgio Camargo estar à frente da Fundação Palmares, mesmo tendo cometido ilícito ao negar as atribuições legais da entidade pública. Segundo ela, as “Instituições públicas e privadas vêm praticando discriminação racial” e “isso é muito grave”. “A impunidade de muitos crimes raciais no Brasil é estimulada, principalmente, pela omissão do Poder Judiciário, contaminado por esse racismo estrutural presente na sociedade e nas instituições”, diz a advogada de 73 anos ao Correio. Pioneira do Movimento Negro, ex-secretária de Justiça de São Paulo e professora de direito na Universidade de São Paulo (USP) , ela aponta falhas no...

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    Greg Glassman, CEO da marca CrossFit (Foto: Reprodução/ Crossfit)

    Crossfit perde patrocinador e enfrenta crise após tuíte considerado racista 

    Um comentário considerado racista pode colocar o Crossfit, modalidade e marca esportiva com crescimento meteórico, numa crise sem precedentes. Desde o episódio, a empresa já perdeu mais de 1.000 academias afiliadas e vem perdendo patrocinadores e apoiadores. Em um comentário no Twitter, Greg Glassman, fundador da marca, relacionou à pandemia de coronavírus os protestos antirracistas que ocorrem nos Estados Unidos após a morte brutal de um negro, George Floyd, por policiais brancos. Em resposta a uma mensagem de uma entidade de saúde local, que havia qualificado o racismo e a violência da polícia dos EUA como problema de saúde pública, Glassman escreveu "é Floyd-19", em um trocadilho com o nome da doença causada pelo coronavírus, covid-19. Com o post, Glassman deu a entender que os protestos seriam responsáveis por espalhar ainda mais o coronavírus no país. Racism and discrimination are critical public health issues that demand an urgent response. #BlackLivesMatter...

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    Professora Lucilene Reginaldo ( Arquivo Pessoal)

    Nota escrita pela prof. Lucilene Reginaldo: Eles querem nos acuar nas redes

    Na noite de segunda-feira (08/06), um evento virtual promovido conjuntamente por dois grupos de pesquisa de duas universidades da Bahia sofreu uma invasão virtual. Eu estava lá, convidada pelo professor Carlos da Silva Jr. para apresentar minha pesquisa sobre um liberto, nascido em Mariana; formado em Cânones, em Coimbra; que foi missionário e morreu no Reino do Congo, no final do século XVIII. O evento começou com muita gente na sala virtual, talvez umas 50 pessoas, a maioria conhecida. Dez minutos depois, éramos cerca de 70. Em seguida, começou a entrar mais gente, pessoas desconhecidas e com comportamentos incomuns em eventos acadêmicos (andando pela casa com câmera do celular ligada, por exemplo). Pouco depois, começou a trolagem, interrompendo minha fala insistentemente com anúncios comerciais, pedidos insistentes do número do CPF para realizar compras numa loja, palavras que eu não entendia porque falavam ao mesmo tempo. As imagens e identificação dos...

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    Imagem: Geledes

    Menino de 12 anos é vítima de racismo em seu perfil sobre literatura

    Na última quarta-feira (27), um menino de 12 anos foi vítima de racismo em sua página do Instagram, onde compartilha resenhas de livros e conteúdo geek. Adriel Bispo de Souza é de Salvador, na Bahia, e recebeu as mensagens pelo direct da rede social. Depois de conversar com sua mãe, ele decidiu se posicionar. “Esse tipo de coisa não me abala em nenhum ponto. Aliás, tenho orgulho de ser negro”, declarou. Adrieu, que exibiu os prints da conversa, ainda aproveitou para passar uma mensagem ao racista. “Em pleno século 21 pessoas ainda são racistas? Atualizem-se. Insultos acabam com psicológico de pessoas fracas”, disse. O menino ainda apontou os erros de escrita de seu hater: “Aprende a escrever, cara. Isso não é um insulto, e sim um conselho”. A mensagem racista dizia: “Porco gordo. Eu achava que Preto era pra ta cavando mina nao lendo. Para de se trouxa e volta...

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    Conhecida como Mãe Baiana, Adna Santos foi agredida verbalmente durante reunião de servidores da fundação Foto: Jéssica Martins/reprodução/G1

    Mãe de santo ofendida por presidente da Fundação Palmares presta queixa

    Em um dos áudios vazados, em que se ouve o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, chamar o movimento negro de escória, ele também ofende Adna Santos, mais conhecida como Mãe Baiana. Além de ser mãe de santo, ela ocupa o cargo de Coordenadora de Políticas de Promoção e Proteção da Diversidade Religiosa da Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial no Distrito Federal. Agora, ela pede investigação das autoridades sobre o caso. No áudio, Sérgio afirma que algum funcionário da fundação estaria divulgando o que acontece lá para a mídia, através de Mãe Baiana. “Uma filha da puta de uma macumbeira. Uma tal de Mãe Baiana, que ficava aqui infernizando a vida de todo mundo. Além de fazer macumba para mim, essa miserável está querendo agitar invasão aqui de novo.” O presidente afirma ainda que não irá contribuir com terreiros ligados a religiões de matrizes africanas. “Não vai ter...

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    Jimmy Fallon fazendo blackface em esquete de 2000 (Foto: Reprodução)

    Jimmy Fallon pede desculpas por blackface em esquete antiga que viralizou na internet

    O apresentador Jimmy Fallon pediu desculpas por ter feito uso da prática racista de blackface em uma esquete para o programa 'Satyrday Night Live' em 2000. In 2000, while on SNL, I made a terrible decision to do an impersonation of Chris Rock while in blackface. There is no excuse for this. I am very sorry for making this unquestionably offensive decision and thank all of you for holding me accountable. — jimmy fallon (@jimmyfallon) May 26, 2020 "Em 2000, no 'SNL', eu tomei a terrível decisão de fazer uma imitação de Chris Rock usando blackface", destacou o apresentador no Twitter. "Não existem desculpas para isso. Sinto muito por ter tomado essa decisão inquestionavelmente ofensiva e agradeço a todos por me responsabilizarem". A esquete viralizou na internet nessa terça-feira, 26 de maio, e rapidamente alcançou o topo dos assuntos mais comentados no Twitter, com a hashtag #JimmyFallonIsOverParty, destacou a revista People....

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    Imagem: Geledes

    Falsa denúncia de mulher branca contra homem negro gera duras críticas nos EUA

    Um vídeo em que uma mulher branca chama a polícia por causa da presença de um homem negro, que observava pássaros, no Central Park, em Nova York, viralizou na internet, provocando indignação com a denúncia, considerada racista. As imagens (assista abaixo), publicadas no Twitter e que tiveram mais de 20 milhões de visualizações, foram filmadas pelo homem, Christian Cooper, que disse que havia pedido à mulher que colocasse uma coleira no cão que a acompanhava. A denunciante passeava com seu cão ontem em uma área arborizada do parque, popular entre os observadores de pássaros e onde os animais devem ser mantidos na coleira. No vídeo, quando a mulher tenta controlar o cachorro, Cooper se aproxima. Em seguida, ela é vista fazendo uma ligação. Amy Cooper é filmada enquanto telefona para a polícia no Central Park, em Nova York — Foto: Reprodução/NBC "Direi a eles que tem...

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    Imagem: Geledes

    Estudante de colégio particular da Zona Sul é vítima de racismo em mensagens postadas por colegas em rede social

    “Dou dois índios por um africano”, “quanto mais preto, mais preju", “fede a chorume”. Essas foram algumas das mensagens racistas que alunos do Colégio Franco-Brasileiro, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio, escreveram em um grupo de WhatsApp para se referir a uma colega negra que também estuda na instituição, como revelou o jornalista Ancelmo Gois. O episódio criminoso repercutiu nas redes sociais e artistas como Taís Araújo e Iza manifestaram solidariedade a Ndeye Fatou Ndiaye, de 15 anos. A jovem, que também mora em Laranjeiras e estuda no colégio desde que tinha cinco anos de idade, conta que descobriu as mensagens através de um amigo que participava do grupo onde elas foram enviadas. Após sair da conversa, o rapaz tirou fotos e encaminhou para a menina. Fatou relata que o racismo é frequente no seu dia-a-dia, mas que é a segunda vez que enfrenta um episódio grave envolvendo colegas de...

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