Marielle Franco

Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

Neste Mês da Mulher, quero justiça para Marielle e direitos para todas

O mês de março de 2021 se iniciou de um jeito diferente. Em um mês tradicionalmente marcado pelas lutas das mulheres, este é o primeiro ano em que nós, mulheres feministas, não poderemos ir às ruas reivindicar nossos direitos e celebrar as conquistas históricas do movimento brasileiro de mulheres. Pela primeira vez passamos o mês de março totalmente em pandemia. Em 14 de março de 2020 as atividades no Brasil corriam normalmente. Vale destacar que esse período do ano ganhou um significado de luta diferente para milhares de mulheres em todo o mundo em 2018, com o assassinato de minha irmã, Marielle Franco. Esta também é a primeira vez que temos o enorme desafio de pautar a luta por justiça e pela elucidação completa das mortes de Marielle e de Anderson em meio a tantas tragédias igualmente graves, ocasionadas pela pandemia da Covid-19 no Brasil e no mundo. Por isso, antes de qualquer...

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Marielle Franco (Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo)

70 parlamentares do Brasil se comprometem em protocolar projeto que cria Dia Marielle Franco contra violência política

Ação articulada pelo Instituto Marielle Franco, organização fundada pela família de Marielle, é o primeiro pacote legislativo da Agenda Marielle e já tem mais de 70 parlamentares participando em 45 cidades pelo Brasil. O pacote proposto consiste no protocolo dos 12 projetos de lei apresentados por Marielle no Rio de Janeiro para serem multiplicados em outras cidades, adaptando a partir das suas realidades; e 1 projeto que cria no dia 14 o Dia Marielle Franco de Enfrentamento à Violência Política contra Mulheres Negras, LGBTQIA+ e periféricas; De acordo com Anielle Franco, diretora executiva do Instituto, “esta é uma forma de mantermos o legado político da minha irmã vivo! O Instituto realiza essa ação nacionalmente para enviar uma mensagem sobre a importância do “fazer Marielle” na política, além do pacote legislativo, enviamos um modelo de discurso para que as vereadoras possam falar na tribuna e ecoar uma só voz sobre a...

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Reprodução/Facebook

Março por Marielle: Instituto lança Agenda Colaborativa com ações que denunciam 3 anos de impunidade

O Instituto Marielle Franco, criado pela família da vereadora, abriu um chamado para ONG’s,  coletivos, associações, sindicatos e indivíduos que queiram participar da Agenda Colaborativa de  Ações. A atividade faz parte da programação do #MarçoPorMarielleEAnderson – movimento  criado pelo Instituto para lembrar o crime ocorrido em 14 de março de 2018.   O objetivo é formar uma ampla rede de ações, realizadas no Brasil e no mundo, em memória de  Marielle e Anderson e pela punição dos responsáveis pelo crime, que completa 3 anos de  impunidade. Para participar da Agenda Colaborativa de Ações, a organização ou indivíduo deve  cadastrar sua atividade no link: institutomariellefranco.org/3-anos.   A Agenda acolhe tanto atividades nas redes sociais e mundo virtual (lives, posts, vídeos, fotos,  animações, músicas, poemas etc), quanto em ambientes físicos (faixas, grafites pinturas de rua,  placas na janela, discursos em parlamentos etc). A ideia é que cada organização ou indivíduo use  sua criatividade e...

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Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

Março por Marielle e Anderson

Estamos no primeiro dia deste mês onde revivemos com profundidade uma das datas mais tristes para minha família, e também, para a democracia deste país. Março, que para mim sempre foi marcado pela luta das mulheres em todo o mundo, a resistência e o reconhecimento de que nossos corpos são nossos e que nossa vida vale, desde o dia 14 de março de 2018 ganhou conotações também de luta por justiça. Marielle e Anderson foram retirados de nós brutalmente naquela noite trágica, e até hoje lutamos para que a justiça nos dê respostas sobre quem mandou matar e por quê. Não há um dia sequer nestes mais de 1000 sem a Mari que eu não pense em onde ela estaria hoje, o que teria conquistado em sua vida política, o quanto ela estaria do meu lado no nascimento de minha filha mais nova, Eloah, como estaria dando mais orgulho para...

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Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

A importância da proteção de defensores e defensoras de direitos humanos 

Em março de 2018, vi minha vida mudar a partir de um grave crime contra a democracia brasileira, contra nossa família e contra milhares de mulheres negras do Brasil: o assassinato de minha irmã, Marielle Franco. Imediatamente vi minha vida mudar, sei que já falei sobre isso aqui mas, o que antes era apenas uma noção de luta por justiça social e feminismo, passou a ser o centro da minha vida. A luta por justiça, não apenas pela minha irmã e por Anderson, mas por todas as pessoas vítimas de qualquer tipo de violência, em especial, as mulheres negras. Sabendo a exposição que eu enfrentaria a partir desse dia e entendendo o legado amplo que Marielle deixou, eu e minha família criamos o Instituto Marielle Franco, que hoje, desenvolve um importante trabalho com atenção para a articulação de proteção de defensoras de direitos humanos mulheres negras, LGBTQIA+ e de periferias....

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Anielle, Marinete e Luyara: as três comandam o Instituto Marielle Franco, em busca de manter vivo o legado da vereadora Foto: Divulgação/Reprodução/O Globo

Mil dias sem Marielle: família pensa em legado e quer criar escola destinada a jovens negras de favelas em 2021

No dia em que as mortes da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes completam mil dias, a irmã da vítima, Anielle Franco, anuncia um novo projeto para manter vivas a memória e a luta da parlamentar. No ano que vem, ela pretende criar a Escola Marielle, destinada a jovens pretas, moradoras de favelas. A ideia é apresentar a elas o trabalho de intelectuais e ativistas negras, como Angela Davis e Sueli Carneiro, a escritora Conceição Evaristo, a antropóloga Lélia Gonzalez, entre outras. Todas, diz Anielle, referências na luta feminista e antirracista. — As mulheres pretas de favela têm que entender sua história. Isso ajuda a moldar sonhos, além de incentivá-las a estudar. Esse é o legado da minha irmã. São sementes que serão plantadas, valorizando a cultura de seus ancestrais —explica Anielle, diretora do Instituto Marielle Franco. Segundo Anielle, até o fim deste ano será definido o...

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Márcia Foletto / Agência O Globo

Caso Marielle completa mil dias sem respostas sobre motivações e possíveis mandantes

Desde o dia 14 de março de 2018, são quase 24 mil horas, mil dias, em que imprensa, famílias, polícia e ativistas no mundo inteiro se perguntam: por que mataram a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes? Alguém encomendou o homicídio? Se sim, quem foi? Nesta terça-feira (8), se completam mil dias desde que a Polícia Civil foi chamada para o local do homicídio, na esquina das ruas Joaquim Palhares e João Paulo I, no Estácio, bem próximo à Avenida Paulo de Frontin. O G1 conversou com três pessoas próximas de Marielle para falar sobre como cada uma delas passou por esse período, repleto de dúvidas, incerteza e luta para encontrar respostas sobre o crime. A Delegacia de Homicídios e o Ministério Público seguem investigando os assassinatos. O secretário de Polícia Civil, Allan Turnowski, quer que o crime seja solucionado com prioridade, de acordo com fontes ouvidas pelo...

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(FOTO: MÁRIO VASCONCELLOS/CMRJ)

O mandato interrompido e o legado de Marielle Franco

Hoje, 14 de novembro, véspera das eleições municipais em todo o Brasil, é impossível deixar de lembrar que se completam 32 meses do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Já se passam 976 dias depois de um crime brutal, contra uma das mais notáveis vereadoras da história do Brasil, e ainda não sabemos quem mandou matar Marielle e por quê. Amanhã, as 51 cadeiras disponíveis na Câmara Municipal do Rio de Janeiro estarão em disputa. Uma delas foi ocupada brilhantemente por Marielle, até que sua trajetória foi cruelmente interrompida. Há quatro anos era eleita como uma das vereadoras mais votadas da cidade do Rio de Janeiro, mas não conseguiu terminar o seu mandato. São 1.758 candidatos na cidade do Rio —as mulheres correspondem a menos de um terço do total de candidaturas, e olhando para o recorte de mulheres negras esse número é ainda menor. Na internet, é possível...

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Marielle Franco (Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo)

Roteiristas se demitem da série de José Padilha sobre Marielle Franco

Quatro roteiristas da série de ficção sobre Marielle Franco (1979-2018) pediram demissão por divergências sobre a condução do projeto, idealizado por Antônia Pellegrino ("Bruna Surfistinha") e dirigido por José Padilha ("Tropa de Elite"). A notícia foi publicada na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. A equipe de apoio do projeto é formada por duas pesquisadoras, quatro roteiristas e um diretor, todos negros. Dos sete, deixaram o trabalho os quatro roteiristas. A composição desta equipe teria sido resultado de questionamentos nas redes sociais, porque os três principais envolvidos na série, a criadora do projeto, Antonia Pellegrino, o diretor Padilha e o autor indicado pela Globo para supervisionar os trabalhos, George Moura, são brancos. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social. As divergências dos roteiristas seriam sobre os caminhos narrativos escolhidos para a produção, que ainda está...

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(Foto: Marcos Rosa/TV Globo)/ Bernardo Guerreiro/Mídia Ninja

Taís Araujo vai interpretar Marielle Franco no especial “Falas Negras” da Globo

A Globo está desenvolvendo um especial para o Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro. Taís Araujo vai interpretar Marielle Franco no programa “Falas Negras”dirigido por Lazaro Ramos e criado por Manuela Dias, que vai trazer textos históricos de importantes personagens de 1600 aos dias de hoje, pessoas que lutaram contra a escravidão, a segregação racial, o racismo e a intolerância. Fabricio Boliveira será Olaudah Equiano, Guilherme Silva (Martin Luther King), Ivy Souza (Nina Simone), Babu Santana (Muhammad Ali) e Naruna Costa, que darão vida, respectivamente, a Olaudah Equiano, Martin Luther King, Nina Simone, Muhammad Ali e Angela Davis (Angela Davis). “Falas Negras” já está em processo de gravação nos Estúdios Globo e esse é o primeiro de uma série de programas especiais que a emissotas pretende exibir para marcar datas importantes do calendário brasileiro. As informações são do jornal “Extra”. *Marielle Franco – mulher, negra, mãe e...

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A escritora e ativista Ana Paula Lisboa (Foto: Ana Branco / Agência O Globo)

Semente de Marielle

No último dia 14 de setembro completaram-se 30 meses desde o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Não bastasse as dores da injustiça e maldade que se renovam todo dia 14, neste, as redes sociais me lembraram que no mesmo dia, há 4 anos, eu escrevia uma coluna de apoio à candidatura da Mari. Dizia o quanto era importante a sua decisão de concorrer ao cargo, de como a própria campanha já se mostrava diferente e de como me enchia de esperanças. Dia desses acordei com uma mensagem da Mayara Donaria, um vídeo de Marielle na plenária, já eleita, citando meu nome e uma coluna que escrevi para o 20 de novembro de 2017. Em uma verdadeira aula que dura 5 minutos e 41 segundos, ela rebate o comentário do na época secretário de Educação, César Benjamin, que chamou de “idiotice racial” a luta do povo...

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Luyara Franco (Foto: JULIA DIAS CARNEIRO/BBC NEWS BRASIL)

Minha mãe, Marielle Franco, e o funk dentro de mim

O destino já estava traçado, em 1998: no famoso e nobre Complexo da Maré, nasceu uma funkeira. Na família referência forte, a mãe, durante o auge das equipes de som que formavam paredes inteiras com alto-falantes poderosos, foi “garota furacão 2000”. E, quando a moda era usar roupa de veludo e as favelas se divertiam e se dividiam entre o lado A e lado B nos famosos bailes de corredor, meu pai estava lá. Essa menina sou eu, Luyara Franco. Hoje com 21 anos, entendo a potência do funk como uma expressão em um quase-grito de urgência para as realidades que vivemos na favela e, exatamente por isso, consigo perceber uma crescente escalada de criminalização desse ritmo que movimenta tanta coisa dentro e fora da favela. O funk se impõe como expressão cultural de resistência a uma sociedade na qual, desde a sua constituição, o atrasado modelo educacional e racismo...

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Anielle Franco (Foto: Reprodução/ Instagram)

Caneladas do Vitão: Uma vez Anielle, sempre Marielle 2

Brasil, meu nego, deixa eu te contar, a história que a história não conta, o avesso do mesmo lugar, na luta é que a gente se encontra"¦ "Cada brasileiro, vivo ou morto, já foi Flamengo por um instante, por um dia." Antonio Francisco da Silva, Fluminense fanático como Nelson Rodrigues, só não imaginava que as filhas Marielle e Anielle Franco seriam rubro-negras todos os dias. Até a morte. "O nosso falecido avô começou a levar a gente novinha e falava para o meu pai que íamos ao parque. Parque porcaria nenhuma! Era para ver o Flamengo. Meu pai, tricolor doente, não entendia a nossa paixão pelo Flamengo", diverte-se Anielle, diretora do Instituto (que leva o nome da irmã, vereadora assassinada) Marielle Franco. Nem a reprovação à aproximação do Fla com o governo que dá "e daí?" para milhares de mortos é capaz de diminuir o amor da família pelo "Mengão"....

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Marielle Franco (Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo)

Caso Marielle: polícia prende bombeiro que teria cedido carro para esconder armas de Lessa, acusado de matar vereadora

Apontado como cúmplice do sargento da reserva da Polícia Militar Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, o sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, o Suel, de 44 anos, foi preso, na manhã desta quarta-feira, durante a operação Submersos II. Ele foi localizado num condomínio no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Suel já estava na mira da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio (MPRJ) desde a prisão de Lessa e do ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, em março do ano passado. De acordo com os investigadores, coube ao bombeiro ajudar, logo após a prisão do sargento, no descarte das armas escondidas por Lessa. O bombeiro é acusado de ter cedido um carro para a quadrilha de Lessa esconder as...

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Marielle Franco (Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo)

STJ decide não federalizar Caso Marielle Franco, que segue com MP do Rio

Por unanimidade —oito votos a zero—, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu não federalizar o Caso Marielle Franco e manteve as investigações com a Polícia Civil e o MPRJ (Ministério Público do Rio). O assassinato da vereadora e de seu motorista, Anderson Gomes, seguirá nas mãos da Justiça do Rio de Janeiro. Relatora do caso, a ministra Laurita Vaz não viu "inércia ou inação" das autoridades do Rio de Janeiro no caso. "A gravidade do crime é inquestionável, mas o episódio chama a atenção e esmorece o pedido de federalização do caso. O contexto sugere que o trabalho investigatório das autoridades locais não está sendo obstado pela atuação desses grupos, nem está limitado para quem quer que seja", afirmou, em seu voto. Um colegiado formado por nove ministros participou da votação. O presidente da seção, Nefi Cordeiro, não tinha direito a voto. O ministro Félix Fischer esteve ausente da...

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(Foto: Reprodução/ Baobá)

“Programa Marielle Franco” realiza encontro virtual entre os seus participantes

No dia 16 de abril, o Programa de Aceleração do Desenvolvimento de Lideranças Femininas Negras: Marielle Franco promoveu um momento de interação e troca de experiências entre suas participantes e atores estratégicos, através da plataforma Zoom. Além de todas as selecionadas e apoiadas pelo Programa, participaram desse momento de integração virtual representantes das fundações e institutos que apoiam o programa, como Alejandra Garduño e Sebastian Frias, da Fundação Kellogg, Átila Roque, da Fundação Ford, Lígia Batista, da Open Society Foundations, e Mohara Valle, do Instituto Ibirapitanga. Membros dos comitês de investimento e finanças e, também, da assembleia geral e do conselho deliberativo do Fundo Baobá, como Giovanni Harvey, presidente do conselho deliberativo, e a filósofa e ativista na luta antirracista Sueli Carneiro também estiveram presentes. Harvey agradeceu a todas as mulheres e entidades que estavam representadas no encontro virtual. Disse que, embora nossa sociedade sofra com o racismo estrutural, iniciativas...

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Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

“Revoltante e lastimável”, diz irmã de Marielle sobre fala de Bolsonaro

Em seu discurso feito nesta sexta para rebater as declarações do ex-ministro Sergio Moro, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) citou Marielle Franco, vereadora assassinada em março de 2018, quando comparou a investigação da morte dela com a da facada que levou durante a campanha eleitoral. Após a fala, a família da parlamentar repudiou o uso do nome dela pelo presidente. Anielle Franco, irmã de Marielle e à frente de instituto em memória dela, classificou a declaração de Bolsonaro como "revoltante, lastimável e surreal" e afirmou que o uso do nome da vereadora foi uma "cortina de fumaça" na tentativa de tirar o foco dos ataques que recebia. "Nenhuma vida deve ser ceifada como a da Marielle, ninguém merece levar facada. Não se pode comparar o crime dele com o crime da minha irmã, que perdeu a vida com mais de cinco tiros na cabeça, é inadmissível", afirmou Anielle em...

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(Foto: Divulgação)

Inscrições para Prêmio Marielle Franco vão até junho

Os textos para o Prêmio Marielle Franco devem ser encaminhados até o dia 14 de junho. As inscrições podem ser feitas pelo preenchimento do formulário pelo link: https://editoracontracorrente.blog/premio-marielle-franco-de-ensaios-feministas-2020/. Nele, a candidata escritora – cis e trans também encontrará o edital. A iniciativa do Prêmio é da Editora Contracorrente em parceria com o Instituto Marielle Franco e ele tem como objetivo reverenciar a memória e a luta da ex-vereadora com incentivo ao pensamento feminista. A categoria do prêmio é identificar ensaios inéditos escritos por autoras em língua portuguesa que transitam sobre os diversos aspectos do feminismo. Os ensaios deverão seguir um dos 9 temas descritos no edital e o júri é composto por três personalidades conhecidas do público: Márcia Tiburi, Sueli Carneiro e Anielle Franco. A premiação para a ganhadora é composta pela publicação do ensaio mais R$10.000,00. A avaliação dos textos será feita em duas etapas: pré-seleção e a seleção....

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(Foto: Imagem retirada do site O Globo)

Casa Marielle é inaugurada no Rio com exposição permanente sobre a história da vereadora

Foi inaugurada, na tarde deste domingo, a "Casa Marielle", no Largo de São Francisco da Prainha, na Saúde, região central do Rio. O local, nasceu após uma campanha de financiamento coletivo feito pelo Instituto Marielle Franco — criado pela família da vereadora assassinada há quase dois anos. O espaço conta com uma exposição permanente do acervo pessoal e político da vereadora morta a tiros junto com o motorista Anderson Gomes, no Estácio, no dia 14 de março de 2018. Mesmo com o forte temporal que se instalou no Rio, neste fim de semana, a rua em frente à Casa Marielle ficou lotada de admiradores da história da vereadora. A inauguração contou com apresentações de blocos carnavalescos, músicos e Djs. Eleitor de Marielle, o advogado Guilherme Jorge, de 40 anos, disse que não teve a oportunidade de conhecer pessoalmente a vereadora, mas sempre admirou o trabalho dela. E, por isso, fez...

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Bruno Covas sancionou nesta terça (28) homenagem para vereadora Marielle Franco (Reprodução Instagram/Divulgação)

Covas sanciona lei que cria Praça Marielle Franco em São Paulo

O prefeito Bruno Covas (PSDB) sancionou nesta terça-feira (28) o projeto de lei que denomina uma praça localizada na Brasilândia, Zona Norte da capital, como Marielle Franco. A votação da proposta, que ocorreu no final do ano passado, passou pela Câmara dos Vereadores com maioria. A homenagem para a vereadora do Rio de Janeiro que foi assassinada em março de 2018 contou com apoio da comunidade local e de diversos políticos da casa, segundo Eduardo Suplicy (PT), um dos idealizadores da proposta. Foram 39 apoiadores de variadas legendas: Cidadania, DEM, PSB, PSDB, PL, PTB, PSOL, PODE, PP, PV, MDB e Republicanos. No ano passado, em conversa com a Vejinha, o vereador havia afirmado que pretendia “combinar com a comunidade para fazer uma inauguração. Marielle Franco hoje é uma figura internacional, e muito importante em todos os estados da federação”, disse na época.

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