quinta-feira, outubro 29, 2020

    Discriminação e Preconceitos

    GettyImagesBank

    13 palavras e expressões da língua portuguesa para não usar mais

    A língua portuguesa é o 5º idioma mais falado no mundo e possui uma sonoridade muito característica. É bastante comum ouvir gringos dizendo que os brasileiros parecem falar cantando, porque ela é mesmo bem ritmada. Prova disso são os poemas escritos em português, de Carlos Drummond de Andrade a Cecília Meireles, passando por Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Chico Buarque… São muitos os nomes de destaque e muitas as palavras e expressões brilhantes. Outras, contudo, inclusive usadas por muitos desses poetas, devem hoje ser evitadas a todo custo, pois são heranças de uma sociedade machista e racista. Abaixo, você encontra uma lista com estes termos que devem ser evitados e ser substituídos, porque não há mais liberdade poética que os justifiquem: 1. Mal-amada Dá a entender que uma mulher é feliz, plena e de bem com a vida se está tendo relações sexuais. O prazer feminino pode ser encontrado de...

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    Racismo e desigualdades: o que há de democrático na Covid-19?

    “Quando a América branca pega um resfriado, a América negra pega pneumonia”, Steven Brown (Urban Institute). Por Emanuelle Goes, Da Catarinas  (Foto: arquivo pessoal da autora) A Covid-19 é democrática? Debates sobre a transmissão do vírus têm levantado essa discussão, que todas as pessoas independentes de raça, classe, gênero estão expostas ao coronavírus da mesma forma. Mas como é possível que em países e sociedades com desigualdades profundas as populações sejam atingidas de maneira igualitária? Ao desembarcar Brasil o novo coronavírus mostrou que não era bem assim, a “patroa” em quarentena transmitiu o vírus para a funcionária que não tinha sido informada de risco de contágio, a trabalhadora doméstica de 63 anos que morreu, sendo o primeiro registro de morte no País. O vírus ao atravessar a barreira racial mata. Aprendo com Grada Kilomba (1) ao dizer que a divisão geográfica resultante dessa coreografia racista pode ser...

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    Pixabay

    Coronavírus expõe o racismo ambiental: negros são o corpo que o Estado secou

    No país, cerca de 29 milhões não usufruem de saneamento básico e 6,2 milhões não têm água potável. E em sua maioria são negros Por Paulo Ramos no Rede Brasil Atual Pixabay O saneamento básico e a distribuição de água potável nas favelas e periferias jamais foram serviços efetivamente oferecidos no Brasil. Nesses territórios de extrema vulnerabilidade, atores demarcados por classe, gênero, sexualidade e sobretudo ‘raça’, em que negros e negras têm seus corpos marcados de forma atemporal, são condicionados a sobreviver na miséria. Em tempos de pandemia de coronavírus e quarentena, para sobreviver precisamos de procedimentos de higienização do corpo, mas antes o saneamento básico e a água potável são fundamentais, não só para limpeza, mas para o bem comum. Sabemos, no entanto, que o princípio da universalidade constituído ao bem comum não atende às demandas do povo preto e periférico. A seletividade aos corpos pretos...

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    Mike Segar/Reuters

    Ex-CEO do Grammys alega discriminação e corrupção na premiação

    Deborah Dugan alega que o Grammy é atormentado por uma cultura de discriminação racial e baseada em gênero, e que artistas do Rap e Rnb foram marginalizados pela corrupção dos eleitores. Por Ruan Fellipe, do Rapmais Deborah Dugan (Foto: Mike Segar/Reuters) Deborah Dugan, ex-presidente e CEO da Academia Nacional de Artes de Gravação que foi demitida de seu emprego no início desta semana, alegou que a Academia de Gravação e seu principal evento, o Grammy Awards, estão repletos de questões profundas, incluindo corrupção, encobrimento casos de estupro e má conduta sexual e uma mentalidade avassaladora de “clube dos meninos”. Em uma queixa arrepiante registrada na Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego pelo advogado de Dugan, Douglas Wigdor, Dugan alega que ela foi assediada sexualmente pelo ex-membro do conselho e presidente do conselho do Grammys. Ela também afirma que o conselho negou o fato de que...

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    Marcas de facadas no corpo do jovem Felipe Milanez, vítima de ataque homofóbico no DF — Foto: Reprodução/TV Globo

    ‘Racismo homotransfóbico’, diz polícia sobre caso de jovem que levou 17 facadas no DF

    Felipe Augusto Milanez, de 23 anos, foi agredido na saída de uma festa em Brazlândia. Três menores de idade, incluindo adolescente de 15 anos, foram apreendidos. Por Geraldo Becker, do G1   Marcas de facadas no corpo do jovem Felipe Milanez, vítima de ataque homofóbico no DF — Foto: Reprodução/TV Globo O esfaqueamento de um jovem de 23 anos na saída de uma festa em Brazlândia, no Distrito Federal, é investigado pela Polícia Civil como "racismo homotransfóbico" – motivado por preconceito racial e de orientação sexual. O crime ocorreu no dia 7 de outubro, quando o estudante de odontologia Felipe Augusto Milanez levou 17 golpes de faca pelo corpo e foi xingado por um grupo de, pelo menos, dez pessoas. Segundo o delegado à frente das investigações, Anderson Cavichioli, o caso será encaminhado à Justiça como tentativa de homicídio duplamente qualificado, "tanto pelo motivo torpe, em...

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    Reunião, em São Paulo, de integrantes da primeira associação nacional “independente” de defesa de pessoas com nanismo - Foto: Bruno Santos/ Folhapress

    Pessoas com nanismo se unem para combater piadas e divulgar demandas

    Pela 1ª vez, profissionais se organizam sem a tutela de pais para cobrar direitos Por Jairo Marques, da Folha de S.Paulo Eles são fotografados nas ruas, ao lado de suas famílias, aleatoriamente e sem que tenham dado permissão; são hostilizados aos gritos por grupos de jovens em locais públicos; recebem propostas financeiras para serem carregados no colo. E ainda não basta. Passam horas no ambiente de trabalho ouvindo piadas de seus superiores a respeito de suas estaturas e condição física e recebem telefonemas em suas empresas, pedindo orçamentos para serem alugados para festas e eventos. Para chamar atenção e para combater esses e outros absurdos que enfrentam em seus cotidianos, pessoas com nanismo de todo o país estão se organizando em uma associação, a Nanismo Brasil, com o intuito de ampliar o conhecimento de suas demandas, avançar na conquista de direitos e ter melhor visibilidade de suas condições. [caption id="attachment_147485"...

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    ‘Me chamar de ‘viado’ não é ofensa. Tomar 4 tiros, sim’, diz vítima de homofobia na Bahia

    Jovem levou quatro tiros após beijar rapaz em bar de Camaçari, na região metropolitana de Salvador (BA), no último domingo (20). Do HuffPostBrasil “Me chamar de ‘viado’ não é ofensa. Tomar 4 tiros, sim. Uma dor irreparável, além de física, emocional e psicológica. Não sei como será de agora em diante, não sei se serei mais o mesmo.” A frase acima é do jovem Marcelo Macedo, de 33 anos, que levou quatro tiros após beijar um rapaz dentro de um bar em Camaçari, sua cidade natal, na região metropolitana de Salvador, Bahia. O caso aconteceu no último domingo (20). Nesta sexta, ainda em recuperação, ele publicou um relato emocionante em seu perfil do Instagram sobre o ataque que sofreu. Em seu texto, ele agradece o apoio que vem recebendo de amigos e familiares na última semana e ressalta que este carinho é o que o motivou a se manifestar publicamente...

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    ‘Narcopentecostais’: casos de intolerância religiosa crescem com expansão de facção no Rio

    Só em 2019, até setembro, a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa contabilizou 176 terreiros fechados após ataques ou ameaças de traficantes Por Rafael Soares, Da Época Itens sagrados em religião de matriz africana (Foto: Georgenes Sampaio) Aos 23 anos, Wendel Rodrigues Oliveira é um homem de fé. Em 27 de junho, postou no Instagram uma foto da Bíblia em seu colo, com a legenda: “Indo à casa do pai agradecer por cada dia de vida e pela paz que ele vem concedendo à comunidade do Parque (Paulista) e pelo seu povo”. Mas ele é também um homem do crime, e o relógio de ouro na foto com o livro sagrado é só um indicativo de seu poder. Na comunidade que cita em suas preces, o Parque Paulista, um bairro em que moram mais de 30 mil pessoas de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro,...

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    (Foto: Divulgação/Flickr)

    Com Marcão e Roger, Fluminense e Bahia fazem ação contra o racismo

    Os treinadores dos times que se enfrentam neste sábado, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, são os únicos profissionais negros entre os 20 clubes da elite do futebol nacional Do Lance  Times com os únicos dois técnicos negros da Série A, Fluminense e Bahia se enfrentam neste sábado, às 19h, no Maracanã, pela 25ª rodada do Brasileiro. E os clubes irão promover uma ação contra o racismo no futebol. Os treinadores Marcão, do Tricolor carioca, e Roger Machado, do Tricolor baiano, irão entrar em campo com a camisa do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, que promoveu a ação em conjunto com o clube. (Foto: Divulgação/Flickr) – Alô Bahia e Fluminense nós temos um sonho! Que tal no próximo jogo onde os dois únicos técnicos negros da Série A se encontram eles vestirem nossa camiseta? Os dois já falaram sobre a questão racial e será uma ótima...

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    Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB), em João Pessoa — Foto: Ednaldo Araújo/TJPB

    Mulher é condenada por injúria após ofender duas candomblecistas na PB

    Uma mulher foi condenada a um ano e nove meses de prisão e 35 dias-multa pelo crime de injúria após ofender duas candomblecistas em março de 2019 na Paraíba. De acordo com os autos do processo, a condenada chamou o casal de mulheres de “macumbeiras, sapatão e pomba gira dos infernos”. Do  G1  Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB), em João Pessoa — Foto: Ednaldo Araújo/TJPB A mulher foi denunciada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) pelos crimes de injúria referente a raça, cor, etnia ou religião, duas vezes. Em depoimento, as vítimas narraram que convivem maritalmente há mais de 13 anos e são da religião do candomblé. Ambas confirmaram que a condenada enviou mensagens para uma testemunha com injúrias à religião das duas. Na sentença, o juiz Geraldo Emílio Porto, da 7ª Vara Criminal de João Pessoa, destaca que os fatos descritos foram comprovados durante...

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    Grupo atira bomba de gás lacrimogêneo em restaurante palestino em SP

    Al Janiah contrata refugiados árabes e promove eventos para difundir cultura palestina Por Thiago Amâncio, da Folha de São Paulo Um grupo lançou bomba de gás lacrimogêneo e spray de pimenta em um restaurante palestino em São Paulo na madrugada deste domingo (1). O caso aconteceu no Al Janiah, bar e restaurante onde trabalham refugiados árabes que vivem na capital paulista e que promove a cultura palestina. Vídeo de câmera de segurança mostra o momento do ataque. A gravação mostra algumas pessoas na porta do restaurante quando três homens se aproximam. Um deles, de boné e camiseta estampada com a bandeira do estado de São Paulo, tira um objeto do bolso de trás da calça, lança-o dentro do restaurante e bate a porta. As pessoas que estavam na frente do local saem de perto, e um dos homens lança um jato de spray no ar. Alguém abre a porta pelo...

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    Mulher é impedida de entrar em carro de aplicativo por causa do peso

    Depois do caso, mulheres se reuniram em Salvador para protestar contra a gordofobia Da Revista Claudia  Joyce Santos passou por um episódio de gordofobia envolvendo um motorista do aplicativo 99, que negou levá-la em seu carro por causa do seu peso. Depois de pedir o carro, Joyce percebeu que o motorista passou reto pelo ponto de encontro marcado no aplicativo e, então, enviou uma mensagem através da plataforma questionando o que havia acontecido. “Como é que você passa por mim? Chamo e você não para”, escreveu ela. “Vai andando, querida, para emagrecer”, respondeu o motorista. No último domingo (18), o coletivo Vai Ter Gorda reuniu mulheres nas ruas de Salvador para protestar contra o caso. As mulheres tiraram fotos na praia, fizeram um piquenique e conversaram sobre o caso. (Drica Reis/Reprodução) O coletivo foi criado em 2016 com objetivo de lutar contra a gordofobia, aumentar a...

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    A minha professora disse que era preciso dominarmos bem a língua francesa | 1985 | Alain Le Saux

    Glotofobia: da discriminação linguística ao racismo pelo sotaque

    A minha professora disse que era preciso dominarmos bem a língua francesa1 Por Graça dos Santos, no Buala A minha professora disse que era preciso dominarmos bem a língua francesa | 1985 | Imagem Alain Le Saux "Na nossa sociedade a linguagem é um instrumento de dominação e de discriminação poderoso e desconhecido. Impor a sua língua como a única aceitável, estimável, razoável e menosprezar, desqualificar, rejeitar uma pessoa pela sua maneira de falar, o seu sotaque ou o seu vocabulário é tão ilegítimo como rejeitá-la pela sua religião, a cor da sua pele ou a sua orientação sexual – as várias discriminações mais ou menos reconhecidas e punidas pela lei em França”2. As discriminações fundamentadas na língua são no entanto ainda largamente ignoradas, embora afetem milhares de pessoas. Estão evidentemente relacionadas com a xenofobia, o racismo ou o menosprezo social, mas a proposta do sociolinguista francês...

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    Casa de candomblé é derrubada pelo governo do DF; ‘Intolerância religiosa’, diz OAB

    Construção é filial da Casa do Caboclo, entidade fundada em 1975. Governo afirma que área pública sofria 'parcelamento irregular'. Por Marília Marques e Letícia de Oliveira, G1 DF Membros da Casa do Caboclo, no Lago Norte, cantam e dançam ao redor de construção derrubada pelo DF Legal (Foto: TV Globo/Reprodução) Após a derrubada da construção de uma filial do terreiro de candomblé Caboclo Boiadeiro – o centro mais antigo do Distrito Federal, fundado em 1975 – a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) decidiu recorrer do caso por entender que a destruição do imóvel pelo governo foi um "ato de intolerância religiosa". A ação que demoliu a casa de matriz africana no Lago Norte foi organizada pelo DF Legal – antiga Agência de Fiscalização (Agefis) – na segunda-feira (20), mesma semana em que o novo órgão começou a funcionar. Segundo a presidente da Comissão de Liberdade...

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    Imagem Geledés

    Bolsonaro é condenado a pagar R$ 150 mil por declarações racistas e homofóbicas

    A ação foi movida por três grupos que atuam em defesa da população LGBTI no Rio de Janeiro Por Jaqueline Deister, do Brasil de Fato  Imagem Geledés Na última semana, a maioria dos desembargadores da Câmara Cívil do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decidiu manter a condenação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) por ter feito declarações homofóbicas e racistas no extinto programa CQC, da TV Bandeirantes, em março de 2011. Com a sentença, ele terá que pagar R$ 150 mil por danos morais coletivos. A indenização será destinada ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, do Ministério da Justiça. A ação foi movida, em 2011, pelo Grupo Diversidade de Niterói (GDN), Grupo Cabo Free de Conscientização Homossexual e Combate à Homofobia e Grupo Arco-íris de Conscientização. Para o presidente do GDN, Felipe Carvalho, a decisão judicial representa uma vitória para o movimento LGBTI de todo o país....

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    Larissa Rodrigues foi morta a pauladas na Alameda dos Tacaúnas, na Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

    Larissa Rodrigues, transexual morta a pauladas em bairro nobre de São Paulo

    Testemunha contou que momentos antes agressor tentou atropelar a vítima. Ele fugiu. Do G1 Larissa Rodrigues foi morta a pauladas na Alameda dos Tacaúnas, na Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal Larissa Rodrigues da Silva, uma transexual de 21 anos, foi morta a pauladas por volta das 21h10 de sábado (4) na Alameda dos Tacaúnas, no bairro da Saúde, na Zona Sul de São Paulo. O caso foi registrado como homicídio. O agressor fugiu. Uma testemunha contou à polícia que estava com a vítima, quando um homem não identificado em um carro quase os atropelou. Posteriormente, o autor retornou com o veículo, desembarcou com um pedaço de madeira, golpeando a vítima com o objeto. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a PM foi acionada para atender a uma ocorrência de agressão e ao chegar no local encontrou a vítima caída com...

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    Dentista que postou ofensas em redes sociais é condenada a 2 anos de reclusão por racismo

    Decisão é do juiz de direito Carlos Alberto Bezerra Chagas, da 1ª Vara da Comarca de São Raimundo Nonato, dessa terça-feira (16). Por Catarina Costa, G1 Dentista Delzuíte Ribeiro de Macedo é condenada a 2 anos e 7 meses de reclusão — Foto: Reprodução/TJ-PI A dentista Delzuíte Ribeiro de Macedo foi condenada a 2 anos e 7 meses de reclusão por racismo contra um bebê recém nascido e sua mãe através de postagens ofensivas em rede social. A decisão é do juiz de direito Carlos Alberto Bezerra Chagas, da 1ª Vara da Comarca de São Raimundo Nonato, dessa terça-feira (16). Delzuíte foi denunciada pelo Ministério Público do Estado pela prática dos crimes de lesão corporal tentada, ameaça, injúria preconceituosa/racial e racismo qualificado. Conforme a denúncia, no dia 6 de abril de 2018, a dentista fez ameaças a vítima Thaiane Ribeiro Neves e teria arremessado uma tesoura...

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    "Unidos contra o racismo": torcedores do Dortmund erguem cachecol em ato por mais tolerância

    Rivais em campo, mas unidos contra a extrema direita

    Em tempos de xenofobia, populismo e antissemitismo em alta, grupos de torcidas organizadas de grandes clubes do futebol alemão, como Bayern e Dortmund, erguem a voz pela convivência pacífica e contra o racismo. Por  Gerd Wenzel, do DW "Unidos contra o racismo": torcedores do Dortmund erguem cachecol em ato por mais tolerância (reuters/W. Rattay) Nos anos 80/90 não era raro ocorrerem manifestações de hooligans neonazistas fora e dentro dos estádios na Alemanha, especialmente quando a seleção alemã se apresentava em jogos fora de casa. Quem não se lembra, por exemplo, do policial francês covardemente espancado por uma horda de alemães enfurecidos nas ruas de Lens na Copa de 1998? Também dentro dos estádios, predominantemente de clubes das divisões inferiores, como Dresden e Chemnitzer, grupos de saudosistas do Terceiro Reich não escondem seu ideário extremista através de gestos e palavras de ordem, características dos tempos de trevas da história...

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    Frente Respeitem o Nosso Sagrado quer atrair mais religiosos e realizar caminhada contra a intolerância religiosa ainda este ano Foto- Cléber Júnior : Agência O Globo

    Frente religiosa é criada em Nova Iguaçu, segunda cidade do estado com mais casos de intolerância

    Grupo quer organizar uma caminhada por Cintia Cruz no Extra Frente Respeitem o Nosso Sagrado quer atrair mais religiosos e realizar caminhada contra a intolerância religiosa ainda este ano Foto- Cléber Júnior : Agência O Globo Só este ano, Nova Iguaçu teve dois dos quatro casos de intolerância religiosa no estado do Rio. Desde 2017, a cidade tem o maior número de casos na Baixada Fluminense — e o segundo maior no estado, segundo estatísticas do Conselho Estadual de Defesa e Promoção da Liberdade Religiosa. Diante desse quadro e na mesma semana que um terreiro de candomblé foi invadido por traficantes, no bairro Ambaí,religiosos do município decidiram criar um grupo de atuação para impedir novos casos. A frente Respeitem O Nosso Sagrado reúne líderes de religiões de matriz africana do município de Nova Iguaçu. Entre as propostas, estão a de uma caminhada contra a intolerância religiosa,...

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    Criminosos ainda picharam fachada do terreiro — Foto- Reprodução:TV Globo

    Terreiro de candomblé é depredado em Nova Iguaçu; religiosos foram expulsos

    Testemunhas acusam traficantes. Baixada registrou 30 ataques a centros em 2018 no G1 Criminosos ainda picharam fachada do terreiro — Foto- Reprodução:TV Globo Um terreiro de candomblé em Nova Iguaçu foi invadido e destruído na última segunda-feira (25). Religiosos contam que foram expulsos por traficantes da região. O objetivo, dizem testemunhas, é transformar o centro em uma base para os criminosos. A polícia investiga o caso. Fotos mostram o vandalismo: utensílios para oferendas foram quebrados, o altar, desmontado, e os criminosos chegaram a colocar fogo em alguns espaços. Objetos de terreiro são depredados em Nova Iguaçu — Foto- Reprodução:TV Globo Segundo representantes do terreiro, o local já havia sido invadido no ano passado, quando o tráfico os impediu de fazer qualquer tipo de manifestação religiosa. A ordem foi atendida, mas, mesmo assim, a casa foi tomada novamente. O babalaô Ivanir dos Santos,...

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