quarta-feira, agosto 5, 2020

    Enfrentamento ao coronavírus

    (Foto:© Marcello Casal/Agência Brasil Geral)

    30 mil famílias de favelas recebem botijões de gás em ação da CUFA; 900 só em Fortaleza

    A Central Única das Favelas (Cufa) concluiu nessa segunda-feira (11/5) mais uma importante missão de apoio a famílias que vivem em comunidades pobres do Brasil, onde está concentrada boa parte da população negra. Trinta mil botijões de gás de cozinha foram distribuídos a pessoas em situação de vulnerabilidade de 15 estados. Só em Fortaleza, 900 casas de 26 favelas foram beneficiadas com a ação, feita em parceria com uma empresa de exploração e distribuição de gás. Na capital cearense, 90% das mortes por coronavírus até agora foram de moradores de bairros com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), exatamente o critério utilizado pela Cufa para a distribuição dos botijões. A doação dos botijões de gás se soma a uma série de outros esforços da Cufa para garantir a subsistência de quem vive em situação de pobreza e está com a situação agravada por conta da pandemia do novo coronavírus. Antes...

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    Integrantes do coletivo, depois da distribuição dos botijões da parceria com a Supergasbrás, na Vila Laranjeiras. Da esquerda para a direita, Cristiane Leite, Daiana Santos, Danieli Marques e Márcia Amâncio. Só faltou a Vera Costa. (Foto: Flávio Dutra/Ju)

    Sanitarista egressa da UFRGS coordena ação que beneficia comunidades no combate à fome

    “A pandemia trouxe à tona de uma forma mais objetiva o que já tá aí desde sempre.” O comentário da sanitarista egressa da UFRGS Daiana Santos é fruto de sua experiência em ações sociais realizadas em comunidades de periferia de Porto Alegre. Há cerca de dois meses, ela e mais quatro mulheres de um dos coletivos que integra criaram o Fundo de Amparo ao Combate à Fome para Mulheres, que já beneficiou mais de mil mulheres: “São catadoras, diaristas, empregadas domésticas, trabalhadoras informais”. É a partir do relato de Daiana que o JU dá início às Histórias de Solidariedade, série de reportagens-perfis, contando sobre pessoas e suas ações sociais nestes tempos de isolamento. “Eu falo sempre de mulheres, mulheres, mulheres, mas é porque vim de uma família só de mulheres.” Segundo Daiana, sua vida retrata um perfil muito comum em comunidades como a que ela vive, no Morro Santana, na...

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    Comunicação contra o corona

    Lançamos hoje a plataforma Comunicação Contra o Corona, que reúne uma série de campanhas e materiais de comunicação, desenvolvidos por organizações de todo o Brasil, para que você possa se inspirar, compartilhar e ampliar o alcance dessas mensagens para o maior número de pessoas possível. O site é uma iniciativa da área de Comunicação para o Desenvolvimento da Cidade Escola Aprendiz, com o apoio da Rede Narrativas, do Pacto Pela Democracia, da Rede de Advocacy Colaborativo (RAC),  da Rede de Conhecimento Social e da Rede Cardume. Conheça e compartilhe! >> www.comunicacaocontraocorona.org.br

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    FILE PHOTO: Employees in protective clothing carry out tests for the coronavirus at a laboratory in Berlin, Germany, March 26, 2020. REUTERS/Axel Schmidt/File Photo

    Obesidade é o principal fator de risco nas vítimas com menos de 60 anos

    Matheus Aciole, de apenas 23 anos, foi diagnosticado com o novo coronavírus e, embora tenha recebido um atendimento médico adequado, morreu em poucos dias, em 31 de março, tornando-se a mais jovem vítima da doença no País à época, para grande espanto de parentes e amigos. O diagnóstico havia sido feito dois dias depois do surgimento dos primeiros sintomas, uma dor de garganta leve e febre baixa. Matheus foi encaminhado imediatamente para a UTI de um hospital particular em Natal (RN) e chegou a ser entubado. Mas os esforços dos médicos foram incapazes de deter a covid-19. Os pais do jovem gastrólogo contaram que ele sempre foi saudável e não conseguiam entender como o que parecia um resfriado leve se transformou em uma doença fulminante. Embora fosse muito jovem e saudável, Matheus pesava mais de 100 quilos. De acordo com os últimos relatos do governo, existe uma relação importante entre...

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    Problema crônico, falta de saneamento básico assola o país. Cem milhões de pessoas não têm coleta e tratamento de esgoto, diz Renata Ruggiero, diretora da Iguá Saneamento (foto: Carlos Moura/CB/D.A Press)

    Desigualdade que envergonha: crise da Covid-19 ampliará problemas sociais

    A crise provocada pelo novo coronavírus evidenciou a fragilidade estrutural e agigantou as desigualdades sociais do Brasil. Os serviços públicos, necessários para mais de 75% da população, são precários. O sistema de saúde é insuficiente e começa a entrar em colapso em alguns estados. A falta de saneamento básico, uma agenda do século 19, ainda assola o país e 35 milhões de pessoas não têm acesso à água. A informalidade é brutal, com mais de 38 milhões de brasileiros invisíveis ao Estado. E as moradias são indignas para grande parte da população, que não consegue nem manter a higiene básica, muito menos cumprir os protocolos que reduzem o risco de contaminação. A pandemia desnudou as mazelas do Brasil. Uma vez vencida, contudo, tem potencial para deixar legados positivos, dizem especialistas. Para Claudio Porto, fundador e presidente do conselho de administração da Macroplan, o posicionamento da saúde como a maior prioridade...

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