quarta-feira, junho 24, 2020

    PLPs em Ação

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    Mapa interativo da USP mostra quantos de seus vizinhos contraíram a covid

    O LabCidade (Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade) da FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) criou um mapa interativo que permite encontrar os endereços onde estão os casos de hospitalizações provocadas pelo novo coronavírus em 25 municípios na região metropolitana de São Paulo. Raquel Rolnik, docente da FAU-USP e coordenadora do LabCidade, disse ao UOL que o objetivo do mapa é "propiciar uma leitura territorial da epidemia para que estratégias específicas de enfrentamento sejam colocadas em prática, considerando que a covid-19 não se distribui homogeneamente pelo território e, portanto, estratégias homogêneas não funcionam." O mapa utiliza como base de dados o DataSus (Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde), plataforma em que são registrados casos hospitalizados de coronavírus e síndrome respiratória aguda grave, que incluí o CEP da pessoa internada. Mesmo com o detalhamento no mapa, Rolnik destaca que ele não mostra a...

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    Boletim PLPs em Ação! – Junho de 2020

    Enfrentamos uma grave crise sanitária no Brasil. Já foi dito que a tempestade é a mesma para todas as pessoas, mas os barcos em meio à essa tempestade são extremamente diferentes. Partindo desta premissa e sabedoras de que as pessoas mais vulneráveis ao coronavírus são majoritariamente negras, especialmente meninas e mulheres negras, e frente à inoperância do Estado brasileiro na proteção de todas as vidas, as PLPs continuam em Ação em meio a grave crise do COVID-19, que infelizmente, já tomou proporções desesperadoras para a população pobre, das periferias e favelas.  As PLPs formadas por Geledés são agentes multiplicadoras de cidadania, que compõem uma rede de proteção social às mulheres, cuja atuação busca alcançar uma vida com dignidade para todas as mulheres. Após quase dois meses da atuação das PLPs na orientação e ajuda no cadastramento de pessoas para obtenção do Auxílio Emergencial, os relatos dão conta de que ainda...

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    “Por entre Esquinas”: Fragmento Urbano divulga 1° espetáculo de dança sobre masculinidades negras

    “Por entre Esquinas” é o novo espetáculo de dança do grupo Fragmento Urbano. Composto por seis homens negros com  faixas etárias que variam de 30 a 63 anos, a obra propõe discutir o universo do homem negro, a partir de suas subjetividades e contradições. Entre os temas que permeiam a coreografia está os ritos de passagem que, em várias civilizações africanas e ameríndias, passam por um processo de ritual no qual aprendem a caçar, construir e guerrilhar. Demonstrada na “Esquina” onde tudo se vê, muito se aprende, muito se ganha e muito se perde - um dos locais mais acessados na periferia, é também, o lugar onde a masculinidade negra é testada a todo momento. Dirigido por Douglas Iesus, a obra será exibida em formato digital, nos dias 18,19,25 e 26 de abril, o espetáculo poderá ser assistido no youtube do coletivo. Além disto, o projeto traz como iniciativa uma...

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    Na Cova da Moura, de cada vez que se vai distribuir comida, volta-se com mais famílias na lista

    Irene Semedo, 37 anos, abre a porta de sua casa na Cova da Moura, na Amadora. Acabou de perder um dos quatro trabalhos que tinha a limpar escadas em condomínios. Sem contrato, sem recibos, dispensaram-na durante a pandemia. Recebe 360 euros mensais, ao todo. Nascida em Portugal mas sem nacionalidade portuguesa, tem o passaporte de Cabo Verde como documento de identificação. Foi ela quem arranjou as luvas para trabalhar, ninguém se preocupou se usa ou não máscara, diz ao PÚBLICO. Mãe de seis filhos — o mais velho com 21 e a mais nova com três anos —, vive com o irmão que recebe uma pensão de invalidez. O pai das crianças não dá apoio. Irene Semedo andava a comprar fiado na mercearia. Há três semanas começou a receber refeições da Associação Moinho da Juventude, instituição de solidariedade social que dá apoio ao bairro e que pertence à rede de emergência...

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    (Foto:© Marcello Casal/Agência Brasil Geral)

    30 mil famílias de favelas recebem botijões de gás em ação da CUFA; 900 só em Fortaleza

    A Central Única das Favelas (Cufa) concluiu nessa segunda-feira (11/5) mais uma importante missão de apoio a famílias que vivem em comunidades pobres do Brasil, onde está concentrada boa parte da população negra. Trinta mil botijões de gás de cozinha foram distribuídos a pessoas em situação de vulnerabilidade de 15 estados. Só em Fortaleza, 900 casas de 26 favelas foram beneficiadas com a ação, feita em parceria com uma empresa de exploração e distribuição de gás. Na capital cearense, 90% das mortes por coronavírus até agora foram de moradores de bairros com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), exatamente o critério utilizado pela Cufa para a distribuição dos botijões. A doação dos botijões de gás se soma a uma série de outros esforços da Cufa para garantir a subsistência de quem vive em situação de pobreza e está com a situação agravada por conta da pandemia do novo coronavírus. Antes...

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    Integrantes do coletivo, depois da distribuição dos botijões da parceria com a Supergasbrás, na Vila Laranjeiras. Da esquerda para a direita, Cristiane Leite, Daiana Santos, Danieli Marques e Márcia Amâncio. Só faltou a Vera Costa. (Foto: Flávio Dutra/Ju)

    Sanitarista egressa da UFRGS coordena ação que beneficia comunidades no combate à fome

    “A pandemia trouxe à tona de uma forma mais objetiva o que já tá aí desde sempre.” O comentário da sanitarista egressa da UFRGS Daiana Santos é fruto de sua experiência em ações sociais realizadas em comunidades de periferia de Porto Alegre. Há cerca de dois meses, ela e mais quatro mulheres de um dos coletivos que integra criaram o Fundo de Amparo ao Combate à Fome para Mulheres, que já beneficiou mais de mil mulheres: “São catadoras, diaristas, empregadas domésticas, trabalhadoras informais”. É a partir do relato de Daiana que o JU dá início às Histórias de Solidariedade, série de reportagens-perfis, contando sobre pessoas e suas ações sociais nestes tempos de isolamento. “Eu falo sempre de mulheres, mulheres, mulheres, mas é porque vim de uma família só de mulheres.” Segundo Daiana, sua vida retrata um perfil muito comum em comunidades como a que ela vive, no Morro Santana, na...

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    Comunicação contra o corona

    Lançamos hoje a plataforma Comunicação Contra o Corona, que reúne uma série de campanhas e materiais de comunicação, desenvolvidos por organizações de todo o Brasil, para que você possa se inspirar, compartilhar e ampliar o alcance dessas mensagens para o maior número de pessoas possível. O site é uma iniciativa da área de Comunicação para o Desenvolvimento da Cidade Escola Aprendiz, com o apoio da Rede Narrativas, do Pacto Pela Democracia, da Rede de Advocacy Colaborativo (RAC),  da Rede de Conhecimento Social e da Rede Cardume. Conheça e compartilhe! >> www.comunicacaocontraocorona.org.br

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    Combate à violência doméstica em tempos de pandemia: o papel do Direito

    Em tempos de Covid-19, têm surgido demandas de maior atuação do Estado em diversos domínios, como na economia e na saúde pública. Ao mesmo tempo, discute-se a realocação de verbas governamentais de diversas áreas para a garantia de padrões mínimos de vida para milhões de brasileiros que perderão empregos e renda por conta do confinamento que a pandemia impõe. Nesse contexto, é imprescindível que operadores jurídicos e formuladores de políticas públicas tenham em mente que a garantia de padrões mínimos de vida em confinamento passa, necessariamente, por garantir que a população esteja livre de qualquer forma de violência. Por Heloisa Bianquini, Do ConJur  (Foto: POLONEZ / SHUTTERSTOCK) Uma forma de violência que merece especial atenção é a violência doméstica. Este tipo de agressão ocorre muitas vezes de forma invisível e insidiosa, principalmente por se dar na esfera privada e doméstica. 1. Pandemia e violência doméstica A...

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    FILE PHOTO: Employees in protective clothing carry out tests for the coronavirus at a laboratory in Berlin, Germany, March 26, 2020. REUTERS/Axel Schmidt/File Photo

    Obesidade é o principal fator de risco nas vítimas com menos de 60 anos

    Matheus Aciole, de apenas 23 anos, foi diagnosticado com o novo coronavírus e, embora tenha recebido um atendimento médico adequado, morreu em poucos dias, em 31 de março, tornando-se a mais jovem vítima da doença no País à época, para grande espanto de parentes e amigos. O diagnóstico havia sido feito dois dias depois do surgimento dos primeiros sintomas, uma dor de garganta leve e febre baixa. Matheus foi encaminhado imediatamente para a UTI de um hospital particular em Natal (RN) e chegou a ser entubado. Mas os esforços dos médicos foram incapazes de deter a covid-19. Os pais do jovem gastrólogo contaram que ele sempre foi saudável e não conseguiam entender como o que parecia um resfriado leve se transformou em uma doença fulminante. Embora fosse muito jovem e saudável, Matheus pesava mais de 100 quilos. De acordo com os últimos relatos do governo, existe uma relação importante entre...

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    Foto: Marcelo Regua / Agência O Globo

    Incerteza sobre extensão da pandemia acende debate sobre prorrogar auxílio emergencial

    Ajuda está prevista até junho, mas crise deve continuar por mais algum tempo; prorrogação pode custar R$ 46 bilhões por mês adicional ao previsto Por Idiana Tomazelli, do O Estado de S.Paulo Foto: Marcelo Regua / Agência O Globo As incertezas sobre a duração dos efeitos da pandemia do novo coronavírus acenderam o debate entre economistas sobre uma eventual necessidade de extensão do auxílio emergencial de R$ 600, que será pago até junho. Além do risco de "dias duros" de contaminação pela covid-19 até julho ou agosto, há preocupação com o período de transição entre o choque do isolamento e a efetiva retomada da atividade, uma vez que o mercado de trabalho costuma ser o último a reagir em momentos de crise. A lei que foi aprovada pelo Congresso Nacional prevê que trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores individuais e desempregados receber auxílio de R$ 600 por três...

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    Problema crônico, falta de saneamento básico assola o país. Cem milhões de pessoas não têm coleta e tratamento de esgoto, diz Renata Ruggiero, diretora da Iguá Saneamento (foto: Carlos Moura/CB/D.A Press)

    Desigualdade que envergonha: crise da Covid-19 ampliará problemas sociais

    A crise provocada pelo novo coronavírus evidenciou a fragilidade estrutural e agigantou as desigualdades sociais do Brasil. Os serviços públicos, necessários para mais de 75% da população, são precários. O sistema de saúde é insuficiente e começa a entrar em colapso em alguns estados. A falta de saneamento básico, uma agenda do século 19, ainda assola o país e 35 milhões de pessoas não têm acesso à água. A informalidade é brutal, com mais de 38 milhões de brasileiros invisíveis ao Estado. E as moradias são indignas para grande parte da população, que não consegue nem manter a higiene básica, muito menos cumprir os protocolos que reduzem o risco de contaminação. A pandemia desnudou as mazelas do Brasil. Uma vez vencida, contudo, tem potencial para deixar legados positivos, dizem especialistas. Para Claudio Porto, fundador e presidente do conselho de administração da Macroplan, o posicionamento da saúde como a maior prioridade...

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    Para comemorar Dia Nacional do Livro Infantil, vencedora de prêmio internacional fará leitura de sua obra, ainda inédito no Brasil

    Com o livro infantil “Senti saudade das cores”, a escritora Leila Vilhena venceu o concurso Helvetia Jr., de uma editora localizada na Suíça para a publicação da obra em Genebra e no Brasil. A obra fala sobre transformações do mundo, que deixa de existir como a protagonista o conhece, fazendo-a perceber a necessidade de se recriar e se reinventar. E, para celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil, ela fará uma leitura ao vivo neste sábado (18), no canal do Instagram do podcast infantil Rádio Quarenteninha (@radioquarenteninha) Escrito antes da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o livro dialoga com os tempos extremos vividos no presente. E pensando nesse caos instaurado em nossas vidas, afetando crianças que tiveram que se isolar em casa, sem escola e sem amigo, veio a vontade de fazer a leitura e transmití-la ao vivo. Já a  ideia de escrever o livro surgiu a partir da afilhada...

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    A professora e advogada Luciana Temer, presidente do Instituto Liberta - Mathilde Missioneiro - 4.nov.19/Folhapress

    Coronavírus e violência sexual infantil

    Um único assunto toma praticamente todos os espaços das mídias tradicionais e digitais: o coronavírus. Isso não é só compreensível como necessário; afinal, estamos no meio de uma pandemia. Mas assuntos conexos —como a questão da vulnerabilidade social agravada (e o medo da violência a partir daí) e o aumento da violência doméstica (em razão do confinamento)— começam a despontar. Quero propor aqui um outro, urgente! O risco de aumento da violência sexual contra crianças e adolescentes. Explico. Em 2018, escrevi neste mesmo espaço sobre o perigo de se admitir o ensino domiciliar no Brasil. Citava um estudo da Universidade de Wisconsin que constatou que 76% das crianças vítimas de violência intrafamiliar grave nos EUA não frequentavam a escola. Tratava-se, à época, de risco iminente e excepcional, mas agora estamos todos em um isolamento absolutamente necessário e não há escolas nem outros espaços de convívio onde crianças possam pedir socorro....

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    COVID19 & Saúde da População Negra

    Dos hospitalizados com síndrome respiratória aguda grave, 23,1% são pretos e pardos, podendo a chegar representar 32,8% das vítimas de Covid-19. Já com os brancos, a situação é oposta e o número de mortos é menor que o de hospitalizados. Representam 73,9% dos hospitalizados e 64,5% das vítimas. Mesmo sendo apresentados como minoritários em número de afetados, pretos e pardos tem representado 1 a cada 4 brasileiros internados com Síndrome Respiratória Aguda Grave(SRAG) e chegam a 1 em cada 3 entre os mortos por COVID19. Isto demostra que a população negra também é neste momento de pandemia a que tem menos acesso aos testes e serviços hospitalares. A precarização, sucateamento, estagnação e desmantelamento do SUS no Brasil vem ocorrendo em larga escala, poderá trazer consequências devastadoras nas vidas de inocentes. Apesar dos esforços de vários profissionais na área da saúde, o que constatamos são trabalhadores relatando falta de insumos, perincipalmente os que exercem funções em laboratórios...

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    Créditos- Marcello Casal Jr:ABR

    Psicóloga reforça necessidade do ‘autocuidado’ durante a pandemia

    A pandemia do coronavírus trouxe mais do que estatísticas assustadoras, necessidade de isolamento e consequências sociais e econômicas para o mundo. Para a população de forma geral e profissionais de saúde, o momento também veio carregado de instabilidade na carreira, de ansiedade e sentimentos de exaustão, mas não só isso. Distúrbios psiquiátricos, como depressão e transtorno de estresse pós-traumático são apontados como risco ou realidade nesse contexto, como apontam o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz, em uma publicação específica sobre saúde mental nesse momento, e um artigo publicado em 23 de março no portal do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, o CDC, que observa que, na China, onde começou a pandemia, tais efeitos foram verificados em pessoas consideradas de alto risco, principalmente sobreviventes da doença e profissionais de saúde que estão na linha de frente de atendimento. “É importante que os profissionais...

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    Como falar com suas crianças sobre o novo coronavírus

    É fácil sentir-se desnorteado(a) por tudo o que você está ouvindo sobre a doença do coronavírus 2019 (Covid-19) no momento. Também é compreensível que suas crianças também estejam ansiosas. É possível que as crianças achem difícil entender o que estão vendo online ou na TV – ou ouvindo de outras pessoas –, então, elas podem estar particularmente vulneráveis a sentimentos de ansiedade, estresse e tristeza. Mas ter uma conversa aberta e cuidadosa com suas crianças pode ajudá-las a entender, lidar e até dar uma contribuição positiva para os outros. 1. Faça perguntas abertamente e ouça a criança Comece convidando a criança a falar sobre o assunto. Descubra o quanto ela já sabe e siga a partir daí. Se ela é muito nova e ainda não ouviu falar sobre o surto, talvez você não precise levantar a questão – apenas aproveite a oportunidade para lembrá-la sobre boas práticas de higiene sem...

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    Cardápio de brinquedos e brincadeiras: diversão para as crianças durante a quarentena

    Com a quarentena imposta pela pandemia de COVID-19, provocada pelo coronavírus, muitas mães e pais se deparam com o desafio de ter as crianças 24 horas por dia em casa. Como ocupar esse tempo com atividades que incentivem a criatividade e que criem um ambiente leve e afetuoso? A Plan International Brasil acredita que esse período pode aproximar as famílias por meio de brincadeiras e leituras. Por isso, divulgaram o Cardápio de Brinquedos e Brincadeiras, desenvolvido em parceria com a NIVEA como parte do projeto Famílias que Cuidam. Você pode fazer aqui o download gratuito desse material que tem brincadeiras adequadas para as crianças de 0 a 6 anos. No cardápio, você encontra o passo a passo para a construção de brinquedos e aprende como o adulto pode apoiar nos cuidados com o ambiente, na seleção dos materiais para brincar e na construção de brinquedos junto com a criança ou para a criança. Além de incentivar...

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    Realidade x Imaginário: o que é ser mulher na atualidade

    Cá estava eu refletindo sobre um maravilhoso artigo que acabei de ler, “Mulheres, vivências e mercado de trabalho”. A autora, Elisabete Vasconcelos, professora e Mestre em História, nos leva a refletir sobre a situação da sociedade patriarcal e os impactos que ela sobrepõe a situação de trabalho de mulheres. Mas, é claro que, durante a fala dela, quando a autora menciona a mulher empreendedora de classe média ou baixa, negra e periférica, meus olhos ficaram vidrados e ávidos por soluções que sabemos que estão longe de alcançarmos. Como eu disse, o artigo é incrível, a autora escreveu muito bem, trouxe dados estatísticos e nos apresenta um cenário que muitos conhecemos, mas que decidimos ignorar por ser mais conveniente, afinal, quem liga para a boleira, para a decoradora, para a manicure, para a designer? Quem liga para a faxineira, passadeira ou a “secretária do lar”? Tivemos um exemplo bem claro que...

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