quarta-feira, setembro 16, 2020

    Patrimônio Cultural

    Ilustração com os grupos Racionais MCs, RZO, DMN e Dexter feita por Jairo Malta

    Como a representatividade impulsionou o rap nas rádios para além da quebrada

    “Hey, hey, hey, nego, você está na sintonia da sua Rádio Êxodos. Eu, DJ Nel, comandando o melhor da Black Music. São 23 minutos de um novo dia. O Japonês do Jardim Rosana manda um salve para o Zezé, pro Chiquinho, pro Kau, pro Ribeiro, pro Tico, Zulu e o Serginho. O Valtinho da Sabin manda um salve aí pro Vandão da Vila do Sapo, e a Kiara do Embu manda um abraço para a Viviane do Sadí. É! O Papau do Parque manda um salve pros manos da 50, e o Adriano do Tamoio manda um salve aí para rapa do Sujeito Suspeito do Paranapanema. E pra você que está pensando em fazer um pião, pegue seu bombojaco e sua touca, porque faz 10°C em São Paulo”. Percebeu? Essa introdução da música “Da Ponte pra Cá”, dos Racionais MC’s, deixa claro como as rádios foram um marco no Rap...

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    Troféu Especial do 40º Prêmio Vladimir Herzog. (Foto: Fernanda Freixosa)

    Laerte, Luis Gama e Sueli Carneiro são os homenageados do Prêmio Vladimir Herzog

    A comissão organizadora do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos – a mais tradicional honraria de jornalismo do país – definiu nesta sexta-feira, 7 de agosto, os homenageados de sua 42ª edição. A cartunista Laerte, o advogado Luiz Gama (in memoriam) e a filósofa Sueli Carneiro foram os escolhidos de forma unânime pelo colegiado composto por 14 entidades ligadas à defesa dos direitos humanos. Veja aqui a lista de entidades na íntegra. Desde 2009, a comissão organizadora do concurso entrega o Prêmio Especial Vladimir Herzog a personalidades pelos seus relevantes serviços prestados à sociedade, pelas contribuições à imprensa e ao jornalismo em geral e pela atuação em defesa da democracia, da paz e da justiça. Ao longo desses anos, já foram homenageados nomes como Dom Paulo Evaristo Arns, Audálio Dantas, Alberto Dines, entre outros. No ano passado, os escolhidos foram Glenn Greenwald, Patrícia Campos Mello e Hermínio...

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    Divulgação

    Contos Valentes – Histórias infantis pretas

    “Contos Valentes – Histórias infantis pretas”, é um projeto idealizado pela atriz Roberta Valente e pelo diretor de arte e ilustrador, Diogo Brozoski, composto por uma série de vídeos curtos para crianças, destacando grandes personalidades negras que brilham no Brasil e no mundo. Interpretando uma contadora de histórias, Roberta apresenta, a cada episódio, uma pessoa negra que se destaca ao longo da história, ou nos  tempos da atuais, em diferentes áreas, como o teatro, a música, a literatura, a ciência ou na luta abolicionista, promovendo um primeiro encontro das crianças com esses nomes. O projeto se constrói com o trabalho de arte e animação de Diogo Brozoski, e com roteiros assinados por Sandra Menezes, escritora e dramaturga, com exceção do episódio sobre Zumbi dos Palmares, cujo roteiro teve livre adaptação pela própria atriz, do livro “Zumbi O Pequeno Guerreiro”, de Kayodê. O primeiro episódio da série “Contos Valentes” traz a...

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    Nelson é filho de Rosa Maria da Conceição e Olympio José de Mattos, casal de cozinheiros que trabalhava e morava na Tijuca - Imagem retirada do site Brasil de Fato

    “Negro, destemido e forte”: Nelson Sargento completa 96 anos

    Quando o menino Nelson Mattos nasceu, na Santa Casa do Rio de Janeiro, em 25 de julho de 1924, os negros já estavam “livres do açoite da senzala”, mas viviam presos “na miséria da favela”, como advertiram os versos de Hélio Turco, Jurandir e Alvinho no desfile de 1988 (Cem Anos de Liberdade, Realidade ou Ilusão?). Àquela época, lutando contra o preconceito das elites e a repressão do regime oligárquico da Primeira República, o samba, sem renegar seu passado rural, buscava se afirmar como expressão musical dos negros humildes que habitavam os morros e cortiços da cidade. De fato é que, desde 1870, estimulado pelos ex-escravos baianos que fizeram do Rio sua morada após a Guerra do Paraguai, o velho batuque da fazenda vinha assumindo sua nova feição urbana, bem mais melódica e sincopada. Após 1888, amplia-se a “Pequena África”, com os escravos libertos das lavouras unindo-se aos negros livres que...

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    O saxofonista norte-americano John Coltrane CHUCK STEWART PHOTOGRAPHY

    Alabama de John Coltrane, o Jazz contra o racismo

    A clássica e triste canção “Alabama” de John Coltrane, um canto emocionante contra o racismo e um grito em favor dos excluídos ao som do saxofone mais conhecido da história do Jazz. A história dos Estados Unidos fez o negro viver o pesadelo americano de uma forma dura e cruel durante muitos anos (e ainda faz). Uma das contribuições mais importantes da cultura afroamerciana para o mundo foi o Jazz. Esse ritmo, criado por escravizados e ex-escravizados, à beira dos riachos, sempre transpareceu a tristeza e luta dos negros por liberdade e igualdade de direitos. Na primeira metade do Século XX era difícil para os negros até adorarem a Deus sendo segregados em igrejas de bairros pobres, sem energia elétrica e instrumentos de qualidade para o louvor. As vozes dos adoradores negros precisavam ser mais ressonantes e a sincronia e arranjos mais bem construídos, pois a música fazia seus corações...

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    Foto: Vinicius Xavier / Divulgação

    Mestre da sonoridade africana, Mateus Aleluia leva os terreiros a seu novo disco

    “Andei céu, terra e mar a procurar meu bisavô”, canta Mateus Aleluia na abertura de seu novo disco, “Olorum”. O álbum é mais um passo na busca de uma vida inteira. “Aquilo que procurei anos atrás, continuo procurando”, diz o artista, que integrou os Tincoãs, grupo que revolucionou a música brasileira adaptando para coros doces os cânticos do candomblé na década de 1970. “É temporal, uma circunstância que nos acompanha. Nesse mundo são poucos que têm a possibilidade de fazer sua árvore genealógica. No nosso caso, não foi bem assim.” Aleluia nem conheceu os avós. Mas ele não está falando só da própria história em “Olorum”. A canção, da mesma forma que quase toda a sua obra, é uma perseguição da ancestralidade pela cultura —em especial a música e a religião. No caso de Aleluia, essas não são coisas separadas. Nascido em Cachoeira, no Recôncavo Baiano —com forte presença de afrodescendentes—,...

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    Embaixada Copa Lord (Foto: Marco Santiago/ND)

    Educação matemática no samba que faz escola

    Que as escolas de samba nos presenteiam todo ano com o maior show da terra – como Didi e Mestrinho eternizaram no samba-enredo da União da Ilha do Governador em 1982 – já sabemos. Também sabemos que as agremiações são espaços de resistência e reinvenção, como bem sintetizaram Evandro Salles, Nei Lopes, Clarissa Diniz e Marcelo Campos. Sabemos, ainda, que o samba é um bonito modo de viver, como diz o poeta Nelson Sargento. Mas será que sabemos que as escolas de samba também são potentes espaços educativos, onde se desenvolvem práticas e aprendizagens (matemáticas)? Imagine se, para além do que já é sabido por todos, soubéssemos que uma escola de samba não se chama “escola” à toa? Que lá se aprende música, costura, economia, matemática, solidariedade… Lá se aprende a aprender e a ensinar! Imagine se soubéssemos que o desfile se constrói com gente muito comprometida,...

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    Reprodução/Facebook

    Assista: Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de SP-Narrativas para a emancipação

    FELLIN - Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de São Paulo. O evento será destinado a valorização dos saberes da população africana e afrodiaspórica. Acontecerá a partir dos dias 13 até o dia 17 de julho de 2020. Em 2020 será online, via transmissão YouTube.   Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de SP-Narrativas para a emancipação Informações: Apresentação 19h - Performance: Sarau Alcova 20h - Mesa 4 - Narrativas para a emancipação Convidadas: Cidinha da Silva e Vilma Piedade - Moderadora: Ingrid Soares 

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    Marques de Sapucaí — Foto: Rodrigo Gorosito/G1

    Adiada para setembro decisão sobre desfiles de escolas de samba em 2021 no RJ

    A medida foi tomada após uma reunião na sede da entidade. Os representantes das 12 escolas do Grupo Especial concluíram que, enquanto não houver vacina para combater a doença, as datas previstas dos desfiles do ano que vem, nos dias 14 e 15 de fevereiro, poderão ser adiadas. A Liesa aguarda a posição das autoridades e a evolução científica na busca por medicamento ou desenvolvimento da vacina. Para a entidade, setembro é o prazo máximo para definir se é possível a realização do carnaval do ano que vem. Em setembro, haverá uma nova reunião para avaliar a situação das escolas e a evolução da doença no país. Como os desfiles costumam causar aglomerações, fica difícil garantir a segurança da saúde dos integrantes das escolas e do público. Em situação normal, as escolas estariam envolvidas, nesta época do ano, na seleção dos sambas com os quais desfilariam no Sambódromo e na...

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    “Traga-me a Cabeça de Lima Barreto”, com Hilton Cobra/| Foto: Adeloya Magnon

    Assista: Hilton Cobra em “Traga-me a cabeça de Lima Barreto!”

    Escrita pelo diretor e dramaturgo Luiz Marfuz para comemorar os 40 anos de carreira do ator Hilton Cobra, a peça tem início após a morte do escritor Lima Barreto (1881-1922) e parte de uma imaginária sessão de autópsia na cabeça do autor de “O Triste Fim de Policarpo Quaresma”, conduzida por médicos eugenistas, defensores da higienização racial no Brasil, na década de 1930. O propósito da autópsia seria responder à seguinte pergunta dos eugenistas: “Como um cérebro considerado inferior poderia ter produzido uma obra literária de porte se o privilégio da arte nobre e da boa escrita das raças tidas como superiores?” A partir desse embate, a peça mostra as várias facetas da personalidade e da genialidade de Lima Barreto e reflete sobre a loucura, o racismo, a eugenia, a obra não reconhecida de Lima e os enfrentamentos políticos e literários de sua época no Rio de Janeiro, capital da...

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    Reprodução/Facebook

    Ilê Aiyê realiza sua primeira live dia 12 de julho (domingo)

    Show irá arrecadar recursos para manutenção dos projetos sociais do Ilê Aiyê.  A potência cultural e social do Ilê Aiyê vai passar sua mensagem de resistência e alegria no segundo domingo de julho, dia 12, quando acontece a mais bela de todas as lives, a partir das 16h, da Senzala do Barro Preto, no Curuzu, para o mundo. A magia, a percussão e a beleza do bloco afro estarão no ar pelos canais do YouTube da Macaco Gordo e do Ilê Aiyê, convidando todos para uma pulsação única em nome da união e do respeito mútuo. Dirigida por Chico Kertész e titulada Ilê Vivo, a live do Ilê será apresentada pelo ator baiano Sulivã Bispo no seu personagem Koanza Auandê, uma drag queen preta, e pelo poeta James Martins.  Serão cerca de duas horas de show com músicas do repertório do bloco que, além colocar a galera para dançar, pautam reflexão e a atenção...

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    Arquivo Pessoal

    Chef promove culinária de diáspora africana como forma de resgate de ancestralidade

    Há mais de 17 anos, Aline Chermoula*, 36, chef de cozinha, natural de Feira de Santana, promove a culinária da diáspora africana em seus preparos. Também professora de Gastronomia, Aline resgata sua própria identidade com ingredientes como azeite dendê, cocos, farinha de milho branco, tamarindo e amendoim. “O azeite de dendê e o leite de coco fresco, acompanham minha história de vida, assim como, o caju e sua castanha, a banana da terra, a farinha de milho branco e muitos outros ingredientes, usados por minha mãe e tias em dias de reunião de família, em São Paulo. Quando eu penso em cozinhar, automaticamente vem as receitas ancestrais que a foram passadas a mim pela minha mãe, seja o cuscuz preparado cedo pra compor o café antes de ir trabalhar, feito com farinha de milho branco, ou suco de tamarindo para refrescar o calor, até mesmo a moqueca de peixe em...

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    Joel Zito Araújo (Foto: Leila Fugii)

    Joel Zito Araújo: o cinema do real contra o racismo e a alienação das fake news

    O tema é o que pode haver de mais político nestes tempos de ódio: a amizade, que, na sua narrativa, une dois craques do samba. Mas em paralelo à sua imersão na lealdade, pelas vias da fábula, o realizador de “A Negação do Brasil” (2000) e de “Meu Amigo Fela” (lançado em Roterdão, em 2019, e laureado em Los Angeles, no Burkina Faso e Camarões) tem um mar de debates para navegar nas ondas da web. As suas reflexões hoje são disputadas nas mais prestigiadas instituições de ensino e de pesquisa, como a casa de Machado de Assis no Rio de Janeiro, a Academia Brasileira de Letras (ABL), e por universidades de todo o Brasil e do exterior. Nesta sexta-feira, às 16h no Brasil (20h em Portugal), o cineasta – cada vez mais relevante como documentarista, mas sempre reverenciado pelo lírico melodrama “Filhas do Vento”, de 2004 – vai debater fake news com o crítico Fernão Ramos, no...

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    Frederick Douglass (MPI/Getty Images)

    Frederick Douglass, o filho de uma escrava com um branco que se tornou líder abolicionista

    Frederick Douglass, um escravo fugitivo de 23 anos de idade, costumava ser um homem calado, mas, em 11 de agosto de 1841, ele se esforçou para articular sem gaguejar. E foi assim que, com grande fôlego e eloquência, o rapaz superou o nervosismo e discursou diante de uma plateia de líderes brancos abolicionistas. O sucesso da fala mudaria seu destino — e também a história dos Estados Unidos, que o ganhava como símbolo da luta contra a escravidão no país. A palestra instruída por Douglass, que ocorreu na ilha americana de Nantucket, foi tão convincente que a Sociedade Anti-Escravidão de Massachusetts o contratou no local para se juntar a equipe como palestrante. Lá começava a sua carreira de orador, que foi fundamental na luta pela abolição da escravidão nos desdobramentos da Guerra de Secessão dos EUA. Nasce um líder O início da história de Frederick Douglass era desconhecida por ele...

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    Machado de Assis (Imagem: Campanha #MachadodeAssisReal/Faculdade Zumbis dos Palmares)

    Como Machado de Assis está sendo redescoberto pelo mundo

    Na carta ao leitor que abre "Memórias Póstumas de Brás Cubas", o narrador defunto arrisca que, quando muito, a obra teria cinco leitores. Enganou-se. Publicado pela primeira vez há quase 140 anos, o romance de Machado de Assis (1839-1908) segue conquistando leitores — dos que encararam como obrigação pré-vestibular a críticos literários de todo o mundo. No início de junho, a revista New Yorker publicou um ensaio chamando o clássico de um dos livros mais inteligentes já escritos. "É uma obra-prima brilhante e uma leitura de absoluta alegria, mas, sem nenhuma boa razão, quase nenhum falante de inglês no século 21 o leu (eu o li apenas recentemente, em 2019)", escreve Dave Eggers, que assina o texto. Uma versão do mesmo texto faz as vezes de introdução de "The Posthumous Memoirs of Brás Cubas", a novíssima tradução lançada pela Penguin Classics no mercado norte-americano com retumbante sucesso — esgotou-se no...

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    Itaú Cultural

    Enquanto as aulas presenciais não retornam, o Itaú Cultural segue oferecendo opções para as crianças se divertirem e aprenderem em casa

    As atividades online do Itaú Cultural para as crianças e suas famílias, pensadas especificamente para este período de recolhimento, continuam fazendo sucesso. O público tem aderido fortemente e, desde a estreia, os vídeos já tiveram mais de 32,8 mil visualizações de pessoas entre 25 e 64 anos de idade, mostrando que este é um conteúdo para todos os públicos. A proposta segue se renovando, com a entrada de novos orientadores a cada temporada, para que as aulas sejam diversificadas e instigantes.  Os professores de ilustração, Gabriela Gil e Augusto Figliaggi respectivamente nos dias 16 (terça-feira) e 18 (quinta-feira), se despedem, para dar lugar a outros dois na semana seguinte. As classes de dança continuam com bailarina e coreografa Mônika Bernardes, no dia 17 (quarta-feira), e Melina Sanchez, pedagoga e especializada em dança-educação, pelo Trinity Laban, de Londres, que no dia 21 (domingo) dá a sua terceira aula no projeto. As...

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    Nos últimos anos, campanhas que se destacaram na internet resgataram a origem negra de Machado de Assis — Foto: Reprodução/ TV Globo

    ‘Memórias póstumas de Brás Cubas’ é relançado nos Estados Unidos, e livros esgotam em um dia

    "Memórias póstumas de Brás Cubas", uma das obras-primas de Machado de Assis, teve sua nova tradução para o inglês esgotada em um dia nos Estados Unidos em duas das maiores cadeias de livros no país: a Amazon e a livraria Barnes and Noble. O clássico romance do autor brasileiro foi relançado pelo selo Penguin Classics na terça-feira (2). A versão física do livro segue esgotada nas duas redes até esta sexta-feira (5), mas está disponível em livrarias menores e independentes, segundo a tradutora Flora Thomson-DeVeaux, responsável pelo lançamento. A nova tradução foi recebida com elogios pela crítica norte-americana. Em crítica publicada na terça e assinada pelo escritor Dave Eggers, a revista "The New Yorker" classificou a obra de Machado como "uma das mais espirituosas, divertidas e, portanto, mais vivas e atemporais de todos os tempos". O livro, que narra os amores e fracassos do protagonista, se tornou o mais vendido...

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    Teresa Cristina Imagem retirada do site Extra

    Tudo que move é sagrado…¹

    Teresa Cristina é sagrada, é sarcasmo, é poesia, é utopia, é rebeldia, é ventania, é alegria, é anti pandemia, é, é, é, é... É soma, expansão, excesso de alegria e remédio pra nostalgia.  Eu estava há algum tempo para fazer essa declaração de amor, admiração e retribuição à existência da artivista Teresa Cristina, mas não estava conseguindo, nem sabia por onde começar a falar da grandeza, da existência iluminada, da resistência necessária e generosidade de TT. Me autorizo a chamá-la assim, afinal eu participo das lives da leveza desde quanto era tudo mato, quem é “Cristenders” vai entender... Há uma cumplicidade e amorosidade entre seus fãs, amigos, conhecidos, admiradores que se espraia, no ao vivo da transmissão, e que nos aproxima da artista e ativista engajada em produzir coisas belas e justas.   E desde o momento que o Brasil ficou doente de covid-19, as lives de TT acontecem. Com suas...

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    O cantor e ator Tony Tornado Foto: Leo Martins / Agência O Globo

    Tony Tornado esclarece confusão sobre seu pai em papo com Sterblitch

    Se tem alguém que tem muita história para contar, este alguém é Tony Tornado. Um dos artistas mais importantes do Brasil, responsável por introduzir o soul music e o funk no nosso cenário musical, ele foi o convidado do Sterblitch não tem um Talk Show: o Talk Show deste sábado, dia 20/6. Antônio Viana Gomes, seu nome real, completou 90 anos recentemente e, no papo com Edu, falou sobre diversos momentos de sua vida. Contou, por exemplo, sobre seu pai, Ray Antenon, que nasceu em Georgetown, capital da Guiana, e foi um dos sobreviventes da seita de Jim Jones, que matou milhares de pessoas no país. "Meu pai era alugado pelas fazendas para fazer filho só. Era um reprodutor. Era um especial, era um escravo especial, não podia ser qualquer um. Ele tinha muito orgulho. Nunca foi para as lavouras e nunca foi para o tronco", contou. Ele esclareceu uma informação equivocada que...

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    Tony Tornado durante o V Festival Internacional da Canção, em 1970. Foto: Arquivo / Estadão

    Hoje na História o cantor e ator Tony Tornado completa 90 anos

    Tony Tornado, nome artístico para Antonio Viana Gomes, comemora seu aniversário de 90 anos de idade nesta terça-feira, 26. O E+ relembra alguns momentos da história e da carreira do ator e cantor ao longo das décadas. Após ter trabalhado como porteiro de uma boate e servido o exército, que deixou em 1963, começou a ficar conhecido por suas imitações do cantor norte-americano Chubby Checker, chegando inclusive a ser conhecido como Tony Checker por algum tempo. " conheci o Wilson Simonal, quando ainda era secretário de Carlos Imperial, que na época tinha um programa na TV Continental chamado Os Brotos Comandam", contou Tony Tornado ao Estadão em 1970. Em 1966, o cantor passou a integrar o conjunto de Ed Lincoln, onde ficou por um ano. Na sequência, acompanhou o grupo Coisas do Brasil em uma excursão de 7 meses aos Estados Unidos. Sem dinheiro sequer para pagar seu hotel,...

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