A primeira mulher negra no comando do Instituto Superior de Educação do Rio

A professora Giovane Saionara Ramos assumiu o cargo na segunda passada

Foram necessários 142 anos para que o Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (Iserj), antiga Escola Normal da Corte, inaugurada pelo próprio D. Pedro II, fosse dirigido por uma mulher negra. Trata-se da professora Giovane Saionara Ramos, mineira de Santos Dumont, com mestrado e pós-doutorado na Fiocruz, e doutorado na USP. Ela quer incentivar meninas e meninos negros a alcançarem novos objetivos: “A reparação histórica é muito importante, pois muitos não têm noção de sua ancestralidade. A politica facista é de exterminio para pessoas como nós”.

+ sobre o tema

Bancada feminina no Congresso leva propostas a ministras Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti

A deputada federal Marina Sant'Anna e demais parlamentares das...

Medalha Theodosina Ribeiro 2015

Entre as indicadas está a levantadora Fofão, campeã olímpica...

Salvador recebe culto de primeira igreja gay do Brasil

Sob o lema "Levando o amor de Deus a...

para lembrar

Vítima vive via-crúcis e falta de estrutura após estupro

Sofrimento de vítimas se prolonga depois do crime com...

Mulheres negras e a violência que se quer silenciar.

No Brasil, seis em cada dez mulheres assassinadas são...

Blogueira de 8 anos tem cabelo cortado e alisado sem autorização da mãe

A menina, de oito anos, mal consegue dormir por...
spot_imgspot_img

Bebê nasce com o DNA dos dois pais no dia do combate à homofobia

Antonella nasceu em uma data simbólica e de resistência, 17 de maio, quando é celebrado o Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia....

Proposta cria cadastro de condenados por violência contra a mulher; Câmara aprova urgência

A Câmara dos Deputados aprovou, na segunda-feira (27), a tramitação em regime de urgência do projeto de lei que cria o Cadastro Nacional de...

ONGs LGBTQIA+ enfrentam perseguição e violência política no Brasil, diz relatório

ONGs de apoio à causa LGBTQIA+ enfrentam perseguição e violência política para realizar seu trabalho no Brasil, mostra um relatório produzido pela Abong (Organizações Brasileira de ONGs) em...
-+=