As Religiões de Matriz Africana e a Escola Apostila (1)

Nossa contribuição começa quando analisamos o mapa da diáspora africana e a chegada cronológica dos escravos africanos ao Brasil.

por Yá comendadora Carmen S. Prisco no Scrib

Divulgação/I
LÈ ASÉ E NSTITUTO O ROMILADE

NOSSOS ANCESTRAIS:

BANTUS, grupo mais numeroso, dividiam-se em dois subgrupos: angola-congoleses e moçambiques. A origem desse grupo estava ligada ao que hoje representa Angola, Zaire e Moçambique (correspondestes ao centro-sul do continente africano) e tinha como destino Maranhão, Pará, Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro e São Paulo.

IORUBAS OU NAGÔS -SUDANESES dividiam-se em três subgrupos: iorubas, jejes e fanti-ashantis, trazidos do sudoeste do continente africano do que hoje é representado pela Nigéria, Daomei e Costa do Ouro e seu destino geralmente era a Bahia.

Os IORUBÁS são o principal grupo étnico nos estados de Ekiti, Kwara, Lagos, Ogun, Ongo, Osun, e Oyo. Um número considerável de iorubas vive na República do Benin,

Os JEJES são um povo africano que habita o Togo, Gana, Benim e regiões vizinhas, representado, no contingente de escravos trazidos para o Brasil, pelos povos denominados fon, éwé, mina, fanti e ashanti.

Os GUINEANOS-SUDANESES MUÇULMANOS dividiam-se em quatro subgrupos: fula, mandinga, haussas e tapas. Esse grupo tinha a mesma origem e destino dos sudaneses, a diferença estava no fato de serem convertidos ao islamismo.

FON – a maior expressão histórica, política e social do povo se expressou no Benin através do Reino do Dahomey e na Diáspora africana através do vodun.

Todos esses, falando línguas diferentes e cultuando seus próprios deuses.

leia o texto completo em PDF
As Religiões de Matriz Africana e a Escola-Apostila-1

-+=
Sair da versão mobile