quinta-feira, maio 28, 2020

    Tag: lei 10.639/03

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    Propostas e desafios frente a aplicabilidade da Lei nº 10.639/03

    A mestra em Educação e Contemporaneidade, Larissa Reis, fala nesse artigo opinativo da importância de se valorizar uma educação para as relações étnico-raciais, o que requer o respeito para com as singularidades dos sujeitos, considerando suas necessidades, seus desejos, seus interesses e suas angústias. Confira o artigo na íntegra Por LARISSA REIS*, do Ciência e Cultura A base legal indicada pela Lei nº 10.639/03 aponta a obrigatoriedade da inclusão do ensino de História e Cultura Afro-brasileira na educação básica. Sabemos, contudo, que dezesseis anos se passaram e a legitimidade não tem sido efetivada com seriedade por parte do sistema educacional, considerando a priorização dada às datas comemorativas que são concentradas especialmente no mês de novembro. Entretanto, a discussão em torno desta lei nos proporciona um avanço, do ponto de vista das possibilidades de melhorias práticas, mas, ainda assim, é preciso fiscalizar para que ocorra a implementação desta lei, tendo em ...

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    Adeola: mulheres negras se vestem de princesas pelo ensino de África nas escolas

    A educação é fundamental para o desenvolvimento e a inclusão social. Como dizia o professor e filósofo brasileiro Paulo Freire, “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Por Kauê Vieira, do Hypeness Imagem retirada do site Hypeness Seguindo os passos de Freire, conhecido por uma visão progressista e à frente de seu tempo, a nova geração de jovens se mostra cada vez mais envolvida e determinada em pensar outras formas de ensino e aprendizado. Os exemplos chegam de diferentes lugares, como os estudantes secundaristas que peitaram o governo do Estado de São Paulo contra o fechamento de escolas e uma dupla de jovens mulheres negras de Sorocaba — cidade do interior paulista, que se vestem de princesas e guerreiras africanas em espetáculos que contribuem para aplicação da Lei 10.639/03, que tornou obrigatório o ensino de História Africana e Afro-brasileira nas escolas. Denise Teófilo e Raísa Carvalho são estudantes da Universidade de São Paulo e ...

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    EMEI Nelson Mandela - Clélia Rosa

    Manual para promover a diversidade e inclusão na educação

    Um Manual para chamar de nosso! Antes de apresentar esse pequeno manual (que não está encerrado, ao contrário, é vivo, pulsante e totalmente aberto a novidades), gostaria de compartilhar o que me impulsionou a escrevê-lo. por Nanda de Oliveira com colaboração de Clélia Rosa enviado para o Guest Post do Portal Geledés Nanda e Inaê - Arquivo Pessoal Sempre me preocupei com as questões raciais por motivos óbvios. Depois que me tornei mãe, a vigília passou a ser ainda mais constante. Sempre digo que nós, mães pretas, não temos sequer o privilégio de descansar, não podemos baixar a guarda nem por um minuto, é piscar os olhos que o racismo estrutural nos apresenta uma situação para lidar. Além das questões inerentes a todas as mães quando o assunto é a escolha da escola (praticidade, método, preço, localização), nós precisamos sempre pensar também se a instituição estará ...

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    Programação especial da AfroeducAÇÃO para promover a campanha #tiraraleidopapel!

    Nesse sábado, vai rolar uma programação especial da AfroeducAÇÃO para promover a campanha #tiraraleidopapel! Enviado para o Portal Geledés  Às 11h, teremos a exibição do filme "Correndo atrás", de Jeferson De, com as participações de Aílton Graça, de Hélio de La Peña, de Teka Romualdo e de Francisco Gaspar, além do diretor, para um bate-papo ao final da sessão. Os ingressos serão distribuídos gratuitamente, uma hora antes do início da sessão. Em seguida, a partir das 14h, a Cozinha Alternativa Rudie Foodie vai oferecer um almoço especial, com doação de 30% do valor arrecadado para apoiar a campanha, que tem o objetivo de financiar atividades de incentivo ao cumprimento da Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afrobrasileira nas escolas. Sessão AfroeducAÇÃO no Cinema + Almoço Rudie Foodie 02 de junho (sábado) Ingressos distribuídos a partir das 10h30 Almoço a partir das 14h Locais: ...

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    O professor Marcos Reis se tornou referência no desenvolvimento de projetos de combate ao preconceito racial e à promoção da diversidade étnica na escola - Marcello Casal Jr/Agência Brasil

    Iniciativas isoladas garantem ensino da história e cultura da África

    “Quem destrói o caráter do outro, destrói o seu próprio.” É com provérbios africanos como esse que o pedagogo Marcos Reis, 43 anos, costuma abrir suas aulas diariamente. Por Débora Brito no Agência Brasil “Eu já começo a aula com uma frase do dia que mostra que temos que viver como irmãos e superar todas as desigualdades e preconceitos. E isso acontece durante todo o ano”, explicou Reis que leciona para turmas de 4º e 5º ano do ensino fundamental em uma escola da Ceilândia, periferia do Distrito Federal. Nascido em Brasília, Marcos está em sala de aula há 23 anos e, nesse período, se tornou referência no desenvolvimento de projetos de combate ao preconceito racial e à promoção da diversidade étnica na escola. Pelo trabalho desenvolvido, Marcos chegou a ser agraciado com o Prêmio Educar para a Igualdade Racial, organizado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert). ...

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    O imponente abre-alas do Salgueiro Foto: Leo Correa/AP / STR

    Desfile de 2018 fez o que a lei 10.639 não conseguiu em 15 anos

    Duas escolas do Grupo Especial do Rio provocaram uma especial catarse em seu desfile na Sapucaí. O impacto foi maximizado porque visto por dezenas de milhões de pessoas em todo o país pela TV.  Por Helio Santos , no Facebook O imponente abre-alas do Salgueiro Foto: Leo Correa/AP / STR Autoras da proeza: a Paraíso do Tuiuti e a Acadêmicos do Salgueiro.  A Tuiuti trouxe o enredo “Meu Deus, Meu Deus, está extinta a Escravidão?” Fala dos 130 anos do fim da escravidão a serem completados em 13 de maio deste ano. A abordagem dos carnavalescos fez lembrar minha tese do 14 de Maio: critica o racismo e mostra como a cidadania ainda é algo a ser conquistado pelos negros no Brasil. Vão além disso ao tratar da conjuntura política, criticando a reforma trabalhista e ironizando os “manifestantes fantoches” do impeachment. Fecham com chave de ouro com o presidente-vampiro ...

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    Os 15 anos da Lei 10.639

    O ensino da história e da cultura afro-brasileira e africana no Brasil celebra bodas desde a data de sua publicação no Diário Oficial da União, em 10 de janeiro de 2003. Lá se vão 15 anos, e a Lei 10.639 simboliza um marco histórico da luta antirracista no Brasil e transformação da política educacional e social brasileira. Por Juvenal Araújo enviado para o Portal Geledés  Cultura afro-brasileira debatida em sala de aula (Foto: Reprodução do kit 'A Cor da Cultura') A Lei que estabelece diretrizes e bases para a educação nacional, ressalta a importância do ensino da cultura negra direcionado às escolas, espaço onde o negro sempre foi apontado nas aulas de História como escravo. Nunca é demais esclarecer que o negro africano trazido à força para o Brasil e seus descendentes não eram escravos como uma condição natural, submissa, preconceituosa e depreciativa, mas sim escravizados. Sigamos sempre em frente ...

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    Raça, gênero e sexualidade na educação popular

    Mesa de debate do segundo dia da II Jornada de Educação Popular contou com falas de ativistas trans e do movimento negro Foto: Reprodução/Outras Palavras  Por Yasmin Klein Do Outras Palavras  A mesa “Educação e Democracia” abriu o segundo dia de atividades da ll Jornada de Educação Popular na manhã deste domingo. Estorvo Silva, educadora de História no cursinho Transformação, voltada para a população trans, e Thaís Santos, mestranda em Sociologia e integrante do Hub das Pretas, dialogaram sobre temas como juventude, racismo, gênero e sexualidade, entendimento do lugar do outro, poder e o papel da educação no caminho para a representatividade. A fala de Estorvo Silva deu início ao debate com questionamentos acerca do sentido das palavras que davam nome à mesa, em um momento histórico em que diversas terminologias estão sendo reavaliadas, dentro e fora do ensino educacional.  A educadora chamou atenção para as palavras ...

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    Lei nº 10.639/ 2003: o que mudou com relação ao racismo?

    A convicção política de que a educação é chave na construção da cidadania do negro brasileiro conecta o mundo atual ao final do século XIX, no contexto do término jurídico da escravidão. Isto porque, apesar de todas as mudanças no tecido social, e ultimamente na gestão dos interesses públicos, o racismo, estruturante de todas as relações sociais, continua a determinar limites para a reversão das desigualdades socioeconômicas. por Iêda Leal de Souza & Luís Cláudio de Oliveira no Xapuri De acordo com os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, divulgados em dezembro de 2015 pelo IBGE, os negros e pardos representavam 54% da população brasileira; no entanto, sua participação no grupo dos 10% mais pobres era muito maior: 75%. Por outro lado, a participação dos negros no grupo do 1% mais ricos não chegava a 18%. Esses dados, como há anos vêm assinalando economistas como Marcelo ...

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    Escola Nelson Mandela vira referência na educação em cultura de paz

    Não poderia existir melhor nome para definir a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Nelson Mandela, no bairro do Limão, Zona Norte de São Paulo. Um exemplo de educação em cultura de paz, a escola leva consigo os princípios do líder africano, conhecido pela luta contra o racismo e vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1993. no Fundação Telefonica Sob a direção de Cibele Racy, o colégio já recebeu cinco prêmios, frutos de um projeto sobre racismo iniciado em 2011. A iniciativa, que mudou a cara da unidade, foi uma resposta criativa à alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, tornando obrigatório o ensino da História e da Cultura Afro-Brasileira na rede escolar. Mas a forma como a EMEI envolve pais e alunos vai muito além de regras e leis. Basta passar do portão da escola para sentir que há algo especial. Sala de aula no ...

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    Foto: Jupiterimages/Creatas/Getty Images

    Histórias Perdidas

    Sentados em círculo, estávamos na escola eu e cerca de 10 crianças, entre 6 e 14 anos, todas negras (umas de pele mais clara e outras de pele mais escura). Com um mapa no centro, cada uma procurava e mostrava no mapa de onde tinham vindo seus antepassados. Vinham da Itália, Espanha, Portugal, e até da Alemanha. Fiquei triste em constatar que ninguém veio da África, nas falas deles… as crianças sabiam as histórias da bisavó espanhola, conhecida pelo seu gênio forte e comida deliciosa, do tataravô italiano de olhos azuis, do trisavô português que morava no nordeste; nenhuma história sobre negros africanos. Nem ao menos sabiam que tinham antepassados vindos da África… histórias esquecidas, escondidas pelas famílias no decorrer dos anos… por Sandra Caselato via  Guest Post Então contei da parte da minha família que veio da África, mas não sei de que país, pois eles vieram forçados, sequestrados, ...

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    Disciplina tem sábios indígenas e afrodescendentes como ministrantes das aulas

    Cadeira pode ser cursada como extracurricular e tem a proposta de valorizar o conhecimento em seus diversos aspectos, como mítico, sensorial e poético Do UFRGS Foto: Reprodução/UFRGS Um desafio para o tradicional ensino em sala de aula é a proposta da disciplina “Encontro de Saberes”. Sábios indígenas e afrodescendentes é que são os protagonistas da cadeira oferecida de forma interdisciplinar para os alunos de graduação. Os mestres e as mestras indígenas e afrodescendentes compartilham suas experiências com espiritualidade, cultura tradicional, gênero e memória na configuração popular brasileira, nos seguintes módulos: Plantas e Espírito; Artes Aplicadas; e Sociedades e Cosmovisões. Os três módulos de 16 horas/aula cada, além de encontros para discussões teórico-metodológicas, planejamentos e avaliações. A metodologia envolve exercícios de observação e análise, trabalhos de campo, registros, práticas, improvisações, intervenções e pesquisa teórica. A concepção da disciplina considera várias formas de conhecimento – a racional, a ...

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    Líderes de religiões de matriz africana celebram o tema da redação

    De acordo com a coordenadora estadual do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira, Ruthneia Vieira, a tolerância religiosa ainda não é pauta nas escolas brasileiras. por Nathalia Amaral no Jornal O Dia Líderes religiosos de todo o país celebraram a escolha do tema da redação do Enem 2016, entre eles, os líderes de religiões de matriz africana. Instituída em 2003, a lei 10.639, alterada pela Lei 11.645 de 2008, levanta o debate sobre respeito e a tolerância religiosa nas escolas, tornando obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas, públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio. No entanto, de acordo com a coordenadora estadual do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira, Ruthneia Vieira, a tolerância religiosa ainda não é pauta nas escolas brasileiras. “Nós ainda temos escolas públicas em que as crianças são obrigadas a aprender orações católicas, direcionando o ...

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    “Eu sou Madiba! Sou a voz da igualdade” – A experiência de uma escola de educação infantil no cumprimento da Lei 10.639/03

    Hoje tive uma experiência muito significativa. Fui conhecer de perto a Escola Pública Municipal de Educação Infantil (EMEI) Nelson Mandela. Enviado por Sheila Perina de Souza via Guest Post para o Portal Geledés  Foto: Arquivo pessoal/Sheila Perina A riqueza dos momentos vivenciados na Emei Nelson Mandela contribuíram de forma muito bonita, significativa e intensa na minha formação enquanto pedagoga, mas também me fez sentir representada como parte da humanidade no processo de escolarização. Digo isso pois sinto-me representada como parte da humanidade quando vejo a escola ensinando as nossas histórias, sobre os nossos povos, sobre as nossas culturas, proporcionando uma educação significativa que renuncia ao padrão eurocêntrico de ensino. Durante a visita aconteceu algo que me marcou muito. Enquanto as crianças brincavam, uma música tocava embalando suas brincadeiras no parque. A princípio, custei a acreditar, mas parei e prestei atenção. E a letra dizia assim: Foto: Arquivo pessoal/Sheila Perina “Foi um grito que ecoou, ...

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    O que você sabe sobre a África? chega as escolas

    O que você sabe sobre a África? Uma viagem pela história do continente e dos afro-brasileiros por Walter Sorrentino no Blog É uma obra acessilvel para professores e alunos que fortalecerá a construção da identidade afro-brasileira e formará as concepções sobre a África e os africanos. “Após mais de uma década de sancionada a Lei 10.639/2003 – que obriga o ensino de História e Cultura da África e afro-brasileiras em todos os estabelecimentos de ensino fundamental e médio –, o grande desafio que se ergue é como disseminar essas vastas informações no cotidiano escolar. Com a tradução da coleção “História Geral da África”, da UNESCO, para o português, parte dessa equação foi resolvida, porém os oito volumes – com milhares de páginas obrigatórias para se conhecer a rica contribuição que o continente africano deu para a humanidade – impõem barreiras para sua utilização na dinâmica educacional da rede de educação básica, fase fundamental ...

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    A escravização de africanos

    Um breve resumo do tráfico transatlântico de escravos - Parte II por David Eltis (Emory University) no Slave Voyages Mas por que os escravos eram sempre africanos? Uma possível resposta baseia-se nos diferentes valores das sociedades do mundo atlântico e, mais particularmente, no modo como os grupos de pessoas envolvidas na criação de uma comunidade transatlântica viam a si próprios em relação aos outros — em suma, como eles definiam a sua identidade. A tecnologia de navegação marítima dos europeus colocou-os em contato próximo e constantes com povos que diferiam mais deles, cultural e fisicamente, do que qualquer outro povo com o qual eles tinham interagido no milênio anterior. Inicialmente — excetuando-se, em parte, a Angola ocidental — os europeus não conseguiam controlar territórios nem na África nem na Ásia. Como os africanos tinham capacidade de resistir aos europeus, as plantations de açúcar foram estabelecidas nas Américas e não na África. Mas ...

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    Um breve resumo do tráfico transatlântico de escravos

    Introdução Parte I por David Eltis (Emory University) no Slave Voyages O tráfico de escravos transatlântico foi o maior deslocamento forçado de pessoas a longa distância ocorrido na história, tendo constituído, até meados do século XIX, o maior manancial demográfico para o repovoamento das Américas após o colapso da população ameríndia. Cumulativamente, até 1820, para cada europeu quase quatro africanos haviam atravessado o Atlântico, e, dadas as diferenças nos índices de gênero entre os fluxos de migrantes europeus e africanos, cerca de quatro em cada cinco mulheres que atravessaram o Atlântico vinham da África. A partir do final do século XV, o oceano Atlântico, anteriormente uma enorme barreira que impedia a interação regular entre os povos que habitavam os quatro continentes banhados por ele, tornou-se uma via comercial que integrou as histórias da África, Europa e Américas pela primeira vez. Como os números acima indicam, a escravidão e o tráfico de ...

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    Ciclo de MiniCursos: Negritudes e branquitudes: algumas abordagens necessárias ao combate do racismo

    Ciclo de MiniCursos Negritudes e Branquitudes: algumas abordagens necessárias ao combate do racismo Do Allevents O que significa ser negro em um país onde a composição histórica torna a cor da pele um parâmetro para avaliação? É partindo desse questionamento que a Ong Rio Vida, composta por afrodescendentes, propõe um lugar de reflexão sobre temas que possam alavancar as lutas de combate ao racismo, dentro do cotidiano brasileiro. Assim, em parceria com a Incubadora Rio Criativo, propomos a realização de um Ciclo de MiniCursos que irão abordar temáticas históricas e contemporâneas sobre as condições sociais da formação do povo brasileiro, em uma análise ampla e afrocentrada, que nos faça refletir sobre a negritude, a branquitude, privilégios e retrocessos. Após a realização do primeiro mini curso no dia 10/05, já estamos a todo vapor na produção para o segundo encontro, dia 17/05, ás 18h30, que terá como facilitador o pesquisador em relações ...

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    Cultura Africana

    A cultura africana tem uma principal característica: a diversidade. A África é o continente habitado há mais tempo em todo o planeta, é o ponto de origem do ser humano e, durante todo o tempo de evolução agregou uma enorme quantidade de idiomas, com mais de mil línguas diferentes, assim como religiões, regimes políticos, condições de habitação, de atividades econômicas e de cultura. Do Portal Brasil 10  Atualmente, a África, que ocupa um quinto das terras emersas na Terra, possui mais de 50 nações, com mais de 1 bilhão de habitantes. Cultura africana: o etnocentrismo e o eurocentrismo Como a maior parte da cultura africana foi transmitida oralmente, a história de seus povos foi contada pelos colonizadores europeus, através de missionários, viajantes e colonizadores que trouxeram os primeiros relatos sobre a vida e os costumes dos povos ali residentes. Desta forma, os colonizadores também se aproveitaram dos africanos para alimentar ...

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    Bino e Fino ensinado história da África para crianças

    Veja um trecho - em inglês "A programação infantil é uma ferramenta muito poderosa a fim de inspirar confiança e uma auto percepção positiva para as crianças. Infelizmente nem todas as crianças são representadas de forma precisa em seus desenhos animados favoritos ", diz Adamu Waziri, o criador do desenho animado educativo Africano que tem se popularizado na Nigéria, o desenho Bino e Fino. Waziri queria mudar isso e tem feito exatamente isso através do programa adorável que tem se tornado um dos prediletos entre crianças e pais no mundo todo. Destaque em plataformas como Blavity, CNN, Madame Noire, CBS e Arise TV, Bino e Fino é um desenho animado sobre gêmeos que vivem na África subsaariana. A querida dupla descobre coisas diferentes sobre o mundo, a vida e história através de aventuras mágicas com sua amiga Zeena, a borboleta. O desenho preenche uma lacuna na programação, fornecendo aos pais ...

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