terça-feira, abril 20, 2021

Tag: lei 10.639/03

Racismo e falta de formação dificultam educação de temas étnicos raciais nas escolas

Mesmo previsto em lei há mais de uma década, o ensino das culturas afro-brasileira e indígena não é realidade em muitas redes de ensino Por DIMALICE NUNES, do Carta Educação  A inserção de temas sobre história e cultura afro-brasileiras voltou à pauta com o debate sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que entre as propostas elimina tópicos como História Antiga, Medieval e Moderna para priorizar a História do Brasil, das Américas e da África. No entanto, a discussão das relações étnico-raciais na escola e a inclusão desses temas vêm muito antes da BNCC. Em 2003, entrava em vigor a Lei 10.639, que obriga a inserção, nos currículos de escolas públicas e particulares, da história e cultura africana e indígena. Passada mais de uma década, a realidade está longe do que prevê a lei. Amilcar Araujo Pereira, doutor em História e professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio ...

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Ensino de cultura africana é lei mas ainda precisa melhorar

A Lei Federal 10639/03 determina que os conteúdos sobre história e cultura africana e afro-brasileira devem ser abordados em todos os níveis de ensino das redes privada e pública de todo o País. Contudo, a abordagem em sala de aula ainda depende mais da iniciativa pessoal do professor, incluindo a busca por material didático. Há também outros problemas que vão desde o preconceito de professores, pais e alunos, passando pelo desconhecimento da Lei e a deficiência na formação docente, até falhas no poder público. Por Agência USP “Apesar de a Lei ter sido promulgada em 2003, ainda hoje encontramos universidades que não trabalham esse conteúdo na formação docente”, aponta o professor de Língua Portuguesa e Literatura, André de Godoy Bueno, autor da dissertação de mestrado Literaturas africanas e afro-brasileira no ensino fundamental II. A pesquisa foi apresentada em agosto de 2015 na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da ...

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Lilico depois das férias.

Começava mais um semestre na sala de Lilico. Os alunos que se conheciam mal conseguiam se controlar para expressar a felicidade do reencontro e principalmente de contar as novidades. Enviado por Noriko Izumi Kawabata via Guest Post para o Portal Geledés Na sala reinava uma deliciosa bagunça, entre risos e gritinhos. Lilico também participava desta alegria, pois já fizera grandes amigos este ano e se sentia aceito e feliz. Dentre os alunos novos que vieram transferidos de outra escola, vinha uma menina chamada Clara. Tinha os cabelos longos e loiros, se apresentava muito bem vestida e com uma linda mochila rosa. Não fazia um mínimo gesto amigável para os colegas, muito pelo contrário. Olhava a turma com ar impertinente e arrogante. O maior alvo de desprezo da menina era o Lilico por ele ser negro. Leia Também: Lilico por Noriko Izumi Kawabata Depois do primeiro dia, vieram outros dias e outras semanas. Tudo transcorria normalmente, até que numa segunda-feira, a professora fez ...

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Ensino da cultura afro-brasileira nas escolas iria salvar o Brasil do racismo

"Racismo no Brasil é bem escancarado e nítido", destaca professora de história Do Noticias ao Minuto  Nesta sexta-feira (20), celebra-se em algumas cidades brasileiras o Dia da Consciência Negra. Uma data marcada para refletir e discutir sobre o preconceito racial que ainda está muito presente no cotidiano brasileiro. A reportagem do R7 conversou com o secretário especial de políticas de promoção da igualdade racial da Presidência, Ronaldo Barros, que alerta que “o número de mortes de jovens negros no Brasil é maior do que em regiões em guerra”. Segundo ele, as mortes de jovens negros já chegam a 70 mil por ano no Brasil. Reflexo de “um sistema de desigualdade racial”, como sugere Barros, o Brasil ainda tem muito para avançar nesse aspecto. "O racismo mata. O preconceito racial é algo que já é concebido e estigmatizado. Ele está na construção mental do brasileiro. As pessoas operam o racismo antes ...

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Apostilas jogos e brincadeiras africanas e afro-brasileiras

As brincadeiras africanas e afro-brasileiras trazem consigo características, valores e a inserção de elementos culturais africana ao nosso. Não podemos deixar de valorizar a Cultura Afro-Brasileira que tanto nos mostrar a nossa origem identitária brasileira. por Oincrivelze  O material abaixo mencionado, foi produzido por Daniela Alfaia da Cunha e Cláudio Lopes de Freitas. O arquivo foi disponibilizado para download no site www.laab.ufpa.br. VEJA O ÍNDICE DE CONTEÚDO DA APOSTILA: Brincadeiras de Atenção; Brincadeiras de Correr; Brincadeiras de Força; Brincadeiras de Saltar; Brincadeiras de Audição; Brincadeiras de Lançamentos; Brincadeiras de Cognição; Brincadeiras Cantadas; Não deixem de levar essas brincadeiras e jogos às crianças da nossa geração tecnológica. Apostila Jogos infantis africanos e afro-brasileiros        

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Cultura afro-brasileira e indígena nos currículos escolares é tema de audiência pública

A Câmara Legislativa realiza nesta sexta-feira (6), às 10h, audiência pública no plenário para debater a obrigatoriedade do ensino das culturas afro-brasileira e indígena nas escolas públicas e privadas do DF. O convite é extensivo a todos os estudantes, professores, pesquisadores e interessados, que terão a oportunidade de ouvir o Executivo e as secretarias competentes. A proposta é de autoria do deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT). Do CL O deputado explica que, entre os anos de 2003 e 2008, duas leis de grande importância cultural, social e educacional para o Brasil foram sancionadas. As Leis nº 10.639/2003 e 11.645/2008 estabeleceram a obrigatoriedade das temáticas História e Cultura Afro-Brasileira e História e Cultura Indígena nos currículos das redes de ensino brasileira. No entanto, no âmbito do Distrito Federal, por exemplo, percebe-se que a aplicação dessas leis não vem sendo percebida nas metodologias de ensino e materiais didáticos. A temática é objeto ...

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Leis brasileiras colocaram o racismo em pauta, diz professora

O Brasil reconhece que existem diferenças entre as pessoas e que parte da população sofre com o racismo, desfazendo o ideal que perdurou por séculos de que o país vivia o mito da democracia racial. A afirmação é da professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) Tânia Müller, que participou hoje (21) do Colóquio Internacional Relações Étnico-Raciais e Políticas Públicas, que ocorre até sexta-feira (23) no Rio de Janeiro. Até amanhã, as atividades serão no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ). Na sexta-feira, as discussões e atrações culturais serão na Escola Sesc Ensino Médio, em Jacarepaguá. Por Akemi Nitahara , da Agência Brasil Tânia apresentou sua pesquisa de doutorado, em que analisou trabalhos acadêmicos sobre a representação do negro em livros didáticos. A conclusão da pesquisa é que, apesar de algumas melhoras, a população negra continua sendo representada apenas para ilustrar a escravidão no Brasil. “Não apresenta um ...

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Identidade negra e racismo

Valorizar a identidade negra e combater ações de discriminação e preconceito são o primeiro passo para se alcançar uma sociedade racialmente justa No Brasil, a cor ou raça é autodeclarada: ao responder ao Censo Demográfico ou outras pesquisas, cada um diz se é preto, pardo, branco, amarelo ou indígena. Essa identidade normalmente se relaciona à cor da pele e a outras características físicas, não à ancestralidade. É comum, por exemplo, que um filho de pai ou mãe negra, mas que tem a pele mais clara, se declare branco. Em outros contextos, que não o da pesquisa, assumir a negritude é um ato político: trata-se de tomar para si a história e cultura do grupo, suas raízes, suas lutas. Do Black Pages Brazil iStockphoto A escola precisa colocar os alunos em contato com os elementos que formam cada grupo étnico brasileiro, para que eles sejam capazes de compreender ...

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Oficina de Formação Afreaka: A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos

O Projeto Afreaka se apresenta como uma Iniciativa multidisciplinar que visa romper os estereótipos presentes da África no Brasil. Evocando o seu lado inovador, proativo e artístico e promovendo as vozes de representantes da cultura de raízes afro-brasileiras e artistas e intelectuais contemporâneos do continente africano, o Afreaka convida os professores das redes públicas estadual e municipal e da rede privada de São Paulo a participarem da Oficina de Formação Afreaka: A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos. Do Afreaka Pensada para quebrar preconceitos raciais históricos já na formação do cidadão, a oficina coloca em evidência a discussão da constituição da identidade brasileira, trazendo para perto conhecimento sobre o protagonismo africano e África contemporânea, utilizando uma linguagem de comunicação visual moderna e trabalhando com novas plataformas artísticas. Assim, no encontro serão apresentadas propostas de vinculação do tema à sala de aula, abordando as possíveis formas de trabalhar a África ...

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Por que trabalhar com Literatura Negra em sala de aula?

Apesar da implementação da Lei 10.639/2003 que diz respeito à obrigatoriedade da inclusão da História e Cultura Afro-Brasileira no currículo oficial da rede de ensino e sua posterior alteração, através da 11.645/2008, que acrescenta à regulamentação anterior a questão Indígena, a educação formal brasileira ainda precisa ampliar a discussão sobre questões raciais na educação. A legislação vigente evidencia a necessidade de tratar da história e cultura africana e afro-brasileira como elementos importantes e indispensáveis na formação dessa sociedade. Por Lissandra Ramos, do A Tarde Nesse sentido, a criação das referidas leis aponta, ao mesmo tempo, para uma necessidade e para uma omissão. Ou seja, se por um lado, o Brasil avança ao reconhecer a importância de tais temáticas no contexto educacional; por outro, essa medida denuncia o apagamento e a negação experimentados ao longo do tempo. Por isso, é válido discutir o ensino da Literatura negra nesse cenário. Segundo a ...

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Curso de especialização em ensino de histórias africanas e afro-brasileiras

Até o dia 5 de outubro estão abertas as inscrições para a seleção da turma de 2016 do Curso de Especialização Lato Sensu, em Ensino de Histórias e Culturas Africanas e Afro-Brasileiras, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), campus de São Gonçalo. Para se matricular, é necessário ter graduação completa. Clique no link abaixo para inscrever-se ou obter mais informações. No Historia Hoje Divulgação/IFRJ/Lato Sensu http://ifrj.edu.br/proppi/pos-graduacao/lato-sensu/especializacao-ensino-historias-culturas-africanas-afro-brasileiras/apresentacao  

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Oficina de Formação “A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos”

O Projeto Afreaka se apresenta como uma Iniciativa multidisciplinar que visa romper os estereótipos presentes da África no Brasil. Evocando o seu lado inovador, proativo e artístico e promovendo as vozes de representantes da cultura de raízes afro-brasileiras e artistas e intelectuais contemporâneos do continente africano, o Afreaka convida os professores das redes públicas estadual e municipal e da rede privada de São Paulo a participarem da Oficina de Formação Afreaka: A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos. Do AFREAKA Pensada para quebrar preconceitos raciais históricos já na formação do cidadão, a oficina coloca em evidência a discussão da constituição da identidade brasileira, trazendo para perto conhecimento sobre o protagonismo africano e África contemporânea, utilizando uma linguagem de comunicação visual moderna e trabalhando com novas plataformas artísticas. Assim, no encontro serão apresentadas propostas de vinculação do tema à sala de aula, abordando as possíveis formas de trabalhar a África na ...

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Reprodução/Facebook

Filme “Elas Falam” apresenta a experiência de professoras negras

O documentário traz à tona a corporalidade das professoras, ou seja, a forma de pensar, de agir e dá voz às suas memórias Da Agência Brasil Reprodução/Facebook O filme-documentário "Elas Falam" mostra a experiência de professoras negras do Distrito Federal e traz à tona a identidade, a forma de pensar, de agir e dá voz à memória delas. Entrevista pelo Revista Brasília desta quarta-feira (2), produtora do filme e diretora de Ações Afirmativas e Assuntos Intersetoriais da Secretaria Adjunta de Políticas para Mulheres, Renata Parreira, diz que o filme conta várias histórias reais de professoras renomadas e reconhecidas pela sua trajetória na educação e com trabalhos intensos pela implementação do ensino da história da cultura africana e afro-brasileira nas escolas. Segundo Renata Parreira, as narrativas são fundamentais, porque forjaram enquanto identidade negra mas vêm reconstruindo e resignificando essa identidade, mas sobretudo inspirando novas professoras. ...

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CyberQuilombo: curso on-line forma oficineiros em Africanidades

O CyberQuilombo, um projeto do labExperimental – está com inscrições abertas para sua nova turma da formação on-line que mescla cultura digital e africanidades.   Do Periferia em Movimento    O curso é destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos no tema “Africanidades”, em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.   As vídeo-oficinas foram produzidas com o objetivo de contribuir com o processo de criação de conteúdo sobre a temática afro, a fim de que as mesmas possam ser utilizadas  para estudos online por ativistas, estudiosos e curiosos em geral, e principalmente por professores do ensino básico interessados em aplicar a lei 10.639/03, que define que a temática afrobrasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio.   Historiadora e integrante do Grupo Kilombagem, Bergman de Paula fala sobre mulher negra e feminismo no vídeo abaixo: Já sobre a ...

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Permitam que a nossa escola se chame ‘Nelson Mandela’

Há cinco anos, conseguimos implementar o estudo da História e Cultura Africana e Afro-brasileira na nossa Escola Municipal de Educação Infantil Guia Lopes, na cidade de São Paulo. Como resposta, recebemos uma pichação no muro: “vamos cuidar do futuro de nossas crianças brancas”. Este ato racista se transformou numa oportunidade para a formação dos alunos e a conscientação da comunidade. Fizemos atividades, mobilizamos pessoas que nos apoiam e criamos este abaixo-assinado para que a nossa escola passe a se chamar EMEI Nelson Mandela. Por Cibele Racy, do Change.org   Apesar da lei que inclui a História Africana no ensino ser de 2003, ainda há muitas crianças que não têm este direito garantido. Eu, como diretora da escola, tenho muito orgulho de fazer parte deste projeto e, especialmente, da aprendizagem de nossas crianças. A mudança de nome para EMEI Nelson Mandela é muito importante para toda a comunidade e para as futuras gerações. Por ...

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Professores têm desafio de ensinar cultura afro-brasileira, diz diretora

Na região onde existiu o maior e mais duradouro quilombo das Américas, o Quilombo dos Palmares, professores têm o desafio de ensinar a história afro-brasileira nas escolas. Se no final do século 16, o local era de luta e resistência contra a escravidão, falta hoje autoestima aos jovens e a valorização da própria história, segundo a diretora da escola municipal Pedro Pereira da Silva, Maria Luciete Santos. Ela participou hoje (4) da Reunião Ordinária Itinerante do Conselho Nacional de Educação (CNE), que começou ontem e vai até quinta-feira (6), em Maceió. Hoje uma comitiva visitou a Serra da Barriga. por Mariana Tokarnia no Agência Brasil Comitiva itinerante do Conselho Nacional de Educação visita comunidade quilombola em União dos Palmares, em Alagoas (Foto: Adalberto Farias/Jangadas Filmes/Direitos Reservados) "Às vezes o preconceito vem deles mesmos. Eles não se reconhecem, não veem o próprio potencial. Eles não tinham ideia do que era a história deles, do ...

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A influência da cultura afro-brasileira para formação sergipana

O território sergipano possui inúmeras manifestações que garantem uma identidade chamada ‘Sergipanidade’. A cultura afro-brasileira é uma dessas manifestações e tem fortes influências para a formação dos cidadãos e comunidades na capital e interior do estado. São grupos folclóricos de origem africana e 29 comunidades quilombolas remanescentes reconhecidas pela Secretária de Estado da Inclusão Social. Por Leonardo Tomaz, do ASN Foto: Ascom Secult Para o Mestre em Comunicação e Cultura e professor de história, Antônio Bitencourt, a indenidade cultural que forma a sergipanidade tem fortes aspectos na religião e folclore dos povos africanos. “Como em todo Brasil, a presença da cultura africana tem forte aspecto na identidade cultural. Em Sergipe, as tradições que temos da origem negra são resultantes da presença dos africanos, que vieram para cá na condição de escravos, e fortemente marcada pela influência religiosa hoje tão presente na identidade sergipana”, afirma, dizendo a importância da ...

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Desconstruindo preconceitos: a importância do ensino de história para a construção de uma nova cultura política

Num artigo chamado “O que e como ensinar”, Jaime Pinsky assinala que uma das tarefas centrais do professor de história é ajudar o aluno a compreender e a melhorar o mundo em que vive. Outro aspecto, não menos importante, seria promover entre os alunos “o bom e velho espírito crítico”. Para tanto, “o passado deve ser interrogado a partir de questões que nos inquietam no presente (caso, contrário, estudá-lo fica sem sentido)”, tendo como referência questões sociais e culturais, assim como problemáticas humanas que fazem parte de nossa vida social. Temas como desigualdades sociais, raciais, sexuais, diferenças culturais, problemas materiais e inquietações relacionadas a como interpretar o mundo, lidar com a morte, organizar a sociedade, estabelecer limites sociais, mudar esses limites, contestar a ordem, consolidar instituições, preservar tradições e realizar rupturas devem ser trabalhados constantemente em sala de aula. Marco Antônio Machado Lima Pereira via Guest Post para o Portal Geledes ...

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I Semana Interdisciplinar dos Estudos Africanos e Afro-Brasileiros da UFMA

A Licenciatura Interdisciplinar em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros da UFMA, primeiro curso do gênero no Brasil, realizará de 13 a 17 deste mês a I Semana Interdisciplinar do curso. As atividades acontecerão todos os dias das 19h às 22h na Casa do Maranhão, localizado no Centro Histórico de São Luís, com exceção da atividade do dia 16, que ocorrerá no Auditório Mário Meireles do Centro de Ciências Humanas da Cidade Universitária Dom Delgado. A entrada será gratuita e não será necessária a realização de inscrições, sendo totalmente aberta ao público. por Marcelo Pagliosa via Guest Post para o Portal Geledés A Semana será aberta com o debate “A África segundo os africanos: Guiné-Bissau e Angola”, realizado por estudantes africanos da UFMA. Também acontecerão discussões interdisciplinares acerca de um dos clássicos da literatura maranhense, como “Os Tambores de São Luís”, de Josué Montello. Além disso, serão apresentados poemas do angolano Agostinho Neto ...

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