Claudinho Guimarães e Marina Iris comemoram 15 anos do bar Carioca da Gema no Traço de União

Finalista da 3ª Amostra do Concurso Novos Bambas do Velho Samba, a cantora levou para para sua apresentação um pouco do carnaval das décadas de 50 e 60.

enviado por Adriana Graciano para o Portal Geledés

Nos últimos anos, fez shows homenageando grandes compositores. Cantou versos de Paulo Vanzolini, João Nogueira, Cartola, Dorival Caymmi, Nássara, Pedro Caetano, Mario Lago.

Ao longo da carreira, fez temporadas em casas tradicionais do Rio, como Bola Preta, Bar do Tom, Centro Cultural Carioca, Centro de Referência da Música Carioca, Rio Scenarium.

Desde 2013, no palco do Carioca da Gema, Marina se dedica a um repertório que vai de Assis Valente a Batatinha, passando por outros mestres baianos.

Com casa lotada, foi realizado dia 15 de dezembro, no Teatro Rival, o primeiro show de lançamento de seu disco de estreia, intitulado Marina Iris.

Sobre Marina Iris

Cria do Méier, no subúrbio carioca, onde viveu até os 25 anos com sua mãe, Vera, e seus irmãos, a cantora Marina Iris, 31, vive hoje na Glória, próximo à Lapa, bairro onde apresenta regularmente seu trabalho.

Filha e enteada de sambistas, respectivamente Celso Lima e Gisa Nogueira (irmã do cantor e compositor João Nogueira), Marina desde nova se identifica com o samba, que para ela representa mais do que um gênero musical, é um estilo de vida, diz muito sobre a cidade e seus costumes.

Apesar da grande relação com a música desde pequena, foi somente em 2007, na faculdade de Letras da UERJ, a partir do encontro com dois amigos músicos, Maurício e Manuela, que Marina começou a cantar profissionalmente. E de lá para cá não parou mais.

Foi na faculdade também que conheceu sua amiga Andréa, que lhe apresentou não só a vida na Vivenda Santo Antônio, casa de uma família super receptiva em Oswaldo Cruz, como também a possibilidade de arrecadar entre amigos, com feijoadas e rodas de samba, verba para custear seu primeiro disco. E assim foi: depois de muitas festas, bingos, rifas, o fonograma foi concluído.

Depois de um primeiro lançamento voltado para amigos, pessoas envolvidas no disco e imprensa, a cantora lançou seu trabalho a preço popular, no Centro Cultural Carioca.

Hoje, Marina divide a vida entre a dedicação à música e o trabalho como jornalista – para que sua voz fosse poupada, a cantora não trabalha mais como professora.

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