sexta-feira, outubro 16, 2020

    Tag: Adriana Graciano

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    Amálgama – por Adriana Graciano

    por Adriana Graciano para o Portal Geledés shutterstock Para Wallace Nosso amor é uma força atemporal Que desafia o espaço Que redesenha a fé Que transporta religiões para seu princípio original Que une o Islã e o Candomblé Nas nossas formas Etéreas e terrestres Água e água O gênio e Iansã Profanos e sagrados Cavalgando os céus Transgredindo os infernos No instante do olhar

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    Imagem: Geledés Instituto da Mulher Negra

    #Geledes30anos – Adriana Graciano: Geledés tem reescrito a história da gente

    G eledés tem reescrito a história da gente E mpoderando, acolhendo, aprendendo, se reinventando L uz guiando nossas trajetórias E sperança renovando nossa fé D iáspora pulsante É hora de agradecer e louvar S alve as sacerdotisas da equidade!   Adriana Graciano Adriana Graciano, formada em Letras pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em Historia da África e do Negro no Brasil e Literaturas Contemporâneas de Expressão Portuguesa pela Universidade Candido Mendes, tradutora, intérprete e escreve criticas literárias para o Portal Geledés

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    Sangue

    por Adriana Graciano para o Portal Geledes Seu sexo no meu sexo Meu sexo no seu sexo Arrebatados pelo paradoxo dessa transcendência física dessa nova familiaridade desse olhar sem véu dessa nova nudez Meu sexo no seu sexo Seu sexo no meu sexo Redefinindo o espaço que ocupávamos em nós

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    Room by the sea by Edward Hopper

    Room by the Sea, por Adriana Graciano

    Por Adriana Graciano Para Adriana Dias, em gratidão pelo empréstimo metafórico Quero uma porta para um mar de prazeres excessivos não corrompido pela maldição da falta de prazeres excessivos uma porta através da qual eu encontre o deleite perdido para despertar e fazer cantar a sereia adormecida. Se for meia luz que seja meia inteira que possa serenar incontinenti a fome entre os estribilhos orgásticos do sempiterno Amar

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    Poema para Elaine, por Adriana Graciano

    por Adriana Graciano E xiste um tipo de amor de tal forma colorido que não cabe no arco-íris L onge dos dicionários, enciclopédias, antologias, coletâneas, compêndios e outras amarras A lheio às tentativas de enquadramento I nteiro, perfeito, solto, inominado N avegando pelas estrelas do amar E sse amor é.

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    Para Léia

    Aniversário, por Adriana Graciano

    por Adriana Graciano V amos hoje rever nosso pacto de amor e luz A tualizá-lo para que ele dê conta das novas versões de nós mesmas L egitimá-lo com nossos pensamentos, falas e ações E xpandí-lo para incluir novas promessas R einventá-lo para fazer uso de nossos aprendizados I rmã, quero repetir para que não se perca no caos A mo você e também já amo o projeto de tudo que você ainda virá a ser.

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    mermaid

    Os cinco sabores, por Adriana Graciano

    por Adriana Graciano Primeiro gosto de tocá-lo com os olhos Depois cheiro suas intenções Leio seus sonhos Como seu sexo Ouço seu cheiro Vejo sua fome Danço sua febre Bebo seu calor Devoro seus pudores Degusto seu (de)leite Escrevo sua cor Pinto seu gosto Mas, sereia que sou, Só canto para quem me cavalga (os mares)

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    12years-old

    Eu te amo como se tivesse 12 anos de idade

    por Adriana Graciano Para CS, “o menino pai do homem” Eu te amo como se tivesse 12 anos de idade E as memórias dos carinhos não trocados se materializam agora quando te toco Eu te amo como se tivesse 12 anos de idade E a fúria e a doçura do primeiro amor me habitam de novo agora quando te vejo Eu te amo como se tivesse 12 anos de idade E a certeza da infinitude e completude daquela paixão me acompanha agora Na certeza transmudada da infinitude e completude dessa paixão Que dura o instante de beijar Eu te amo como se tivesse 12 anos de idade Com a pureza e a inocência de quem ainda não nomeou as coisas do coração E hoje, mulher feita, desfeita e refeita Ainda me provoca enlevo sua presença, inundando meus sentidos de inspiração poética, Sorriso e flor

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    grabriel1

    Poema para Gabriel, por Adriana Graciano

    G loria ao dia de sua chegada A bençoados sejam seu nome e sua trajetória B eleza que emociona e desconcerta os sentidos na complexidade e perfeição dos detalhes R eescreveu a historia da família com seu sorriso I luminou nossos céus internos E sperançou nossos amanhãs L uz divina em forma de menino, amado seja

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    The Kiss Photographic Print by Rabi Khan

    PHARMAKON, por Adriana Graciano

    por Adriana Graciano As separações atemporais As dualidades inexoráveis Os pólos (supostamente opostos) As dicotomias clássicas A eterna (e mítica) guerra dos gêneros Os quatro elementos O seu Leão e o meu Escorpião O céu e o inferno (terrestres) TUDO Amalgamado e tornado sentido em nós dois No sexo Imagem: The Kiss Photographic Print by Rabi Khan

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    Quando R goza, por Adriana Graciano

    por Adriana Graciano Quando R goza Meu coração quase se esquece de como bater Antes de reaprender aquela batida que sempre conheceu mas julgava perdida Meus olhos (abertos ou não) vêem em cores que só conheço em sonho Meus ouvidos e sentidos se comportam com a reverência e entrega De quem ouve uma sinfonia amada pela milésima inédita vez Quando R goza Minha primavera eclode E morro minha pequena morte

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    Poema para um homem negro

    por: Adriana Graciano Para Luiz Henrique, que me emociona   Sua beleza desafia o equilíbrio do cosmos Na convivência pacífica e harmônica  De forças aparentemente irreconciliáveis  Você é feroz e manso, homem e menino Terra e ar Água e fogo Seu corpo abriga um guerreiro na memória Indelével das lutas ancestrais e um poeta Na arte da (re)escritura do nosso amor físico e imortal Sua existência é um berro de esperança  E uma resposta ao tempo Homens negros massacrados, vendidos, violados, aviltados Homens negros que lutaram e lutam contra  Um estigma mais pesado do que a morte Renascidos e celebrados por sua existência e seus passos Cada partícula do seu ser honra sua ancestralidade Cada poro do seu corpo amado celebra a  Força de nossa raça Salve Xangô em você

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    Poema para a irmã do meio, por Adriana Graciano

    por Adriana Graciano Poema para a irmã do meio A irmã do meio segura a mão da irmã mais velha e da irmã caçula, unindo o trio A irmã do meio traz humor e calor ao trio e ao mundo ao redor A irmã do meio ri alto, contagiando o trio e o mundo ao redor A irmã do meio fala palavrão, chora e faz birra (porque é a irmã do meio) A irmã do meio faz bolo melhor que a mãe A irmã do meio é a casa longe de casa e o lar em qualquer lugar Por isso que a gente quer morar nela, se aconchegar no cheirinho de casa que emana do pescoço dela A irmã do meio é feita de açúcar e de bossa nova e de estampas florais Ela é a casa longe de casa e o lar em qualquer lugar

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    Poem in search of a muse, por Adriana Graciano

    - Adriana Graciano - Aquela que hei de amar me dará o que ela tem de sobra e me falta Eu lhe darei o que tenho em excesso e que lhe falta Ela me ensinará perdão - que me falta E eu ensinarei-lhe amor - que me sobra Ela será minha poesia e minha canção Sua presença será um bálsamo para minha dor E seu abraço meu destino final Poem in search of a muse The woman I will love will give me what she has in excess and I lack I will give to her what I have in excess and that she lacks She will teach me forgiveness - that I lack And I will teach her Love - that I have plenty She will be my poetry and my song Her presence will be a balm to my pain And her embrace my final destination

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    Joyce Fonseca

    Conceição Evaristo, por Adriana Graciano

    Risky, thought Paul D, very risky. For a used-to-be-slave woman to love anything that much was dangerous, especially if it was her children she had settled on to love. The best thing, he knew, was to love just a little bit; everything, just a little bit, so when they broke its back, or shoved it in a croaker sack, well, maybe you'd have a little love left over for the next one. -Adriana Graciano - Toni Morrison in Beloved Contemporary newspaper reports, abolitionist material, and various biographical and autobiographical accounts provide the sources from which this episode can be reconstructed. (...) Trapped in his house by the encircling slave catchers, Margaret Garner killed her three-year-old daughter with a butcher's knife and attempted to kill the other children rather than let them be taken back to into slavery by their master, Archibald K. Gaines, the owner of Margaret's husband and of the ...

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