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Mulheres substituíram quase metade dos homens derrubados pelo #MeToo

Há cerca de um ano, acusações sobre constantes episódios de assédio sexual cometidos por Harvey Weinstein fizeram explodir o movimento #MeToo, em que centenas de milhares de mulheres decidiram colocar o dedo na própria ferida e expor homens que usam sua força física ou o poder profissional para obter vantagens sexuais.

Do  Hypeness

Foto: Lucy Nicholson/Reuters

Segundo o The New York Times, mais de 200 homens poderosos foram expostos e perderam seus cargos graças às denúncias motivadas pelo #MeToo. E, de acordo com levantamento do mesmo jornal, metade das vagas foram preenchidas por mulheres.

De acordo com o NY Times, foram 201 empregos ou cargos que os abusadores perderam. Apenas 124 pessoas tomaram seus lugares, sendo 54 mulheres e 70 homens, ou seja, as mulheres ocuparam 43% das vagas deixadas por assediadores.

Foram ao menos 920 denúncias sobre esses 201 abusadores, e vários deles enfrentam acusações criminais, além dos resultados profissionais que seus assédios constantes os causaram – acabando com a sensação de impunidade eterna que esse tipo de pessoa acredita ter.

Harvey Weinstein: dezenas de acusações após décadas de assédio impune Foto: Spencer Platt/Getty Images

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