quarta-feira, setembro 23, 2020

    Tag: Artes

    Reprodução/Instagram/@malungaconexao

    Jovens negros promovem princípios da Internet através de linguagens artísticas

    A Conexão Malunga, plataforma de discussões dos usos das tecnologias para autonomia, lança o projeto Tecnologia: Rostos, vozes e cor no Instagram e no Twitter em parceria com 9 artistas da Bahia e de Sergipe. Apostando na arte, sobretudo na experiência de slammers e atrizes, a iniciativa promove a conscientização sobre os princípios da Internet no Brasil através do audiovisual. Durante uma série de vídeos, jovens artistas da Bahia e de Sergipe compartilham fundamentos da legislação sobre Internet em nosso país. A produção artística é o ponto alto do projeto, que se iniciou em 25 de junho, por meio de uma formação em segurança digital como estratégia de promoção da visibilidade de artistas jovens independentes, a partir de referências da afrodiáspora, como Abdias do Nascimento e Audre Lorde. “Consideramos de extrema importância incluir artista negros nas discussões sobre TIC’s, porque partimos do princípio de que a população negra sempre produziu tecnologia, então os artistas, neste projeto, ...

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    Divulgação/Itaú Cultural

    Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência | Artes Visuais

    Com o objetivo de movimentar a economia criativa de maneira rápida e eficaz em tempos de pandemia mundial de coronavírus, o Itaú Cultural (IC) lança mais um edital do Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência. O terceiro edital, com inscrições abertas a partir das 9 horas do dia 20 (até as 23h59 de 22 de abril), é voltado para profissionais das artes visuais que tiveram sua rotina modificada neste momento de pandemia e necessidade de suspensão social. Do Itaú Cultural Divulgação/Itaú Cultural Leia o edital. Inscreva-se nos formulários a seguir, a partir das 9 horas do dia 20 de abril de 2020. Os inscritos podem se candidatar a dois tipos de categoria: - Categoria Produção Artes Visuais, na qual cada artista poderá inscrever um trabalho que reflita sobre as seguintes questões: na limitação do confinamento, como os artistas continuam suas produções? O que estão criando ...

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    Estudante cria emojis para ressaltar riqueza da África e acabar com estereótipos

    O artista O’Plerou Denis Grebet, da Costa do Marfim, criou emojis que ressaltam a riqueza cultural da África. A ideia surgiu quando ele buscava por fotografias para um projeto sobre o continente e encontrou apenas imagens que remetiam à pobreza e doenças. Do  Hypeness O'Plérou Grebet/Instagram À CNN, o jovem de 22 anos contou ter percebido que a mídia sempre retratava o lado negativo da África, mostrando guerras, fome e pobreza. E, embora estes elementos sejam também uma das faces do continente, eles não estão por toda a parte e é possível encontrar uma enorme diversidade cultural nos países africanos.   Ver essa foto no Instagram   #Zouzoukwa N°38: Danseuse aux couteaux, du peuple Dan ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Knife dancers are little acrobat girls thrown on knives during ritual dances in the West of Côte d'Ivoire. Uma publicação compartilhada por O'Plérou (@creativorian) ...

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    Ser artista negra: o olhar de Rosana Paulino sobre passado, presente e futuro

    Artistas afro-brasileiras são as homenageadas da SP-Arte em uma série de entrevistas conduzidas por ocasião do Mês da Consciência Negra. Para fechar a sequência, ouvimos o que Rosana Paulino tem a dizer sobre sua produção e inserção no sistema de arte contemporânea. Por Marina Dias Teixeira, do SP-Arte A artista Rosana Paulino (Foto: Ed Júnior) A artista paulistana ilustra como o desafio de ser artista triplica para uma mulher negra. Hoje referência nacional reconhecida para além do Brasil, Rosana Paulino conta que demorou 21 anos para ver sua obra exposta em uma instituição tradicional como a Pinacoteca de São Paulo, e que passou a ter uma presença consolidada no mercado de arte apenas nos últimos cinco anos. Por outro lado, ela exalta a importância de produções vindas de circuitos alternativos, que “contaminam, de maneira muito positiva, esferas mais conservadoras da criação artística”. A artista afirma ainda ...

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    “Nos manteremos vivos, lutando pela vida e pela arte”

    Começa nesta sexta-feira 15 e vai até a terça-feira 19, no Centro Cultural Olido e no CRD - Centro de Referência da Dança, ambos em São Paulo, o I Fórum de Performance Negra de São Paulo. O evento que tem como tema “Estéticas Negras e Políticas Públicas rumo ao futuro: como a memória da diáspora e as intersecções culturais podem alimentar as multipluralidades performáticas negras”, pretende reunir grupos e coletivos negros artísticos, para pensar, dialogar e fomentar os trabalhos e pesquisas da arte negra no Estado de São Paulo. Participam desta versão paulista do fórum - criado em 2005 pelo Bando de Teatro Olodum, da Bahia, e pela Cia. dos Comuns, do Rio de Janeiro -, 30 pensadores, entre eles Leda Maria Martins, Salloma Salomão, Júlio Moracen Naranjo, Gil Marçal, Samuel Alves dos Santos e Rute Rodrigues dos Reis. Para falar sobre a relevância do fórum e as discussões sobre a ...

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    “É papel do artista saber onde estamos e para onde vamos” diz Mirelle Martins

      A goiana Mirelle Martins, de 34 anos, ganhou o mundo e se tornou uma performer internacionalmente reconhecida quase que por um mero acaso. Aos 28 anos, quebrou o joelho e após uma pausa forçada, resolveu abandonar sua carreira estável de publicitária em São Paulo para mergulhar no mundo da dança. Partiu para Nova York onde foi ter aulas de gaga– movimento criado pelo israelense Ohad Naharin e realizado pela conexão entre o corpo e a mente- e conheceu o coreógrafo americano Shamel Pitts de quem se tornaria parceira de trabalho para uma série de espetáculos, entre eles Black Hole – Thrilogy and Thriatlon, a última performance de uma trilogia iniciada em 2015 a ser apresentada neste sábado 12, às 21h, e domingo 1, às 20h, na Sala Itaú Cultural, em São Paulo. Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, Mirelle conta como uma menina negra rompeu barreiras, encontrando sua vocação ...

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    Florianópolis receberá curso gratuito sobre a arte negra

    Encontro será neste sábado (21) na Fundação Cultural Badesc Do NSC Fundação Badesc fica no Centro da cidade (Imagem retirada do site NSC) O curso "O Grito do Negro Mudo", sobre arte negra, acontecerá neste sábado (21), na Fundação Cultural Badesc, no Centro de Florianópolis. A participação é gratuita. O encontro será ministrado pelo crítico de arte Allende Renck, e tem objetivo de se ser um ponto de resistência política. Ao todo serão vistos quatro módulos que formam uma exposição teórica – em interlocução imediata com exemplos concretos das construções estéticas analisadas – e de como historicamente a arte negra se apresentou como simbolismo. A reunião acontece a partir das 14h e vai até as 18h. As vagas são disponibilizadas por ondem de chegada, não é preciso se inscrever antecipadamente. Renck é professor, psicanalista e mestre em Poesia e Aisthesis pela Universidade Federal de Santa Catarina ...

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    Foto- Roberto Moreyra : Agência O Globo

    Rosana Paulino: ‘Arte negra não é moda, não é onda. É o Brasil’

    Com exposição em cartaz no Museu de Arte do Rio, a artista paulistana conta como busca combater séculos de preconceito com suas obras multifacetadas Nelson Gobbi no O Globo Foto- Roberto Moreyra : Agência O Globo Artista com sólida formação acadêmica — é doutora em artes visuais pela USP — a paulistana Rosana Paulino despontou nos anos 1990 com uma das principais vozes a abordar questões raciais e de gênero. Sua obra é pouco vista por aqui, mas uma exposição recém-inaugurada no Museu de Arte do Rio (MAR) compensa com louvor a lacuna. “Rosana Paulino: a costura da memória”, retrospectiva com curadoria de Valéria Piccoli e Pedro Nery, chega à cidade após três meses em cartaz na Pinacoteca, em São Paulo. Maior exposição da sua carreira, a mostra reúne 140 obras produzidas em 25 anos, que abordam temas como memória, racismo institucional e a construção de ...

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    “Gota d´Água, para a minha tristeza, é totalmente atual”, diz o dramaturgo Jé Oliveira

    Na tarde do domingo 31, uma plateia se apertava no auditório do Itaú Cultural, em São Paulo, para ouvir atentamente o diretor de teatro e ator Jé Oliveira e a cantora e atriz Juçara Marçal, protagonistas do espetáculo Gota d'Água {Preta}. Durante duas horas ineterruptas, na sessão chamada Encontro com o Espectador, promovida pela instituição, a versão negra da peça, escrita por Chico Buarque e Paulo Pontes há quatro décadas, ganhou novas dimensões. Como conta nessa entrevista à coluna Geledés no debate, Jé de Oliveira afirma que essa releitura da tragédia grega é “uma analogia necessária ao trazer com aprofundamento a questão dos negros para a Gota d´Água (Preta).” No papel da protagonista Joana, o dramaturgo traz a voz cristalina e retumbante de Juçara Marçal. Só que desta vez, Joana é traída por uma mulher mais jovem e mais clara. “A traição é racial”, explica o diretor. A nova dramaturgia ...

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    Pinturas expostas na mostra Ex-Africa. (Foto: DivulgaçãoReprodução/Carta Capital)

    2018, o ano em que os negros entraram em pauta nas artes

    Exposições, musicais, filmes e séries exaltam a pele negra em suas produções Por Guilherme Soares Dias, no Carta Capital Pinturas expostas na mostra Ex-Africa. (Foto: Divulgação/Reprodução/Carta Capital) O ano de 2018 ficará marcado pelo fato de os negros terem definitivamente entrado em pauta no mundo das artes. Seja em produções nacionais ou estrangeiras, não deu para ignorar a presença dos negros e abordar a cultura e história desse povo oriundo da diáspora africana. As exposições de grandes museus tentaram reproduzir parte dessa cultura. Mas também houve o histórico filme Pantera Negra, a forte presença na Feira Literária de Paraty (FLIP) e até mesmo os protestos contra a novela “Segundo Sol”, da Globo, em que a ausência foi cobrada pelos movimentos, e deve resultar em produtos mais diversos na emissora de maior audiência do País. Confira 13 obras em que os negros foram destaque: Pantera Negra O filme conta a ...

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    Foto: SOFIA PASCHOAL

    “Falar de intolerância é fundamental, pois ela é o maior mal dos novos tempos”, diz Susanna Lira, cineasta

    Em tempos de ascensão da intolerância no Brasil, os filmes e séries da cineasta Susanna Lira se tornaram mais do que relevantes. São hoje urgentes. Ativista e pós-graduada em Direitos Humanos, Susanna é responsável pelo documentário Intolêrancia.Doc que deu origem à série televisiva Rotas de ódio, com roteiro de Marcos Borge e Bruno Passeri. A série entra em sua segunda temporada falando sobre racismo e xenofobia. A jornalista e crítica Cristina Padiglione descreveu-a como um "necessário soco no estômago".. Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, Susanna relata como se envolveu com a luta contra os crimes de ódio. Ela ainda dirigiu dois filmes sobre as Mães de Maio, que perderam seus filhos no massacre de 2006. Foto: SOFIA PASCHOAL Geledés - Seus filmes são sempre em torno das ondas crescentes de intolerância sexual, religiosa e social. Por que tratar desses temas e qual a relação entre sua vida ...

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    “Feito com amor, dedicação e o talento de várias pessoas”, diz Lázaro Ramos sobre documentário Bando, Um Filme De:, que dirigiu

    Lázaro Ramos, em parceria com Thiago Gomes, lança seu primeiro documentário Bando, Um Filme De:,em que remonta às suas origens da dramaturgia cênica baiana, ao contar a história do Bando do Teatro Olodum, que o revelou ao mundo. De forma poética, o filme, que estreia no dia 4 de setembro durante a programação do Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe Zózimo Bul, no Rio, mescla arte e militância em 42 depoimentos sobre o mais longevo grupo de teatro negro do País, que completou 28 anos. BANDO, UM FILME DE - LÁZARO RAMOS © Bob Wolfenson Nessa entrevista à coluna Geledés no Debate, o ator, diretor, apresentador e escritor, fala sobre como se deu a iniciativa de documentar o Bando e as incríveis revelações de seus participantes. Lázaro Ramos, com mais de 60 prêmios no teatro e na televisão, também conta aqui sobre seus novos ...

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    imagem: Centro Afro Carioca de Cinema Zózimo Bulbul

    ‘Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul’ exibe mais de 90 filmes

    Fortificar a identidade negra e incentivar o intercâmbio cultural Brasil-África: é esse o principal objetivo do “Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul – Brasil, África e Caribe”, que chega ao 11º ano de 29 de agosto a 9 de setembro, com atrações em quatro espaços culturais do Rio e convidados como Lázaro Ramos e Djamila Ribeiro. imagem: Centro Afro Carioca de Cinema Zózimo Bulbul Para esta edição, foram selecionados 76 filmes nacionais, de cinco regiões do Brasil, e 29 filmes internacionais, entre longas e curtas-metragens, sob a curadoria do diretor Joel Zito Araujo e de Janaína Oliveira. As exibições acontecem no Cine Odeon, no CCJF (Centro Cultural Justiça Federal), no MAR (Museu de Arte do Rio) e no Cine Arte UFF (Universidade Federal Fluminense), em Niterói. Crédito: Divulgação Na programação, 'Carta Sobre o Nosso Lugar Mulheres do Vila Nova' tem direção de Rayane Penha [caption ...

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    Quando a Cultura Africana se fundo ao mundo POP

    Suleiman Ismail Gwadah é um ilustrador nigeriano conhecido como Pacmartian, que desenvolveu a sua arte sozinho, vendo vídeos no YouTube e lendo blogs sobre o assunto. Por Equipa BANTUMEN no Bantumen “Há um par de anos, se precisasse de me apresentar, deixaria de lado a parte de ser artista, porque para ser honesto nunca vi um futuro nisso. Quando era miúdo, tinha interesse em desenho, pintura e nas artes em geral, mas abandonei isso para me focar na Matemática e Ciência para me tornar num engenheiro. A post shared by Suleiman Gwadah (@pacmartian) on Jun 7, 2018 at 4:22pm PDT Se eu fosse me apresentar, eu teria deixado de fora a parte de ser uma artista, porque, para ser franco, nunca vi um futuro nela. Eu estava interessado em desenho, pintura e artes e ofícios em geral, como uma criança através de meus anos de escola primária e secundária, mas eu ...

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    Esther Mahlangu, da tribo sul-africana Ndebele, criou um mural em Évora

    Esther Mahlangu, uma sul-africana de 82 anos, pintou um mural em Évora. A membro da tribo Ndebele ficou conhecida depois de estar numa exposição no Centro Georges Pompidou, em Paris (França), em 1989. Do Observador NUNO VEIGA/LUSA A figura frágil pode enganar, mas a artista Esther Mahlangu, de uma tribo sul-africana, é uma trabalhadora incansável que, depois de colaborar com museus e pintar automóveis de marcas internacionais, assina agora um mural em Évora. “Não posso esquecer Évora. Há muitos lugares no meu coração e vou juntar este também”, diz à agência Lusa a artista, de 82 anos, na língua da comunidade Ndebele, a que pertence, mas fazendo-se entender com a ajuda de um intérprete. Esther Mahlangu está na cidade há algumas semanas, a convite do Festival Évora África, iniciado na sexta-feira e promovido pela Casa Cadaval, Palácio de Cadaval e Power Nation, levando a Évora, até ...

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    Duas exposições de Mestre Didi comprovam vigor de sua obra

    Artista dialoga a tradição da ancestralidade africana com elementos do candomblé e da modernidade por Antonio Gonçalves Filho no O Estado de S.Paulo Mestre Didi, o escultor e sacerdote baiano Deoscóredes Maximiliano dos Santos (1917-2013), não dava entrevistas por causa de um interdição ligada a seus títulos no candomblé. Preferia escrever. Pena. Teríamos hoje, além de seus livros prefaciados por europeus cultos como o sociólogo francês Roger Bastide, o depoimento de um homem religioso sobre sua atividade como artista, o que seria bastante oportuno numa ocasião como esta, em que se registra a rara convergência de duas exposições simultâneas sobre suas esculturas em São Paulo, uma no Museu Afro Brasil, que vai até 10 de junho, e outra na Galeria Almeida e Dale – esta última aberta até sexta, 25, realizada em conjunto com a Galeria Paulo Darzé, da Bahia. Um depoimento do mestre neste momento seria esclarecedor, pois persiste uma ...

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    Jamaica, Jamaica! – uma exposição concebida pela Cité de la musique – Philharmonie de Paris, produzida e realizada pelo Sesc São Paulo

    A mostra chega ao Brasil para ocupar o espaço expositivo do Sesc 24 de Maio, com abertura no dia 14/3 enviado por Baobá Comunicações para Portal Geledes A partir de 14 de março, o Sesc 24 de Maio, localizado no centro da capital, apresenta a exposição produzida e realizada pelo Sesc São Paulo  concebida pela Cité de la musique - Philharmonie de Paris, Jamaica, Jamaica! que chega ao país vinda da instituição francesa, onde ficou em cartaz no ano passado. Foto: JuniorReid 1985 BetLesser A mostra, com curadoria do jornalista e diretor cinematográfico francês Sébastien Carayol, terá visitação até 26 de agosto. Um panorama cronológico e histórico sobre a música jamaicana é demonstrado em oito núcleos, nos quais, em conjunto, traçam um olhar político, social e cultural, tendo a produção musical da ilha como fio condutor desta história, além das pesquisas realizadas pelo núcleo sobre a expansão da música jamaicana no Brasil – ...

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    Livro faz mapeamento de graffiti no Estado de São Paulo

    Com lançamentos em São Paulo e Goiânia, jornalista e grafiteiro publicam livro sobre trabalhos de artistas e ações coletivas por Tamires Santana enviado para o Portal Geledés O artista visual Donizete de Souza Lima, 42 anos, conhecido por Bonga Mac e a jornalista e design gráfico Tamires Santana, 28 anos, seguem o lema: pelos próprios caminhos. E o primeiro passo já foi dado. Bonga e Tamires uniram suas habilidades e fundaram, em 2013, Bonga Produções, empresa que trabalha com o graffiti, muralismo, arte educação e produção cultural. E dentre os trabalhos desenvolvidos, o livro de arte Tinta Loka Street Book (Ed. Literarua) é um dos que mais se destacam na trajetória. “Viver de arte no Brasil é um desafio e é se reinventar sempre, por isto é necessário buscar os próprios caminhos”, diz Bonga Mac, que está há duas décadas atuando artisticamente nas ruas. ___Tinta Loka ...

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    Conheça Filhas do Pó, primeiro filme de uma cineasta negra distribuído nos Estados Unidos

    Mulheres negras entre a tradição e a modernidade por Bruno Carmelo no Adoro Cinema Se Filhas do Pó fosse uma grande produção hollywoodiana, repleta de atores famosos e visando prêmios, seria provavelmente rejeitada pelos críticos e pelo público. Sua estética é anacrônica, os atores declamam frases de efeito como no teatro clássico, as imagens são saturadas demais, a música – combinando tambores e harpas – romantiza cada cenário ou personagem. Em outras palavras, o projeto foge às regras do bom gosto da indústria e também do “cinema de arte” refinado de festivais como Cannes e Berlim. No entanto, este é um filme independente, feito com recursos obviamente limitados, com menor responsabilidade de prestar contas a produtores. Passou despercebido quando foi lançado, em 1991, sendo resgatado muito mais tarde. O drama histórico dirigido por Julie Dash – o primeiro filme de uma cineasta negra a ser lançado comercialmente em seu país – mantém ...

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    Circuito Cinegrada 2017– Protagonismo negro no cinema

    Do dia 01 ao dia 30 de novembro de 2017, acontecerá a terceira edição do CIRCUITO CINEGRADA. A mostra exibe filmes realizados por cineastas negrxs e passará por 15 bairros da periferia do Rio de Janeiro, com a intenção de discutir o racismo através do cinema e estimular a circulação de filmes realizados por cineastas negros e negras, dentro das periferias e favelas da cidade. por Luz Mariana Blet via Guest Post para o Portal Geledés Nesta edição o circuito tem como novidade a Colômbia, como país convidado. O circuito, que este ano tem patrocínio da Rio Filmes, começará no dia 01 de novembro na comunidade do Fumacê, em Realengo. A festa de abertura contará com o lançamento do filme longa-metragem do Coletivo CRUA, Quilombo da Caçandoca – uma raiz viva, após o filme, haverá uma conversa com os representantes da comunidade do Quilombo de Caçandoca, localizado em Ubatuba, litoral norte ...

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