quinta-feira, março 4, 2021

Tag: asiáticos

O coletivo Lótus Feminismo é provavelmente um dos primeiros grupos a discutir feminismo asiático no Brasil (Foto: Reprodução/Instagram)

Feminismo asiático: mulheres amarelas lutam contra a erotização e o racismo 

"O feminismo asiático se tornou um espaço de identificação e acolhimento. Além das pautas feministas, como empoderamento e igualdade de gênero, buscamos incluir questões étnicas e raciais na discussão, para dar espaço às vivências das mulheres de origem asiática." A fala é da estudante Agnes Hikari Suguimoto, de 23 anos — como ela, outras mulheres descendentes de japoneses, chineses, coreanos, indianos, árabes e outros países da Ásia, estão se unindo para compartilhar e discutir experiências específicas que vivem no Brasil. O coletivo Lótus Feminismo é provavelmente um dos primeiros grupos a fazer isso: nasceu em 2016, como um grupo no Facebook criado pela artista Caroline Ryca Lee, que entendeu que existia uma demanda por "acolhimento e reflexão sobre a noção de raça entre mulheres amarelas ". A troca cresceu, se transformou em encontros presenciais e, no mesmo ano, passou a abarcar também ...

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Ana Hikari (Reprodução/Insytagram/@ _anahikari)

Ana Hikari, 1ª protagonista asiática da TV: ‘Passei a vida reduzida a japa’

Em décadas de TV Globo, apenas uma atriz de ascendência asiática ocupou o posto de protagonista de uma novela: Ana Hikari, em "Malhação: Viva a Diferença". A temporada que foi ao ar em 2017 é celebrada até hoje por girar em torno de cinco protagonistas mulheres, dentre elas duas não brancas e uma LGBTQ+. O sucesso foi tanto que a trama, criada por Cao Hamburger (o mesmo de "Castelo Rá-Tim-Bum") venceu o Emmy Internacional e ganhou um spin-off: "As Five", série de 10 capítulos que mostra as mesmas protagonistas, mas no início da vida adulta, na faixa dos 24 anos — dois a menos que Ana atualmente. À Universa, a atriz reflete sobre a importância de a televisão assumir compromisso com questões de gênero, raça e classe — assuntos que ela busca estudar mais a cada dia. Foi assim que se descobriu amarela: lendo sobre feminismo negro. Agora, Ana quer uma segunda protagonista, ...

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