segunda-feira, novembro 23, 2020

    Tag: chacina

    O delegado do 7º DP, Cássio Vita Biazolli (Foto: Luciano Claudino/Código 19)

    Pixador racista da Unicamp será investigado apenas por dano ao patrimônio

    Apesar de ter pichado símbolos nazistas e feito ameaças, inicialmente o jovem será investigado apenas por dano ao patrimônio por Sarah Brito no ACidadeON/Campinas O jovem que pichou símbolos nazistas e ameaças na biblioteca do IEL (Instituto de Estudos Linguísticos), no banheiro do IG (Instituto de Geociências) e na Biblioteca Central e Ciclo Básico da Unicamp pode ser preso por até três anos, dependendo do resultado das investigações da Polícia Civil. Inicialmente, a polícia abriu inquérito apenas para apurar o crime de dano ao patrimônio público, que prevê pena de um a três anos de reclusão. O delegado Cássio Vita Biazolli, do 7º Distrito Policial, em Barão Geraldo, disse que também vai averiguar os crimes de apologia ao nazismo e ameaça. "Mas, no caso da ameaça, não há vítima individualizada", disse o delegado. Ele também pode sequer chegar a ser punido - a polícia solicitou exame de sanidade mental, e ...

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    Condenado por corte internacional, Brasil terá de reabrir investigação e indenizar vítimas de chacinas

    A Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) condenou o Estado brasileiro pela falta de investigação e de punição dos responsáveis por 26 mortes em operações policiais nos episódios conhecidos como chacinas de Nova Brasília, ocorridas em 1994 e 1995 no Rio de Janeiro. Até hoje, ninguém foi preso, julgado nem condenado pelas mortes. Foi a primeira vez em que o Brasil foi julgado e responsabilizado na Corte por um caso de violência policial. Por Fernanda da Escóssia Do BBC Na sentença, concluída no dia 16 de fevereiro na Costa Rica e divulgada apenas na tarde da última sexta-feira, a Corte determina que o Brasil acelere e conduza de modo eficaz o processo da primeira chacina e reabra as investigações da segunda. Em cada chacina, 13 pessoas foram mortas. Durante a operação policial realizada em 1994, três jovens, duas menores de idade à época, com 15 e ...

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    Massacre em Manaus reforça imagem global de ‘inferno’ das prisões do Brasil

    O massacre de mais de 50 pessoas dentro de um presídio de Manaus foi o assunto relacionado ao Brasil mais citado no resto do mundo neste início de 2017. Por Daniel Buarque, do Blog do Brasilianismo  Dezenas de reportagens em veículos de todo o mundo denunciam a barbárie registrada no Norte do país –com grande destaque para decapitações– e reforçam no resto do planeta a péssima imagem das prisões e dos direitos humanos no país, já comparado pela revista ''The Economist'' a um sistema ''medieval''. O caso mais recente ganhou destaque nos principais veículos de comunicação do mundo. O assunto estava na capa de portais como o ''Público'', de Portugal, a britânica BBC, o italiano ''La Repubblica'', o espanhol ''El País'' e o britânico ''The Guardian''. O jornal americano ''The New York Times'' destacou o caso na capa de seu site durante a segunda (2). ''Rebeliões em prisões brasileiras são ...

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    O ano começou mal

    Em um momento grave tal como este pelo qual passa o país, acredito que seria de boa medida retomar certa tradição política dos direitos humanos enquanto potência para a luta e de abertura a outras formas e práticas.” Fonte: Racismo Ambiental Por Edson Teles, Feminicídio, transfobia e chacina no presídio. Além da violência enquanto prática social e da pobre experiência de vida heteronormativa, binária e racista, estes tristes e graves acontecimentos remetem a um conflito em comum. Trata-se do choque entre a expectativa de instituições garantidoras do respeito à vida e o Estado como principal violador dos direitos, seja pela negligência, seja por opção pelos ricos. O secretário de segurança amazonense declarou que não autorizou a entrada da PM visando evitar a chacina porque poderia ocorrer uma reação, a PM produzir outro “Carandiru” e o “pessoal dos direitos humanos” acusar a instituição de violação de direitos. A mulher vítima principal ...

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    Anistia Internacional e juízes criticam Estado brasileiro por mortes em Manaus

    A Associação Juízes para a Democracia (AJD), criticou o Estado brasileiro pelas 60 mortes de presos registradas no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) de Manaus a nos últimos dias, classificando o fato como uma “tragédia anunciada”. Fonte: Jornal do Brasil Segundo a AJD, entidade civil sem fins lucrativos, a chacina resulta da postura nacional de tratar os problemas sociais como meros casos de polícia e do emprego de um modelo meramente punitivo que, além de não ressocializar quem é condenado à prisão, perpetua as condições para que ocorram massacres como o registrado na capital manauara. “A tragédia do Compaj corrobora a necessidade da sociedade e do Estado brasileiro refletirem sobre tal política punitivista. É necessário desvencilhar-se da crença no Direito Penal como solução de problemas estruturais, como a violência decorrente da pobreza e das desigualdades”, sustenta a associação em nota divulgada nesta terça-feira (3). A AJD também defende o fim ...

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    ONU pede investigação ‘imediata’ sobre presídio de Manaus

    A ONU cobra uma investigação "imparcial e imediata" sobre o massacre ocorrido no Complexo Prisional Anísio Jobim, em Manaus (AM), deixando 56 detentos mortos; a entidade reforça que a responsabilidade pela situação dos presos é sempre das autoridades Fonte: Brasil 247 A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu uma investigação "imparcial e imediata" sobre o massacre ocorrido no Complexo Prisional Anísio Jobim, em Manaus (AM), que deixou 56 detentos mortos. A entidade afirma que a responsabilidade pela situação dos presos é sempre das autoridades. "Pessoas que estão detidas estão sob a custódia do Estado e, portanto, as autoridades relevantes carregam a responsabilidade sobre o que ocorre com elas", disse em comunicado. De acordo com a ONU, essa investigação deve levar "os responsáveis à Justiça", mas que apenas punir os que cometeram os atos não seria suficiente. "Estados precisam garantir que as condições de detenção sejam compatíveis com a proibição da tortura e ...

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    Chacina de Campinas: nós, homens, precisamos discutir nossa masculinidade

    Não chamem de tragédia, apenas. Foi uma tragédia, mas foi sobretudo um crime horrendo, uma chacina bárbara, cometida por um assassino que a planejou meticulosamente, desde as armas utilizadas até a data escolhida para seu cometimento. Um crime covarde porque colheu a todos de surpresa, quando uma família brindava a passagem do ano e sequer poupou o próprio filho, a quem dizia amar, em meio a essas cartas messiânicas e canalhas. Cartas publicadas sem o menor pudor pela mídia, que horror. Fonte: Justificando por, Roberto Tardelli Não digam que o móvel do crime foi o fascismo, por favor, poupem-nos disso. O móvel do crime foi ódio misógino e machista levado a um nível absurdo, mas em que ele, o matador, um homem com idéias fascistas, com ideário fascista, com o pensamento raso dos fascistas, matou pelo mais velho e conhecido machismo. Ao final, seja por covardia, seja por soberba, rejeitando ...

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    Caverna de Ali Babá

      Frei Betto É curioso como os preconceitos desumanizam. Ficamos estarrecidos com o ato terrorista que, na Alemanha, invadiu uma feira de Natal e ao ver as imagens, em São Paulo, de um vendedor ambulante sendo cruelmente pisoteado por dois assassinos. Mas quem se importa com a morte de dezenas de presos na penitenciária de Manaus? Fonte: Gente de Opinião Os mortos em Berlim eram gente como a gente. O ambulante paulista, um trabalhador honesto que ganhava a vida no comércio informal. Mas e os presos? Não vemos autoridades públicas proclamarem, sem o menor pudor, que “bandido bom é bandido morto”? A Justiça de São Paulo não considerou que o massacre do Carandiru, que deixou 111 mortos, foi apenas um “ato de legítima defesa” da PM? Ao preconceito étnico que sonega ao preso a sua condição humana para reduzi-lo a mero “elemento” ou “verme” soma-se o de classe. Se amanhã ...

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    A chacina em Campinas e o ódio que se transforma em máquina de matar mulheres

    Sidnei Ramis de Araújo é autor da chacina de ano-novo em Campinas. Matou Isamara Filier, com quem foi casado, e seu filho, João Victor. No ímpeto de ódio, matou outras nove pessoas da família, com preferência pelas mulheres. Antes de pular o muro da casa e iniciar a matança escreveu uma carta - nela, as mulheres são vadias; os homens, vítimas de leis injustas. Sidnei fez da carta um apelo a que outros homens reajam contra o que descreve como "feminismo das vadias", pois espera que pais se inspirem e "acabem com as famílias das vadias". Fonte: Huffpost Brasil por, Débora Diniz Não me cabe julgar ou diagnosticar Sidnei. Ele mesmo se pergunta se estaria louco, e a sentença comum é que "só um louco faria o que ele fez". A loucura parece explicar o horror e, ao mesmo tempo, nos acalmar, tornando Sidnei alguém distante de nós. Pode até ...

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    Dezoito PMs são investigados por chacina em Osasco

    A Corregedoria da Polícia Militar investiga 18 suspeitos de envolvimento nos assassinatos ocorridos em Osasco e Barueri em 13 de agosto. Dezoito dos investigados são policiais militares, informou o SPTV neste sábado (22). Os ataques nos municípios da Grande São Paulo deixaram 18 mortos e seis feridos. Do DCM  São investigados dois cabos, quatro sargentos e 12 soldados. Os policiais suspeitos moram em Osasco, Barueri, São Paulo e um em Sorocaba. Duas vítimas que sobreviveram a um dos ataques foram ouvidas pela Corregedoria. No depoimento, elas disseram que viram um carro da PM acompanhando o veículo prata em que estavam os atiradores que agiram em Osasco. Segundo as testemunhas, os policiais estavam dando risadas dentro do carro. As vítimas disseram ainda que um carro da corporação passou pelo local do ataque 20 minutos antes. Uma delas contou que ouviu falar que policiais voltaram para recolher cápsulas que caíram das armas depois dos disparos. ...

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    Apesar da polícia, há vida e amor em Osasco

    Estive nesta terça, 19/08, em um encontro com estudantes de Comunicação da faculdade Cásper Líbero, na Avenida Paulista, em São Paulo. Em determinado momento perguntei para a plateia de cerca de 100 estudantes, quem havia assistido o episódio do programa Profissão Repórter, da Rede Globo, que no dia anterior mostrou as dores dos familiares de vítimas da chacina – ocorrida há poucos dias – na região de Osasco e Barueri, grande São Paulo. Menos de 10 pessoas disseram ter assistido e a maioria pareceu ter conhecimento superficial do assunto. por Andressa Badu e Douglas Belchior no Negrobelchior Chacinas são comuns no Brasil. Estão naturalizadas. Notícia batida. Tão comum quanto culpar os mortos por esse tipo de tragédia. Recupero aqui o vídeo do programa, pela força de seu conteúdo e junto trago o texto profundo e dorido de Andressa Badu, mulher, preta, ativista, capoeirista e moradora do bairro onde a gloriosa força militar – ao que tudo indica – lavou a honra da ...

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    O STF e a chacina de São Paulo

    O Supremo Tribunal Federal dá início, hoje, ao julgamento da descriminalização do porte de drogas para uso próprio. Organizações contra e a favor da descriminalização - e sobre essa questão não há unanimidade sequer entre os próprios policiais - devem se manifestar. Por Mauro Santayana, do Jornal do Brasil  Será debatido o princípio de que o porte de drogas, tipificado no Artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006), não deveria ser configurado crime, por não gerar conduta lesiva a terceiros, e o de que a tipificação ofende princípios constitucionais, como o da intimidade e o da liberdade individual. Uma Nação - e um Judiciário - conivente com os grandes fabricantes de bebidas alcoólicas, que permite a veiculação de sua publicidade na televisão,  com apelos claramente voltados  para a juventude, não tem o direito moral de reprimir, de forma hipócrita e intransigente, usuários de drogas que frequentemente começam a se ...

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    SP - PROTESTO/CHACINA/OSASCO - GERAL - Familiares e amigos de vítimas da chacina em Osasco, além de representantes de diversos movimentos sociais, realizam protesto na tarde deste domingo (16), no bairro Munhoz Junior, em Osasco, neste domingo. 18 pessoas foram assassinadas em Osasco e Barueri na noite da última quinta-feira (13). 16/08/2015 - Foto: FáBIO VIEIRA/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO

    Carta à menina que perdeu o pai na chacina de Osasco

    Antes de qualquer coisa: a culpa não é sua! Nem da sua mãe, nem do seu pai, nem de algo que ele possa ter feito de errado. É difícil entender agora, ainda mais com o buraco imenso que se abriu dentro de você. Mas a gente vive uma coisa muito doída no Brasil, que expõe homens da periferia, especialmente os homens negros, à violência mais brutal. Por isso a sua história, tão triste e tão dolorosa, não é só sua. Infelizmente, muitas meninas já passaram por isso. Eu que escrevo essa carta também passei. por Bianca Santana no Brasil Post Meu pai morreu um mês antes de eu completar 12 anos. Senti muita raiva! Muita mesmo! Demorei uns 10 anos para chorar a saudade dele. Antes, só chorava a raiva. Raiva da vergonha e do julgamento que as pessoas faziam dos erros cometidos por ele. Raiva por ele não estar no meu aniversário, nas festas da escola, ...

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    ‘Não vou usar camiseta nem vou pedir Justiça’, diz a mãe de vítima de chacina

    Os amigos de infância Eduardo Oliveira Santos, 41, e Thiago Marcos Damas, 32, se sentaram em um bar em Osasco (SP) para tomar uma cerveja na noite desta quinta-feira (14). Por Laura Lewer e Thiago Amâncio Do Folha Momentos depois, foram duas das vítimas da chacina que deixou 18 mortos nas cidades de Osasco e Barueri, ambas na Grande São Paulo. O número de mortos e feridos foi confirmado no final da tarde pelo secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes. Inicialmente, a PM havia informado um total de 20 mortes, sendo corrigida pelo secretário em seguida. Posteriormente, também foi descartada relação entre uma morte de Itapevi com os demais crimes. Eduardo morreu na hora, e Thiago, no hospital, após passar por cirurgia. Segundo a família, nenhum deles tinha passagens pela polícia. "Foi o caso de estarem no lugar errado e na hora errada", afirma o companheiro de Eduardo, Jean Lopes, 34. ...

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    “Liberdade de expressão” é como self-service: você come o que lhe convém

    Mais uma chacina em São Paulo? Ah, mas foi na periferia!

    Ao menos 18 pessoas foram mortas e sete feridas em Barueri e Osasco, município da região metropolitana de São Paulo, na noite desta quinta (13). A polícia está investigando várias hipóteses, entre elas a ação do crime organizado e a retaliação por parte de policiais a assassinatos de um policial militar e de um guarda-civil metropolitano. Por Leonardo Sakamoto Do Blog do Sakamoto   Claro que todas as mortes, dos 18 e dos policiais são inconcebíveis e merecem repúdio. Mas, em alguns dias ou semanas, você já as terá esquecido e talvez nem ouça mais sobre o caso porque ele acabou soterrado entre tantas outras mortes sem sentido nas grandes cidades ou no interior do país. Polícia Civil isola local onde homem foi morto a tiros em Osasco (Foto: Avener Prado/Folhapress) Triste é que são diferentes o tamanho e a extensão da indignação da “opinião pública'' diante da morte estúpida de alguém de um bairro ...

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    Chacinas ainda nos mancharão por muito tempo

    Esta semana completam-se 22 anos da Chacina da Candelária, 25 anos da chacina de Acari e, no próximo mês, é a vez de lembrarmos Vigário Geral. É muito estranho fazer essa rememoração e perceber que pouquíssima coisa mudou na forma como nossa sociedade lida com estas tragédias. Por Mônica Francisco Do Jornal do Brasil É assustador, e ao mesmo tempo desesperador até. perceber que os números de tais eventos só se acumulam. Hoje, enquanto escrevo esta coluna, lembro-me da chacina ocorrida no norte do país, em que 35 pessoas foram assassinadas e o número poderia ser maior, não fossem as quatro pessoas que sobreviveram. O motivo, coincidentemente, a morte de um policial no dia anterior à chacina, foi o estopim dos acontecimentos. Realmente, a fórmula é a mesma e a cada vez assistimos a inércia da sociedade brasileira e suas instituições. A reprodução nas relações cotidianas, das formas de violência, pelo ...

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    Comunidade protesta contra chacina no Cabula, em Salvador. PM intimida

    Manifestantes de movimentos sociais e moradores da comunidade caminharam até o local onde 12 rapazes foram mortos pela polícia. No trajeto, dor, choro e intimidações da Polícia Militar Por Rafael Bonifácio e Claudia Belfort, do Ponte Parecia uma marcha fúnebre. Mas era um ato de protesto dos moradores que vinham da Vila Moisés, no bairro Cabula, em Salvador, onde policiais militares mataram 12 pessoas, na sexta-feira, 06/02. Eles traziam dor, medo e indignação contra a polícia que ainda tentou, segundo relatos dos manifestantes, impedir que participassem do ato, abordando-os e dizendo para que voltassem para suas casas. Ações intimidadoras da PM aconteceram durante toda a caminhada, que partiu da entrada da UNEB (Universidade do Estado da Bahia) até o local das mortes. O ato ocorreu nesta quarta-feira, dia 11, às 14h. Os policiais que acompanhavam o ato aceleravam suas motos em direção aos participantes, xingando-os de “vagabundas” e “viados”. De seu lado, ...

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    Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

    Após morte de policial, oito são mortos em Belém do Pará

    O terror tomou conta de diversos bairros da região metropolitana de Belém do Pará nesta última madrugada. Após o assassinato de um policial, o cabo Figueiredo, membro da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam – PM), áudios e postagens em redes sociais anunciaram que haveria acerto de contas. Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Por: Douglas Belchior Do: Negro Belchior De acordo com o local Diário Online, em um dos áudios um suposto policial anunciava: “Senhores, sério, por favor, façam o que for preciso, mas não vão para o Guamá nem para Canudos nem para o Terra Firme hoje à noite. É uma questão de segurança dos senhores, tá? Mataram um policial nosso, e vai ter uma limpeza na área. Ninguém segura ninguém, nem o coronel das galáxias”. Durante toda a madrugada, denúncias ocuparam as redes sociais, relatando ações, supostamente de milicianos, em diversos  bairros, gravações de áudios ...

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    DJ Lah, do grupo Conexão do Morro, morre em chacina na periferia de São Paulo

    DJ Lah, do grupo Conexão do Morro, morre em chacina na periferia de São Paulo

    Nove pessoas foram baleadas e, dessas, seis morreram em uma chacina na periferia de São Paulo. Um dos mortos é Laercio de Souza Grimas, o DJ Lah, do grupo Conexão do Morro. Ele é parceiro de mixagens do rapper Mano Brown. A notícia do crime foi publicada no início da madrugada em um site especializado. O DJ é tratado como "um irmão" que fez história no Rap. A chacina aconteceu por volta da meia-noite no bairro Campo LImpo, na zona sul de São Paulo. Segundo testemunhas, homens armados desceram de dois carros e uma moto e dispararam contra um grupo que estava em um bar. Cinco pessoas morreram no local e outra no pronto-socorro. Um dos mortos é o DJ Lah, do Grupo Conexão do Morro, criado no Capão Redondo, região periférica e violenta da capital paulista. Segundo o site, os tiros também acertaram o rapper 2Pac, do grupo Sintônia ...

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