quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: Dandara

    Imagem reportada à Dandara dos Palmares

    Resistência negra brasileira, o 20/11: Dia Nacional da “Consciência Negra”

    É preciso lembrar de Zumbi dos Palmares e também da importância das lutas das mulheres no espaço palmarino Por Danilo Santos da Silva, do Brasil de Fato “ Levante, resista: lute pelos seus direitos! Levante, resista: não desista da luta! ” (Bob Marley, 1973). Imagem reportada à Dandara dos Palmares (Reprodução/Brasil de Fato) Estamos no mês de novembro, ocasião na qual os temas relacionados à população negra ganham mais repercussão, sobretudo, no Brasil. Embora esse texto tenha sido produzido no referido período, não tem a pretensão de expor uma perspectiva eventual, mas apresentar uma reflexão sobre a “consciência negra” como fruto da memória coletiva de luta da população negra na sociedade brasileira. Ter como parâmetro esse horizonte, nos ajuda a pensar o 20 de novembro e nos aproxima da ideia de memória coletiva de resistência da população negra, a partir da experiência dos quilombos que ...

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    Representação de Dandara (Foto: Jarid Arraes/Divulgação)

    Senado aprova Dandara dos Palmares e Luísa Mahin como ‘heroínas da pátria’

    Os nomes das guerreiras Dandara dos Palmares e Luísa Mahin podem ser incluídos no livro "Heróis e Heroínas da Pátria". No caso da primeira, a sugestão foi do deputado baiano Valmir Assunção (PT-BA), mas as duas tiveram seus nomes aprovados em sessão do Senado, nesta quarta-feira (27). Com isso, a medida agora segue para sanção presidencial. "Temos duas mulheres negras, de histórias de luta, fundamentais para nossa ancestralidade. Vamos acompanhar o trâmite final e celebrar, pois isso mostra a força da mulher, da luta por terra e por liberdade. Principalmente no período e a conjuntura política que vive o Brasil. Não tenho dúvida que a aprovação desse projeto será uma das muitas vitórias que teremos", destaca Assunção. Companheira de Zumbi dos Palmares, Dandara comandou um quilombo na luta contra a escravidão. Quando foi presa, a guerreira cometeu suicídio ao se jogar de uma pedreira ao abismo para não retornar à ...

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    Dandara: ficção ou realidade?

    Vira e mexe, reacende a polêmica sobre a existência real das pessoas de Dandara, Luiza Mahin, Chico Rei, entre outras reverenciadas pelos discursos populares. Mais do que oportunidade para demonstrar erudição, uma boa conversa sobre isso serve para ressaltarmos o quanto a difusão e a ampla apropriação dos estudos históricos são necessárias, importantes e podem encontrar terreno fértil.   Por Nei Lopes, do Por falar em liberdade...   Afinal, a possibilidade de se alimentar mitos e lendas sobre personagens legendários e com forte apelo social tem a ver com a trágica carência de informações sobre as experiências de segmentos marginalizados e subalternizados ao longo da história deste país. As pessoas têm sede de saber, por exemplo, como os homens e, cada vez mais, as mulheres negras levaram suas vidas. Daí, um pequeno pedacinho de qualquer coisa vira tesouro, abrindo brecha para muitas apropriações, umas mais legais outras nem tanto. Isso, em ...

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    Um bate-papo sobre a importância da mulher

    Coordenadoria da Juventude abre espaço para a primeira roda de conversa do Coletivo Dandariando Por Simone de Carvalho Lourenço, do Agência SECOM de Notícias Na próxima quarta-feira, dia 03 de fevereiro, a Coordenadoria da Juventude de Osasco sediará a 1ª roda de conversa do Coletivo Dandariando, com o tema: “A luta das mulheres na cidade de Osasco e a importância do empoderamento feminino”. O evento é aberto ao público e será realizado na sede da Coordenadoria, que fica na rua José Bacarelli, nº 78, na Vila Campesina. O Coletivo Dandariando é um grupo de meninas adolescentes e jovens negras da zona Sul de Osasco, que trabalha pelo protagonismo das meninas e no combate ao preconceito nas suas mais variadas formas, seja ele através do racismo, desrespeito religioso e preconceito com a diversidade sexual. O evento é direcionado às meninas e mulheres, de 15 ou 50 anos, para falar sobre o engajamento ...

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    Dani Costa Russo/Divulgação

    Por uma educação que reconheça as lideranças negras

    Texto escrito especialmente para o portal do Instituto Paulo Freire. Por Jarid Arraes, na Revista Fórum Seja na mídia, no entretenimento ou até no conhecimento disseminado nas escolas, as mulheres negras permanecem preteridas e afastadas do lugar de reconhecimento. Enquanto crianças e adolescentes, não aprendemos nas aulas de história que existiram mulheres negras líderes quilombolas ou estrategistas que organizavam revoltas e ações contra a escravidão; pelo contrário, ainda hoje se repete a ideia de que as pessoas negras não reagiam contra o regime escravista. Somado ao machismo, o esquecimento é o legado destinado para as diversas mulheres e quilombolas, símbolos de resistência e luta da nossa história, como Dandara dos Palmares, Tereza de Benguela e Luísa Mahin. Costumo dizer que se eu tivesse conhecido Dandara dos Palmares na escola, muitas coisas seriam diferentes na minha vida. Somente na idade adulta, com esforço e dedicação da minha própria parte, tive acesso ...

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    Dandara vive

    Os pés negros e ressecados, dedos esfolados e as unhas comidas pela correria daquele dia. O coração, que batia impulsionado pelo estresse, podia ser ouvido a poucos metros. Por Jandira Feghali Do Brasil Post Em meio ao silêncio das matas do século XVII, a guerreira quilombola Dandara se jogava no vazio de um penhasco brasileiro. Dois anos antes da morte trágica de Zumbi, seu marido. É o nome de Dandara que ecoou por Brasília esta semana. É o nome dela e de tantas outras guerreiras negras que a Marcha Nacional das Mulheres, articulada há dois anos por inúmeros movimentos sociais e trabalhadoras, transbordou emoção e energia na principal via asfaltada no Plano Piloto da capital. Dez mil mulheres entoaram cantigas afro, rezas tradicionais e palavras de ordem no trajeto até o Congresso Nacional. Apesar de avanços em políticas públicas como cotas e o Estatuto da Igualdade Racial, garantidos nos governos Lula ...

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    Cercada de mistérios, Dandara participava da resistência do Quilombo dos Palmares. Ilustrações: Aline Valek/Divulgação

    Dandara, símbolo de força da mulher negra, tem a vida narrada em livro crítico ao racismo e machismo

    "As lendas de Dandara" é assinado pela escritora e cordelista cearense Jarid Arraes Por: Larissa Lins, do Diário Pernambucano Todos os anos, no Dia da Consciência Negra - criado em 2003 e instituído nacionalmente, por lei, em 2011 - a figura de Zumbi dos Palmares, morto em 20 de novembro de 1695, é resgatada. A de sua companheira, Dandara, porém, segue envolta em mistérios. Há poucos registros historiográficos que comprovem a existência dela, que teria morrido um ano antes de Zumbi, se jogando de abismo para não se entregar às forças militares que dominaram o quilombo. Conhecedora das técnicas da capoeira, Dandara teria lutado junto com os negros e liderado as estratégias de administração e defesa do Quilombo dos Palmares, símbolo da resistência africana, para onde fugiram negros durante várias décadas do período colonial. Neste ano, apesar dos registros escassos em torno da heroína, a cordelista e escritora cearense Jarid ...

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    Noite para Dandara e Zumbi

    Em celebração ao dia 20 de novembro, no Torto MpBar (Santos/SP): “Noite para Dandara e Zumbi”, presença da Equipe Futuráfrica, Wylmar Santos e Preta-Rara Por Dayane Rodrigues via Guest Post para o Portal Geledés Uma festa para celebrar! O dia 20 de novembro é uma data significativa para a luta contra o racismo no Brasil. Trata-se do Dia da Consciência Negra, em menção à data de morte de Zumbi, líder do Quilombo de Palmares, que não estava sozinho, mesmo quando a história se esforça para apagá-la, Dandara, companheira de Zumbi, foi fundamental para a organização do grupo de quilombolas. Enfrentou o regime da escravidão pela liberdade de seu povo, com estratégias políticas de liderança. E em função disso, o Coletivo Futuráfrica, com o apoio da produtora cultural Dayane Rodrigues, realizará uma festa na próxima terça-feira, dia 17 de novembro, às 22h, no Torto Bar: “Noite para Dandara e Zumbi”, com a estreia do músico ...

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    Dandara e a Princesa Perdida

    Filhos são mesmo uma fonte de inspiração, não? Eu que o diga! Indicado por Dakir Larara via comentários do Portal Geledés As aventuras da Dandara iniciaram em 2009 quando escrevi meu primeiro livro para crianças baseado nas curiosidades da minha filhota. Dandara cresceu e mudou, assim como mudaram as suas perguntas. Agora, das perguntas de uma mocinha que está descobrindo suas origens, surgiu esta história, uma história sobre identidade, sobre diferenças e sobre a descoberta de um novo universo: Dandara e a Princesa Perdida, editado pela editora Compasso Lugar-cultura em parceria com a Imprensa Livre. As ilustrações foram cuidadosamente elaboradas pela Carla Pilla. Para dar um gostinho, posto um pedacinho da história... Por que não existem princesas negras? Onde estão as princesas como eu? Dandara estava encucada. A resposta da mãe era complicada e a da vovó também não convencia. Em meio a tantas perguntas alguém apareceu... alguém que iria mudar para sempre ...

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    Dani Costa Russo/Divulgação

    A lenda de Jarid, Dandara e das guerreiras de nossa terra

    A história e as lendas de heroína quilombola inspiram livro de Jarid Arraes Por Maíra Carvalho Branco Ribeiro Do Revista Capitolina Escritora de cordel urbana e conectada, com pegada feminista: como montar esse quebra-cabeça? Jarid Arraes consegue com destreza. Feminista e jornalista-escritora, ela está lançando seu primeiro livro de prosa,  As lendas de Dandara. Autora da coluna na Revista Fórum e de trinta cordéis, ela produziu dez contos sobre a guerreira quilombola Dandara dos Palmares, companheira de Zumbi dos Palmares, que mostram uma história que muitos brasileiros esqueceram. A Jarid conversou com a Capitolina sobre como foi escrever seu primeiro livro e como ela achou nas palavras a melhor maneira de se expressar. Jarid, você é jornalista, feminista, escritora. O que veio primeiro na sua vida, a escrita ou o feminismo? Como foi esse processo? Sabe que é até difícil definir isso? Eu escrevia muita coisa desde muito novinha, cheguei a ganhar algumas ...

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    Dandara A Face Feminina de Palmares – Aplicando a Lei 10.639/03

    A educadora Amanda Cabral, da Emef do Município de Vitória ES, trabalha a cultura afrobrasileira com seus alunos resgatando histórias e textos com linguagem mais simples que atendam a faixa etária da turma (onde escreve a maior parte deles). por Amanda Cabral via Guest Post para o Portal Geledés Imagem enviada ao Portal Geledés Aplicando a Lei 10.639/03 em um estudo sobre Dandara e um texto criado foi realizado um filme. ***** Todos os alunos que participaram da filmagem foram devidamente autorizados pelos pais que permitiram em documento assinado pelos mesmos a divulgação do vídeo e sua imagem. Leia mais sobre Dandara ** Este artigo é de autoria de colaboradores ou articulistas do PORTAL GELEDÉS e não representa ideias ou opiniões do veículo. Portal Geledés oferece espaço para vozes diversas da esfera pública, garantindo assim a pluralidade do debate na sociedade.

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    Foto: Raoos

    Onde estão os heróis negros na História do Brasil?

    A resistência de Palmares nos remete a inúmeras reflexões. Há uma intensa profundidade emocional quando lidamos com este tema ancestral. Algumas perguntas são feitas todos os anos: como os aquilombados se comunicavam? Como eles conseguiram resistir às investidas da Coroa Portuguesa por um século? Quem foi Zumbi, Aqualtune, Acotirene, Dandara? A historiografia brasileira deve muito ao povo negro. Por ter lhe negado ao longo da história os feitos que lhe é de direito, os colocou no ostracismo da civilização moderna. Lamentavelmente todos os heróis negros compõem um quadro de segunda categoria em livros didáticos, literatura e nos meios de comunicação. Não se dá aos mesmos o espaço necessário para a fruição de outro entendimento do período escravocrata que não seja o da história oficial. Quem foram os malês que consolidaram uma revolta histórica na cidade de Salvador, em janeiro de 1835? Quem foi Luisa Mahin e qual o seu papel ...

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    Dani Costa Russo/Divulgação

    E Dandara dos Palmares, você sabe quem foi?

    Novembro é oficialmente o Mês da Consciência Negra no Brasil. Apesar de ser importante e necessária, especialmente por se tratar de um país que teve séculos de escravidão de pessoas negras, essa data ainda é bastante incômoda para uma parcela da população. Mesmo assim, o mês de novembro mobiliza o movimento negro e desperta um interesse temporário nas escolas, instituições e noticiários, que costumam abordar o tema do racismo superficialmente no período próximo ao dia 20. Por Jarid Arraes Aqueles que falam dessa data muitas vezes se recordam de Zumbi dos Palmares, que é o grande ícone da luta contra o racismo por sua resistência contra a escravidão. Mesmo na escola, muitos ouvimos falar de Zumbi e aprendemos que ele foi líder do Quilombo de Palmares, onde negras e negros que fugiam da escravidão podiam encontrar refúgio e organização política. No entanto, pouquíssimos sabem de quem se tratava Dandara dos ...

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    dandara

    Plano de aula: O Diário de Dandara

    Plano de aula: O Diário de Dandara. Obra de Cláudia Lins e Elis Lopes leva crianças e adolescentes a conhecer - e se envolver - com as raízes africanas e a diversidade cultural. “Quando completa 13 anos, Dandara ganha da mãe um diário. O presente chega ao mesmo tempo que uma porção de novidades em sua vida. Uma delas é a mudança da bisavó Ayodele, que veio do Quilombo para morar uns tempos na cidade de Maceió. Junto com a bisa veio também a arca da família, um baú de estimação, recheado de segredos. Nele a adolescente vai descobrir incríveis histórias sobre o passado de seus ancestrais dos povos Banto e Iorubá, e lendas africanas, como a da árvore mágica que espalhou suas sementes pelo mundo, até vir parar em solo alagoano”. É com esse enredo criativo e cheio de conexões africanas, que as autoras Claudia Lins e Elis Lopes revelam ...

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