segunda-feira, agosto 3, 2020

    Tag: diáspora

    Arquivo Pessoal

    Chef promove culinária de diáspora africana como forma de resgate de ancestralidade

    Há mais de 17 anos, Aline Chermoula*, 36, chef de cozinha, natural de Feira de Santana, promove a culinária da diáspora africana em seus preparos. Também professora de Gastronomia, Aline resgata sua própria identidade com ingredientes como azeite dendê, cocos, farinha de milho branco, tamarindo e amendoim. “O azeite de dendê e o leite de coco fresco, acompanham minha história de vida, assim como, o caju e sua castanha, a banana da terra, a farinha de milho branco e muitos outros ingredientes, usados por minha mãe e tias em dias de reunião de família, em São Paulo. Quando eu penso em cozinhar, automaticamente vem as receitas ancestrais que a foram passadas a mim pela minha mãe, seja o cuscuz preparado cedo pra compor o café antes de ir trabalhar, feito com farinha de milho branco, ou suco de tamarindo para refrescar o calor, até mesmo a moqueca de peixe em ...

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    Angélica Moreira: A memória da diáspora negra resgatada por meio da comida

    A cozinheira de 59 anos resgata a culinária de seus antepassados no Ajeum da Diáspora: "Onde quer que nós negros somos levados, trazemos conosco o nosso jeito de comer”. Por Clara Rellstab Do Huff post Brasil JUH ALMEIDA/ESPECIAL PARA O HUFFPOST BRASIL Angélica Moreira é a 138ª entrevistada do projeto "Todo Dia Delas", que celebra 365 Mulheres no HuffPost Brasil. "O filho perguntou pro pai: 'Onde é que tá o meu avô? '. O pai perguntou pro avô: 'Onde é que tá meu bisavô? '. O avô perguntou pro bisavô: 'Onde é que tá meu tataravô? '", canta Gilberto Gil na faixa Babá Alapalá, do álbum Refavela. E é mais ou menos essa ausência que a cozinheira Angélica Moreira, de 59 anos, tenta acalentar no seu restaurante Ajeum da Diáspora, dedicado a servir e reinventar pratos africanos. Em yorubá, a palavra ajeum é formada pela contração dos termos awa e jeun – ...

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    Diáspora africana

    A diáspora africana é o nome dado a um fenômeno histórico e social caracterizado pela imigração forçada de homens e mulheres do continente africano para outras regiões do mundo. Esse processo foi marcado pelo fluxo de pessoas e culturas através do Oceano Atlântico e pelo encontro e pelas trocas de diversas sociedades e culturas, seja nos navios negreiros ou nos novos contextos que os sujeitos escravizados encontraram fora da África. Por Ana Luíza Mello Santiago de Andrade Do Info Escola Para pensar a diáspora africana é preciso destacar as regiões portuárias. Tais regiões marcaram a entrada desses indivíduos em novos mundos, e por serem locais de chegada, eram também marcados pelo contato e pela mistura de diferentes realidades. Os números são bastante relevantes nesse contexto. Foram aproximadamente doze milhões de africanos trazidos às Américas, e destes, 40% desembarcaram no Brasil, marcando a história do país pela diversidade cultural, étnica e social. ...

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    LAB – Performance and Ritual – with Luanda Carneiro Jacoel

    Based on performative aspects of Afro-Brazilian traditional dances the LAB will work with body expressions through physicality, metaphors and symbols. Seeking the relations between movement, memory, temporality, spatiality and ritual in intersection with music, garments, objects, dance and theatre. 21st to 23rd and 28th to 30th of May From: 18:00 to 21:00 and Saturdays from 12:00 to 17:00 Fee: 600 NOK Drop-In : 120kr (cash only) At: Torshovloftet - Vogtsgate 64, Oslo more info: www.actspracticts.org Luanda Carneiro Jacoel (BR/NO), is a dancer-performer seeking to update questions about body-memory, identity, diaspora and cultural background.She has bachelor in Communication of Performing Arts - Artes Do Corpo Pucsp (Brazil) and is certified as a Somatic Movement Coach at Somatic Movement Institute - SMI (Netherlands)

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    Grada Kilomba: Lidando com o Racismo na Europa

    Grada Kilomba: Lidando com o racismo na Europa Autora de “Plantation Memories” Em primeiro lugar, o racismo é um problema branco, Um problema da sociedade branca. E, em segundo lugar, não é uma questão ”Sou racista ou não”. Essa não é uma questão que a pessoa branca deve fazer. Mas, sim, a questão: “Como eu desconstruo meu próprio racismo?” O dever das pessoas brancas- e o racismo é definitivamente uma questão delas- é de tornar-se cientes de que elas são brancas. E o que significa ser branco? O que esta branquitude encarna? Encarna privilégio, encarna poder, encarna também poder e brutalidade. Como eu lido com todas essas partes da minha história? Estas são as questões que as pessoas brancas precisam lidar. E este é um processo psicológico, eu penso, para as pessoas brancas quando elas começam a lidar como o racismo. Há como um encadeamento… um processo. Primeiro estamos lidando ...

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    Stuart Hall: a favor da diferença

      Sociólogo e um dos principais teóricos do multiculturalismo, morto este mês, refletiu sobre a diáspora negra sem se prender a correntes teóricas Por Liv Sovik Talvez Stuart Hall gostasse de saber que falar dele logo depois de sua morte é participar de uma polifonia bakhtiniana, um conjunto de vozes diferentes que falam sobre ele, o que ele fez e disse, o impacto que teve. Minha homenagem favorita, no momento, é um trecho da nota de óbito de David Morley e Bill Schwarz, seus amigos e ex-alunos. Publicada no site do “The Guardian”, a nota foi a matéria mais lida do jornal no dia da morte do professor, teórico e ativista, do mestre e maître-à-penser. O texto termina assim: “Quando apareceu no programa de rádio Desert Island Discs, Hall falou de sua paixão duradoura por Miles Davis. Explicou que a música representou para ele o som do que não pode ...

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    Colóquio Internacional: O Ensino da História e Cultura da África e da Diáspora

    Estão abertas até 10 de setembro as inscrições para o Colóquio Internacional: O Ensino da História e Cultura da África e da Diáspora. A participação é aberta a pesquisadores do tema e professores de História e Cultura da África de Ensino Fundamental e/ou Médio. Todos os interessados deverão apresentar um resumo de seus trabalhos e experiências didáticas para prévia seleção.   Fonte:Lista de Discriminação Racial O Colóquio será realizado de 9 a 13 de novembro, em Brasília, e resulta de parceria entre a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e o Centro de Artes e Civilização Negras e Africanas (CBAAC), do Ministério da Cultura, Turismo e Orientação Nacional do Governo da Nigéria. O evento consistirá em conferências, mesas-redondas, apresentação de pôsteres de experiências, além de artigos. O público é estimado em 150 pessoas, entre educadores, pedagogos, antropólogos, cineastas, lingüistas, literatos, sociólogos, pesquisadores em tradição oral, e ...

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