quarta-feira, setembro 16, 2020

    Tag: genética

    Mais de 12 milhões de africanos foram transportados à força de um lado ao outro do Atlântico para trabalhar como escravos nas Américas (Imagem: Reuters)

    Mapeamento genético revela novas origens de escravizados no Brasil

    Com base em amostras de DNA de 50,2 mil pessoas nas Américas e na África, coletadas de um banco de dados de milhões de amostras de empresas e projetos genômicos, pesquisadores da companhia 23andMe e da Universidade de Leicester (Reino Unido) traçaram um paralelo entre o perfil genético de descendentes de escravizados e os documentos históricos disponíveis sobre a escravidão. Os resultados foram publicados no periódico American Journal of Human Genetics. Muitas das conclusões dos pesquisadores se aplicam à população afrodescendente do Brasil. A maioria das conclusões é consistente com o que historiadores já sabiam a partir dos registros históricos dos navios que transportavam os escravizados, mas a análise genética traz novidades. Ubuntu: o que significa filosofia africana e como pode nos ajudar nos desafios do hoje "O deslocamento forçado de mais de 12,5 milhões de homens, mulheres e crianças da África para as Américas entre 1515 e 1865 teve ...

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    Revelações da genética sobre quilombos brasileiros

    Em SP, análise de cromossomos mostra forte papel de homens mestiços, na instalação dos redutos de resistência ao escravismo. Entre as mulheres, há presença minoritária de índias Por Peter Moon No Outras Palavras A maior concentração de remanescentes de quilombos no Estado de São Paulo fica no Vale do Ribeira. São dezenas de comunidades que, estima-se, foram criadas na primeira metade do século 19. Antigos quilombos são hoje bairros das cidades de Eldorado e Iporanga, cerca de 220 quilômetros a sudoeste da capital paulista. Nessas comunidades, teve início em 2000 uma das mais aprofundadas pesquisas de genética de populações em desenvolvimento no Brasil. “As comunidades que estudamos são verdadeiras relíquias do processo de miscigenação da população brasileira. Conseguimos resgatar a história genética de quatro a cinco gerações de membros daqueles remanescentes de quilombos”, disse a geneticista Lilian Kimura. O trabalho resultou na publicação de artigos científicos, dos quais o mais recente ...

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    Por cerca de 300 dólares é possível saber de qual país da África você veio

    Um banco de DNA com 30 mil amostras de etnias africanas. A empresa americana African Ancestry tem suas ações voltadas às pessoas do mundo inteiro que queiram saber mais sobre sua ancestralidade.  Ela torna possível algo que parecia ser distante para milhões de descendentes de escravos espalhados pelo mundo: saber qual sua origem dos seus antepassados. Por Silvia Nascimento Do Mundo Negro O documentário “Brasil DNA África” mostra a história de cinco brasileiros que usaram os serviços do African Ancestry para descobrir de qual parte do continente africano vieram seus descendentes. Depois de revelada a origem, eles foram ao país dos seus ancestrais ter um contato direto com sua cultura. Negros brasileiros podem saber mais sobre sua origem No Brasil estima-se que cerca de 5 milhões de africanos foram trazidos para serem escravizados. 2 milhões só no estado do Rio de Janeiro. O país foi o último do mundo a abolir a ...

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    Foto: Marta Azevedo

    Atestado de africanidade

    Análise do DNA mitocondrial revela origem que povo negro brasileiro não teve chance de conhecer: ‘Sou 100% balanta’ Por Flávia Oliveira, O Globo Foto: Marta Azevedo Das lacunas impostas às narrativas sobre a formação do povo brasileiro é particularmente cruel o desconhecimento da população negra sobre a própria ancestralidade. O cotidiano nacional é pontuado das receitas suculentas da nonna do amigo de infância. Natural ouvir falar da devoção a um santo católico da bisavó espanhola. Multiplicam-se as referências à disciplina herdada de antepassados alemães. Inveja-se, vá lá, o passaporte europeu viabilizado pela ascendência lusitana. Da africanidade, emerge o silêncio constrangedor. Aprendemos que negros escravizados puseram de pé o país, influenciaram a culinária, deixaram marcas na religiosidade, foram preponderantes na cultura. É legado tão rico quanto indeterminado. A origem negra, não raro, se apresenta pela pigmentação da pele. E só. Gerações seguidas de afro-brasileiros cresceram sem fazer ideia ...

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    dna

    Novo exame de DNA permite identificar origem de escravos

    O exame permite descobrir quais os países dos escravos que foram enviados às Américas no século XVII Do Terra  Cientistas recorreram a um novo método para analisar amostras de DNA encontrados nos ossos de três africanos escravizados no século XVII. Os testes permitiram que fossem determinados, pela primeira vez, seus países de origem. Até então, era difícil determinar com precisão a procedência dos 12 milhões de africanos transportados como trabalhadores escravizados até as Américas, entre 1500 e 1850. Havia poucos dados precisos na época e se, por um lado, era possível saber em qual porto essas pessoas tinham sido embarcadas, os países de origem eram um mistério. Mas, neste caso, o DNA extraídos dos esqueletos desses três seres humanos permitiu que fossem determinados como originários de regiões onde hoje ficam Camarões, Gana e Nigéria, conforme estudo publicado nesta segunda-feira (10), na revista especializada "Anais da Academia de Ciências dos EUA". ...

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    Estudo. O ser humano perfeito é porto-riquenho

    Segundo um estudo desenvolvido pelo biólogo Lior Pachter, da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, o ser humano perfeito seria por certo de nacionalidade porto-riquenha. A junção dos traços espanhóis, africanos e indígenas, segundo o cientista, resultaria na genética perfeita. Do: I online  No início do ano de 2004, o biólogo iniciou a sua descoberta. Ao partilhar um jantar com James Dewey Watson, biólogo molecular que ganhou o prémio Nobel de Medicina em 1962, este passou todo o serão com afirmações racistas. O “humano perfeito” estaria relacionado com uma mistura racial generalizada, ou melhor, com um porto-riquenho, mestiço. Foi esta a conclusão a que chegou Dewey. Por outro lado, Pachter garante que o “ser perfeito” teria a carga genética do código HG00737. E vai mais além: afirma que essa pessoa já existiu. Concretamente, uma mulher porto-riquenha. O biólogo idealizou-a como a Taína Yuiza, que foi chefe política ameríndia da tribo da ...

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    Exposição recria centro dedicado a embasar cientificamente o racismo

    Em 1910, pesquisadores criaram nos EUA o Escritório de Registros de Eugenia, um laboratório  que se dedicava a embasar o racismo. Lá, cientistas intolerantes aplicavam a genética rudimentar para separar as raças supostamente superiores e degradar as minorias. Em meados dos anos 20, o escritório se tornou o centro do movimento de eugenia nos Estados Unidos. Hoje, tudo o que resta dele são arquivos e fotos –resmas de pesquisas duvidosas que influenciaram leis anti-imigração, incentivaram campanhas de esterilização forçada e impediu que refugiados entrassem em Ellis Island. Agora, historiadores e artistas da Universidade de Nova York estão trazendo o escritório de eugenia de volta aos olhos do público, em exposição até março de 2015. “Há pouca diferença entre dois seres humanos no nível genético. Um bocado do que aprendemos com a genética moderna é que as pessoas são basicamente iguais”, disse um dos estudiosos do tema. (The New York Times) ...

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    Bebês com três pais serão possíveis a daqui dois anos, dizem cientistas

    Bebês com três pais serão possíveis a daqui dois anos, dizem cientistas

    James Gallagher Cientistas britânicos dizem que, em mais dois anos, será possível que um bebê tenha o material genético de duas mães e um pai. A técnica está sendo desenvolvida como uma forma de prevenir doenças fatais causadas por danos às mitocôndrias, células passadas da mãe para o bebê e que fornecem energia para o organismo. Um em cada 6,5 mil bebês nasce com sérios problemas mitocondriais. Sem energia suficiente, eles apresentam musculatura fraca, cegueira e problemas cardíacos. Em alguns casos, a condição pode levar ao óbito. Autoridades britânicas já estudam mudanças nas lei a fim de regulamentar as técnicas de fertilização para tornar esta prática legal. Esses especialistas dizem não haver evidências de que os dois métodos em estudo sejam inseguros, mas novos testes ainda devem ser feitos. Testes finais Cientistas reunidos pela Autoridade em Embriologia e Fertilização Humana (HFEA, na sigla em inglês), do Reino Unido, avaliaram duas ...

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    Foto: SEAN MYLES

    O país onde os negros tem cabelos naturalmente loiros

    Ilhas de Salomão, país localizado no Oceano Pacífico, cerca de 10% da população nativa de pele negra, tem os cabelos naturalmente loiros. Alguns acreditam que a cor seria resultado de muita exposição ao sol, ou de uma dieta rica em peixe. Outra explicação seria a herança genética de ancestrais distantes (mercadores europeus que passam pelos arquipélagos). Foto: SEAN MYLES Foto: Sean Myles Foto: Alamy Todas as hipóteses foram descartadas quando os pesquisadores identificaram um gene responsável pela variação da cor do cabelo, denominada TYRP1, conhecido por influenciar a pigmentação nos humanos. Sua variante encontrada nos cabelos loiros dos habitantes das Ilhas de Salomão, não é encontrada no genoma dos europeus. z target="_blank">DM

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