terça-feira, agosto 4, 2020

    Tag: hiperandrogenismo

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    Caster Semenya deixa preconceito e rivais para trás e conquista ouro nos 800m

    Depois de ter de passar por testes para comprovar ser mulher em 2009, sul-africana coroa carreira com primeiro título olímpico, com tempo de 1m55s28 e recorde Por Edgard Maciel de Sá, Fabrício Marques, Helena Rebello e Marcos Guerra no O Globo Caster Semenya se destaca no pelotão da final dos 800m rasos. Não por causa do seu corpo musculoso, e sim por ser inalcançável. Neste sábado, a sul-africana, que sofreu com acusações de ser homem, virou de vez a página dos questionamentos e conquistou o ouro na Olimpíada do Rio de Janeiro. Com o tempo de 1m55s28, ela quebrou o recorde de seu país e superou com sobras Francine Niyonsaba, de Burundi (1m56s49). A queniana Margaret Wambui completou o pódio (1m56s89). - O sonho se tornou realidade. Eu dediquei minha vida a isso. Sabia o que eu queria. Depois de trabalhar duro, você ganha a medalha. É tudo foco e saber ...

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    Um dilema chamado Caster Semenya

    É “uma bomba-relógio”, titulava o jornal britânico The Guardian em Julho. No Rio de Janeiro, nada parece travar a corrida da sul-africana Caster Semenya rumo ao ouro olímpico nos 800 metros, cuja final feminina está marcada para a noite de sábado para domingo. Esta quarta-feira, garantiu um lugar nas meias-finais com 1m59,31s. Não foi a mais rápida das eliminatórias (foi a sexta), mas o que impressionou uma vez mais foi a passada de joggingcom que facilmente cumpriu a distância. A atleta está num pico de forma, tendo melhorado em seis segundos o seu registo em apenas um ano, e o derrube do recorde mundial (1m53,28s, Jarmila Kratochvilova, 1983) e da melhor marca olímpica (1m53,43s, Nadezhda Olizarenko, 1980) não parece estar fora de alcance. Por Pedro Guerreiro Do Publico E é “uma bomba-relógio” porque o triunfo é tão certo quanto o regresso de um debate que existe antes e além da sul-africana ...

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    Caster Semenya traz às Olimpíadas do Rio as controvérsias sobre sexo biológico no atletismo

    Desde que a corredora sul-africana despontou em 2009, os comitês esportivos tiveram que aprender a lidar com a variedade biológica e hormonal das competidoras, principalmente das que são intersexo ou trans. Isso não livra atletas como Semenya de polêmicas Por Marcio Caparica Do Lado Bi Adaptado do artigo de Sean Ingle para o jornal The Guardian e do artigo de David Walsh para o jornal The Australian Caster Semenya entrou nas pistas três vezes no sábado, 16 de abril, e a cada passada deixava claro que ela estava retornando a seus níveis extraordinários. Primeiro ela venceu o título sul-africano dos 400 m em 50,78 segundos, não apenas o melhor tempo do mundo nesse ano, mas também seu recorde pessoal, superando sua marca anterior em quase dois segundos. Então, depois de descansar 50 minutos, ela disparou para o título dos 800 m em 1:58,45, outro recorde mundial para o ano de 2016. Finalmente, só para completar, ...

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    Escândalo de doping pode consagrar africana que teve que provar ser mulher

    A sul-africana Caster Semenya, 24, pode herdar duas medalhas de ouro de uma só vez por causa do escândalo de doping envolvendo a equipe russa de atletismo. Ela foi medalhista de prata nos 800m no Mundial de Daegu-2011, na Coreia do Sul, e nos Jogos Olímpicos de Londres-2012. Em ambas as provas, foi superada por Mariya Savinova, 30. Por Daniel Brito Do Blog do Brito Mas Savinova está enrolada até o último fio de cabelo com o escândalo de ocultação de resultados positivos de doping que ocorreu de forma sistemática com a anuência da agência russa de combate à dopagem e do ministério do esporte do país. Em relatório divulgado no início desta semana pela Wada (Agência Mundial Antidopagem), a campeã olímpica dos 800m merece um capítulo à parte. A agência tem gravações telefônicas de Savinova admitindo o uso de substâncias para melhorar a performance nas competições e, ainda por cima, ...

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    Técnico diz que Caster Semenya está liberada para voltar a competir

      Depois de ver seu título mundial em risco por conta de dúvidas sobre sua sexualidade, a sul-africana Caster Semenya foi liberada para competir normalmente entre as mulheres. Quem revelou a informação foi seu técnico, Michael Seme, que explicou que os advogados dela conseguiram acabar com a investigação. O treinador não deu muito detalhes, mas disse que os advogados confirmaram que a corredora já pode voltar a competir em provas oficiais. Nick Davies, porta-voz da Iaaf, afirmou que a entidade "ainda está na mesma posição de antes" e que a federação não fará nenhum comentário oficial até que o inquérito seja concluído. "Também não posso falar mais quanto tempo isso vai demorar", completou. Aos 18 anos, Caster Semenya conquistou a medalha de ouro nos 800 m rasos no Mundial de Atletismo do ano passado, disputado em Berlim, mas poucas horas depois, a Iaaf divulgou que estava investigando a sexualidade da ...

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