Tag: intervenção militar

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    “Calaram meu filho, mas não sua mãe”, afirma Bruna Silva, mãe de garoto assassinado

    Mãe de Marcus Vinícius esteve em São Paulo no último domingo e participou de um ato contra o genocídio Por Juliana Gonçalves, do Brasil de Fato Bruna exibe uniforme da escola que seu filho usava quando foi assassinato durante ação da polícia no Rio de Janeiro / Foto: Daniel Arroyo/Ponte Jornalismo A empregada doméstica Bruna Silva, de 36 anos, teve a vida virada do avesso no último dia 20 de junho, quando seu filho mais velho, Marcus Vinícius, de apenas 14 anos, foi assassinado a caminho da escola, no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro. Neste domingo (1º), ela esteve em São Paulo para participar do ato “Pela vida de nossas crianças: basta de prisão e genocídio”, na avenida Paulista, e levou seu protesto às pessoas que compareceram para compartilhar solidariedade e revolta. "Eu criei meu filho na comunidade até os 14 anos sem tomar um tiro pelo poder paralelo, aí o ...

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    Ilustração de Jan Limpens

    México vê aumento de violência após 11 anos de intervenção militar

    Socióloga aponta que Rio corre o mesmo risco se houver falta de transparência e planejamento por Adriana Erthal Abdenur no Folha de São Paulo Resumo Há quase 12 anos o governo mexicano decretou intervenção federal no para combater o tráfico de drogas. Socióloga avalia que a falta de transparência e o fraco planejamento da ação levaram ao aumento dos índices de violência , um exemplo fracassado que deve ser evitado no Rio de Janeiro. Leia também  sobre o papel da desinformação na intervenção federal no Rio. Em 10 de dezembro de 2006, menos de duas semanas após assumir a Presidência do México, Felipe Calderón, do Partido de Ação Nacional (PAN), anunciou que o governo faria uma investida contra o tráfico de drogas por meio de intervenção federal na segurança pública de Michoacán, seu estado natal. A decisão foi tomada em reação ao surto de violência registrado a partir de 2005, com o acirramento das disputas entre ...

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    WJMILITARES19 - RIO DE JANEIRO - RJ - 21/02/2018 - EXERCITO / OPERAÇÃO / PRESIDIO - CIDADES OE – Militares do Exército Brasileiro realizam uma operação em conjunto com a Secretaria de Administração Penitenciaria (SEAP), nesta quarta-feira, 21, no Presídio Milton Dias Moreira, em Japeri, na Baixada Fluminense. Na foto, comboio de militares deixam o presídio em Japeri após operação. FOTO: WILTON JUNIOR/ESTADAO

    Entidades de direitos humanos vão à OEA contra intervenção no Rio

    ONGs consideram preocupante a subordinação da Segurança Pública no Estado às Forças Armadas, que vigora há 12 dias, por decreto do presidente Michel Temer   Por Roberta Pennafort, do O Estado de S.Paulo   Três ONGs recorreram à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da OEA, contra a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. A Justiça Global, o Instituto de Estudos da Religião (Iser) e o Centro pela Justiça e o Direito Internacional (Cejil) - que milita pelo respeito aos direitos humanos na América Latina - consideram preocupante a subordinação da Segurança Pública no Estado às Forças Armadas, que vigora há 12 dias, por decreto do presidente Michel Temer (MDB), e pedem à comissão que requeira ao governo brasileiro a reversão da medida. Documento enviado pelas entidades ao organismo cita o artigo 41 da Convenção Americana, que diz que a comissão deve "promover a observância e a defesa dos direitos ...

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    Foto Marta Azevedo

    Intervenção escancara que Constituição não vale para pobres

    Debate sobre o tema mostra uma sociedade flexível quanto a direitos e garantias individuais por Flávia Oliveira no O Globo O decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro não completou uma semana e já deixou ferida a Carta Magna. O debate em torno da medida extrema e inédita escancarou uma sociedade tão flexível aos preceitos constitucionais quanto o governo Temer à legislação trabalhista. Deu a impressão de que direitos e garantias individuais operam no sistema de bandas, já usado no câmbio, ou de margens, tal qual o regime de metas de inflação. Valores democráticos valem mais ou menos dependendo do indivíduo e do CEP. Vale muito para quem vive no endereço correto. Fora dele, onde estão pobres, pretos, favelados, suburbanos — a periferia, enfim —, o viés é de baixa. Aí mora o perigo. A gravidade da crise na segurança pública e na política e nas finanças do Rio ...

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    Foto: Leo Martins / O Globo

    A Opinião Pública sempre tem razão? Sobre o apoio popular à Intervenção militar no Rio de Janeiro

    Rio de Janeiro – Muitas pessoas têm afirmado a importância de não nos colocarmos contrário à intervenção militar no campo da segurança pública que está sendo estabelecida no Rio de Janeiro baseadas no argumento que ela teria apoio popular. De fato, a grande mídia divulgou sondagens que apontavam que cerca de 80% da população carioca apoiaria a intervenção. Por outro lado, 40% dessa mesma opinião pública teria declarado não acreditar que a intervenção dará certo. Mais do que entrar no mérito dessas posições contraditórias, gostaria de destacar a necessidade de se desnaturalizar esse tipo de pesquisa. Por Jailson de Souza e Silva, do Observatório de Favelas FOTO FERNANDO FRAZ/AGÊNCIA BRASIL/JC Pierre Bourdieu, um dos grandes nomes da Sociologia Francesa defendeu, na década de 70, uma tese polêmica: “a opinião pública não existe, pelo menos na forma que lhe atribuem os que têm interesse em afirmar sua existência.” Ele ...

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    Foto: Adriana Lorete

    Intervenção militar no Rio é fim, não é consequência

    Sabendo dessa súbita decisão de se intervir militarmente no Rio, temos que dar o devido crédito à Globo, que fomentou, através de seus veículos, esse clima de horror e insegurança na população do Rio de Janeiro, onde não parece que houve carnaval. Só crimes. Por Hildegard Angel em seu blog  Fernando Frazão / Agência Brasil No último mês todos os telejornais da emissora iniciaram com crianças mortas em tiroteios no Rio. Todos. E flagrantes de assaltos. Três ou quatro imagens de celulares, que eles repetiam à exaustão. Carnaval do Recife só tinha frevo. Da Bahia, só axé. Do Rio, só destacaram violência, o carnaval vinha depois. Vergonha. Como os jornalistas da emissora se prestam a isso? Vão arder no mármore do inferno dos comunicadores. Repetiram com requintes a campanha feita pela emissora contra o governo de Brizola, quando conseguiram satanizar os CIEPS com seu ensino em tempo ...

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    A intervenção militar já chegou à periferia

    Qualquer ataque à democracia atinge brutalmente os mais pobres. Mas é hipócrita falar em liberdades civis esquecendo que para dezenas de milhões elas já não existe por Joselicio Junior do Outras Palavras Invasão de casa sem mandato de segurança. Atira para depois saber se tem culpa ou não. Utilização do kit flagrante com arma raspada e drogas ilícitas para alterar a cena do crime. Certeza de impunidade com o uso do autos de resistência para justificar execuções alegando confrontos que não existiram. Formação de grupos de extermínio para  os comerciantes locais sem comprometer os acordos com o tráfico. Dura repressão aos populares que se rebelam indignados com as injustiças cometidas pela policia. A Polícia Militar brasileira está entre as que mais mata no mundo. O Brasil em números absolutos é o pais que mais mata no mundo. Além de ser a 4ª maior população carcerária do mundo. É sempre bom reforçar que ...

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    Para os que desejam um novo golpe militar

      "É meu dever dizer aos jovens o que é um golpe de estado" - Por: Hildegard Angel  O relato tocante de uma vítima da ditadura Portal Memórias da Ditadura é lançado com material didático para estudantes 11 filmes para entender a ditadura militar no Brasil  Livro reúne histórias de crianças presas, torturadas ou exiladas durante a ditadura no Brasil

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    Mauro Santayana: Sem reação, Hitlernautas ameaçam a democracia ao pregar intervenção militar e espalhar falsidades

    OS PILARES DA ESTUPIDEZ Mauro Santayana, no Jornal do Brasil, reproduzido no  blog do autor, sugerido por Lucas Parente   No, Viomudo    Está em curso, há anos, nas “redes sociais” insidiosa campanha de agressão à democracia e crescentes ataques às instituições. Quem cala, consente. Os governos do PT têm feito, em todo esse período, cara de paisagem. Nem mesmo quando diretamente insultados, ou caluniados, os dirigentes do partido tomaram qualquer providência contra quem os atacava, ou atacava as instituições, esquecendo-se de que, ao se omitirem, a primeira vítima foi a democracia. Nisso, sejamos francos, foram precedidos por todos os governos anteriores, que chegaram ao poder depois da redemocratização do país. Mergulhados na luta política e na administração cotidiana dos problemas nacionais, nenhum deles percebeu que o primeiro dever que tínhamos, nesta nação, depois do fim do período autoritário, era regar e proteger a frágil flor da Liberdade, ensinando sua ...

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