quinta-feira, setembro 17, 2020

    Tag: macaco

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    Mulher que fez gesto racista no Espanhol é demitida de museu do Barcelona

    A mulher que imitou um macaco nas arquibancadas de um jogo da terceira divisão do Campeonato Espanhol, no domingo, era funcionária do Barcelona. Ela foi demitida nesta segunda-feira, depois da repercussão mundial do ato. Por Thiago Arantes A senhora fez o gesto racista durante uma partida em Llagostera, entre o clube local e o Racing Santander. O alvo era o jogador marfinense Mamadou Koné, do Racing. Mamadou Koné A identidade da mulher ainda não foi confirmada. Sabe-se que ela trabalhava nas bilheterias do museu do Barcelona, o mais visitado da Catalunha e um dos mais populares de toda a Espanha. A rádio Cadena SER noticia na tarde desta segunda que ela foi demitida. O Barcelona, por ora, não comenta o caso. Na imagem que correu o mundo, a mulher imita um macaco de forma solitária, mas está cercada por crianças. Nos últimos meses, o racismo tem sido um ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    ‘Não é tão fácil assim combater o racismo’, afirma ministra da Igualdade Racial

    Direto da estrada, após uma visita às comunidades tradicionais do interior do Rio de Janeiro, a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, conversou com o Poder Online sobre os desafios para o combate ao racismo no país. “Ficou evidente que não é tão fácil assim combater o racismo”, afirmou Luiza com relação à campanha Somos Todos Macacos. “Esse slogan foi um tiro no pé”, completou a ministra. Diante da movimentada agenda legislativa e prestes a aprovar o projeto de lei que institui cotas para os concursos públicos do Executivo, a ministra defendeu que “é preciso que os negros estejam em todos os ministérios, para que as políticas públicas reflitam a diversidade brasileira”. Além disso, a ministra aproveitou para mandar um recado aos deputados e senadores: “espero que o Congresso, ao tomar suas decisões, opte por reafirmar estes direitos e não por retroceder.” Poder Online: Ministra, qual a ...

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    Tudo junto e misturado? Nem tanto...

    Tudo junto e misturado? Nem tanto…

    Por Silvia Elaine Santos de Castro Os brasileiros têm vivenciado uma situação intrigante. Com o advento da Copa do Mundo, os olhos do planeta se voltam para cá. E que imagem este mundo tem de nós, brasileiros? Alguns mitos precisam ser problematizados, como a nossa tão ilusória “democracia racial”. A ideia de que nossas relações sociais se dão harmoniosamente no campo racial. Algumas características marcam o racismo enquanto ideologia. Entre elas, podemos citar a animalização do outro e a naturalização das hierarquias sociais. A animalização quase sempre acontece por meio da piada, ou da chacota, e interioriza um pensamento de inferioridade deste outro. “Cada macaco no seu galho”, como diz a música e ironizou, em seu programa semanal, Fernanda Lima no contexto da sua indicação a apresentadora oficial do sorteio da Copa do Mundo, no fim do ano passado. Segundo rumores, Camila Pitanga e Lázaro Ramos (negros) teriam sido vetados ...

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    Sobre macacos, bananas, Daniel Alves e Neymar: Não somos macacos, porra! – Por: Higor Faria

    No último domingo (27/04), durante o jogo entre Barcelona e Villarreal, jogaram uma banana no campo de futebol. Em uma atitude totalmente irônica, o jogador negro Daniel Alves a comeu. Não é de hoje que negros e negras são chamados de macacos e que a banana se tornou, dentro ou fora dos campos, um símbolo desse tipo de agressão racial. Não é de hoje também negros jogadores de futebol são vítimas do racismo dos torcedores, dos patrocinadores, da FIFA e dos árbitros. Daniel Alves sofreu uma agressão. Reagiu. Contudo, a atitude do jogador não neutralizou a violência racial a qual ele foi exposto, nem tirou a necessidade de se punir os agressores. O jogador sentiu aquilo que todos os negros e negras passam diariamente no esporte ou fora dele. Ser retirado da sua humanidade e colocado em condição de animal irracional é artifício secular do racismo reproduzido até hoje. A diferença ...

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    Foto: Flávio Florido

    Reclama de haitianos no Brasil e ainda diz que somos todos macacos – Por: Leonardo Sakamoto

    Foto: Flávio Florido Fico descrente diante de comentários de colegas jornalistas, espumando preconceito e desinformação, criticando o “peso'' dos imigrantes haitianos para a estrutura de atendimento de saúde, educação e assistência social e reclamando do estorvo econômico que é chegada desse pessoal. Como se eles mesmos não fossem o resultado de pessoas que deixaram sua terra natal por desalento e esperança (quando a migração foi voluntária) ou trazida em porões de navios, quando não. Os haitianos não vêm simplesmente buscando oportunidades – que não são encontradas no país abalado pelo terremoto de 2010, que matou 300 mil pessoas, pondo abaixo sua já frágil economia e frágeis instituições – mas também atendendo ao chamado brasileiro por mão de obra, assim como ocorre com os bolivianos. Sim, esse fluxo migratório atende a demanda por força de trabalho do Brasil, em que determinadas funções já não são preenchidas apenas ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Para ministra, frase de Neymar contra racismo pode reforçar estereótipo

    Luiza Bairros, no entanto, elogiou atitude de Daniel Alves ao comer banana.Expressão '#somostodosmacacos' se espalhou na rede em apoio ao atleta. Renan Ramalho Embora tenha surgido da boa intenção de combater o racismo, a campanha lançada pelo jogador Neymar espalhando a frase "#somostodosmacacos" pelas redes sociais pode ter o efeito contrário, de reforçar um estereótipo negativo historicamente associado ao negro. A opinião é da ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, que expressou ao G1 reservas em relação ao novo viral surgido na internet. "Essa imagem do macaco associada à pessoa negra é uma imagem muito poderosa. E se você assume essa imagem como válida, corre o risco também de reforçar o estereótipo. Eu entendo a campanha e a motivação da campanha, mas não é possivel assegurar que ela tenha o sucesso necessário para reverter a representação negativa que a palavra 'macaco' tem quando associada à pessoa ...

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    Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

    Contra o racismo nada de bananas, nada de macacos, por favor! – Por: Douglas Belchior

    A esquerda, foto de Neymar em apoio a Daniel Alves; A direita foto de Ota Benga, Zoológico do Bronx, Nova York, em 1906. Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Por Douglas Belchior A foto da esquerda todo mundo viu. É o craque Neymar com seu filho no colo e duas bananas, em apoio a Daniel Alves e em repulsa ao racismo no mundo do futebol. Já a foto a esquerda, é do pigmeu Ota Benga, que ficou em exibição junto a macacos no zoológico do Bronx, Nova York, em 1906. Ota foi levado do Congo para Nova York e sua exibição em um zoológico americano serviu como um exemplo do quê os cientistas da época proclamaram ser uma raça evolucionária inferior ao ser humano. A História de Ota serviu para inflamar crenças sobre a supremacia racial ariana defendida por Hitler. Sua história é contada no documentário “The Human ...

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    O medo da raça humana – por Ana Maria Gonçalves

    Há o gesto tão significativo e conhecido de, às costas de um/a negro/a, esfregar rapidamente e em vai e vem o indicador direito sobre o dorso do antebraço esquerdo, ou vice-versa. Move-se o dedo ali, repetidamente, sobre um traço imaginário quase nunca maior do que cinco ou dez centímetros, como se, ao mesmo tempo, quisesse mostrar ou apagar. A cor. Frisar a cor, salientar a cor, diferenciar a cor; levantar a fronteira entre o nós (brancos) e o eles (negros). Vi esse gesto dizer o indizível duas ou três vezes, em ambientes nos quais me consideraram não-negra o suficiente para ser cúmplice. Porque este é um gesto que busca a solidariedade, o esboço de um meio sorriso, a troca de olhares de entendimento, o leve balançar de cabeças em uníssono “ele/a é negro/a; esperar o quê, né?”. Assim justifica-se uma atitude ou a falta dela, um gesto, um ato, uma ...

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    Cotas, Prá que ti quero? A Política Social de Cotas Raciais

    “Tornar-se Negro – As vicissitude do negro em ascensão social” de Neusa Santos Sousa – Capítulo VI

    por José Ricardo D' Almeida Resumo: Capítulo VI - Temas privilegiados Neste capítulo Neusa Santos identifica os temas tratados através dos depoimentos de seus entrevistados: histórias de vida, o falar de si, o auto reconhecimento, a exaltação, o silêncio, choros e sorrisos, a emoção da dor, da raiva, do prazer e da esperança, o conformismo. Segundo Neusa Santos seu trabalho se assenta no tripé: as representações do negro: aprendidas e vividas; as estratégias de vida: as escolhas, as dúvidas, a sobrevivência e a existência, e a ascensão social: o desafio, os dilemas, as conquistas e as derrotas. Trata-se das experiências pessoais sob as quais constituímos nosso Ego numa sociedade racista que tanto nega o negro, quanto nega o racismo. Desse conflito que se desdobra em múltiplas representações presentes na nossa cultura se forma um quadro patológico de esquizofrenias: uma patologia do negro e uma patologia do branco. A ambiguidade, a incoerência ...

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