quarta-feira, setembro 16, 2020

    Tag: Marcha das Mulheres Negras 2015

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    E-book Marcha das Mulheres Negras

    É com imensa alegria que a Articulação de Organizações de Mulheres Negras - AMNB lança o E- book com a história e memória fotográfica do processo de construção, mobilização, divulgação e realização da Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver nas cinco regiões do Brasil. A Marcha das Mulheres Negras realizada no dia 18 de novembro de 2015 que colocou em Brasília cerca de 50 mil mulheres de todos os cantos do país, foi resultado dos esforços coletivos das milhões de mulheres negras, que durante três anos e em lugares diferentes do país e do mundo acreditaram na construção de um momento político que revelaria e visibilizaria a luta, a resistência, as denunciais, as angustias e as vozes das 50 milhões de mulheres negras brasileiras. A Marcha foi um Marco para o movimento de mulheres negras brasileiras e o mais importante movimento político no ...

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    Acampamentos deixam gramado do Congresso após confusão entre manifestantes

    A polícia teve que usar gás de pimenta para separar os dois grupos: a favor da intervenção militar e defensores do mandato da presidente Dilma Por  Laisa Queiroz Do Correio Braziliense Acampados em frente ao Congresso Nacional há um mês, os manifestantes pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff deixaram o local pacificamente neste sábado (21/11). Durante a saída, houve uma pequena confusão entre grupos a favor da intervenção militar e pessoas que passavam pelo local e defendiam o mandato da presidente Dilma. Para controlar a situação, a polícia teve que usar gás de pimenta. A corporação também informou que houve bate-boca entre grupos pró e contra intervencionismo Eles tinham até as 19h de hoje para desocupar a área, segundo determinação dos presidentes da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). PM registra momento da retirada Na parte próxima ao espelho d'água, onde membros do Movimento Brasil ...

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    monica

    Ativista do Borel faz chamado para a “Marcha das Mulheres Negras”

    Mônica Francisco, membro da Rede de Instituições do Borel, fez um chamado em sua coluna no Jornal do Brasil para a “Marcha das Mulheres Negras”, no próximo dia 18, em Brasília: "Daremos voz às nossas irmãs, desde aquelas que brilham como Taís, a Araújo, até aquelas que foram caladas como Cláudia Silva, a Ferreira, violada em sua vida e sua morte. Às meninas que são violadas nas escolas, por seus cabelos, sua pele, sua cultura, sua dança. Vamos fazer barulho e marchar por nossa dignidade" Por *Mônica Francisco, no Brasil 247  Vamos fazer barulho e marchar por nossa dignidade Chegou novembro e a já intitulada "Primavera das Mulheres" segue firme seu propósito de ampliar cada vez mais as vozes femininas pela garantia de direitos alcançados e à alcançar. No bojo deste lindo movimento, o "Novembro Negro", celebra os 300 anos de Zumbi dos Palmares, imbuído do espírito guerreiro de Dandara. A ...

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    Marchando Junto

    Eu quero fazer um convite muito especial à vocês minhas amigas negras que, tenho certeza que, assim como eu, se sentem de alguma forma incomodadas com a falta de respeito aos nossos direitos e principalmente, ao racismo e violência sofrido por nós mulheres negras. Como vocês bem sabem (principalmente quem me segue nas redes sociais), eu tenho participados dos encontros e movimentos do GRUPO IMPULSOR DA MARCHA DAS MULHERES NEGRAS NO ES e tenho sido agraciada não só com a companhia de uma grupo de mulheres guerreiras e lindas que me ensinam a cada encontro, mas com a possibilidade de marchar junto a elas na luta dos meu ideais. Por Priscila Gama Do Ziriguidum Vitoria Participando dos encontros eu vi o quanto perdemos nos mantendo longe desse tipo de movimento. Esses encontros, muito embora políticos, não tem nenhum cunho partidário e portanto, recebe mulheres das mais diferentes denominações e que alí, ...

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    Mulheres Negras contra o racismo, a violência policial e a redução da maioridade penal

    O mês de abril trouxe a reafirmação cotidiana da importância da Marcha das Mulheres Negras contra o racismo, a violência e pelo bem viver. Por Dennis de Oliveira No Revista Fórum Enfrentamos nos últimos dias a notícia de alunos da Faculdade de Medicina da Unesp em Botucatu usando uniformes alusivos à Klu Klux Klan durante um “trote”; a divulgação dos laudos confirmando que as mortes de 12 jovens na comunidade Vila Moisés, no Cabula (BA) foram execuções promovidas por PMS; as ameaças à cantora, compositora e deputada estadual Leci Brandão por se manifestar contra projeto que proibia o uso de animais em rituais religiosos; a retirada violenta de jovens e de uma mulher negra – a jornalista Luka Franca – arrastada por PMs do plenário da Assembleia Legislativa durante protesto contra o presidente da câmara, Eduardo Cunha e sua cruzada contra os direitos sociais; a expulsão do menino Lucas Duran da ...

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    Enquanto houver racismo marcharemos pela saúde de todas, é pela vida das Mulheres Negras

    27 de outubro é o Dia de Mobilização Nacional Pró-Saúde da População Negra. A agenda de mobilização começa no início de outubro e vai até o dia 20 de novembro, data em que se comemora a imortalidade do herói negro, Zumbi dos Palmares. Neste período, acontecem várias atividades em todo o país. Homens e mulheres, jovens e adultos, profissionais de saúde, gestoras e gestores, ativistas, pesquisadoras e pesquisadores, cidadãos e cidadãs realizam atividades para promover e defender o direito da população negra à saúde. *Emanuelle Goes Neste ano vou falar um pouco sobre as mulheres negras, trazendo a Marcha das Mulheres Negras 2015 como o impulsionador na construção deste texto, pois as mulheres negras lutam pelo bem viver, contra o racismo e a violência e para que essa tríade se concretize é preciso que o exercício do direito a saúde seja garantido de forma integral, equânime e igualitária. Documento da ...

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    Evento lança a Marcha das Mulheres Negras 2015 no estado de São Paulo

    O processo de mobilização para a Marcha Nacional das Mulheres Negras 2015, programada para o dia 13 de maio do próximo ano, em Brasília, já começou em São Paulo. Marcando mais um dia de luta, o lançamento oficial da marcha no estado ocorreu em 25 de julho, data em que se comemoram o Dia Interncaional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Cerca de 100 pessoas participaram do evento marcado pela expressiva presença de mulheres negras, homens e da juventude. por Semayat Oliveira Homenageando o centenário de Carolina Maria de Jesus, as articuladoras da marcha em São Paulo apresentaram conquistas e revoluções travadas a partir de 1914, ano de nascimento de Carolina, até 2014 em uma linha do tempo. O objetivo foi resgatar o histórico de luta, resistência e fortificar a necessidade de continuarmos na busca de visibilidade, reconhecimento e o ...

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    Manifesto da Marcha das Mulheres Negras 2015 contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver

    Manifesto da Marcha das Mulheres Negras 2015 contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver

    Nós, mulheres negras brasileiras, descendentes das aguerridas quilombolas e que lutam pela vida, vimos neste 25 de Julho – Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Afrocaribenha denunciar a ação sistemática do racismo e do sexismo com que somos atingidas diariamente mediante a conivência do poder público e da sociedade, com a manutenção de uma rede de privilégios e de vantagens que nos expropriam oportunidades de condição e plena participação da vida social. Nesta data vimos visibilizar a incidência do racismo e do sexismo em nossas vidas, assim como as nossas estratégias de sobrevivência, nosso legado ancestral e nossos projetos de futuro e afirmar que a continuidade de nossa comunidade, da nossa cultura e dos nossos saberes se deve única e exclusivamente, a nós, mulheres negras. Transcorrido esse marco histórico e a atualidade de nossas lutas, nos valemos do Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Afrocaribenha para anunciar a realização da Marcha das ...

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    Entre musas e hotentotes: explorações da imagem das mulheres negras e latinas ou sobre como o racismo e o sexismo venceram o copa do mundo

    Nesta semana que se celebra o dia da mulher negra latino americana e caribenha, cabe-nos uma reflexão sobre os resultados da intersecção de racismo, sexismo e olhar imperialista colonial e patriarcal sobre estas mulheres. por Luciana Brito para o Portal Geledés Escolhi analisar como isso aconteceu durante a copa do mundo, quando a mídia nos forneceu uma enxurrada de imagens e informações sobre o comportamento feminino nos estádios. Não se trata bem do comportamento das mulheres, mas sim, numa perspectiva colonialista e patriarcal, a mídia explorou aquilo que entende ser o principal atributo das mulheres, não só no Brasil, mas mundialmente: a “sensualidade”. Tivemos alguns indicativos de que não seria diferente disso. Já em março deste ano, a revista da Fifa, Fifa Weekly, lançou uma matéria especial chamada “Brazil for beginners”, ou “Brasil para iniciantes”. O artigo pretendia ser um “manual de sobrevivência” para o estrangeiro que visitaria o “país tropical” ...

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    Pará: Mulheres marcham contra discriminação

    Mulheres negras fizeram uma marcha nos arredores da Praça da República, localizada na avenida Presidente Vargas, no centro de Belém. Diversas entidades de temática afro participaram da mobilização com o propósito de lançar simbolicamente uma manifestação batizada de “À Brasília”, que ocorrerá em setembro de 2015.  A ideia dos movimentos atuantes é mobilizar o máximo de pessoas e construir um processo de visibilidade. “É um absurdo que em pleno século 21 as pessoas negras, sobretudo mulheres, tenham que se submeter a um certo determinismo social, no qual as mulheres negras não têm acesso a bons trabalhos por causa da cor da pele. A desigualdade ainda é muito grande. Se as mulheres no geral são discriminadas e recebem salários ainda mais baixos do que seus parceiros, as negras estão obrigadas a situações bem mais preocupantes”, afirmou uma das fundadoras do Centro de Estudos e Defesa do Negro no Pará (Cedenpa), Nilma ...

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