terça-feira, julho 7, 2020

    Tag: Mercado de Trabalho

    (Foto: Marta Azevedo)

    Um freio à precarização

    Se escancarou mazelas socioeconômicas tão antigas quanto toleradas no Brasil, a pandemia da Covid-19 tem igualmente precipitado reações à série de abusos. É dessa lavra a articulação que, diante da escalada de homicídios decorrentes de operações policiais no Rio de Janeiro, arrancou do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a liminar proibindo intervenções enquanto durar a calamidade na saúde. Também emergiu com vigor o enfrentamento ao racismo pela cobrança de ações objetivas de construção de equidade. Da mobilização virtual de estudantes brotou o adiamento do Enem. Esta semana, foi a vez de motofretistas e entregadores se insurgirem contra as más condições de trabalho e remuneração a que são submetidos por empresas de aplicativos. Inédita, a paralisação alcançou as principais capitais do país (São Paulo à frente) e, se teve apoio de organizações sindicais e políticas, não foi delas monopólio. Os números sobre a categoria variam. O Centro de ...

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    Apenas UM: a tokenização no mercado de trabalho

    Por várias questões que me cercam e quem se sente como eu entenderá, inicialmente é necessário fazer uma observação: este texto passeia pela superficialidade. Ele nasce a partir do contexto que estamos vivendo e das reflexões que tenho feito nas últimas semanas. Portanto, não espere questões super acadêmicas e profundas. Me permita ser superficial para falar sobre um iceberg, afinal já sabemos o perigo que se esconde por baixo das águas. Asseguro que, mesmo sob essas condições, esta leitura pode ser um gatilho para observar, repensar e agir. Vamos juntos? Inclusão e diversidade no ambiente de trabalho não são temas que começaram a ser discutidos no ano de 2020. Sabemos que o pouco conquistado até o momento vem de lutas que começaram há décadas (e por qual motivo não falarmos séculos, considerando a luta da população negra desde que chegou nas Américas?). Aqui, sinalizo o meu lugar de fala: sou ...

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    Mulher caminha por rua da Saúde, na Zona Sul de SP (Foto: Arquivo/Celso Tavares/G1)

    Recessão gerada pela pandemia impacta mais mulheres e negros no mercado de trabalho

    O quadro recessivo gerado pelo isolamento social atingiu quase todos os setores da economia e trabalhadores, como mostraram os dados do Produto Interno Bruto (PIB), que mostraram que a economia brasileira encolheu 1,5% no primeiro trimestre. Mas grupos que ocupam, historicamente, posições menos favoráveis no mercado de trabalho têm sido impactados com maior intensidade, como é o caso das mulheres e da população negra. O canal de contágio da atual crise sobre o trabalho feminino tem sido, principalmente, o trabalho doméstico, com muitas dessas trabalhadoras - a maioria negras - sendo dispensadas por seus empregadores com pouca ou sem remuneração. As mulheres também são atingidas pelo modo como se inserem no mundo do trabalho: elas ainda são minoria nos postos ligados à produção, como a indústria, transportes e construção, atividades consideradas essenciais nos decretos governamentais de isolamento social. Já entre os serviços não essenciais estão os salões de beleza e ...

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    Ilustração: Cezar Berje

    Uberizados: prelúdio da Era dos Bicos

    Há quase duas semanas, no dia 17 de abril, entregadores de aplicativo de delivery de São Paulo protestaram contra pagamentos baixos e falta de equipamento de proteção individual. Com suas motos, bicicletas e patinetes, fecharam a avenida Paulista. Desesperados, buzinavam, apitavam e vociferavam com a exploração do trabalho promovida pelas empresas-aplicativos – intensificada em plena pandemia. Máscaras, luvas e álcool gel são distribuídos em poucos postos de atendimento. A maioria tira dinheiro do próprio bolso para minimizar os riscos de contaminação; quem não tem o dinheiro, trabalha sem proteção. Afinal, quem não trabalho, ou mesmo quem fica na rua e não recebe nenhuma chamada, não recebe nada ao final do dia. Hoje, esses trabalhadores são os mais degradados e precarizados do mercado: trabalham mais de 14 horas por dia. Não têm direitos trabalhistas, são vilipendiados pela sociedade e esquecidos pelo Estado – para, ao final, ganhar pouquíssimo. Mas uma coisa ...

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    Sociedade racista admitia o negro como escravo; para o trabalho livre trouxe o europeu, alegando que os negros não tinham mentalidade para se integrarem aos modos de produção

    Como os paulistas excluíram os negros do mercado de trabalho

    O trabalho escravo, núcleo do sistema produtivo do Brasil colônia, vai sendo gradativamente substituído pelo trabalho livre no decorrer dos anos 1800. Essa substituição, no entanto, dá-se de uma forma particularmente excludente. Uma das consequências mais importantes do trabalho escravo e de seus desdobramentos racistas nas primeiras décadas após a abolição, segundo o professor titular de Sociologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul Karl Monsma (2016), é o que se denomina de “mercado de trabalho cindido”. A sociedade racista admitia o negro como escravo; para o trabalho livre trouxe o europeu, alegando que os negros não tinham mentalidade para se integrar aos modos de produção modernos. Esmagados pela herança da escravidão, os negros não constituem uma força produtora significativa e não se definiram como classe trabalhadora. Ironicamente o negro perdeu importância ao se transformar em homem livre: não conseguiu a emancipação, nem atingiu o estágio de trabalhador engajado ...

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    Mulheres são promovidas em entretenimento, mas não ao topo

    Mulheres ocupam apenas cerca de 25% dos cargos mais altos em empresas de mídia e entretenimento, apesar de serem promovidas com mais frequência, segundo nova pesquisa que revela a desigualdade de gênero no setor. Por Bloomberg, Do Money Times (Foto: rawpixel.com) Mulheres representam metade da força de trabalho no setor de mídia e entretenimento. Elas pedem para serem promovidas com mais frequência do que os homens e assumem cargos de gerência a uma taxa duas vezes maior do que a deles, segundo relatório da consultoria McKinsey & Co. Mas o avanço das mulheres na escada corporativa começa a desacelerar à medida que se aproximam do topo. Quase metade das 1.700 pessoas que responderam à pesquisa da McKinsey disseram que as mulheres são julgadas por padrões diferentes dos homens nesse setor. Mulheres na mídia e no entretenimento “experimentam ambiente de trabalho mais hostil do que os homens ...

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    RAWPIXEL.COM

    Inclusão no mercado de trabalho é prioridade para a população negra, aponta estudo

    Em janeiro deste ano o Think With Google, uma página de análise de dados e tendências de mercado do Google, publicou um artigo sobre as cinco maiores urgências da população negra. A primeira, de acordo com o estudo, é a inclusão no mercado de trabalho. Por Patrícia Carvalho, do Quero Bolsa  RAWPIXEL.COM Para chegar a essa conclusão, foram entrevistados especialistas, criadores do youtube, assim como homens e mulheres autodeclarados pardos e pretos. Destes, 46% classificaram a inclusão no mercado de trabalho como a primeira urgência e acreditam que o tema é muito menos debatido do que deveria. No momento, o Brasil encontra-se em recessão econômica, fator que reflete na oportunidade de emprego, mas os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a situação é ainda pior para a população negra. Dos 12,6 milhões de desempregados em 2019, 65% são negros. Joyce Afonso ...

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    Fila em uma feira de emprego no Rio de Janeiro.MARIO TAMA

    Estagnação na América Latina leva desemprego de jovens ao maior nível em 20 anos

    Organização Internacional do Trabalho acende sinal de alerta sobre o presente e o futuro de “milhões de jovens que não encontram oportunidades”. Um em cada cinco busca ocupação e não encontra Por Ignazio Fariza, do El País Fila em uma feira de emprego no Rio de Janeiro. (FOTO: MARIO TAMA) A estagnação econômica da América Latina abala o mercado de trabalho e atinge com especial força o segmento mais jovem da população. O desemprego entre os menores de 25 anos —que é, junto com a informalidade, o grande cavalo de batalha dos países da região nos últimos anos— tornou-se “um traço estrutural das economias”, segundo o Panorama Trabalhista da América Latina e Caribe, publicado nesta terça-feira pela Organização Internacional do Trabalho (OIT, órgão da ONU). São vários os sinais de alarme nesse flanco: a taxa de desocupação juvenil cresceu 0,3 ponto percentual em 2019, chegando a ...

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    Pela primeira vez, a capacidade de lidar com a tecnologia blockchain subiu ao topo da lista.

    As 10 habilidades no trabalho mais procuradas no mundo, segundo o LinkedIn

    Há uma década, surgiu uma tecnologia associada a criptomoedas que poucos entendiam e aparentemente tinha um alcance limitado. No BBC Pela primeira vez, a capacidade de lidar com a tecnologia blockchain subiu ao topo da lista. (Imagem: iStock/Delmaine Donson) Nada mais longe da realidade. Mas o blockchain ganhou tanta força que agora se tornou essencial. Blockchain é uma espécie de livro contábil digital público que registra transações e informações de maneira verificável e permanente, o blockchain requer profissionais especializados que possam lidar com isso. E adivinhe quem são os profissionais mais em demanda no mundo: os especialistas em blockchain, de acordo com uma análise da plataforma profissional LinkedIn. As habilidades de trabalho desses profissionais estão sendo usadas em inúmeras áreas — serviços financeiros, setor jurídico, energia, saúde, agricultura e até no varejo. Basicamente, são profissionais com a capacidade de armazenar, validar, autorizar e mover dados pela internet ...

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    70% das pessoas graduadas que ganham até 1 salário mínimo são mulheres

    Elas são mais qualificadas, mas continuam ganhando menos que homens. Pesquisador atribui à dupla jornada. No Hufpost Segundo pesquisa, um dos motivos para menor remuneração feminina é a dupla jornada.  (Foto: iStock) Mulheres são mais qualificadas e ganham menos que os homens. Essa é a conclusão da manchete do jornal O Globo deste domingo (12) com base no estudo do pesquisador Bruno Ottoni, da Consultoria IDados. ”As mulheres têm mais anos de estudo que os homens, são maioria entre os que chegaram ao curso superior, mas continuam a ter presença maior nas faixas salariais mais baixas”, destaca a reportagem. O levantamento aponta que entre as pessoas que ganham até um salário mínimo, 11% têm nível superior (completo ou incompleto). Nesse universo, 70% são mulheres. Isso representa cerca de 1,9 milhões de pessoas. ″A crise econômica pouco mudou essa configuração. Em 2014, melhor momento do mercado de ...

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    Patrícia Santos é criadora do EmpregueAfro Imagem: Divulgação

    Ela criou o EmpregueAfro para captar vagas para negros e “mudar o sistema”

    Quando Patrícia Santos disse a seu pai que queria ser médica, ouviu um conselho duro e realista: "Isso aí não é coisa para gente como a gente, minha filha". Por Willian Novaes, do Universa Patrícia Santos é criadora do EmpregueAfro (Imagem: Divulgação/Retirada do site Universa) Foi um golpe para ela, negra, aos 16 anos. Fazer Medicina não seria possível devido à sua cor de pele, endereço (a periferia de São Paulo) e de sua condição financeira. Depois de uma tentativa de estudar Educação Física, encontrou seu caminho na área de Recursos Humanos, onde atua há 20 anos. Militante do movimento negro, Patrícia Santos é empresária, palestrante, mãe de quatro filhos (de 11, 9, 5 e 4 anos) e criadora da EmpregueAfro — que já encaminhou mais de 300 pessoas negras para empresas nacionais. A ideia da consultora veio pela necessidade de olhar para pessoas como ela ...

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    UOL AD_LAB Monique Responsa

    Marcas precisam das cabeças da periferia, diz Monique Evelle, da agência Responsa

    O público das periferias, ou novos centros urbanos, precisa não apenas ser ouvido pelas marcas, como também estar entre as cabeças que pensam suas estratégias. Com essa ideia, nasceu a agência Responsa, braço da Bullet, que tem como sócia a comunicadora e empreendedora Monique Evelle. por Vinícius Andrade/UOL UOL AD_LAB Monique Responsa Ela, que tem na bagagem a criação da plataforma Desabafo Social e passagem pelo programa Profissão Repórter, da TV Globo, é a entrevistada do mês, na série de vídeos do UOL AD_LAB, com nomes do mercado publicitário. Neste vídeo, Monique fala que, para abrir a conversa com a população dos novos centros urbanos, é preciso estar imerso na sua linguagem. Por isso, a Responsa contrata apenas profissionais das periferias.  Ela ainda faz uma reflexão sobre a importância de marcas assumirem posições firmes em relação às transformações sociais no mundo. Segundo Monique, isso vai ...

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    Foto: José / DiCampana Foto Coletivo

    A importância da diversidade no mercado de trabalho e em espaços de poder

    Os dados socioeconômicos e educacionais deixam claro a desigualdade racial e socioeconômica que existe no Brasil. E essas disparidades se refletem no mercado de trabalho e em espaços de poder e representatividade, como cargos no Legislativo, Executivo e também Judiciário. Ao ampliar o leque das desigualdades, essa disparidade atinge ainda mais mulheres negras e pessoas LGBTQI+, principalmente quando há interseccionalidade, isto é, quando uma ou mais condições se cruzam, por exemplo, uma mulher negra, trans e moradora da periferia.  Por Bianca Pyl, da Fundação Tide Setubal Foto: José / DiCampana Foto Coletivo Pensando nesse contexto, a Fundação Tide Setubal trouxe como tema do último Vozes Urbanas de 2019 a diversidade no mercado de trabalho e nos espaços de poder. O evento foi realizado em 26 de novembro, na Unibes, e contou com a participação de Ana Mielke, jornalista e coordenadora-executiva do Intervozes – Coletivo Brasil de ...

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    Brasil é apenas 130º em ranking que analisa igualdade salarial entre homens e mulheres com trabalho semelhante

    Dados integram o relatório do Fórum Econômico Mundial divulgado nesta terça-feira e que analisa a desigualdade de gênero em 153 países. No G1 iStock Numa classificação de 153 países, o Brasil ocupa apenas no 130º lugar no quesito que analisa a igualdade salarial entre homens e mulheres que desempenham trabalho semelhante. Os dados integram o relatório do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) divulgado nesta terça-feira (17) e que analisa a desigualdade de gênero. O estudo mostrou ainda que o Brasil tem apenas 20% das empresas com mulheres em cargos elevados de gestão. A baixa presença feminina ocorre mesmo com boa parte da força de trabalho brasileira composta por mulheres – elas somam 45,09 milhões, enquanto os homens são 55,08 milhões. No relatório do WEF, o Brasil apareceu na 92ª posição no ranking global que analisa a desigualdade de gênero. Pelo levantamento, o país ...

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    Museu Afro Brasil contrata educador

    Os processos seletivos são realizados por meio de análise de currículo, entrevistas e testes específicos a cada área de atuação. Do Museu Afro Brasil (Foto: Imagem retirada do site Banco Cultural) Agradecemos o seu interesse em trabalhar conosco. Vagas Educador Formação Acadêmica: Ensino superior completo em Artes Visuais. Requisitos: 02 anos atuando com mediação em instituições de ensino, culturais e/ou museológica. Atividades: Atender diferentes públicos, agendados ou espontâneos (indivíduo ou grupo), e mediar visitas ao Museu Afro Brasil. Organizar, junto aos membros do Núcleo de Educação, estratégias de atendimento adequadas às diretrizes do Núcleo e às demandas dos visitantes; Atender visitantes específicos (pesquisadores, jornalistas, personalidades, políticos, investidores). Realizar pesquisas, leituras e cursos de capacitação, conforme demanda da coordenação, para aprimorar o repertório/conteúdo e subsidiar produção de conhecimento educativo. Realizar pesquisas e elaborar relatório. Orientar, elaborar e desenvolver cursos e treinamento, na sua área de formação para ...

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    Mulher só ganha mais que homem quando ela é branca e ele é negro

    Brasileiras recebem 27% a menos do que eles; e negros ganham 73,88% abaixo dos brancos Por Queila Ariadne, Do O Tempo No mercado de trabalho brasileiro, mulher branca ganha, em média, 35% a mais que homem negro (Foto: Pixabay) A brasileira ganha, em média, 27% a menos do que o homem. A diferença é histórica, mas não é uma unanimidade. A partir de recortes da base de dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE), existe uma única situação em que ela recebe mais do que ele: a mulher branca tem um rendimento médio 35% maior do que o do homem negro. Quando essa comparação é invertida, a mulher negra recebe menos da metade (R$ 1.394) do que um homem branco (R$ 3.138). No contexto racial, os brancos, em geral, ganham 73,88% a mais do que os ...

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    Carteira de trabalho e previdência social - Gabriel Cabral/Folhapress

    Desemprego aumenta só entre os negros no 3º trimestre, aponta IBGE

    Para cada R$ 1.000 que brancos recebem de salário, pretos e pardos ganham de R$ 550 a R$ 560 Por Diego Garcia, da Folha de S.Paulo Carteira de trabalho e previdência social (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress) A população que se declara da cor preta foi a única que teve aumento na taxa de desemprego, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (19). Entre eles, a taxa de desemprego cresceu de 14,5% para 14,9% na comparação entre o segundo e o terceiro trimestre deste ano. A taxa caiu de 9,5% para 9,2% no período entre os que se declaram brancos, e de 14% para 13,6% entre os pardos. Em números absolutos, havia 1,587 milhão de pessoas que se consideram pretas entre os desempregados de julho a setembro deste ano, cerca de 23 mil a mais que no trimestre anterior (1,564 milhão). Já entre os ...

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    Do desejo de ser cientista à ‘fuga’ da mão de obra

    Insistir no Brasil pode ser o fim de uma carreira Por Alex S. Lima, Da Folha de S.Paulo O químico e pesquisador Alex S. Lima (Foto: Imagem retirada do site Folha de S.Paulo) Estamos acompanhando um desmanche na nossa principal agência de fomento de pesquisa do Brasil, o CNPq, a mesma que possibilitou o início da realização do meu sonho e de muitos outros jovens de se tornar um cientista. Os cortes de verbas das universidades federais, e a escassez de concursos para a contratação de docentes e pesquisadores, estão deixando toda a comunidade científica indignada. A formação de um cientista envolve aproximadamente 15 anos de investimento do Estado. Esse cenário de devastação limita as perspectivas de jovens cientistas. A não absorção deles pelo mercado de trabalho brasileiro, seja em empresas ou universidades, dificulta a sua contribuição e o retorno desse investimento estatal para a sociedade ...

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    Fundo Brasil de Direitos Humanos contrata Superintendente Adjunto(a)

    Esta é a oportunidade que desejas, venha para este time! Enviado para o Portal Geledés Sobre o Fundo Brasil O Fundo Brasil de Direitos Humanos é uma fundação privada e sem fins lucrativos, que tem por missão promover os direitos humanos no Brasil e sensibilizar a sociedade brasileira para apoiar atividades transformadoras nesse campo. Para maior conhecimento do fundo acesse - www.fundobrasil.org.br   “A igualdade e a diversidade são valores fundamentais para o Fundo Brasil de Direitos Humanos. Atuamos ativamente para garantir igualdade de oportunidades para as diferentes pessoas, independente de raça, etnia, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, deficiência, nacionalidade, idade, religião/crença ou quaisquer outras características. Buscamos garantir que todas e todos integrantes de nossa equipe trabalhem de forma coletiva e individual para promover uma abordagem construtiva e sensível para todos, atuando para contribuir para a eliminação de discriminações e para construirmos um ambiente onde o trabalho de todos é ...

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    Contratação de Produção de Conteúdos Multimídia

    Contratação de Produção de Conteúdos Multimídia Do Baobá  Foto: rawpixel.com Objetivo do Termo de Referência Contratação de jornalista multimídia para redação de conteúdo sobre projetos financiados por meio de edital, além de captação e produção de foto e vídeo, para construção de um vídeo de até 3 (três) minutos sobre o edital Negras Potências. Clique aqui para download do documento completo. Prazos para envio das propostas: de 08 de novembro a 15 de novembro de 2019, 23h59min, horário de Brasília

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