quarta-feira, agosto 5, 2020

    Tag: publicidade

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    Apesar de evolução, publicidade ainda reforça estereótipos sobre a população negra, aponta estudo

    Pesquisa mostra que mercado da publicidade no Brasil passou a investir em maior representação, mas ainda precisa melhorar Por Larissa Infante Do Epoca  Gravação feita pelo coletivo Tela Preta Foto: Divulgação/ Epoca A população negra representa 54% dos brasileiros. Ainda assim, o grupo é um dos menos representados na publicidade e na mídia. De acordo com o estudoTODXS – Uma análise de representatividade na publicidade brasileira, feito pela agência publicitária Heads em parceria com a ONU Mulheres, a publicidade brasileira ainda reforça estereótipos e continua a não representar a real diversidade da sociedade. Esse é o caso de Núria Kiffen, de 22 anos. Nascida em Angola e criada no Brasil, a atriz conta que quase desistiu da carreira por não se enxergar nas telas. “Pensei em desistir, pois olhava para os lados, ligava a televisão, assistia a novelas e publicidades e não me via representada”, contou. Kiffen só ...

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    Pesquisa mostra aumento da presença de mulheres e negros em campanhas publicitárias

    Em 3 anos, percentual de homens negros em comerciais passou de 1% para 11%; entre mulheres negras, participação subiu de 4% para 16%. Brancos ainda são maioria. Do G1  Reprodução/Rede Globo A presença de mulheres, negros e minorias aumentou em campanhas de publicidade no Brasil, mostra uma pesquisa feita pela agência Heads. O percentual, porém, ainda é pequeno comparado à participação deles na população. O estudo é feito há três anos, a cada seis meses. Nesta edição, foram analisados 1.822 comerciais de TV. Comparando os resultados com os anteriores, algumas mudanças aparecem. Na primeira pesquisa, de julho de 2015, 1% dos homens negros era protagonista das histórias. O número subiu para 11%. Entre as mulheres, a participação de negras passou de 4% para 16%. Os brancos ainda são maioria. Entre os homens, 75%. E entre as mulheres, 73%. Outras etnias representam 11% entre as mulheres e 14% entre os homens. ...

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    Discurso de ódio: Cresce o discurso do Ódio e da intolerância no Brasil e no mundo divulgado nas redes sociais

    A Cepia parte de um discurso do Hitler, expoente máximo do ódio social, para apresentar essa campanha de radio e video, com palavras recolhidas das redes sociais. PorJacqueline Pitanguy Enviado para o Portal Geledés A campanha recebeu o Leão de Ouro do Festival Internacional de Criatividade de Cannes Saiba Mais http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/brasil-ganha-99-leoes-no-festival-de-publicidade-de-cannes.ghtml Realização Agencia Y&R Brasil

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    ‘Vendo filhote de bandido’, anuncia publicitário na internet

    O jornalista Ancelmo Gois, do jornal "O Globo", publicou uma coluna denunciando que um publicitário compartilhou em um grupo de Facebook a foto de um garoto menor de idade com a seguinte frase: "Vendo filhote de bandido". Fonte: Catraca Livre A foto teria sido publicada em um grupo de Facebook "Vendo filhote de bandido, completo, tattoo, cabelo amarelo. Estou pedindo R$ 1.800, você recupera o dinheiro perdido em até duas semanas. Obs: se levar pra igreja perde a garantia", diz a legenda da imagem, que teria sido publicada sem tarja. Outro integrante do grupo teria registrado queixa na 5ª DP do Rio de Janeiro. No entanto, segundo o homem, a delegacia se negou a registrar o caso.

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    A publicidade das rainhas do lar e dos homens incompetentes

    Outro dia, enquanto assistia televisão, vi uma propaganda de gás de cozinha. Prestei atenção porque nunca tinha visto aquela, onde aparecem apenas inúmeras mulheres cozinhando e no fim o slogan da marca. Fiquei revoltada! Por que mostrar só as mulheres cozinhando? Óbvio! (pensei), porque os estereótipos sexistas nos colocam como as rainhas do lar, aquelas que naturalmente sabem cozinhar e realizar todos os outros afazeres domésticos. Indignada, xinguei a propaganda de machista e meu namorado fez uma cara de: “que desnecessária essa tua indignação”. Por Maiara Amante Do Blogueiras Feministas Fiquei impressionada com a conduta dele, porque temos um relacionamento muito bom e, aos poucos, ele foi aprendendo que viver em conjunto é saber compartilhar as tarefas. A primeira vez que almocei na casa dele, após o fim da comida, as mulheres foram para a cozinha e todos os homens permaneceram na mesa, ele também. Nesse momento, fui muito contundente ...

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    Imagem positiva da mulher negra na publicidade gera diferentes sentimentos nas brasileiras

    Pesquisa da USP mostrou que negras e brancas aprovam a estratégia, mas são impactadas de maneiras distintas por esse tipo de propaganda Por  Juliana Ferreira Fontoura, da USP Uma pesquisa conduzida na Escola de Comunicações e Artes da USP buscou entender a reação das mulheres brasileiras às propagandas que colocam a negra em papel central e positivo – diferente do que geralmente é feito pela publicidade, associando a negra a estereótipos negativos. A principal conclusão foi que negras e brancas aprovam a estratégia, mas os sentimentos nelas provocados são distintos, principalmente porque as negras carregam o peso da dor do racismo. O estudo faz parte da tese de doutorado do pesquisador Francisco Vanildo Leite, que buscou avaliar os efeitos da propaganda que rompe estereótipos negativos tradicionalmente associados às minorias sociais (a chamada “publicidade contra-intuitiva”). Para chegar aos resultados, Vanildo entrevistou 24 mulheres, negras e brancas, depois de apresentar a elas ...

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    O anúncio da Always com Sabrina Sato que quer falar sobre vazamento menstrual e de imagens íntimas / Foto: Reprodução

    A publicidade brasileira é ridícula

    Ontem foi lançada uma nova peça publicitária da marca Always, que vende absorventes menstruais. Na campanha, acharam que seria uma boa ideia falar sobre vídeos íntimos que são publicados sem o consentimento das mulheres gravadas, mas resolveram abordar o tema criando um viral porco, utilizando a famosa Sabrina Sato como exibição sexualmente objetificada, apresentando um assunto extremamente difícil com trocadilhos ridículos e irresponsabilidade profunda. Por  Jarid Arraes, do Questões de Gênero  A ONG Safernet, que deveria ser o lado coerente dessa grande palhaçada, ainda caiu na armadilha de culpar as mulheres por terem seus vídeos expostos sem permissão. Ao invés de voltar a campanha para explicar que o “vazamento” de material íntimo é crime, a Safernet preferiu dizer para as mulheres simplesmente não tirarem fotos sem roupa. Mas espera aí, era pra ser uma campanha de conscientização em combate a um crime ou mais uma forma de dizer para as ...

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    A foto postada pelo jornalista César Hernandes

    A placa e o menino invisível no mundo de fantasia dos lançamentos imobiliários

    por : Kiko Nogueira O mercado de lançamentos imobiliários vive de vender sonhos de sofisticação onde eles não existem. Perto da minha casa, há o edifício Lester Young. Eu sempre olho para ele imaginando o que o gênio do saxofone, chamado de “Prez” por sua parceira Billie Holiday, acharia. Não acharia nada, claro. Posso estar enganado, mas creio ser pouco provável que a maioria das pessoas que vivem ali saibam quem foi Lester Young. Não que isso seja um problema. Não deixa de ser um assombro a criatividade do sujeito que batizou assim um imóvel nas Perdizes. (A quantidade de “villas” com nomes italianos estapafúrdios também é impressionante). Agora, pouca coisa bate, em matéria de marketing e inovação, a iniciativa da empresa Plano & Plano para vender o “Brand Pensivânia”, no Brooklin. Quem a registrou foi o jornalista César Hernandes em seu Facebook. O nome, que não quer dizer nada em ...

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    Ação publicitária de construtora com homem-placa gera denúncias de racismo em São Paulo

    Por:Luísa Lucciola O jornalista César Hernandes, de 38 anos, flagrou no último sábado uma cena que lhe assustou. Em um cruzamento da Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, na Zona Sul de São Paulo, um jovem rapaz negro, que aparenta ser menor de idade, segurava uma placa de anúncio imobiliário. O material publicitário cobre seu tronco com a imagem em tamanho real de um homem branco, forte, de olhos claros. — A diferença dessa para as outras placas (de anúncios) é a questão racial e social, o preconceito, que é enorme. É como se dissessem que um menino negro e pobre não serve pra vender apartamento, tem que botar a placa de um homem branco — afirma o assessor de imprensa. — Minha primeira reação foi de incredulidade. Perguntei se podia fazer a foto e ele, muito timidamente, permitiu. Como tinha um compromisso, não pude parar para conversar, mas a imagem ...

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    Dani Costa Russo/Divulgação

    Loiras geladas, negras encorpadas e a publicidade de cerveja – Por: Jarid Arraes

    O álcool é um forte componente da cultura brasileira e um aspecto de muitos eventos e interações sociais, por isso as bebidas alcoolicas são frequentemente utilizadas como facilitadoras da comunicação. Algumas marcas de bebidas fazem parte do imaginário popular como símbolos de status, mas a cerveja é a bebida que transita entre todas as classes e tem maior vinculação na publicidade. As propagandas de cerveja geralmente seguem roteiros bastante repetitivos: em alguma ocasião festiva, vários homens competem entre si e buscam conquistar as mulheres mais lindas como forma de autoafirmação. É difícil acreditar que esses anúncios sejam tão pobres em ideias por falta de criatividade das agências publicitárias – no final das contas, as pessoas esperam esse tipo de abordagem das marcas de cerveja e reproduzem esses axiomas, acreditando que são comportamentos e situações naturais e intrínsecas do ser humano. É por isso que casos como o da Devassa Negra ...

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    Comercial traz discussão sobre a imagem da mulher na publicidade

    Marca de cerveja ironiza anúncios que usam modelos para vender. Rachel Moreno, psicóloga e autora do livro A Imagem da Mulher na Mídia, fala sobre a representação feminina nas peças publicitárias Por Felipe Rousselet No dia 28 de março, a marca de cerveja Bohemia lançou um comercial televisivo para promover suas vendas no qual ironiza anúncios de outras marcas que utilizam a imagem de mulheres bonitas. A peça publicitária foi criada pela agência de publicidade AlmapBBDO, uma das maiores do país. No entanto, a mesma agência possui também a conta da cerveja Antarctica, também da Ambev, marca mais popular e que tradicionalmente explora o estereótipo da "mulher gostosa" nas suas propagandas. Fórum conversou com a psicóloga Rachel Moreno, autora do livro A Imagem da Mulher na Mídia, para saber a sua análise da nova peça publicitária, da representação feminina na publicidade e a razão pela qual a imagem da mulher ...

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