Tag: Violência Doméstica

    Foto: Agência Brasil

    Ao menos 5 mil crianças sofreram violência doméstica durante a pandemia em SP

    A cidade de São Paulo registrou ao menos 5 mil casos de violência doméstica contra crianças durante o isolamento social da pandemia do coronavírus. O número foi contabilizado pela Secretaria Municipal da Saúde por meio de atendimentos em unidades de saúde ou hospitais desde março. Segundo a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Berenice Maria Giannella, os casos identificados envolvem tanto agressões físicas quanto psicológicas. “A gente suspeitava que isso pudesse acontecer durante a pandemia, porque a maior parte da violência contra criança e adolescente, no Brasil, é praticada dentro da família”, afirma, em entrevista ao jornal Agora. Uma das alternativas da prefeitura, sob gestão de Bruno Covas (PSDB), foi a reabertura dos Centros Criança e Adolescentes (CCAs), que estavam fechados por causa da pandemia. Os centros acolhem crianças de 6 a 14 anos e que vivam em vulnerabilidade social. Os locais oferecem atividades culturais e esportivas no contraturno das escolas. ...

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    'Ninguém pode nos ajudar ou falar por nós. Sofremos mais violência sexual porque não temos nenhum poder', explicou há alguns anos uma mulher Dalit a uma pesquisadora (Foto: Getty images)

    As mulheres Dalit que lutam contra estupros, pobreza e preconceito na Índia

    "Somos vítimas de violência porque somos mulheres, pobres e de casta inferior — tão desprezadas por todos", disse uma mulher Dalit à pesquisadora Jayshree Mangubhai há alguns anos. "Ninguém pode nos ajudar ou falar por nós. Sofremos mais violência sexual porque não temos nenhum poder". Na semana passada, foi relatado que uma mulher Dalit de 19 anos foi estuprada e agredida por um grupo de homens de casta superior no Estado de Uttar Pradesh, Índia. A notícia jogou luz novamente sobre a vulnerabilidade de 80 milhões de mulheres Dalit à violência sexual no país. Elas, como os homens do mesmo grupo, estão na base do rígido e inflexível sistema de castas da Índia. No passado, os Dalit eram chamados de "intocáveis". Essas mulheres, que representam cerca de 16% da população feminina da Índia, enfrentam um "fardo triplo" de preconceito de gênero, discriminação de casta e privação econômica. "A mulher Dalit ...

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    Imagem ilustrativa

    Violência contra mulheres: a “pandemia na sombra” da Covid-19

    Nos últimos meses, aumentaram os casos de violência, abuso sexual e feminicídios em África e no mundo. E este aumento pode estar, em parte, ligado à Covid-19. A Organização das Nações Unidas (ONU) já chama-de "pandemia na sombra" à violência contra mulheres. No primeiro semestre de 2020, a Libéria registou um aumento de 50% nos casos de violência de género: só entre janeiro e junho registaram-se mais de 600 casos de violação; em todo o ano de 2018 tinham sido 803. Na Nigéria, a violência sexual também aumentou durante o confinamento: em junho, os casos de duas jovens violadas e mortas chocaram o país. Já no Quénia, segundo a imprensa local, quase 4 mil estudantes engravidaram durante o encerramento das escolas, alegadamente por terem sido violadas por familiares ou agentes da polícia. "A situação já era má para as mulheres mesmo antes do coronavírus. A pandemia apenas levantou o véu sobre ...

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    Agora é lei: condomínios são obrigados a denunciar violência contra mulher, idosos e crianças

    No 12º andar de um prédio no Campo Grande, em Salvador, Júlia Santana** ouvia gritos de sua vizinha de porta com o namorado, em mais uma briga frequente do casal. “Era um prédio com quatro apartamentos por andar e o meu era do lado do dela. Eu ouvia umas brigas, gritaria de vez em quando. Um dia, quando entrei em casa, ouvia muitos gritos, ela reclamando que ele era casado e que ela não sabia, que ela sustentava ele. Ele gritava muito, jogava umas coisas. Ela chorava e gritava para ele parar”, relata. Júlia revela que ligou para a portaria, ameaçou chamar a polícia, mas ficou receosa. “Fiquei com medo de chamar o elevador, ele abrir a porta e fazer alguma coisa comigo também. Desci, liguei pra polícia e falei que estava saindo de casa porque estava com medo do homem. Foi assustador. Fiquei apavorada”, relatou Júlia sobre um episódio ...

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    Mulheres vítimas de violência doméstica podem registrar crimes e solicitar medida protetiva na nova delegacia digital (Foto: Alberto Maraux/SSP-BA)

    Mulheres vítimas de violência doméstica podem registrar crimes e solicitar medida protetiva na nova delegacia digital; confira

    A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) lançou durante uma coletiva de imprensa, na manhã desta quinta-feira (20), a nova Delegacia Digital. Através da plataforma, é possível registrar ocorrências de violência contra mulher, contra a criança e o adolescente e também contra o idoso. Participaram da coletiva o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, o delegado da Polícia Civil, Ivo Carvalho Tourinho e a secretária estadual de Políticas para Mulheres, Julieta Palmeira. Essa plataforma existe desde 2008 e, neste ano, foi ampliada, com a inserção de atendimento para as mulheres vítimas de violências, por exemplo. Outra novidade é que essas mulheres vítimas de violência doméstica também poderão solicitar medida protetiva através da nova delegacia digital da Polícia Civil. Aquelas que já têm medida protetiva em vigor, mas precisam da renovação dela, também poderão comunicar essa necessidade através da delegacia digital. "Ela vai no item 'descrição do fato' e informa ...

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    Mais de 3 mil mulheres são vítimas de violência doméstica e sexual em 2019 em Cuiabá

    A Delegacia da Mulher de Cuiabá atendeu 3.022 vítimas de violência doméstica e sexual em 2019, conforme dados do Anuário divulgados pela Polícia Civil nessa quinta-feira (20). Esse número representa um aumento de 4% se comparado a 2018, quando foram registradas 2.914 ocorrências. De acordo com a polícia, o mês de novembro foi o período com mais procedimentos, chegando a 305. Já o dia da semana com mais número de ocorrências é a quarta-feira, com 15,7%, o que representa 464 ocorrências registradas, seguido pela segunda-feira, com 15,1%. Os dados apontam ainda que o período da noite é quando ocorre a maioria dos casos de violência contra a mulher. Na Delegacia da Mulher, 936 (31,6%) ocorrências foram registradas entre 18h e 23h59. Se somados às ocorrências da madrugada (8,9%), esse percentual alcança mais de 40% dos registros. Conforme o Anuário 2019, o crime de ameaça continua sendo o de maior incidência ...

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    No vídeo, além das imagens gravadas pelas integrantes do movimento, dados ilustram uma violência cruel (foto: Redes Sociais/Reprodução)

    Movimento ‘Quem ama não mata’ completa 40 anos e protesta contra feminicídio; veja vídeo

    Marcado na história mineira, o movimento feminista “Quem Ama Não Mata (QANM)" lançou nesta terça-feira (18) um vídeo relembrando o ato da escadaria da Igreja São José, no Centro de Belo Horizonte, ocorrido há 40 anos. Líderes do movimento se juntaram para protestar contra a violência doméstica e o feminicídio, chamando a atenção para um novo tipo de crime, que, em 1980, ainda não era falado. De uma forma atemporal, essas mesmas mulheres fazem um registro poético em vídeo, dirigido por Papoula Bicalho, que, em fragmentos, mostram a beleza do corpo feminino de todas as idades e alertam para a importância da discussão de pautas feministas. Quarenta anos depois do ato da escadaria da Igreja São José, no Centro de Belo Horizonte, o movimento 'Quem Ama Não Mata' lança um vídeo contra a violência da mulher e o feminicídio; veja https://t.co/6lfJ6vPUCk pic.twitter.com/fzRDycIaWa — Estado de Minas (@em_com) August 18, 2020 “Antes da pandemia, pensamos diversas ...

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    Jackeline Romio é doutora em demografia e pesquisadora sobre violência contra mulheres. Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

    Como identificar e amparar mulheres vítimas de violência, orienta pesquisadora

    A pesquisadora explicou como acontece a violência baseada em gênero e quais são os mecanismos para prevenção e denúncia. Segundo ela, neste momento de pandemia, o isolamento social pode gerar mais tensões, novos casos podem aparecer e os que já existem tornam-se mais frequentes. Leia a entrevista na íntegra. Com o objetivo de informar as mulheres sobre como acontece a violência baseada em gênero e os mecanismos para prevenção e denúncia, a doutora em demografia Jackeline Romio conversou com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e com o Departamento Nacional do Sesc. A pesquisadora considera ser fundamental o engajamento das comunidades na luta pelo fim da violência praticada contra as mulheres. Segundo ela, neste momento de pandemia, o isolamento social pode gerar mais tensões, novos casos podem aparecer e os que já existem tornam-se mais frequentes. A entrevista, que faz parte da campanha promovida pelo UNFPA e Sesc, tem como ...

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    Pandemia amplia canais para denunciar violência doméstica e buscar ajuda

    Entre as consequências mais graves do isolamento social, medida de proteção contra a pandemia do novo coronavírus, está o aumento dos casos de violência contra mulheres e meninas no Brasil e em diversos países do mundo. De acordo com pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, houve um crescimento de 22,2% de feminicídios entre março e abril deste ano em relação a 2019. Ainda segundo a pesquisa, as mulheres também encontram maior dificuldade em realizar denúncias de violência doméstica neste momento, o que leva a uma redução dos registros de crimes em delegacias de polícia. Diante dessa nova crise de violência contra a mulher, surgiram novos canais para tentar oferecer às vítimas opções seguras para fazerem as denúncias, além dos meios já tradicionais. Universa reúne aqui telefones, sites, aplicativos e chats que podem ser úteis para mulheres em situação de violência. Sem ferimentos graves: procure a Delegacia da Mulher se ...

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    Cartaz “Não a violência”, do designer Ivan Ciro Palomino.

    Organizações pedem proteção de mulheres sob risco de violência doméstica no Nordeste

    Um grupo de organizações da sociedade civil apresentou a governos de estados do Nordeste documento no qual pedem medidas de proteção às mulheres em risco de violência durante a pandemia de COVID-19, informou o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) na segunda-feira (13). A entrega da carta ocorreu durante reunião da Sala de Situação sobre Violência Baseada em Gênero, espaço de diálogo e articulação da sociedade civil do Nordeste apoiado pelo UNFPA. A Carta pelas Vidas das Mulheres pede que sejam feitas campanhas que identifiquem os canais de denúncia e informem as mulheres sobre como acessá-los, que as redes de proteção sejam aperfeiçoadas por meio do Sistema de Justiça e que os serviços sejam remotos sejam efetivos. Um grupo de organizações da sociedade civil apresentou a governos de estados do Nordeste documento no qual pedem medidas de proteção às mulheres em risco de violência durante a pandemia de COVID-19, ...

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    'Mulheres com deficiência enfrentam vulnerabillidade dupla, pelo gênero e pela deficiência', afirma Célia Leão, secretária de Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo Foto: freepik.com

    Mulheres com deficiência têm mais dificuldade para denunciar violência doméstica na pandemia

    O aumento da violência doméstica durante a pandemia do novo coronavírus também atinge as mulheres com deficiência.Porém, uma queda expressiva no números de denúncias registradas no estado de São Paulo no período pode indicar que elas estão enfrentando maiores dificuldades para pedir ajuda e reportar situações de abuso às autoridades. Somente 148 boletins de ocorrência de violência doméstica foram registrados por mulheres com deficiência em abril deste ano. Outros 348 foram registrados em março. Os números são bem menores que a média mensal de 460 denúncias recebidas ao longo de todo o ano de 2019. O volume de denúncias nos quatro primeiros meses do ano caiu quase 30% em relação a igual período do ano passado, de acordo com a Base de Dados da Pessoa com Deficiência. Foram 1.939 ocorrências entre janeiro e abril de 2019, contra 1.376 em 2020, das quais 64% foram registradas em janeiro e fevereiro, antes ...

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    Número de medidas protetivas a mulheres sobe 13% em um mês na PB

    O número de medidas protetivas expedidas pelo Poder Judiciário cresceu 13,6% entre os meses de maio e junho. De acordo com a Gerência de Pesquisas Estatísticas do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), enquanto em maio deste ano foram distribuídas 428 medidas protetivas, em junho o montante passou para 486. Desde o início da pandemia de coronavírus, em março, já foram distribuídas 1.715 medidas protetivas. Para a coordenadora da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJPB, juíza Graziela Queiroga, este aumento no percentual de medidas protetivas distribuídas significa que as mulheres estão buscando, cada vez mais, denunciar e romper com o ciclo de violência doméstica. “O primeiro passo é a solicitação das medidas, que, normalmente, são deferidas, com o afastamento do agressor do lar ou proibição de aproximação da mulher”, afirmou. De acordo com a magistrada, a quantidade de medidas protetivas distribuídas entre maio e junho deste ...

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    Andrea se libertou de um relacionamento abusivo após dez anos de casamento Imagem: Arquivo pessoal

    Me livrei do meu agressor: elas contam como deram fim à violência doméstica

    Andrea, Carol, Nina, Renata e Maria são de cidades, idades e origens distintas. Embora nunca tenham se encontrado, a história de violência doméstica que cada uma enfrentou e as artimanhas que seus agressores usaram para machucá-las se entrelaçam como se estivéssemos falando de uma mesma vítima. Andrea, Carol, Nina, Renata e Maria são de cidades, idades e origens distintas. Embora nunca tenham se encontrado, a história de violência doméstica que cada uma enfrentou e as artimanhas que seus agressores usaram para machucá-las se entrelaçam como se estivéssemos falando de uma mesma vítima. Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina analisaram o perfil de homens envolvidos em situações de violência contra mulheres ("O que se sabe sobre o homem autor de violência contra a parceira íntima: uma revisão sistemática"), a partir de 33 artigos internacionais publicados sobre o tema. Além dessas semelhanças entre os agressores, notaram que a vítima tende a ...

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    PM tenta conversar com morador de Alphaville, na Grande São Paulo. Ele ofende o policial com xingamentos e dizendo que ganha R$ 300 mil por mês (Foto: Reprodução/Redes sociai)

    Morador de condomínio de luxo de SP suspeito de violência doméstica diz que ganha ‘R$ 300 mil’ e xinga PM de ‘lixo’; veja vídeo

    Um morador de Alphaville, condomínio de alto padrão na Grande São Paulo, que era suspeito de violência doméstica contra a mulher durante a quarentena, aparece num vídeo que circula nas redes sociais ameaçando agredir um policial militar, dizendo que ganha "R$ 300 mil por mês", o chama de “lixo” e xinga ele e uma policial com palavrões em frente à sua residência, em Santana de Parnaíba (veja as imagens acima). Ele resistiu, mas foi detido. Depois acabou liberado. O comerciante de 49 anos foi levado algemado na tarde de sexta (29) para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da cidade, mas foi solto porque sua esposa, uma operadora bancária de 46 anos, não quis representar criminalmente contra ele naquele momento (apesar disso, ela tem prazo legal de até seis meses para fazer a representação). Em depoimento à Polícia Civil, o homem negou que tenha ameaçado a mulher e afirmou ...

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    Imagem: iStock

    Mulheres de Belém vítimas de violência doméstica podem denunciar por telefone e atendimento virtual

    As mulheres vítimas de violência doméstica podem realizar denúncias por telefone e meio virtual disponibilizados pela Coordenadoria da Mulher de Belém (Combel). De acordo com a ONU Mulheres, a violência física e sexual contra mulheres têm aumentado durante o período de isolamento social provocado pelo coronavírus. Por meio dos canais de atendimentos, as mulheres vulneráveis podem contar com encaminhamentos jurídicos, psicossociais e outros. Em 2019, mais de 8 mil casos de violência doméstica foram registrados no Pará. As orientações de isolamento social em todo o Pará iniciaram no dia 16 de março, com a divulgação do primeiro decreto estadual diante da pandemia do coronavírus. Segundo a Combel, a ligação é recebida por assistentes sociais que fazem escuta da vítima e ajudam de acordo com a necessidade de cada mulher, orientando sobre como proceder em situação de agressão. As denúncias podem ser realizadas através do Disque Denúncia 180 da Central de ...

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    Isis de Oliveira presta queixa contra o marido: ‘Me socava enquanto dormia’

    Isis de Oliveira, modelo e atriz, irmã de Luma de Oliveira, prestou queixa ontem (22) na 12ª delegacia de Copacabana, no Rio de Janeiro, contra o marido, o egípcio Hazem Roshdi, com quem é casada há seis anos. Em entrevista à Universa, ela explicou que os episódios de violência física se tornaram recorrentes nos últimos meses, mas que ontem (22), pela primeira vez, sentiu medo de ser assassinada. Isis, que está com 69 anos, relembrou que a primeira vez que prestou queixa contra Hazem foi em 2017, quando ele a empurrou com violência e, devido à queda, ela teve um sangramento do supercílio. "Percebi que a situação era séria quando senti o quente do sangue. Ele também ficou apavorado e colocou gelo. Na ocasião, fui para o hospital e relatei o que aconteceu na delegacia. Mas fui boba, acreditei quando ele disse que não vivia sem mim e voltamos", conta. ...

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    Marcos Santos/USP

    O que acontece após a vítima de violência doméstica fazer um B.O. online?

    Mulheres vítimas de violência doméstica podem, desde o começo do mês, registrar boletins de ocorrência pela internet em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo e no Distrito Federal. A medida foi tomada em caráter de emergência por causa do aumento de casos do crime durante a pandemia de Covid-19 e também por causa da subnotificação provocada pelo isolamento social. Por Priscila Gomes, da Universa Marcos Santos/USP Em São Paulo, embora não haja ainda dados oficiais, que devem ser divulgados apenas no fim do mês, todos os dias o registro desse tipo de ocorrência cresce entre 10% e 15% em relação ao dia anterior. Mas o que acontece depois que uma mulher emite, de casa, esse grito de socorro? Conversamos com advogadas e a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para descobrir. Como obter provas em um B.O. pela internet? Assim como os demais ...

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    POLONEZ / SHUTTERSTOCK

    Prisões em flagrante em casos de violência doméstica crescem 51%, diz MP-SP

    O Ministério Público de São Paulo divulgou nota técnica que compara os números da violência doméstica durante o isolamento para combater a pandemia de coronavírus. O estudo foi realizado pelo Núcleo de Gênero da entidade e contempla os meses de fevereiro e março. Por Rafa Santos, da Conjur  POLONEZ / SHUTTERSTOCK O dado que mais chama atenção é o das prisões em flagrante por violência contra a mulher: aumento de 51% em março em comparação ao mês anterior. O número de medidas protetivas de urgência também aumentou 29% em março em relação a fevereiro. Os descumprimentos de medidas protetivas caíram durante a quarentena. E os pedidos de medidas preventivas de urgência, entretanto, registraram, de modo geral, um aumento. O documento também aborda o problema da subnotificação dos casos de violência. Conforme o MP-SP, a tendência é que o isolamento gere uma queda nos registros de boletins de ocorrência em números absolutos ...

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    Imagem: fiorigianluigi/Getty Images/iStockphoto

    Estar em casa significa proteção. Mas e criança que vive em lar violento?

    O mundo inteiro já sabe: vivemos a pandemia de covid-19. O coronavírus representa um desafio para autoridades, saúde pública e toda a população. Vimos nos últimos dias a adoção de medidas oficiais para interromper a circulação das pessoas — e, assim, do vírus. Por Viviana Santiago, do Universa Imagem: fiorigianluigi/Getty Images/iStockphoto Trabalhadores em home office, cinemas e lojas fechados, crianças e adolescentes em casa com a paralisação de escolas e atividades lúdico-pedagógicas em clubes, organizações e outros espaços. É em casa portanto o lugar em que toda a população deve estar para atravessar a situação com mais segurança. E estar em casa significa, em um primeiro momento, a certeza de tranquilidade no lugar que lhe é mais caro. Significa ausência de deslocamento e de interações com pessoas de fora do círculo familiar. Deveria significar proteção. E poderia de fato significar isso — se essa casa não ...

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    Imagem: Getty Images

    Coronavírus: violência contra mulher pode aumentar durante quarentena; veja como e onde buscar ajuda

    Delegacias da Mulher do Rio continuam funcionando 24 horas; denúncias também podem ser feitas pela internet Por Leda Antunes, do O Globo Durante o confinamento na China, ONGs que atuam na defesa e acolhimento de mulheres vítimas de violência doméstica afirmam que receberam três vezes mais denúncias de agressão  (Imagem: Getty Images) Apesar de ser uma das principais medidas de combate à pandemia do coronavírus, a quarentena pode se tornar um pesadelo para mulheres que sofrem violência doméstica. Na China, ativistas de direitos humanos afirmam que as denúncias de agressão a mulheres no ambiente familiar subiram três vezes durante o período de confinamento e muitas das vítimas não tinham ideia a quem recorrer. Infelizmente, o mesmo pode acontecer no Brasil neste período de isolamento, de acordo com especialistas. A ONU Mulheres afirma que, em um contexto de emergência, os riscos de violência doméstica contra mulheres e ...

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