domingo, dezembro 4, 2022
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Dilma e Temer oficializam chapa PT-PMDB ao governo de Minas

PT, PMDB e PC do B oficializaram na noite desta quarta-feira a candidatura do senador Hélio Costa (PMDB) para governador de Minas Gerais, em chapa que reúne ainda Patrus Ananias (PT) como candidato a vice e Fernando Pimentel (PT) para uma das duas vagas ao Senado. Ato público na Assembléia Legislativa – encerrado agora há pouco – reuniu ainda a presidenciável Dilma Roussef (PT) e o candidato a vice Michel Temer (PMDB). O evento levou à praça centenas de militantes dos três partidos. Um telão foi instalado para transmissão ao vivo dos discursos. Por toda a área, fotos de Fernando Pimentel, Dilma, Lula, Hélio Costa e Patrus, juntos.

Nos discursos, elogios de parte a parte e a garantia de um governo social. Hélio Costa ressaltou a participação do PT no programa de governo, enquanto Patrus Ananias prometeu um governo voltado para os pobres. Fernando Pimentel ressaltou a importância de um palanque forte para Dilma Roussef em Minas Gerais – segundo maior colégio eleitoral do país. Última a discursar, a petista disse que “Minas não sai de seu coração”, e pediu votos para a chapa Hélio Costa-Patrus Ananias.

 

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, também participou do evento e assegurou ontem que o PT estará de “corpo e alma” na campanha em Minas Gerais. O presidente virá a Minas sempre que possível, segundo ele, devido às “limitações” do cargo.

 

A festa desta quarta foi precedida por uma longa novela, que parecia interminável, até a intervenção do PT nacional para fazer valer, em Minas, o acordo nacional entre petistas e peemedebistas. Primeiro, Fernando Pimentel e Patrus Ananias disputaram internamente para saber qual dos dois seria o candidato pelo partido ao governo. Depois de tensas prévias, que acabaram com a escolha de Pimentel, a briga passou a ser com o PMDB. O partido alegava que o senador Hélio Costa, então pré-candidato ao governo, tinha preferência do eleitorado nas pesquisas de opinião. Sem acordo regional e, a pedido do presidente Lula, o Diretório Nacional fez valer adelegação que tinha do congresso do partido que indicou Dilma para disputar a Presidência da República.

 

Fonte: UAI

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