Médica sul-africana é nova relatora da ONU para o direito à saúde física e mental

Enviado por / FonteONU

“Cumprimento Tlaleng Mofokeng por sua nomeação como relatora especial das Nações Unidas para o direito à saúde — a primeira mulher africana a ser nomeada para esse importante papel”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Tlaleng Mofokeng, médica sul-africana e ativista dos direitos das mulheres e dos direitos de saúde sexual e reprodutiva, foi nomeada nova relatora especial das Nações Unidas sobre o direito de todas as pessoas de usufruto do mais alto padrão possível de saúde física e mental.

“Cumprimento Tlaleng Mofokeng por sua nomeação como relatora especial das Nações Unidas para o direito à saúde — a primeira mulher africana a ser nomeada para esse importante papel”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

“Eu sei que ela lutará pelos direitos humanos e por todas as pessoas, em todos os lugares, para que consigam os cuidados de saúde de que necessitam. Ambas compartilhamos uma visão: que os cuidados de saúde não devem ser apenas para os ricos, mas um direito para todas as pessoas.”

Nomeada pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, a relatora especial sobre o direito de usufruto do mais alto padrão possível de saúde física e mental monitora o direito à saúde em todo o mundo.

A titular estuda práticas e experiências nacionais relacionadas ao direito à saúde, identifica tendências e desafios no processo e faz recomendações sobre como garantir a proteção do direito à saúde. Ela também recebe denúncias individuais de supostas violações do direito à saúde.

O direito à saúde é um direito humano fundamental consagrado no direito internacional e os países têm obrigações básicas em direitos humanos de respeitar, proteger e cumprir o direito à saúde.

“Estou ansiosa para trabalhar com a Dra. Mofokeng”, acrescentou Byanyima. “Somente ao garantir que o direito à saúde seja uma realidade para todas as pessoas, poderemos acabar com a AIDS em 2030”.

+ sobre o tema

Conselho Nacional de Segurança Pública divulga candidatos à eleição

Brasília, 02/08/10 (MJ) – O Conselho Nacional de Segurança...

Por um trabalho doméstico decente

Artigo publicado no jornal Correio Braziliense (editoria de Opinião,...

Canal pago custa até R$ 7,98 para assinante de pacote básico

Moradora da periferia de SP, Julieta Damasceno, 86 anos,...

Skinheads agridem artistas na praça Roosevelt

Um grupo de skinheads atacou pessoas que circulavam pela...

para lembrar

Anistia Internacional condena violência letal contra jovens no Brasil

Diante da morte de cinco adolescentes na noite de...

Estudo aponta que um a cada seis idosos sofre algum tipo de abuso

Um novo estudo publicado pela revista "Lancet Global Health" aponta...

Sensacionalismo fora do ar

Por: Enderson Araújo Vamos dar prosseguimento a um Debate...

Filme “Holocausto Brasileiro” mostra o horror do Hospital Colônia

"Holocausto Brasileiro" é um documentário produzido pela HBO e...
spot_imgspot_img

Cimi registra ataques a povos indígenas em três estados

Os conflitos entre produtores rurais e grupos indígenas continuam no Mato Grosso do Sul e Paraná. De acordo com publicação feita neste sábado (20) pelo Conselho...

Movimento Negro cobra e Brasil se posiciona na ONU sobre agenda racial

Nesta quarta-feira, 17, durante a sessão do Fórum Político de Alto Nível nas Nações Unidas, em Nova York, Geledés – Instituto da Mulher Negra...

46º Prêmio Vladimir Herzog: inscrições prosseguem até 20 de julho

Termina no próximo sábado, 20 de julho, o prazo para inscrições ao 46º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos (PVH).  A premiação...
-+=