quarta-feira, julho 8, 2020

    Tag: ONU

    Bianca Santana processa Jair Bolsonaro. O presidente a acusou de ter produzido uma notícia falsa - Foto: João Benz

    Ataques do governo Bolsonaro a mulheres jornalistas são denunciados ao Conselho de Direitos Humanos da ONU nesta terça-feira

    O Brasil estará mais uma vez com um destaque negativo perante a comunidade internacional: os ataques do governo Bolsonaro a mulheres jornalistas estão sendo denunciados nesta terça-feira (07/07) por um amplo grupo de organizações da sociedade civil durante a 44º sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU). A violência contra mulheres jornalistas está no foco do documento apresentado pela  relatora especial das Nações Unidas sobre a Violência contra a Mulher, suas Causas e Consequência, Dubravka Šimonovic, que aborda ferramentas frequentemente usadas para desonrar, desacreditar e humilhar as jornalistas.  Um dos casos apresentados pelas organizações brasileiras é o de  Bianca Santana, jornalista que, em maio, foi acusada pelo Presidente da República de escrever ‘fake news’ na mesma semana em que escreveu um artigo sobre a relação entre familiares e amigos de Bolsonaro com os acusados ​​de assassinar a vereadora Marielle Franco. Em depoimento que será exibido durante a ...

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    Sala do Conselho de Segurança da ONU

    Quénia ou Djibuti: Quem entra no Conselho de Segurança da ONU?

    Durante a primeira ronda de votação decorrida nesta quarta-feira (17.06), nenhum dos dois conseguiu o mínimo de dois terços dos votos, ou seja, no mínimo 128 votos em casos de participação dos 193 membros das Nações Unidas. Em fevereiro, a União Africana (UA) indicou o Quénia para ser representante de África no Conselho de Segurança em votação secreta. Através de uma nota de protesto Djibuti exigia que a União Africana reconsiderasse a sua posição de indicar o Quénia, alegando ser inadmissível e contra as regras do organismo. Os membros da União Africana justificaram que queriam evitar que a África tivesse três países francófonos no Conselho de Segurança em 2021, com a adesão do Níger e da Tunísia. Mesmo assim, Djibuti recusou-se a retirar a sua candidatura. Interesses geopolíticos na origem da disputa? Bandeira da UA Roba Sharamo, diretor do Instituto de Estudos de Segurança em Adis ...

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    Grafite feito em Bruxelas, na Bélgica, com o rosto de George Floyd (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)

    Sem os EUA como alvo, conselho da ONU aprova apuração sobre racismo sistêmico

    Após uma série de idas e vindas, o Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU aprovou nesta sexta-feira (19) uma resolução na qual condena o racismo no mundo e abre uma investigação internacional sobre o uso excessivo da força por agentes de segurança contra negros. Diferentemente da proposta original, porém, o texto final não destaca o racismo nos Estados Unidos nem pede uma investigação especial dedicada ao país —algo que o governo do presidente Jair Bolsonaro era contra. Em vez disso, os países que participam do conselho chegaram a um meio-termo. A expressão "brutalidade policial", por exemplo, aparecia na versão original, mas acabou sendo substituída por "uso excessivo da força por agentes da lei". Além do trecho que pedia uma investigação específica para os EUA, críticas mais duras ao racismo no país também foram retiradas. Com as mudanças, a resolução foi aprovada por consenso, sem necessidade de votação nominal por ...

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    Manifestantes fazem passeata em protesto conta o racismo e contra o governo Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Marlene Bergamoto/ Folhapress)

    Votação na ONU poderá consagrar Brasil como pária na luta global antirracista

    A repercussão do caso George Floyd —homem negro norte-americano morto sufocado por um policial branco— e os consequentes protestos que percorreram o mundo chegaram ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e serão o teste de fogo da diplomacia brasileira perante a comunidade internacional sobre como o país se posicionará daqui em diante na luta antirracista. Nesta quarta-feira (17) está prevista a votação na ONU de uma resolução que cria uma comissão internacional e independente para investigar o racismo e a violência policial contra negros nos EUA. Outros países afetados pela violência institucional contra pessoas negras, como o Brasil, também podem vir a ser analisados, mas a resolução tem o cenário atual dos Estados Unidos como foco. Manifestante segura retrato de George Floyd, cujo assassinato por um policial branco gerou uma onda de protestos nos EUA contra a violência policial e o racismo (Foto: Angela ...

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    Bandeira da ONU. Foto: Getty Images

    ONU lamenta a morte do menino João Pedro e faz apelo pela vida da juventude negra

    O Sistema ONU no Brasil compreende que evidências são necessárias para entender e enfrentar a violência contra a juventude negra. Cada vida conta e a violência letal contra adolescentes e jovens não deve ser naturalizada, transformando-se em lamentável estatística. No Brasil, o homicídio configura-se hoje como a principal causa de morte de adolescentes e jovens. A morte de João Pedro, assim como a de muitos e muitas adolescentes e jovens, majoritariamente negros e do sexo masculino, nos mostra o quão urgente é a necessidade de intensificar esforços e investimentos para reverter esse quadro. Nos preocupa particularmente o aumento de letalidade em consequência de ações das forças de segurança. João Pedro é mais um desses adolescentes negros que não atingiu a juventude, não conseguiu vencer o conjunto de vulnerabilidades às quais esteve sujeito em sua curta existência. Adolescentes como João Pedro têm muitos nomes e estão em todo o país. A ...

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    Logo da ONU em sede de Nova York (Imagem: Lucas Jackson)

    Pandemia desencadeou tsunami de ódio e ONU pede que líderes mostrem exemplo

    Num alerta com forte tom de desespero, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, afirmou que a pandemia está gerando um "tsunami de ódio e xenofobia", além da criação de bodes expiatórios e ataques contra médicos, enfermeiras e jornalistas. O chefe da diplomacia internacional apelou para um esforço total para "acabar com o discurso do ódio em todo o mundo". No Brasil, o governo tem lançado ofensas contra jornalistas, enquanto grupos de apoiadores têm atacado enfermeiras e, nas redes sociais, denunciado a origem chinesa do vírus. A mensagem, divulgada nesta sexta-feira, aponta que a atual crise aprofundou o sentimento contra estrangeiros e que, das redes sociais, o ódio passou para as ruas. Entre os fenômenos estão atos anti-semitas com teses de conspiração, além de ataques contra muçulmanos. Em alguns países, Guterres aponta que os migrantes e refugiados foram apontados como os culpados pela proliferação do vírus, inclusive com serviço médicos negando ...

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    O secretário-geral da ONU, o português Antonio Guterres, pediu aos governos que incluam a proteção às mulheres em suas medidas de resposta ao coronavírus. A organização afirma que os casos de violência doméstica cresceram em todo o mundo durante a quarentena necessária para impedir que a Covid-19 de espalhe ainda mais pelo mundo Foto: ANGELA WEISS / AFP

    ONU pede proteção para as mulheres durante confinamento por coronavírus

    'A violência não se limita ao campo de batalha', afirmou o secretário- geral da organização, Antonio Guterres, em vídeo Do AFP, no O Globo O secretário-geral da ONU, o português Antonio Guterres, pediu aos governos que incluam a proteção às mulheres em suas medidas de resposta ao coronavírus. A organização afirma que os casos de violência doméstica cresceram em todo o mundo durante a quarentena necessária para impedir que a Covid-19 de espalhe ainda mais pelo mundo (Foto: ANGELA WEISS / AFP) O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, fez um apelo mundial para pedir proteção às mulheres em suas próprias casas, no momento em que as medidas de confinamento provocadas pela pandemia de Covid-19 exacerbam a violência de gênero e nas família. "A violência não se limita ao campo de batalha", disse em um vídeo em inglês, com legendas em francês, árabe, espanhol, chinês e russo, ...

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    Reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU Imagem: Xinhua/Xu Jinquan

    Na ONU, mais de 80 entidades pedem apoio internacional contra Bolsonaro

    A Ordem dos Advogados do Brasil, Instituto Vladimir Herzog, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Amazon Watch, Instituto Ethos, Artigo 19, Conselho Indigenista Missionário, Society for Threatened Peoples, Conectas e mais 80 organizações nacionais e estrangeiras se unem num ato raro para pedir que a comunidade internacional pressione o governo brasileiro diante do desmonte dos mecanismos de proteção aos direitos humanos no primeiro ano da presidência de Jair Bolsonaro. Por Jamil Chade, do UOL Reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU (Imagem: Xinhua/Xu Jinquan) Numa denúncia apresentada ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, as entidades afirmam que o Brasil vive "graves ataques" que "corroem o estado de direito e a democracia no País". "Chamamos a comunidade internacional a dar urgente atenção e a desenvolver ações incisivas ante esse grave quadro de direitos humanos no Brasil", pediram. "A situação de direitos humanos no Brasil ...

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    https://www.instagram.com/p/B8hByM5lH9M/

    Ex-empregada doméstica diz a Paulo Guedes que está indo a ONU

    Deputada estadual do Psol mandou recado ao ministro da Economia que discriminou as empregadas doméstica ao dizer que no período do real mais valorizado a empregada doméstica estava indo para a Disney, “uma festa danada”. No Vermelho Deputada estadual do PSOL/MG, Andreia de Jesus (Foto: Reprodução/Instagram @andreiadejesuus) A deputada estadual do PSOL em Minas Gerais, Andreia de Jesus, trabalhou como empregada doméstica e nas eleições de 2018 foi eleita com 17.689 votos para o mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Andreia mandou um recado nas redes sociais nesta semana para o Ministro da Economia, Paulo Guedes, que criticou “empregada doméstica indo de avião para a Disneylândia”, no que chamou de uma “festa danada”, para criticar os tempos em que a cotação do dólar estava abaixo de dois reais e justificar os maiores valores nominais da moeda estadunidense no Brasil nesta semana. “Ei, Paulo Guedes! Vai ...

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    Relatora especial, Victoria Tauli-Corpuz. Foto: ONU/JC McIlwaine

    Relatora da ONU pede que Bolsonaro desista de pastor evangélico na Funai

    A relatora da ONU para o direito dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, criticou a decisão do governo brasileiro de nomear o líder evangélico Ricardo Lopes Dias para chefiar a coordenação de índios isolados da Funai. Em entrevista à coluna, ela pediu que a administração de Jair Bolsonaro reavalie a escolha e que desista do nome de Dias para o cargo. Por Jamil Chade, do UOL Relatora especial, Victoria Tauli-Corpuz. Foto: ONU/JC McIlwaine   "Essa é uma decisão perigosa e que pode ter o potencial de gerar um genocídio para a população de indígenas isolados", disse. O setor é considerado como um dos mais complexos da Funai, justamente por lidar com situações de extrema vulnerabilidade das tribos. O pastor escolhido, porém, é acusado por parte de lideranças indígenas de ter atuado em entidades cujo objetivo é evangelizar tribos. Ele era um dos missionários da organização americana Missão ...

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    Divulgação

    Prêmio ABCP-ONU Mulheres

    Estão abertas as inscrições para o Prêmio ABCP-ONU Mulheres de melhor artigo científico sobre Política e Gênero o prazo para envio de propostas vai de 6 de janeiro a 2 de março de 2020. No ABCP Divulgação/Imagem retirada do site ABCP Regulamento: 1. O prazo para inscrições vai de 6 de janeiro a 2 de março de 2020, 2. Poderão ser inscritos artigos acadêmicos sobre gênero e política, de caráter teórico ou empírico, 3. O artigo deve ter sido publicado em revista científica acadêmica nacional ou internacional nos anos de 2018 ou 2019, 4. A autora ou autor deve necessariamente ser filiada/o à ABCP e estar em dia com sua filiação no momento da inscrição, 5. O artigo pode ser em português, espanhol ou inglês, 6. O artigo deve ser enviado para o email [email protected], com o assunto “prêmio ABCP ONU Mulheres de melhor artigo científico”, ...

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    Imagem retirada do site

    Desafio Campus 2030 para estudantes e professores universitários recebe inscrições até 16 de fevereiro

    Estudantes e professores universitários de todo o mundo têm até o dia 16 de fevereiro para se inscrever no Desafio Campus 2030, uma competição internacional que tem por objetivo promover os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. A iniciativa é organizada pelo Centro de Informação das Nações Regional (UNRIC), localizado na Bélgica, a Agência Universitária de Francofonia e a plataforma Agorize, em parceria com a UNESCO. Na ONU Imagem retirada do site ONU Estudantes e professores devem propor soluções para campi mais sustentáveis. As iniciativas precisam ser relacionadas a temas como padrão de vida dos alunos, o campus na cidade, novas questões educacionais e vida digital no campus. As propostas devem contemplar pelo menos três Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sem ter impacto negativo nos outros ODS. De acordo com as regras, os estudantes devem ter 18 anos – ou autorização dos pais ou responsáveis ...

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    Iniciativa global financia projetos de impacto social criados por adolescentes e jovens

    O Chama Na Solução é uma iniciativa global criada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e implementado no Brasil por Viração Educomunicação, com apoio de Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Plan International e Escoteiros do Brasil, que fomenta projetos de impacto social criados por adolescentes e jovens. Da ONU Foto: UNICEF/BRZ/Fernando Martinho   Nesta edição, podem se inscrever equipes interessadas em trabalhar com os seguintes temas: educação, empregabilidade e engajamento cidadão. O processo consiste em uma formação presencial de 21h sobre empreendedorismo social e design centrado no usuário oferecida para 10 equipes. A formação presencial acontecerá de 12 a 14 de fevereiro, em São Paulo (SP), culminando na concessão de um capital-semente de 4 mil reais para cinco delas. Após este período, será oferecida mentoria continuada aos participantes, com atividades formativas e reuniões à distância, apoiando a implementação das iniciativas ...

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    A presidente da Fiocruz, Nisia Trindade Lima, durante apresentação na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), da ONU, em Nairóbi, no Quênia Foto: ALBERT GONZALEZ FARRAN / UNFPA/ALBERT GONZÁLEZ FARRAN/12-11-19

    ONU quer acabar com mortalidade materna e violência contra mulheres até 2030

    Participantes de conferência no Quênia se comprometem a investir US$ 8 bilhões para atacar problemas de igualdade de gênero e de direitos sexuais em 10 anos Por Roberta Salomone, do O Globo A presidente da Fiocruz, Nisia Trindade Lima, durante apresentação na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), da ONU, em Nairóbi, no Quênia (Foto: ALBERT GONZALEZ FARRAN / UNFPA/ALBERT GONZÁLEZ FARRAN) Vinte e cinco anos atrás, representantes de 179 países se reuniram no Cairo num evento que foi considerado um divisor de águas nos debates de direitos sexuais e igualdade de gênero. O resultado da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD) foi um audacioso plano de ação, que incluía, por exemplo, uma redução considerável da mortalidade materna no mundo. Mas o tempo passou, e muitos dos compromissos estipulados ali para acontecer até 2015 continuam ainda distantes de acontecer. Para reafirmar as metas de ...

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    O plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

    Proposta de cooperação entre a ONU e a Comissão de Direitos Humanos e Minorais é entregue por Maia a Bachelet

    Parceria para criação de Observatório Parlamentar sobre a situação de direitos humanos no Brasil foi desenvolvida por Helder Salomão, Presidente da CDHM, Erika Kokay, membro do colegiado, e equipes do Escritório do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos e da Câmara Da Câmara dos Deputados O plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo Na data de hoje o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, formalizou perante a Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michele Bachelet, proposta de criação de Observatório Parlamentar da Revisão Periódica Universal (RPU) no âmbito da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM). A ideia foi desenhada a partir de missão oficial da CDHM a Genebra em setembro deste ano, representada na ocasião por Helder Salomão, Presidente, e Erika Kokay, membro do colegiado. A RPU é o mecanismo que ...

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    Para O-é Kayapó, líder na Associação Floresta Protegida (AFP), no Pará, indígena levada por Bolsonaro à ONU 'só tem o apoio da própria família' entre comunidades do Xingu

    ‘Ofensivo’, ‘racista’ e ‘paranoico’: a visão de líderes indígenas sobre discurso de Bolsonaro na ONU

    "Lamentável", "ofensivo", "racista" e "paranoico" foram alguns dos adjetivos com que lideranças de algumas das principais organizações indígenas brasileiras classificaram o discurso do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (24/9). Por João Fellet , da BBC Para O-é Kayapó, líder na Associação Floresta Protegida (AFP), no Pará, indígena levada por Bolsonaro à ONU 'só tem o apoio da própria família' entre comunidades do Xingu (Foto retirada do site da BBC) A BBC News Brasil ouviu líderes da Associação do Território Indígena do Xingu (Atix), da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), da Associação Floresta Protegida (AFP) e da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) — entidade que agrega associações de todas as regiões do país e representa os 305 povos indígenas brasileiros. Todos repudiaram o discurso de Bolsonaro, defenderam o cacique Raoni Metuktire de críticas feitas pelo presidente e ...

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    Como o Brasil está descumprindo mais de 200 recomendações feitas na ONU

    Levantamento realizado por organizações da sociedade civil aponta que país executou apenas uma das recomendações acatadas durante Revisão Periódica Universal no Conectas De acordo com um relatório preliminar apresentado pelo governo federal e que deve ser ser remetido às Nações Unidas, o Brasil alega ser um país que garante plenamente a participação social e democrática, desenvolve políticas que promovem igualdade racial e de gênero, respeito a todas as etnias, investe no combate à LGBTfobia e à violência contra as mulheres entre outros. O documento  de 213 páginas – cuja versão preliminar foi divulgada agosto – foi elaborado pelo Ministério da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos atendendo compromisso assumido com a ONU durante sua 27ª sessão do Conselho de Direitos Humanos, em maio de 2017. Neste período, o Estado brasileiro passou por uma sabatina realizada por representantes de todos os países que integram este órgão em um procedimento chamado ...

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    A alta comissária dos Direitos Humanos da ONU e ex-presidente chilena, Michelle Bachelet, durante coletiva de imprensa em Genebra - Fabrice Coffrini/AFP

    ‘Me dá pena pelo Brasil’, diz Michelle Bachelet após ataque de Bolsonaro

    Presidente fez elogios à ditadura de Pinochet depois que alta comissária da ONU afirmou que há redução do espaço cívico e democrático no Brasil Da Folha de S.Paulo  A alta comissária dos Direitos Humanos da ONU e ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, afirmou neste domingo (22) que sente “pena pelo Brasil” por causa de afirmações recentes do presidente Jair Bolsonaro em defesa da ditadura de Augusto Pinochet no país vizinho. No início do mês, com a Amazônia em chamas em consequência dos incêndios florestais, Bachelet criticou a "redução do espaço cívico e democrático" no Brasil. Bolsonaro respondeu com elogios à ditadura de Pinochet (1973-1990). "Se há uma pessoa que diz que em seu país nunca houve ditadura, que não houve tortura, que diz que a morte de meu pai por tortura permitiu que (o Chile) não fosse outra Cuba, a verdade é que me dá pena pelo Brasil", disse Bachelet ...

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    Foto: ONU

    Das 163 recomendações feitas pela ONU, Brasil cumpriu apenas uma

    O Brasil cumpriu apenas uma das 163 recomendações formuladas pelos governos estrangeiros na ONU para as políticas de direitos humanos, englobando áreas como violência policial, saúde, meio ambiente e educação, informa o jornalista Jamil Chade. Do Brasil 247 Foto: ONU A reportagem do portal Uol destaca que "a constatação faz parte de um levantamento publicado por cerca de 25 ongs e entidades que, ao longo de anos, acompanharam o comportamento de diferentes governos brasileiros. O esforço foi liderado pelo Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos, com a participação de entidades como a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, Artigo 19, Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Conectas Direitos Humanos, Geledés – Instituto da Mulher Negra, Justiça Global e outras." A matéria ainda sublinha que "o governo também indicou que iria publicar seu relatório sobre o que tem feito, desde 2017, para cumprir as recomendações que aceitou. ...

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    Alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre

    Chefe de direitos humanos da ONU sobre o assassinato de liderança indígena no Amapá

    Pronunciamento da alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, sobre o assassinato de um líder indígena no Amapá, Brasil: Da ONUBR Alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre “O assassinato de Emrya Wajãpi, líder do povo indígena Wajãpi, é trágico e repreensível por si só. Também é um sintoma perturbador do crescente problema da invasão de terras indígenas — especialmente, de florestas — por mineradores, madeireiros e fazendeiros no Brasil. A política proposta pelo governo brasileiro, de abrir mais áreas da Amazônia à mineração, poderia levar a incidentes de violência, intimidação e assassinatos do tipo que foi infligido ao povo Wajãpi na semana passada. É essencial que as autoridades reajam rápida e efetivamente para investigar esse incidente e para levar à justiça todos os responsáveis, em pleno acordo com a lei. Além disso, medidas efetivas devem ser tomadas para ...

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