quarta-feira, setembro 23, 2020

    Tag: ONU

    Marcha das Mulheres 2017 (Foto: Natália Carneiro)

    A cruzada contra as mulheres brasileiras

    Em um primeiro momento, as forças que sustentam movimentos ultraconservadores parecem ser heterogêneas e dispersas. Um olhar atento revela que essas forças estabelecem articulações inusitadas, como as alianças do Brasil com Arábia Saudita, Bahrein, Qatar, Paquistão, Egito, Afeganistão e Sudão no Conselho de Direitos Humanos da ONU. Único país ocidental nessa articulação, o Brasil, que professa majoritariamente o cristianismo, aliou-se a países islâmicos e ultraconservadores onde as mulheres são, ainda, cidadãs de segunda categoria. É importante que as mulheres brasileiras, cidadãs com plenos direitos, saibam que, na esfera das Nações Unidas, é com esses países que o Brasil se alia em temas relativos aos seus direitos humanos. Em nome de quem fala o Brasil ao adotar tal posição na ONU? Em reunião do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, cujo tema principal era a aprovação de resolução proposta pelo México sobre a discriminação contra mulheres e meninas, o Brasil, ...

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    “Hora do Blec” é uma série de vídeos musicais destinada, principalmente, ao público na primeira infância, com temas inspirados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Foto: PNUD

    Série de desenhos voltada para a primeira infância aborda desenvolvimento sustentável

    O projeto é da Ubuntu Filmes e conta com o apoio institucional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O contato com os conceitos e temas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) desde a infância pode influenciar a formação pessoal. Com foco no potencial da comunicação infantil como semente da equidade social, a série de desenhos “Hora do Blec” estreiou neste sábado (29) no YouTube. O projeto é da Ubuntu Filmes e conta com o apoio institucional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). “Hora do Blec“ traz uma turma de personagens multiétnicos que vivem várias aventuras em busca de um mundo mais sustentável. Blec é o protagonista, um menino negro que tem no seu cabelo um símbolo de poder, beleza e magia. Em suas missões, Blec aciona seu talismã secreto: um pente afro que vive em seu cabelo. Quando Blec puxa o pente, aparece a fada ...

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    Projeto D. Helder Câmara busca reduzir os níveis de pobreza e de desigualdades no Semiárido, promovendo a articulação de políticas públicas federais, estaduais e municipais. (Foto: ANATER)

    Projeto financiado pela ONU beneficia produtores rurais do Semiárido brasileiro

    O Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) das Nações Unidas realizou no início de agosto uma missão online de supervisão ao Projeto Dom Helder Câmara, cujo objetivo é reduzir os níveis de pobreza e de desigualdades no Semiárido. A iniciativa promove a articulação de políticas públicas federais, estaduais e municipais, e qualifica os produtores para desenvolver uma produção sustentável, estimulando a replicação de boas práticas. Normalmente, as visitas às famílias beneficiadas são realizadas in loco, mas, em razão da pandemia de COVID-19, este ano atividade foi feita de forma remota. O projeto é executado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio de um acordo de empréstimo firmado entre o governo brasileiro e o FIDA, e passa por missões periódicas de monitoramento para avaliação dos resultados alcançados. A série de encontros contou a participação de representantes do FIDA, da unidade gestora do projeto, da Agência Nacional de Assistência ...

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    A médica sul-africana Tlaleng Mofokeng é a nova relatora especial da ONU para o direito à saúde física e mental. Foto: UNAIDS

    Médica sul-africana é nova relatora da ONU para o direito à saúde física e mental

    “Cumprimento Tlaleng Mofokeng por sua nomeação como relatora especial das Nações Unidas para o direito à saúde — a primeira mulher africana a ser nomeada para esse importante papel”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Tlaleng Mofokeng, médica sul-africana e ativista dos direitos das mulheres e dos direitos de saúde sexual e reprodutiva, foi nomeada nova relatora especial das Nações Unidas sobre o direito de todas as pessoas de usufruto do mais alto padrão possível de saúde física e mental. “Cumprimento Tlaleng Mofokeng por sua nomeação como relatora especial das Nações Unidas para o direito à saúde — a primeira mulher africana a ser nomeada para esse importante papel”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). “Eu sei que ela lutará pelos direitos humanos e por todas as pessoas, em todos os lugares, para que consigam os cuidados de ...

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    SILVIA IZQUIERDO / AP

    Brasil atrasa 12 anos e lista ações antirracismo à ONU sem gestão Bolsonaro

    Com um atraso de doze anos, o Brasil submeteu em julho à ONU (Organização das Nações Unidas) seu informe sobre o que tem feito para lidar com a discriminação racial no país. O documento, porém, não cita os acontecimentos, iniciativas e políticas do governo de Jair Bolsonaro e se limita a tratar da questão até o ano de 2017, destacando ações de administrações passadas. Pelas regras da ONU, o Brasil deveria ter entregado seu informe oficial ao Comitê para a Eliminação da Discriminação Racial em 2008. Trata-se de uma das obrigações da convenção sob o mesmo assunto, assinada e ratificada pelo Brasil. Mas nem os governos Lula, Dilma ou Temer cumpriram o que estipula o tratado. Com o informe oficial, as autoridades na ONU avaliarão a situação da discriminação racial no Brasil, o que neste caso deve ocorrer em 2021. Veja o documento completo aqui. De acordo com o governo, ...

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    Logo da ONU em sede de Nova York Imagem: Lucas Jackson

    ONU alerta para lacunas nos processos judiciais de racismo em Portugal

    O Comité de Direitos Humanos das Nações Unidas está preocupado com o uso excessivo da força pela polícia portuguesa contra pessoas de minorias étnico-raciais, sobretudo de origem cigana e afrodescendente. E aconselha o uso de câmaras no corpo dos agentes durante as operações policiais. É motivo de preocupação da ONU o facto de estes crimes, praticados pela polícia ou cidadãos, não estarem a ser “adequadamente investigados”, bem como o baixo número de condenações reportadas. De 2009 a 2018 o Ministério da Justiça não registou condenações por racismo, como noticiou o PÚBLICO em Fevereiro. Na sua mais recente avaliação periódica, a quinta, concluída no final de Março, este órgão elenca também várias falhas nos mecanismos de punição da discriminação em Portugal: das disposições legais e queixas, da investigação à formação de pessoal e ao discurso de ódio. No documento, que foi produzido já depois de integradas as respostas de várias entidades ...

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    Foto: ONU Brasil

    Após quase três décadas, luta de mulheres negras da América Latina contra o racismo continua

    Rádio Sagres · Manhã Sagres #645: Entrevista com a professora de Filosofia e Ciências Humanas do IFGO, Janira Sodré Em 1992, grupos femininos negros de 32 países da América Latina e do Caribe se reuniram em Santo Domingo, na República Dominicana, para denunciar opressões e debater soluções na luta contra o racismo. Esse encontro ficou marcado na história e foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, que completou 28 anos no último sábado (25). Em entrevista ao Manhã Sagres desta segunda-feira (27), a professora da Coordenação de Filosofia e Ciências Humanas do Instituto Federal de Educação de Goiás, Coordenadora do Núcleo de Estudos em Gênero, Raça e Africanidades do IFG e Presidente da Câmara Técnica de Enfrentamento ao Racismo e Diversidade Étnica do Conselho Estadual da Mulher, Janira Sodré, falou sobre a baixa representatividade das mulheres na política e ...

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    ONU lembra lutas antirracistas e feministas no Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

    Esse encontro ficou marcado na história e foi reconhecido pela ONU como o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e da Diáspora, celebrado em 25 de julho. Passados 28 anos dessa reunião, e também no contexto do 5º aniversário da Década Internacional dos Afrodescendentes, é preciso relembrar a história de luta e conquistas dessas mulheres, mas também jogar luz nos desafios que elas enfrentam até hoje como resultado de séculos de discriminação, opressão e desigualdade social. “Precisamos afirmar ao mundo que é urgente e necessária uma nova ordem”, diz Valdecir Nascimento, do Instituto Odara da Mulher Negra, em Salvador (BA). “Ninguém acredita que as mulheres negras podem pensar em uma estratégia de transformação do mundo, pois as pessoas continuam com uma narrativa e um imaginário da negra como coitada, como alguém sem instrução.” “Essa é uma lógica de negação que não cabe mais, e o nosso desafio é ...

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    O chanceler do governo Bolsonaro, Ernesto Araújo Foto: ADRIANO MACHADO / Reuters

    A pátria é pária e antifeminista

    O Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) vota nesta semana duas importantes resoluções para definir e assegurar o compromisso internacional dos Estados em relação aos direitos das mulheres. Os debates têm como foco o combate à discriminação e à violência de gênero, como a condenação da prática de mutilação genital feminina. Durante a negociação dos textos em votação, o Brasil pediu a retirada de parágrafos inteiros que recomendavam o pleno acesso de mulheres à saúde e a direitos sexuais e reprodutivos. A delegação brasileira foi contra a inclusão do artigo que preconizava o acesso a informações e métodos contraceptivos, bem como ao aborto seguro e legal e à prevenção e tratamento de infecções sexualmente transmissíveis, HIV e cânceres reprodutivos. Essa conduta consolida o posicionamento retrógrado do governo Bolsonaro e seu alinhamento com Estados reconhecidamente párias na defesa dos direitos humanos. Desde o ano passado, o Brasil ...

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    Bianca Santana - Foto: João Benz

    Ataques do governo Bolsonaro a mulheres jornalistas são denunciados ao Conselho de Direitos Humanos da ONU nesta terça-feira

    O Brasil estará mais uma vez com um destaque negativo perante a comunidade internacional: os ataques do governo Bolsonaro a mulheres jornalistas estão sendo denunciados nesta terça-feira (07/07) por um amplo grupo de organizações da sociedade civil durante a 44º sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU). A violência contra mulheres jornalistas está no foco do documento apresentado pela  relatora especial das Nações Unidas sobre a Violência contra a Mulher, suas Causas e Consequência, Dubravka Šimonovic, que aborda ferramentas frequentemente usadas para desonrar, desacreditar e humilhar as jornalistas.  Um dos casos apresentados pelas organizações brasileiras é o de  Bianca Santana, jornalista que, em maio, foi acusada pelo Presidente da República de escrever ‘fake news’ na mesma semana em que escreveu um artigo sobre a relação entre familiares e amigos de Bolsonaro com os acusados ​​de assassinar a vereadora Marielle Franco. Em depoimento que será exibido durante a ...

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    Sala do Conselho de Segurança da ONU

    Quénia ou Djibuti: Quem entra no Conselho de Segurança da ONU?

    Durante a primeira ronda de votação decorrida nesta quarta-feira (17.06), nenhum dos dois conseguiu o mínimo de dois terços dos votos, ou seja, no mínimo 128 votos em casos de participação dos 193 membros das Nações Unidas. Em fevereiro, a União Africana (UA) indicou o Quénia para ser representante de África no Conselho de Segurança em votação secreta. Através de uma nota de protesto Djibuti exigia que a União Africana reconsiderasse a sua posição de indicar o Quénia, alegando ser inadmissível e contra as regras do organismo. Os membros da União Africana justificaram que queriam evitar que a África tivesse três países francófonos no Conselho de Segurança em 2021, com a adesão do Níger e da Tunísia. Mesmo assim, Djibuti recusou-se a retirar a sua candidatura. Interesses geopolíticos na origem da disputa? Bandeira da UA Roba Sharamo, diretor do Instituto de Estudos de Segurança em Adis ...

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    Grafite feito em Bruxelas, na Bélgica, com o rosto de George Floyd (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)

    Sem os EUA como alvo, conselho da ONU aprova apuração sobre racismo sistêmico

    Após uma série de idas e vindas, o Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU aprovou nesta sexta-feira (19) uma resolução na qual condena o racismo no mundo e abre uma investigação internacional sobre o uso excessivo da força por agentes de segurança contra negros. Diferentemente da proposta original, porém, o texto final não destaca o racismo nos Estados Unidos nem pede uma investigação especial dedicada ao país —algo que o governo do presidente Jair Bolsonaro era contra. Em vez disso, os países que participam do conselho chegaram a um meio-termo. A expressão "brutalidade policial", por exemplo, aparecia na versão original, mas acabou sendo substituída por "uso excessivo da força por agentes da lei". Além do trecho que pedia uma investigação específica para os EUA, críticas mais duras ao racismo no país também foram retiradas. Com as mudanças, a resolução foi aprovada por consenso, sem necessidade de votação nominal por ...

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    Manifestantes fazem passeata em protesto conta o racismo e contra o governo Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Marlene Bergamoto/ Folhapress)

    Votação na ONU poderá consagrar Brasil como pária na luta global antirracista

    A repercussão do caso George Floyd —homem negro norte-americano morto sufocado por um policial branco— e os consequentes protestos que percorreram o mundo chegaram ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e serão o teste de fogo da diplomacia brasileira perante a comunidade internacional sobre como o país se posicionará daqui em diante na luta antirracista. Nesta quarta-feira (17) está prevista a votação na ONU de uma resolução que cria uma comissão internacional e independente para investigar o racismo e a violência policial contra negros nos EUA. Outros países afetados pela violência institucional contra pessoas negras, como o Brasil, também podem vir a ser analisados, mas a resolução tem o cenário atual dos Estados Unidos como foco. Manifestante segura retrato de George Floyd, cujo assassinato por um policial branco gerou uma onda de protestos nos EUA contra a violência policial e o racismo (Foto: Angela ...

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    Bandeira da ONU. Foto: Getty Images

    ONU lamenta a morte do menino João Pedro e faz apelo pela vida da juventude negra

    O Sistema ONU no Brasil compreende que evidências são necessárias para entender e enfrentar a violência contra a juventude negra. Cada vida conta e a violência letal contra adolescentes e jovens não deve ser naturalizada, transformando-se em lamentável estatística. No Brasil, o homicídio configura-se hoje como a principal causa de morte de adolescentes e jovens. A morte de João Pedro, assim como a de muitos e muitas adolescentes e jovens, majoritariamente negros e do sexo masculino, nos mostra o quão urgente é a necessidade de intensificar esforços e investimentos para reverter esse quadro. Nos preocupa particularmente o aumento de letalidade em consequência de ações das forças de segurança. João Pedro é mais um desses adolescentes negros que não atingiu a juventude, não conseguiu vencer o conjunto de vulnerabilidades às quais esteve sujeito em sua curta existência. Adolescentes como João Pedro têm muitos nomes e estão em todo o país. A ...

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    Logo da ONU em sede de Nova York (Imagem: Lucas Jackson)

    Pandemia desencadeou tsunami de ódio e ONU pede que líderes mostrem exemplo

    Num alerta com forte tom de desespero, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, afirmou que a pandemia está gerando um "tsunami de ódio e xenofobia", além da criação de bodes expiatórios e ataques contra médicos, enfermeiras e jornalistas. O chefe da diplomacia internacional apelou para um esforço total para "acabar com o discurso do ódio em todo o mundo". No Brasil, o governo tem lançado ofensas contra jornalistas, enquanto grupos de apoiadores têm atacado enfermeiras e, nas redes sociais, denunciado a origem chinesa do vírus. A mensagem, divulgada nesta sexta-feira, aponta que a atual crise aprofundou o sentimento contra estrangeiros e que, das redes sociais, o ódio passou para as ruas. Entre os fenômenos estão atos anti-semitas com teses de conspiração, além de ataques contra muçulmanos. Em alguns países, Guterres aponta que os migrantes e refugiados foram apontados como os culpados pela proliferação do vírus, inclusive com serviço médicos negando ...

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    O secretário-geral da ONU, o português Antonio Guterres, pediu aos governos que incluam a proteção às mulheres em suas medidas de resposta ao coronavírus. A organização afirma que os casos de violência doméstica cresceram em todo o mundo durante a quarentena necessária para impedir que a Covid-19 de espalhe ainda mais pelo mundo Foto: ANGELA WEISS / AFP

    ONU pede proteção para as mulheres durante confinamento por coronavírus

    'A violência não se limita ao campo de batalha', afirmou o secretário- geral da organização, Antonio Guterres, em vídeo Do AFP, no O Globo O secretário-geral da ONU, o português Antonio Guterres, pediu aos governos que incluam a proteção às mulheres em suas medidas de resposta ao coronavírus. A organização afirma que os casos de violência doméstica cresceram em todo o mundo durante a quarentena necessária para impedir que a Covid-19 de espalhe ainda mais pelo mundo (Foto: ANGELA WEISS / AFP) O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, fez um apelo mundial para pedir proteção às mulheres em suas próprias casas, no momento em que as medidas de confinamento provocadas pela pandemia de Covid-19 exacerbam a violência de gênero e nas família. "A violência não se limita ao campo de batalha", disse em um vídeo em inglês, com legendas em francês, árabe, espanhol, chinês e russo, ...

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    Reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU Imagem: Xinhua/Xu Jinquan

    Na ONU, mais de 80 entidades pedem apoio internacional contra Bolsonaro

    A Ordem dos Advogados do Brasil, Instituto Vladimir Herzog, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Amazon Watch, Instituto Ethos, Artigo 19, Conselho Indigenista Missionário, Society for Threatened Peoples, Conectas e mais 80 organizações nacionais e estrangeiras se unem num ato raro para pedir que a comunidade internacional pressione o governo brasileiro diante do desmonte dos mecanismos de proteção aos direitos humanos no primeiro ano da presidência de Jair Bolsonaro. Por Jamil Chade, do UOL Reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU (Imagem: Xinhua/Xu Jinquan) Numa denúncia apresentada ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, as entidades afirmam que o Brasil vive "graves ataques" que "corroem o estado de direito e a democracia no País". "Chamamos a comunidade internacional a dar urgente atenção e a desenvolver ações incisivas ante esse grave quadro de direitos humanos no Brasil", pediram. "A situação de direitos humanos no Brasil ...

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    https://www.instagram.com/p/B8hByM5lH9M/

    Ex-empregada doméstica diz a Paulo Guedes que está indo a ONU

    Deputada estadual do Psol mandou recado ao ministro da Economia que discriminou as empregadas doméstica ao dizer que no período do real mais valorizado a empregada doméstica estava indo para a Disney, “uma festa danada”. No Vermelho Deputada estadual do PSOL/MG, Andreia de Jesus (Foto: Reprodução/Instagram @andreiadejesuus) A deputada estadual do PSOL em Minas Gerais, Andreia de Jesus, trabalhou como empregada doméstica e nas eleições de 2018 foi eleita com 17.689 votos para o mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Andreia mandou um recado nas redes sociais nesta semana para o Ministro da Economia, Paulo Guedes, que criticou “empregada doméstica indo de avião para a Disneylândia”, no que chamou de uma “festa danada”, para criticar os tempos em que a cotação do dólar estava abaixo de dois reais e justificar os maiores valores nominais da moeda estadunidense no Brasil nesta semana. “Ei, Paulo Guedes! Vai ...

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    Relatora especial, Victoria Tauli-Corpuz. Foto: ONU/JC McIlwaine

    Relatora da ONU pede que Bolsonaro desista de pastor evangélico na Funai

    A relatora da ONU para o direito dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, criticou a decisão do governo brasileiro de nomear o líder evangélico Ricardo Lopes Dias para chefiar a coordenação de índios isolados da Funai. Em entrevista à coluna, ela pediu que a administração de Jair Bolsonaro reavalie a escolha e que desista do nome de Dias para o cargo. Por Jamil Chade, do UOL Relatora especial, Victoria Tauli-Corpuz. Foto: ONU/JC McIlwaine   "Essa é uma decisão perigosa e que pode ter o potencial de gerar um genocídio para a população de indígenas isolados", disse. O setor é considerado como um dos mais complexos da Funai, justamente por lidar com situações de extrema vulnerabilidade das tribos. O pastor escolhido, porém, é acusado por parte de lideranças indígenas de ter atuado em entidades cujo objetivo é evangelizar tribos. Ele era um dos missionários da organização americana Missão ...

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    Divulgação

    Prêmio ABCP-ONU Mulheres

    Estão abertas as inscrições para o Prêmio ABCP-ONU Mulheres de melhor artigo científico sobre Política e Gênero o prazo para envio de propostas vai de 6 de janeiro a 2 de março de 2020. No ABCP Divulgação/Imagem retirada do site ABCP Regulamento: 1. O prazo para inscrições vai de 6 de janeiro a 2 de março de 2020, 2. Poderão ser inscritos artigos acadêmicos sobre gênero e política, de caráter teórico ou empírico, 3. O artigo deve ter sido publicado em revista científica acadêmica nacional ou internacional nos anos de 2018 ou 2019, 4. A autora ou autor deve necessariamente ser filiada/o à ABCP e estar em dia com sua filiação no momento da inscrição, 5. O artigo pode ser em português, espanhol ou inglês, 6. O artigo deve ser enviado para o email [email protected], com o assunto “prêmio ABCP ONU Mulheres de melhor artigo científico”, ...

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