O TCU fechou um acordo com três organizações da sociedade civil — Criola, Geledés e SOS Corpo — para ampliar a participação social nas fiscalizações do órgão relacionadas ao combate à desigualdade de gênero.
O movimento ocorre no rastro da adesão do tribunal ao selo de igualdade de gênero do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da qual o TCU passou a fazer parte em 2024, e mira, na prática, aumentar a pressão por mais efetividade no acompanhamento de políticas públicas voltadas a mulheres, especialmente negras.