quarta-feira, setembro 23, 2020

    Tag: desigualdade de gênero

    Idosa é ajudada por parentes na hora de fazer o teste da Covid-19 em Srinagar, na Índia: mulheres são mais afetadas pela pandemia (Foto: TAUSEEF MUSTAFA / AFP)

    Pandemia prejudica mais as mulheres e pode aumentar desigualdade de gênero, alerta Fundo Monetário

    A crise global provocada pela pandemia do novo coronavírus afeta mais as mulheres que os homens e pode reverter as conquistas femininas no mercado de trabalho, alertou na segunda-feira o Fundo Monetário Internacional (FMI). Para a entidade, os países precisam adotar medidas para minimizar esse impacto. Uma equipe, liderada pela diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirma que "a pandemia de Covid-19 ameaça reverter os ganhos obtidos em termos de oportunidades econômicas para as mulheres e, assim, ampliar as disparidades de gênero que persistem apesar de 30 anos de avanços." Em texto publicado no blog do Fundo, as pesquisadoras – o texto só é assinado por mulheres – lembra que os setores mais afetados pela pandemia têm uma participação feminina maior. Isso ocorre especialmente nos serviços que demandam interação pessoal e não podem ser feitos remotamente, como varejo, turismo e hotelaria. "Nos Estados Unidos, cerca de 54% das mulheres empregadas nos ...

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    MULHERES COMO ADRIANA E PAULA SOBREVIVEM COM MENOS DE US$ 5,5 POR DIA E CONVIVEM COM FALTA DE SANEAMENTO E SERVIÇOS BÁSICOS PRECÁRIOS | FOTO: LOLA FERREIRA / GÊNERO E NÚMERO

    No Brasil, 63% das casas chefiadas por mulheres negras estão abaixo da linha da pobreza

    Indicadores do IBGE mostram que índice para residências comandadas por mulheres brancas e com filhos é de 39,6% Por Lola Ferreira, Maria Martha Bruno e Flávia Bozza Martins, do Carta Capital Mulheres como Adriana e Paula sobrevivem com menos de US$5,5 por dia e convivem com falta de saneamento e serviços básicos precários (Foto: Lola Ferreira/Gênero e Número) Fígado ou ovo pro almoço, quando é possível comprar alguma proteína, casa enlamaçada no período de chuvas, falta de remédio no posto de saúde e aproximadamente R$ 500 reais por mês para sustentar três filhos em dois cômodos pequenos às margens de um manguezal. Esta é a realidade da casa de Paula Roberta, 37, moradora de Guia de Pacobaíba, bairro-distrito do município de Magé, na Baixada Fluminense. De acordo com a última Síntese dos Indicadores Sociais, ela está abaixo da linha da miséria, com US$ 1,90 per capita ...

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    Mapa da Desigualdade: Por que falar em Desigualdade?

    Fonte: Rede Nossa São Paulo Muitas vezes, quando se fala em desigualdade, a primeira coisa que as pessoas visualizam é o desequilíbrio na distribuição de renda. Porém, quando falamos em desigualdade, estamos nos referindo às suas diversas formas de se manifestar: desigualdade de gênero, desigualdade racial e, principalmente, em desigualdades regionais. Essas assimetrias perpetuam ciclos viciosos de estagnação social e acesso a direitos básicos, como educação e saúde de qualidade; direito à moradia, ao trabalho, à cultura; direito a ter boas condições de mobilidade e segurança; direito a um meio ambiente saudável e a uma infância feliz. Os efeitos da desigualdade são perversos e afetam a todas e todos, inclusive às pessoas socialmente mais privilegiadas. Esses efeitos se refletem em vários aspectos mensuráveis, como nos índices de criminalidade e violência (social e simbólica); nos tipos e na remuneração do trabalho; no nível de estresse e nas doenças que afetam a população. Esses números demonstram, explicitamente, os sinais de uma sociedade desequilibrada e ...

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    RAWPIXEL.COM

    Desigualdade entre homens e mulheres no trabalho não diminui há 27 anos

    A desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho não diminui há 27 anos. É o que aponta um estudo da Organização Mundial do Trabalho (OIT), divulgado neste mês. A pesquisa vai além: em 2018, a probabilidade de uma mulher trabalhar foi 26% inferior do que a de um homem — uma melhoria de apenas 1,9% se comparado a 1991. A diferença salarial também segue como um dos pontos nevrálgicos dessa discussão, já que a distinção chega a 20% entre os gêneros, quando em cargos equivalentes. E mesmo nos países mais desenvolvidos, a equidade ainda parece ser um sonho distante. A Islândia, único país que alcançou a plena paridade de oportunidades de trabalho, segue sem oferecer igualdade de remunerações a sua população. Por Gabrielle Estevans, do Hypeness RAWPIXEL.COM A leitura é clara: o problema, mundial, deve pautar as políticas públicas com urgência e entrar para a ...

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    Getty Images O Banco Mundial diz que só há paridade total em seis das 187 nações analisadas em sua nova pesquisa intitulada Mulheres, Negócios e a Lei

    Dia Internacional da Mulher: os únicos seis países que garantem direitos iguais a homens e mulheres

    O número de países que dão direitos econômicos iguais para homens e mulheres ainda está em um dígito - seis -, segundo um estudo do Banco Mundial. no BBC Getty Images -  O Banco Mundial diz que só há paridade total em seis das 187 nações analisadas em sua nova pesquisa intitulada Mulheres, Negócios e a Lei A instituição diz que só há "paridade total" em 6 das 187 nações analisadas em sua nova pesquisa, intitulada Mulheres, Negócios e a Lei. Sediado em Washington, nos Estados Unidos, o maior e mais conhecido banco de desenvolvimento no mundo, examinou dez anos de dados de desigualdade financeira e legal e outros fatores, como liberdade de circulação, maternidade, violência doméstica e o direito de gerir ativos. Apenas Bélgica, Dinamarca, França, Letônia, Luxemburgo e Suécia foram avaliadas pelo Banco Mundial como lugares onde há igualdade entre os sexos nesses quesitos. ...

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    Imagem- Robert Deutsch:USA TODAY Sports

    “Ranking da WTA me puniu por engravidar”, reclama Serena Williams

    "Quando voltei ao tênis após a licença maternidade, fui punida por tirar um tempo: meu ranqueamento caiu do 1º para o 453º lugar do mundo" no UOL Imagem- Robert Deutsch:USA TODAY Sports Serena Williams deu seu depoimento no Dia Internacional da Mulher à revista "Fortune". Em um longo texto, a tenista relembra as dificuldades enfrentadas para as mulheres para poderem conciliar a vida profissional com a pessoal e afirma que o ranking da WTA a puniu por ter engravidado - ela era a número 1 do mundo e voltou na posição 453. "Desde que eu era pequena, sonhava em ser a melhor tenista do mundo. Mas também sonhava em ter uma família. O sonho não era dividido, era sobre ter sucesso nas duas áreas. Eu quero permanecer nesse esporte tempo suficiente para Olympia (filha dela) me assistir, torcer por mim e ter orgulhoso de dizer "essa ...

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    professora ensinando alunas negras e brancas

    Mulheres são maioria nas universidades, mas não coordenam estudos científicos

    Mulheres se afastam mais do trabalho para cuidar da saúde da família, são menos convidadas para pesquisas internacionais e não participam da gestão de financiamentos por Renato Grandelle no O Globo Já fazia parte da rotina. A bióloga Rafaela Falaschi conversava com outras mulheres sobre as dificuldades que enfrentavam no mundo acadêmico e era interrompida pelos homens, que a chamavam de “amarga” e asseguravam que não havia machismo nos laboratórios. Após ouvir relatos parecidos, decidiu criar o site “Mulheres na Ciência”, onde artigos poderiam ser compartilhados e comentados sob o ponto de vista feminino. Em apenas um mês, a iniciativa atraiu mil pessoas. E tornou-se um exemplo da tomada de espaços antes monopolizados por homens em diversas áreas de pesquisa. Hoje, quando se comemora o Dia Internacional das Mulheres na Ciência, levantamentos mostram como elas assinam cada vez mais artigos, ampliaram seu registro de patentes e parcerias internacionais. Brasil e Portugal ...

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    A atriz Octavia Spencer e o jogador de basquete LeBron James. Foto- Wilton Junior:Estadão : Al Drago:AP

    Octavia Spencer diz que LeBron James lhe ajudou a ter salário equivalente ao de homens em uma nova série

    ‘LeBron teve de intervir’, revelou Octavia Spencer atriz de ‘Estrelas Além do Tempo’ do Estadão A atriz Octavia Spencer e o jogador de basquete LeBron James. Foto- Wilton Junior:Estadão : Al Drago:AP Octavia Spencer, conhecida por sua atuação em Estrelas Além do Tempo e Histórias Cruzadas, agradeceu a ajuda que recebeu do jogador de basquete LeBron James. De acordo com a atriz de 46 anos, LeBron lhe ajudou a receber salário equivalente ao de homens em uma nova série produzida pela Netflix. As informações são do TMZ. Durante uma entrevista no Festival Sundance, Octavia disse que “quando estava negociando o acordo para Madam C.J., LeBron James teve de intervir”. A atriz irá produzir e estrelar Madam C. J. Walker, série de oito episódios sobre a primeira mulher negra a ficar milionária por si mesma nos Estados Unidos. LeBron é produtor executivo na série, que ainda não ...

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    Arte: KKSantos

    Curso: Violência, Gênero e Raça: Resistência e caminho de superação – Inscreva-se

    Nas sociedades brasileira, latino-americana e caribenha as assimetrias de raça e de gênero integram o cotidiano das relações sociais, que resultam em violências perceptíveis nas estatísticas e nos depoimentos de mulheres, em especial as negras e indígenas, em espaços onde podem ser ouvidas. Arte: KKSantos Os dados estatísticos revelam a presença das mulheres nos diferentes indicadores de vulnerabilidade social. Elas vivenciam exclusões socioeconômicas, políticas e culturais e sofrem as consequências do racismo, do sexismo e da intolerância em experiências de violência verbal, física e psicológica. A violência social, de gênero e de raça tem suas causas na estrutura social excludente, que naturaliza a sua invisibilidade e justifica a discriminação e preconceitos contra estes grupos. O Curso Latino Americano de Pastoral e Relações de Gênero trará este tema para o debate de forma a contribuir com a compreensão das origens e consequências da violência contra as mulheres. ...

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    Jovens em um parque do norte do México. REUTERS

    As jovens mulheres que não estudam nem trabalham são o dobro dos homens na América Latina

    Jovens nessa categoria são 12,5 milhões de mulheres entre 15 e 24 anos, de acordo com um estudo da fundação chilena Espacio Público Por ROCÍO MONTES, do El País  Jovens em um parque do norte do México. REUTERS As mulheres jovens latino-americanas que não estudam e não trabalham são 12,5 milhões, 27% da população total, de acordo com o estudo Millennials na América Latina e Caribe: trabalhar ou estudar?  apresentado na quinta-feira em Santiago. Os homens são 7,5 milhões, 14%. O fenômeno dos que não estudam e não trabalham “tem alto número feminino”, indica a pesquisa na qual foram entrevistadas 15.000 pessoas entre 15 e 24 anos no Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Haiti, México, Paraguai, Peru e Uruguai. “Em todos os países, a proporção de mulheres que não estão inseridas no sistema educacional e no mercado de trabalho é mais do que o dobro da fração de homens nessa ...

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    Diferença salarial entre mulheres e homens aumenta após 23 anos

    Desigualdade entre negros e brancos também cresceu, aponta Oxfam Por Maiana Diniz e Camila Boehm  Do Agência Brasil Foto: Reprodução/Tribuna de Jundiaí As desigualdades entre rendimentos de mulheres e homens aumentaram nos últimos dois anos e tornaram mais distante a equiparação de renda entre os gêneros no Brasil. Isso é o que também revela o relatório País estagnado: um retrato das desigualdades brasileiras – 2018, divulgado nesta segunda-feira (26) pela organização não governamental Oxfam Brasil, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua de 2016 e 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostra que, em 2016, as mulheres ganhavam em média cerca de 72% do que ganhavam homens no Brasil, proporção que caiu para 70% em 2017, o primeiro recuo em 23 anos. Em 2017, a renda média de mulheres no Brasil era de R$ 1.798,72, enquanto a de homens ...

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    5 cenários onde mulheres ainda sofrem com a desigualdade de gênero

    Mercado de trabalho, política e educação são alguns exemplos de onde essa situação se mostra presente Por Natalia MaruyamaDo Claudia (Caiaimage/Sam Edwards/Getty Images) As mulheres estão em uma luta constante em direção à igualdade de gênero, mas, nem sempre, elas conseguem obter êxito. Um estudo feito pelo Relatório de Desigualdade Global de Gênero 2017 indica que houve um aumento das disparidades entre homens e mulheres no planeta. Essa diferença entre os dois sexos é algo presente no dia a dia das mulheres nas mais diversas situações: do mercado de trabalho ao ambiente familiar. Pensando nisso, listamos alguns ambientes e situações em que as mulheres ainda sofrem com a desigualdade. Confira: 1. Mercado de trabalho Segundo o IBGE, o rendimento das mulheres equivale a cerca de ¾ da renda masculina. Enquanto a média da renda dos homens foi de R$ 2.306, a das mulheres foi de R$ 1.764. Ou seja, as mulheres ...

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    Como as desigualdades afetam a decisão das brasileiras em ter filhos

    Mulheres com mais condições controlam sua reprodução, já as mais pobres têm mais filhos não programados, mostra relatório do UNFPA Por Clara Cerioni Do Exame Grávidas: renda e educação modificam a taxa de reprodução das brasileiras (Ricardo Funari/Getty Images) No Brasil, a escolha de engravidar ou não, e quantas vezes, ou mesmo de adiar a maternidade para trabalhar é uma questão de privilégio. No décimo país mais desigual do mundo pelo índice de Gini, mulheres com mais oportunidades financeiras e educacionais durante a vida apresentam menor taxa de fecundidade, enquanto as mais pobres ficam grávidas mais vezes e mais novas, em média. Essa é a realidade apresentada no relatório “O poder de escolha”, elaborado pelo Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA) sobre direitos reprodutivos e a transição demográfica, divulgado nesta quarta-feira (17). A pesquisa revela que desigualdade econômica, falta de acesso à informação, precariedade nos serviços de saúde e má distribuição ...

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    Plataforma UNA é criada para incentivar políticas contra desigualdade de gênero

    A plataforma UNA já conta com 417 iniciativas, em diversas áreas, de empoderamento feminino e contra desigualdade de gênero Do FolhaPE Plataforma UNA Foto: Reprodução/Folha Pe A desigualdade de gênero no Brasil é real e contrastante em relação ao restante do mundo. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, seriam necessários mais 100 anos para acabar com essas diferenças no ritmo atual de combatividade. Para acelerar esse processo, foi lançada, neste sábado (15), a plataforma UNA, uma rede digital e colaborativa para unir empresas que realizam projetos sobre o empoderamento feminino. O projeto foi apresentado em conjunto entre a ONU Mulheres e a Womanity Foundation. A plataforma UNA se trata de um mapa online estratégico e interativo que une todos os projetos de empoderamento feminino. Atualmente, a plataforma conta com 417 iniciativasenglobando diversas áreas e agrupadas em 17 grandes temas. Dentre os temas estão: Arte e Cultura, Ciência e Tecnologia, Democracia e Participação Política, Educação e Formação, Empoderamento Econômico, Enfrentamento à Violência, Equidade e ...

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    Creativeart / Freepik

    Renda das mulheres é 42,7% menor que a dos homens, diz Pnud

    Apesar de as mulheres apresentarem melhor desempenho na educação e terem maior expectativa de vida no Brasil, a renda delas é 42,7% menor que a dos homens (10,073 para mulheres contra 17,566 para homens), segundo dados divulgados hoje (13) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). A média de renda per capita do país é de 13,755. Por Carolina Gonçalves no Agência Brasil Creativeart / Freepik Ao apresentar o novo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país e do mundo, o órgão destacou a desigualdade de gênero na taxa que considera o acesso da população à educação, saúde e perspectivas econômicas. De acordo com o levantamento, no Brasil, enquanto o IDH dos homens é de 0,761, na escala que varia de 0 a 1 ponto, o das mulheres é de 0,755 – quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. A expectativa de ...

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    Foto Reprodução/Correio do Povo

    Mulheres negras avançam, mas ainda há desigualdade

    As mulheres negras no Brasil tiveram considerável avanço em indicadores sociais, principalmente em educação. A igualdade, porém, ainda está longe nas universidades, no mercado de trabalho e na política. Para ficar em um exemplo, a renda média de uma mulher negra é 42% da de um homem branco. No ritmo dos últimos 25 anos, será preciso mais de 80 para que sejam equivalentes. As discrepâncias ganham destaque no momento em que o Geledés - Instituto da Mulher Negra, marco do debate sobre gênero e cor, completa 30 anos. A entidade surgiu a partir da identificação de uma lacuna, afirma sua presidente, Maria Sylvia Aparecida de Oliveira. "Nem o movimento negro nem o feminismo majoritariamente branco tinham respostas para as violações de direitos das mulheres negras", diz. "Apesar dos avanços nos últimos anos, elas são ainda sub-representadas na esfera pública e na privada", afirma.

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    Raça influencia remuneração

    O salário de uma mulher negra no Brasil é, em média, 26,5% menor que o de uma mulher branca. E tem uma redução de 56,4% frente à remuneração de um homem branco. “Homens brancos com curso superior ganham, em média, R$ 6.590. O salário médio das mulheres brancas é de R$ 3.915. Já as mulheres negras têm a menor renda entre as trabalhadoras com ensino superior. A renda média delas é de R$ 2.870, enquanto os homens negros com curso superior ganham R$ 4.730”, diz o presidente do instituto Locomotiva, Renato Meirelles, que fez o estudo. no Brasil em Folhas Lorena Cristina Souza, 29, é desenvolvedora Java, especialista em geoprocessamento, e percebe as diferenças de tratamento no mercado de trabalho. “No meu primeiro emprego em Belo Horizonte, trabalhava com 20 homens, e começaram a fazer cortes. Fui a primeira a ser cortada, a única mulher desenvolvedora. E eu entregava tão ...

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    Desigualdade de gênero no trabalho doméstico aumenta com casamento

    Mulheres são as principais responsáveis por lavar e passar roupa, cozinhar e limpar a casa. Por Akemi Nitahara Do Huffpost Brasil As mulheres percebem a vida conjugal como uma vida com mais conflitos do que os homens percebem, justamente por ficarem responsáveis por mais tarefas. (JOHN LUND/TOM PENPARK VIA GETTY IMAGES)     Enquanto os homens solteiros dedicam quase 13 horas semanais aos cuidados domésticos e passam a dedicar 12 quando casam, as mulheres deixam de trabalhar 19 horas em casa para trabalhar mais de 29 após o casamento. É o que mostra pesquisa coordenada pelo Núcleo de Estudos sobre Desigualdades e Relações de Gênero (Nuderg) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Os dados foram apresentados nesta terça-feira (29), no Rio de Janeiro, durante o Seminário Internacional Gênero, Trabalho e Família no Brasil: Mudanças e Permanências nas Últimas Décadas. Segundo a coordenadora do Núcleo, Clara Araújo, o resultado ...

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    Desigualdades raciais e de gênero se mantêm no país, segundo estudo

    As desigualdades raciais, de gênero e sociais continuam altas no país. A constatação é do relatório do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP/UERJ), divulgado esta segunda-feira (28). Os dados indicam que as mulheres negras estão em desvantagem em relação a outros grupos. Por Isabela Vieira Do Agencia Brasil Carla Lima é a primeira da família a concluir o ensino superior. Ela, assim como muitas mulheres negras, considera que ainda tem que trabalhar a mais para provar a competência e se manter na profissão que escolheu."Esse acúmulo de trabalho, essa de mostrar eficiência, e dizer: 'eu cheguei lá por mérito', isso é muito dolorido", afirma a advogada. "Tem o quanto abandonamos de nossa vida pessoal, social e afetiva", destacou, sugerindo que nem todas as pessoas tem oportunidades iguais. O relatório elaborado pelo Grupo de Estudos Disciplinar da Ação Afirmativa (GEMAA), do IESP, ...

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    Google demite engenheiro que publicou manifesto contra diversidade

    Em seu texto, o agora ex-funcionário da empresa afirma que os homens são mais predispostos biologicamente do que as mulheres para o mercado de TI. no IDGNow O Google demitiu nesta segunda-feira, 7/8, um engenheiro sênior de software que causou polêmica nos últimos dias ao compartilhar um manifesto de 10 páginas contra a diversidade. As informações são da Bloomberg. O engenheiro em questão, James Damore, confirmou junto à Bloomberg a sua demissão, dizendo que foi dispensado pelo Google por “perpetuar estereótipos de gênero”. No seu texto, que foi descoberto pelo Motherboard e tornou-se viral no final de semana, Damore afirma que os homens são mais predispostos biologicamente do que as mulheres para trabalhar no mercado de tecnologia e criticou as iniciativas do Google pró-diversidade. Além disso, o engenheiro disse ser alvo de preconceito no Google por ter visões políticas conservadoras e alegou que a empresa deveria trocar as iniciativas pró-diversidade ...

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