terça-feira, maio 18, 2021

Tag: desigualdade de gênero

Beatriz Amparo, coordenadora de dados da secretaria da mulher da Prefeitura do Rio, apresenta o projeto Mapa da Mulher Carioca - Foto: Ricardo Cassiano/Prefeitura do Rio de Janeiro

Dados são aliados na formulação de políticas públicas para as mulheres

Orientar novas narrativas e futuros, a partir das mulheres, em especial de negras, periféricas, LBTI+ e as que contemplem outros tipos de diversidades, é um ato de retribuição às humanidades silenciadas. A pluralidade de vozes e vivências possibilita a construção de um serviço público que tenha como premissa o combate às desigualdades sociais. Com isso, o surgimento de uma nova compreensão social, com o olhar para equidade de gênero e raça, necessariamente precisa contemplar a participação das mulheres na formulação e na tomada de decisão. Atender as demandas sociais depende de um bom diagnóstico, que deve contemplar indicadores sobre as características, as condições sociais, as potencialidades e as fragilidades da população. Se por um lado, os jovens precisam de esforços para obter mais recursos em educação e os idosos necessitam de serviços assistenciais e previdenciários, por outro, as mulheres em situação de violência requerem espaços de apoio, acolhimento, políticas e ...

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Foto: Valdecir Galor/SMCS

As mulheres estão no centro da crise humanitária da pandemia

A análise do movimento do mercado de trabalho em 2020, marcado pela pandemia, aponta que as maiores perdas estão relacionadas às mulheres. Elas formam a maioria no mercado de trabalho (53%), mas são as que amargam uma maior participação no desemprego atualmente (64,2%), segundo o IBGE. Apesar de mascarar a realidade com critérios que podem subnotificar a realidade, a PNADC (Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar Contínua) traduz em números, pelo menos parcialmente, as dificuldades atuais encontradas por elas, e que antecipam os efeitos diretos sobre a sociedade em geral. O grupo de economistas reunidas no Núcleo de Pesquisas de Economia e Gênero da FACAMP (NPEGen) se debruçou sobre os números de 2020 e descreve os detalhes da crise humanitária que tem um perfil essencialmente feminino. A vulnerabilidade social teve início na falta da rede de apoio que as mulheres poderiam contar para poder assumir postos de trabalho fora de casa. ...

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Imagem retirada do site Az Mina

Propostas desfavoráveis às mulheres podem ganhar apoio de novas lideranças no Congresso

Era agosto de 2020, em meio à pandemia de coronavírus, quando o caso de uma criança de 10 anos que engravidou após ser violentada por um tio, no Espírito Santo, ganhou o noticiário brasileiro. O Tribunal de Justiça do estado concedeu a ela o direito previsto em lei de interromper a gravidez fruto de um estupro, mas as reações vieram de todos os lados, inclusive do Congresso. O número de projetos de lei que tratam do tema aborto ou violência sexual na Câmara e no Senado cresceram 77% e 56%, respectivamente, entre 2019 e 2020, segundo levantamento do Elas no Congresso, plataforma de monitoramento legislativo da Revista AzMina. Mas a reação de deputados e senadores tem sido negativa para mulheres e meninas: a maior parte dos projetos é desfavorável. E, com a nova configuração do Congresso, os retrocessos podem vir a tramitar mais facilmente. Os projetos de lei criados em reação ao caso do Espírito Santo, ...

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A ministra do Interior do México, Olga Sanchez Cordero, à esq., e a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, cumprimentam-se na abertura do fórum Generation Equality, na Cidade do México (Foto: Alfredo Estrella - 29.mar.21/AFP)

Sem Brasil, governos e organizações lançam agenda de combate à desigualdade de gênero

A ONU Mulheres e um grupo liderado por 92 organizações e 24 países apresentaram nesta quarta (31) uma série de ações e diretrizes para guiar o combate à desigualdade de gênero nos próximos cinco anos. A agenda foi debatida durante o fórum Generation Equality, que reuniu grupos da sociedade civil, organismos internacionais, empresas e governos para discutir seis eixos, chamados de “coalizões de ação”: violência de gênero, justiça econômica, saúde reprodutiva, gênero e mudança climática, tecnologia e inovação e fomento a movimentos e lideranças femininas. Durante três dias, foram analisadas propostas em cada uma das áreas. Agora, elas serão transformadas em um documento a ser apresentado aos governos na segunda parte do fórum, que ocorrerá em Paris —ou, o que é mais provável, de forma virtual— entre os dias 30 de junho e 2 de julho. Entre os pontos que devem aparecer no relatório estão, por exemplo, a meta de ...

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A secretária-adjunta da ONU Mulheres, Asa Regner, ex-ministra da Igualdade de Gênero da Suécia (Foto: Arquivo pessoal/Reprodução)

Sobrecarga doméstica de mulheres é problema de Estado, diz secretária da ONU

A divisão injusta de trabalho doméstico entre homens e mulheres deve ser alvo de políticas públicas, e não apenas uma questão familiar, defende a secretária-adjunta da ONU Mulheres, Asa Regner. "Existe uma noção de que o que acontece dentro de uma família é algo que você não consegue melhorar com decisões políticas, mas isso não é verdade", afirma ela em entrevista à Folha. Para Regner, ministra da Igualdade de Gênero na Suécia entre 2014 e 2018, o mundo está longe de alcançar as metas propostas para igualdade de gênero na Conferência de Pequim, marco internacional sobre o tema. O plano de ação adotado por 189 países em 1995 inclui o fim da violência contra a mulher, a promoção da igualdade econômica e o acesso de mulheres e meninas a serviços de saúde, inclusive reprodutiva. A secretária também diz que, sem fiscalização, cotas para mulheres na política são ineficazes. Qual é ...

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Manifestação feminista em 8 de março deste ano, em Barcelona. (Foto: ALEJANDRO GARCÍA / EFE)

Pandemia adia igualdade de gênero por mais uma geração

A ansiada paridade entre os gêneros vai demorar uma geração a mais. Ao longo do último ano, a pandemia acrescentou 36 anos ao tempo necessário para reduzir a disparidade entre homens e mulheres, que passou que 99,5 para 135,6 anos. É o que conclui o Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) no seu relatório anual sobre a disparidade de gênero, atribuindo essa deterioração à menor representação política das mulheres nas grandes economias e ao estancamento dos avanços econômicos, por causa da necessidade de oferecer cuidados familiares e porque as mulheres trabalham nos setores mais afetados pelo confinamento. Os avanços em direção à paridade estancaram em muitas grandes economias e setores, e isso pesou no cômputo global do progresso. Embora haja cada vez mais mulheres em trabalhos qualificados, as disparidades de renda persistem e ainda há pouquíssimas mulheres em cargos de direção. Tanto é que a paridade econômica, neste ...

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Motoristas argentinos terão de fazer curso sobre igualdade de gênero para ter habilitação

A Agência Nacional de Segurança Viária da Argentina (ANSV) determinou que quem quiser uma carteira de habilitação deverá fazer um curso sobre gênero e estudar temas como masculinidades, patriacardo, feminicídios, travesticídios e acesso de mulheres ao setor de transporte. "As grandes mudanças socioculturais e tecnológicas produzidas através dos anos trouxeram consigo a necessidade de adaptar os conteúdos dos cursos de formação, como assim também do exame teórico, motivo pelo qual faz-se necessário a reformulação de tais conteúdos, a fim de garantir a inserção na via pública de condutores idôneos e responsáveis, com conhecimentos atualizados em relação às novas tecnologias automotivas e principais regras para uma condução segura e eficiente", diz a resolução publicada no Diário Oficial da Argentina. "Com a convicção de que o recurso cultural é um aspecto de vital influência no que se refere à incorporação de normas de gênero relativamente cristalizadas, faz-se necessário incorporar no curso obrigatório para a concessão da ...

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A educação de meninas negras em tempos de pandemia: o aprofundamento das desigualdades

A educação de meninas negras em tempos de pandemia: o aprofundamento das desigualdades

Tem se tornado cada vez mais comum ouvir que a pandemia da COVID-19 escancarou as desigualdades já existentes no Brasil. Quando falamos de educação, as narrativas de profissionais da área reforçam que não é possível avaliar o impacto do ensino virtual/remoto porque as/os estudantes sequer acessaram os ambientes virtuais disponibilizados pelas secretarias de educação. A falta de acesso à internet e aos equipamentos tecnológicos conformam a realidade da maior parte das/os estudantes brasileiras/os. Mas há quem acesse e tenha seus direitos de aprendizagem garantidos no limite do que a Educação à Distância permite. Quem são as pessoas que acessam ou não as ferramentas do ensino remoto? Quem ainda mantém ou não vínculo com a escola e a formação acadêmica? Dados da PNAD-COVID, realizada ainda neste ano de 2020, revelam que em setembro 6,4 milhões de estudantes (13,9% do total) não tiveram acesso às atividades escolares. O mesmo levantamento demonstra que ...

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Idosa é ajudada por parentes na hora de fazer o teste da Covid-19 em Srinagar, na Índia: mulheres são mais afetadas pela pandemia (Foto: TAUSEEF MUSTAFA / AFP)

Pandemia prejudica mais as mulheres e pode aumentar desigualdade de gênero, alerta Fundo Monetário

A crise global provocada pela pandemia do novo coronavírus afeta mais as mulheres que os homens e pode reverter as conquistas femininas no mercado de trabalho, alertou na segunda-feira o Fundo Monetário Internacional (FMI). Para a entidade, os países precisam adotar medidas para minimizar esse impacto. Uma equipe, liderada pela diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirma que "a pandemia de Covid-19 ameaça reverter os ganhos obtidos em termos de oportunidades econômicas para as mulheres e, assim, ampliar as disparidades de gênero que persistem apesar de 30 anos de avanços." Em texto publicado no blog do Fundo, as pesquisadoras – o texto só é assinado por mulheres – lembra que os setores mais afetados pela pandemia têm uma participação feminina maior. Isso ocorre especialmente nos serviços que demandam interação pessoal e não podem ser feitos remotamente, como varejo, turismo e hotelaria. "Nos Estados Unidos, cerca de 54% das mulheres empregadas nos ...

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MULHERES COMO ADRIANA E PAULA SOBREVIVEM COM MENOS DE US$ 5,5 POR DIA E CONVIVEM COM FALTA DE SANEAMENTO E SERVIÇOS BÁSICOS PRECÁRIOS | FOTO: LOLA FERREIRA / GÊNERO E NÚMERO

No Brasil, 63% das casas chefiadas por mulheres negras estão abaixo da linha da pobreza

Indicadores do IBGE mostram que índice para residências comandadas por mulheres brancas e com filhos é de 39,6% Por Lola Ferreira, Maria Martha Bruno e Flávia Bozza Martins, do Carta Capital Mulheres como Adriana e Paula sobrevivem com menos de US$5,5 por dia e convivem com falta de saneamento e serviços básicos precários (Foto: Lola Ferreira/Gênero e Número) Fígado ou ovo pro almoço, quando é possível comprar alguma proteína, casa enlamaçada no período de chuvas, falta de remédio no posto de saúde e aproximadamente R$ 500 reais por mês para sustentar três filhos em dois cômodos pequenos às margens de um manguezal. Esta é a realidade da casa de Paula Roberta, 37, moradora de Guia de Pacobaíba, bairro-distrito do município de Magé, na Baixada Fluminense. De acordo com a última Síntese dos Indicadores Sociais, ela está abaixo da linha da miséria, com US$ 1,90 per capita ...

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Mapa da Desigualdade: Por que falar em Desigualdade?

Fonte: Rede Nossa São Paulo Muitas vezes, quando se fala em desigualdade, a primeira coisa que as pessoas visualizam é o desequilíbrio na distribuição de renda. Porém, quando falamos em desigualdade, estamos nos referindo às suas diversas formas de se manifestar: desigualdade de gênero, desigualdade racial e, principalmente, em desigualdades regionais. Essas assimetrias perpetuam ciclos viciosos de estagnação social e acesso a direitos básicos, como educação e saúde de qualidade; direito à moradia, ao trabalho, à cultura; direito a ter boas condições de mobilidade e segurança; direito a um meio ambiente saudável e a uma infância feliz. Os efeitos da desigualdade são perversos e afetam a todas e todos, inclusive às pessoas socialmente mais privilegiadas. Esses efeitos se refletem em vários aspectos mensuráveis, como nos índices de criminalidade e violência (social e simbólica); nos tipos e na remuneração do trabalho; no nível de estresse e nas doenças que afetam a população. Esses números demonstram, explicitamente, os sinais de uma sociedade desequilibrada e ...

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Desigualdade entre homens e mulheres no trabalho não diminui há 27 anos

A desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho não diminui há 27 anos. É o que aponta um estudo da Organização Mundial do Trabalho (OIT), divulgado neste mês. A pesquisa vai além: em 2018, a probabilidade de uma mulher trabalhar foi 26% inferior do que a de um homem — uma melhoria de apenas 1,9% se comparado a 1991. A diferença salarial também segue como um dos pontos nevrálgicos dessa discussão, já que a distinção chega a 20% entre os gêneros, quando em cargos equivalentes. E mesmo nos países mais desenvolvidos, a equidade ainda parece ser um sonho distante. A Islândia, único país que alcançou a plena paridade de oportunidades de trabalho, segue sem oferecer igualdade de remunerações a sua população. Por Gabrielle Estevans, do Hypeness RAWPIXEL.COM A leitura é clara: o problema, mundial, deve pautar as políticas públicas com urgência e entrar para a ...

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Getty Images O Banco Mundial diz que só há paridade total em seis das 187 nações analisadas em sua nova pesquisa intitulada Mulheres, Negócios e a Lei

Dia Internacional da Mulher: os únicos seis países que garantem direitos iguais a homens e mulheres

O número de países que dão direitos econômicos iguais para homens e mulheres ainda está em um dígito - seis -, segundo um estudo do Banco Mundial. no BBC Getty Images -  O Banco Mundial diz que só há paridade total em seis das 187 nações analisadas em sua nova pesquisa intitulada Mulheres, Negócios e a Lei A instituição diz que só há "paridade total" em 6 das 187 nações analisadas em sua nova pesquisa, intitulada Mulheres, Negócios e a Lei. Sediado em Washington, nos Estados Unidos, o maior e mais conhecido banco de desenvolvimento no mundo, examinou dez anos de dados de desigualdade financeira e legal e outros fatores, como liberdade de circulação, maternidade, violência doméstica e o direito de gerir ativos. Apenas Bélgica, Dinamarca, França, Letônia, Luxemburgo e Suécia foram avaliadas pelo Banco Mundial como lugares onde há igualdade entre os sexos nesses quesitos. ...

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Imagem- Robert Deutsch:USA TODAY Sports

“Ranking da WTA me puniu por engravidar”, reclama Serena Williams

"Quando voltei ao tênis após a licença maternidade, fui punida por tirar um tempo: meu ranqueamento caiu do 1º para o 453º lugar do mundo" no UOL Imagem- Robert Deutsch:USA TODAY Sports Serena Williams deu seu depoimento no Dia Internacional da Mulher à revista "Fortune". Em um longo texto, a tenista relembra as dificuldades enfrentadas para as mulheres para poderem conciliar a vida profissional com a pessoal e afirma que o ranking da WTA a puniu por ter engravidado - ela era a número 1 do mundo e voltou na posição 453. "Desde que eu era pequena, sonhava em ser a melhor tenista do mundo. Mas também sonhava em ter uma família. O sonho não era dividido, era sobre ter sucesso nas duas áreas. Eu quero permanecer nesse esporte tempo suficiente para Olympia (filha dela) me assistir, torcer por mim e ter orgulhoso de dizer "essa ...

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professora ensinando alunas negras e brancas

Mulheres são maioria nas universidades, mas não coordenam estudos científicos

Mulheres se afastam mais do trabalho para cuidar da saúde da família, são menos convidadas para pesquisas internacionais e não participam da gestão de financiamentos por Renato Grandelle no O Globo Já fazia parte da rotina. A bióloga Rafaela Falaschi conversava com outras mulheres sobre as dificuldades que enfrentavam no mundo acadêmico e era interrompida pelos homens, que a chamavam de “amarga” e asseguravam que não havia machismo nos laboratórios. Após ouvir relatos parecidos, decidiu criar o site “Mulheres na Ciência”, onde artigos poderiam ser compartilhados e comentados sob o ponto de vista feminino. Em apenas um mês, a iniciativa atraiu mil pessoas. E tornou-se um exemplo da tomada de espaços antes monopolizados por homens em diversas áreas de pesquisa. Hoje, quando se comemora o Dia Internacional das Mulheres na Ciência, levantamentos mostram como elas assinam cada vez mais artigos, ampliaram seu registro de patentes e parcerias internacionais. Brasil e Portugal ...

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A atriz Octavia Spencer e o jogador de basquete LeBron James. Foto- Wilton Junior:Estadão : Al Drago:AP

Octavia Spencer diz que LeBron James lhe ajudou a ter salário equivalente ao de homens em uma nova série

‘LeBron teve de intervir’, revelou Octavia Spencer atriz de ‘Estrelas Além do Tempo’ do Estadão A atriz Octavia Spencer e o jogador de basquete LeBron James. Foto- Wilton Junior:Estadão : Al Drago:AP Octavia Spencer, conhecida por sua atuação em Estrelas Além do Tempo e Histórias Cruzadas, agradeceu a ajuda que recebeu do jogador de basquete LeBron James. De acordo com a atriz de 46 anos, LeBron lhe ajudou a receber salário equivalente ao de homens em uma nova série produzida pela Netflix. As informações são do TMZ. Durante uma entrevista no Festival Sundance, Octavia disse que “quando estava negociando o acordo para Madam C.J., LeBron James teve de intervir”. A atriz irá produzir e estrelar Madam C. J. Walker, série de oito episódios sobre a primeira mulher negra a ficar milionária por si mesma nos Estados Unidos. LeBron é produtor executivo na série, que ainda não ...

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Arte: KKSantos

Curso: Violência, Gênero e Raça: Resistência e caminho de superação – Inscreva-se

Nas sociedades brasileira, latino-americana e caribenha as assimetrias de raça e de gênero integram o cotidiano das relações sociais, que resultam em violências perceptíveis nas estatísticas e nos depoimentos de mulheres, em especial as negras e indígenas, em espaços onde podem ser ouvidas. Arte: KKSantos Os dados estatísticos revelam a presença das mulheres nos diferentes indicadores de vulnerabilidade social. Elas vivenciam exclusões socioeconômicas, políticas e culturais e sofrem as consequências do racismo, do sexismo e da intolerância em experiências de violência verbal, física e psicológica. A violência social, de gênero e de raça tem suas causas na estrutura social excludente, que naturaliza a sua invisibilidade e justifica a discriminação e preconceitos contra estes grupos. O Curso Latino Americano de Pastoral e Relações de Gênero trará este tema para o debate de forma a contribuir com a compreensão das origens e consequências da violência contra as mulheres. ...

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Jovens em um parque do norte do México. REUTERS

As jovens mulheres que não estudam nem trabalham são o dobro dos homens na América Latina

Jovens nessa categoria são 12,5 milhões de mulheres entre 15 e 24 anos, de acordo com um estudo da fundação chilena Espacio Público Por ROCÍO MONTES, do El País  Jovens em um parque do norte do México. REUTERS As mulheres jovens latino-americanas que não estudam e não trabalham são 12,5 milhões, 27% da população total, de acordo com o estudo Millennials na América Latina e Caribe: trabalhar ou estudar?  apresentado na quinta-feira em Santiago. Os homens são 7,5 milhões, 14%. O fenômeno dos que não estudam e não trabalham “tem alto número feminino”, indica a pesquisa na qual foram entrevistadas 15.000 pessoas entre 15 e 24 anos no Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Haiti, México, Paraguai, Peru e Uruguai. “Em todos os países, a proporção de mulheres que não estão inseridas no sistema educacional e no mercado de trabalho é mais do que o dobro da fração de homens nessa ...

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Diferença salarial entre mulheres e homens aumenta após 23 anos

Desigualdade entre negros e brancos também cresceu, aponta Oxfam Por Maiana Diniz e Camila Boehm  Do Agência Brasil Foto: Reprodução/Tribuna de Jundiaí As desigualdades entre rendimentos de mulheres e homens aumentaram nos últimos dois anos e tornaram mais distante a equiparação de renda entre os gêneros no Brasil. Isso é o que também revela o relatório País estagnado: um retrato das desigualdades brasileiras – 2018, divulgado nesta segunda-feira (26) pela organização não governamental Oxfam Brasil, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua de 2016 e 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostra que, em 2016, as mulheres ganhavam em média cerca de 72% do que ganhavam homens no Brasil, proporção que caiu para 70% em 2017, o primeiro recuo em 23 anos. Em 2017, a renda média de mulheres no Brasil era de R$ 1.798,72, enquanto a de homens ...

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5 cenários onde mulheres ainda sofrem com a desigualdade de gênero

Mercado de trabalho, política e educação são alguns exemplos de onde essa situação se mostra presente Por Natalia MaruyamaDo Claudia (Caiaimage/Sam Edwards/Getty Images) As mulheres estão em uma luta constante em direção à igualdade de gênero, mas, nem sempre, elas conseguem obter êxito. Um estudo feito pelo Relatório de Desigualdade Global de Gênero 2017 indica que houve um aumento das disparidades entre homens e mulheres no planeta. Essa diferença entre os dois sexos é algo presente no dia a dia das mulheres nas mais diversas situações: do mercado de trabalho ao ambiente familiar. Pensando nisso, listamos alguns ambientes e situações em que as mulheres ainda sofrem com a desigualdade. Confira: 1. Mercado de trabalho Segundo o IBGE, o rendimento das mulheres equivale a cerca de ¾ da renda masculina. Enquanto a média da renda dos homens foi de R$ 2.306, a das mulheres foi de R$ 1.764. Ou seja, as mulheres ...

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